Assembleia da República não quer agências de comunicação
O presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, afirmou ontem que os profissionais das agências de comunicação devem ter um acesso ao Parlamento semelhante ao dos cidadãos. “Há questões jurídicas […]

Rui Oliveira Marques
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O presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, afirmou ontem que os profissionais das agências de comunicação devem ter um acesso ao Parlamento semelhante ao dos cidadãos. “Há questões jurídicas que levam a não estender automaticamente aos funcionários destas empresas as condições de acesso permanente reservadas aos jornalistas parlamentares”, declarou, citado pela Lusa. O presidente da Assembleia afirmou ainda que, para as agências, “manter-se-á o acesso à Assembleia que existe para os cidadãos e para qualquer associação profissional, sindical ou empresarial”.Recorde-se que em Janeiro, Luís Paixão Martins, em nome da LPM, escreveu ao presidente da Assembleia, solicitando que fosse criado um sistema de acreditação parlamentar para os profissionais das agências, que permitisse “obterem uma informação mais fidedigna de todo o processo legislativo”. A YoungNetwork, algo tempo depois, também endereçou uma carta para que a Assembleia revisse os sistemas de acesso ao Parlamento. Na altura o presidente da Assembleia assegurou que até ao final da sessão legislativa daria uma resposta aos pedidos das duas agências que permitiriam que passassem a ter um sistema de acesso semelhante ao dos jornalistas.
Numa declaração escrita Luís Paixão Martins não deixa de referir que “a iniciativa teve o mérito de contribuir para colocar na agenda mediática o tema do lóbingue e das relações entre os legisladores e os grupos de influência”. Além disso, refere, “registou-se uma razoável compreensão pela iniciativa, especialmente fora do Parlamento, associando-a à ideia de transparência e a um sentimento de normalidade”.