Marketing :: Artigos de Fundo

O fim do ‘Não tocar’

Lifetime, YDreams e Edigma.com são três das empresas que têm desenvolvido soluções tecnológicas inovadoras para museus e exposições. O projecto interactivo mais recentemente inaugurado está no Museu de História Natural […]

Maria João Lima
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O fim do ‘Não tocar’

Lifetime, YDreams e Edigma.com são três das empresas que têm desenvolvido soluções tecnológicas inovadoras para museus e exposições. O projecto interactivo mais recentemente inaugurado está no Museu de História Natural […]

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Lifetime, YDreams e Edigma.com são três das empresas que têm desenvolvido soluções tecnológicas inovadoras para museus e exposições. O projecto interactivo mais recentemente inaugurado está no Museu de História Natural de Sintra (MHNS) e foi implementado pela Lifetime em parceria com a Euro M. Tiago Andrade, executive director da Lifetime, empresa que tem mais dois projectos em desenvolvimento para museus, garante que todas as soluções têm como base o princípio da interactividade. “É fundamental para a captação de novos públicos e audiências que as ferramentas de exposição contenham soluções inovadoras e apelativas e que proporcionem uma experiência diferente e inesquecível”. E acrescenta que as gerações mais novas estão ligadas às novas tecnologias, com elevado grau de curiosidade e capacidade de experimentação.

Abílio Dias, marketing manager assistant da Edigma.com, sublinha por seu lado que o recurso à interactividade é uma das armas que os museus estão a usar no processo de reaproximação com o público e modernização dos conteúdos.

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Através da utilização de ecrãs e chãos interactivos, a quantidade de informação disponível é superior e permite que o visitante seleccione apenas os conteúdos que tem interesse em visualizar, refere. As novas tecnologias, como a interacção através do toque, permitem aos visitantes dos museus sentirem-se mais perto do conhecimento. E Abílio Dias acrescenta: “Quebrou-se a barreira do ‘do not touch’ dos antigos museus, para o ‘please touch’. Para as pessoas, ver não chega, é preciso tocar para saber mais e melhor.” Segundo este profissional, isto torna os visitantes mais pró-activos na busca da informação. Deixa de haver a informação a ser “ditada” por guias ou outro meio e passa a haver pessoas a dirigirem-se a uma mesa e a extraírem dela a informação que pretendem, não o que lhes é imposto. “Isto leva a que as pessoas se interessem mais na visita e, no limite, leva a que se encantem e absorvam melhor tudo aquilo que visualizam”, assegura.

No que respeita aos mais novos, as tecnologias inovadoras fazem-nos vibrar com a experimentação, especialmente as crianças que possuem uma atracção muito forte pela interactividade.

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E a verdade é que o feedback dos clientes tem sido positivo até porque os visitantes dos museus passam também essa reacção. “Basta olhar atentamente para as pessoas que visitam os museus onde instalamos soluções interactivas para reparar que estão bastante agradadas com aquilo que os museus lhes proporcionam”, comenta Abílio Dias.

Karina Israel, directora executiva da YDreams Life, área de projectos da empresa, explica que os métodos tradicionais são hoje inadequados na comunicação e relação com as camadas mais novas da população. Conhecida como geração Y, os seus integrantes pretendem satisfação imediata dos seus pedidos e sonhos, são muito exigentes, querem com rapidez, cultivam a liberdade de expressão, pretendem uma comunicação bidireccional, valorizam muito a experiência e a co-criação como requisitos mínimos para uma relação, expressam-se de formas criativas e inovadoras, descreve Karina Israel. Daí que as novas tecnologias consistam numa ferramenta essencial para estabelecer uma conexão com este novo visitante. “A sua aplicação em contextos como museus e centros de interpretação é determinante para que a visita a estes espaços se transforme numa experiência memorável de aprendizagem e entretenimento, que se dá essencialmente pela participação activa dos visitantes na exploração dos conteúdos do museu”, defende. E acrescenta que na YDreams acreditam que esta transformação dos espaços museológicos e a concepção de narrativas interactivas através da conjugação de design e soluções tecnológicas, é essencial para proporcionar uma experiência dinâmica, divertida e ao mesmo tempo didáctica.

O trabalho nestes espaços não se trata de tecnologia e sim de estilo de vida. Karina Israel explica: “Quando estamos a introduzir novos modelos de interacção ou de acesso a informação, transferimos lógicas habituais de funcionamento da vida real como televisão, internet, iPods ou mobile phones, para o ambiente museológico, utilizando tecnologias de computação ubíqua, realidade aumentada e interacção humana natural com o computador que nos conduzem a criação de ambientes experienciais.”

Daí que defenda que é fundamental perceber como os conteúdos podem ser valorizados e adaptados para que a sua comunicação aos visitantes seja feita de uma forma divertida e memorável. “Há que aliar a tecnologia à criatividade e ao design para criar ambientes interactivos que surpreendam, cativem e divirtam os visitantes. Se estes factores estiverem presentes, é muito mais provável que o visitante recomende o espaço a outro, e regresse para repetir a experiência”, resume.

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Os mais pedidos

Soluções inovadoras é a expressão de ordem nos pedidos dos museus às empresas fornecedores na área tecnológica.

E nesse âmbito incluem-se, no caso da Lifetime, hologramas de grande dimensão que consigam transmitir conteúdos em alta definição e ao mesmo tempo proporcionar experiências inesquecíveis. É que, explica Tiago Andrade, existe uma nova filosofia nas direcções dos museus. “Se virmos em perspectiva, percebemos que Lisboa e Porto são cidades que retêm os seus visitantes durante dois ou três dias no máximo. Se ao mesmo tempo virmos a quantidade de potenciais visitas que estes turistas podem realizar, vemos que qualquer museu compete com várias atracções.”

Daí que se conclua que vivemos num mercado competitivo em que a qualidade das colecções e conteúdos científicos já não bastam para atrair público. Ou seja, há que usar os instrumentos de comunicação tecnológicos que consigam responder às necessidades dos clientes (museus) e ao mesmo tempo possibilitar uma interacção e experimentação fácil aos seus visitantes. “Actualmente implementamos soluções como hologramas em 360º, living wall, living floor, ecrãs interactivos, realidade aumentada e globo 4D (globo com quatro pontos de interacção simultâneos)”, resume Tiago Andrade.

Entre as soluções apresentadas a Edigma.com dispõe da displax interactive systems que lhes permite oferecer:

“galerias de sensações”, túneis de conteúdos de som e vídeo, capazes de transportar o visitante para ambientes que recriam, por exemplo, o ecossistema de uma região, mesas e chãos interactivos, videowalls e montras interactivas. A par de tudo isso a empresa desenvolve tecnologias e soluções à medida com a sua equipa de research. Museu Marítimo de Ílhavo, Museu da Reciclagem em Oviedo, Museu da Ciência em Coimbra, Museu da Telefónica em Madrid e o Ecomuseu de Barroso são alguns dos projectos com assinatura Edigma.com no que toca à implementação de tecnologias interactivas. E neste momento estão já na calha dois novos projectos em Portugal e outros dois em Espanha, que serão inaugurados no próximo trimestre.

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Atrasos em Portugal?

Ainda um longo percurso para atingirmos a dimensão e disponibilização de novas tecnologias de alguns dos maiores museus mundiais. Quem o diz é Tiago Andrade que, no entanto, justifica que, como em qualquer projecto, são necessários investimentos avultados e na maioria das vezes não existe essa capacidade nas estruturas museológicas nacionais.

O responsável da Edigma.com acredita que Portugal está agora a descobrir no que a interactividade pode resultar quando relacionada com o conhecimento e transmissão de informação em museus. “Temos todas as condições para colocar os museus portugueses ao nível do que melhor se faz por esse mundo fora na área da interactividade”, acredita Abílio Dias.

Já Karina Israel, da YDreams Life, defende que Portugal “não está atrasado de forma alguma, muito pelo contrário”. E explica: “Em diversas áreas do país já se podem encontrar exemplos de museus interactivos que não deixam nada a desejar se comparados aos vizinhos da Europa, nem dos EUA. Temos excelentes exemplos de municípios inovadores como Sines, Belmonte, Castelo Branco, ou Bragança.” Na perspectiva desta profissional, o desafio em Portugal passa por tornar a utilização da tecnologia nos museus e espaços culturais em algo comum e frequente. A YDreams está actualmente a desenvolver dois projectos, um para o Museu do Quartzo em Viseu (com inauguração prevista para Novembro) e o futuro Centro Interpretativo da Biscaia no País Basco, a inaugurar no final deste ano. Do seu portfólio fazem parte trabalhos como o Centro de Ciência Viva de Bragança, Centro Interpretativo de Belmonte – À Descoberta do Novo Mundo, Casa Vasco da Gama – Museu de Sines, Centro de Interpretação Ambiental de Castelo Branco, Sistema de audio-guias ao ar-livre para a aldeia histórica de Monsanto, Exposição Monstros Marinhos para o Oceanário de Lisboa e o EGF Roadshow ‘Resíduos em Movimento – Uma Viagem Virtual’.

Karina Israel confidencia que os clientes procuram a YDreams com o objectivo de criar espaços museológicos únicos e diferenciados da oferta existente, que constituam um factor de atracção de visitantes e contribuam para o desenvolvimento local. “O espaço deve ser acessível, relevante, intuitivo e envolvente; deve transmitir conteúdos educacionais e informativos de maneira natural e divertida. Procuram um parceiro capaz de conceber, desenvolver e implementar um espaço que atraia visitantes, que se torne uma referência para a localidade, para o país, e em alguns casos, que coloque aquele museu no mapa mundial”, define a responsável da empresa liderada por António Câmara.

E o feedback dos museus com que têm trabalhado é positivo. “O que os nossos clientes nos transmitem é que as visitas aumentam significativamente e que os visitantes elogiam o próprio museu pela forma como apresenta a informação”, diz. E do lado da YDreams estão a utilizar uma plataforma de estatísticas que permite avaliar o desempenho, contabilizando não só o número que visitantes que as utilizam, como também avaliar, por exemplo, a qualidade dessa utilização.

Agora resta-nos esperar e estar atentos para ver as novidades que estas e outras empresas nos vão trazer no futuro dos museus na área tecnológica nas próximas inaugurações.

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Jovens reclamam mais. Correio e Comunicações entre as maiores queixas

Mau serviço prestado, atrasos nas entregas de encomendas e dificuldades no apoio ao cliente motivam as principais queixas dos jovens portugueses dirigidas a marcas e serviços, segundo dados do Portal da Queixa

Os jovens portugueses estão a reclamar mais, indica uma análise do Portal da Queixa por ocasião do Dia Nacional da Juventude, que se assinala esta sexta-feira.

Mau serviço prestado, atrasos nas entregas de encomendas e dificuldades no apoio ao cliente motivam as principais queixas dos jovens dirigidas a marcas e serviços.

Segundo os dados analisados, no primeiro trimestre do ano, contabilizaram-se 12.843 queixas na plataforma, o que representa um aumento de 17% do número de ocorrências, face a 2024, onde se contaram 10.666.

Os serviços visados pelos consumidores mais jovens estão relacionados com as áreas: Correio, Transporte e logística, a gerar 17% das queixas; Comunicações, TV e Media (10.1%); Serviços e Administração Pública (9.6%).

Seguem-se os problemas reportados na Informática, Tecnologia e Som (8.2%); Banca, Pagamentos e Investimentos (6.4%); Hotéis, Viagens e Turismo (5.8%) e Compras, Moda e Joalharia (4.8%).

Na distribuição por faixa etária, verifica-se que os jovens com idade entre os 25 e os 34 anos assumem um maior peso no registo de casos (74%), e entre os 18 e os 24 anos, ocupam uma fatia de 26% no total de reclamações.

As mulheres foram responsáveis por 55% das reclamações registadas em 2025, sendo que, a motivar a contestação estiveram problemas como: mau serviço prestado; atrasos nas entregas de encomendas e dificuldades no apoio ao cliente.

Já a participação dos homens no Portal da Queixa foi de 45%, no primeiro trimestre e os dados mostram que a insatisfação resultou dos mesmos problemas ou constrangimentos mencionados pelo género feminino.

Para esta análise estatística, o Portal da Queixa optou por enquadrar o grupo juventude entre a faixa etária dos 18 até aos 34 anos, já que não existe uma definição universalmente aceite relativa ao grupo etário dos jovens.

 

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Boutique dos Relógios assinala mudança de hora com campanha humorística

Protagonizada por David Antunes (na foto, à dir.) e Emanuel Moura (à esq.), a campanha que adapta a letra de ‘Ai Coração’ de Mimicat é divulgada nos canais digitais da marca e nas redes sociais dos dois artistas

A Boutique dos Relógios, em parceria com a Tissot, assinala a mudança de hora, que acontece na noite de sábado, 29, para domingo, 30, às 2h da manhã, com uma campanha digital protagonizada por David Antunes e Emanuel Moura, cantores conhecidos por participar em programas de televisão.

Com criatividade da equipa de marketing digital da Boutique dos Relógios e planeamento de meios da Arena Media, a campanha está a ser divulgada nos canais digitais da marca portuguesa e nas redes sociais dos dois cantores, numa ação de marketing de influência, além do YouTube.

O vídeo apresenta uma versão de ‘Ai Coração’, canção que Mimicat levou ao Festival Eurovisão da Canção de 2023, com uma letra humorística. “Esta campanha digital aposta numa abordagem criativa e diferenciadora para comunicar o território do tempo”, explica a Boutique dos Relógios em comunicado de imprensa.

A campanha digital é acompanhada por uma ação promocional, a decorrer nos dias 29 e 30, que oferece 10% de desconto numa seleção de marcas e produtos de relojoaria e joalharia. A promoção está disponível nas lojas físicas e online da marca.

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Puma lança anúncio criado por agentes de IA

O anúncio é desenvolvido pela Monks, agência britânica de marketing e tecnologia, que treina centenas de agentes de IA para criar o anúncio do zero. “Estamos a caminhar para um mundo com menos agências e mais agentes”, diz Henry Cowling, diretor de inovação da Monks

A Puma está a investir na criatividade agêntica, ao lançar um anúncio experimental desenvolvido quase exclusivamente por agentes de inteligência artificial (IA). O projeto demonstra como a tecnologia permite aos profissionais de marketing e aos criativos automatizar uma parte cada vez maior do processo criativo.

A marca de calçado e vestuário desportivo colabora com a Monks, agência britânica de marketing e tecnologia pertencente à S4 Capital, que treina uma equipa de agentes de IA para criar o anúncio do zero. Com o objetivo de desenvolver o filme em cinco semanas, a agência conta com a Nvidia para criar e treinar centenas de agentes para produzir o anúncio, que tem a duração de um minuto.

Segundo a Monks, o ‘spot’ é sobretudo uma experiência. O projeto oferece uma visão diferente da forma como a IA pode afetar o processo criativo: em vez de ser um indivíduo a dar instruções a um modelo de linguagem de larga escala, é um grupo de agentes que fica responsável por atribuir essas instruções e as restantes funções criativas, explica Henry Cowling, diretor de inovação da Monks, citado na Ad Age.

A campanha surge num momento em que as marcas estão a confiar à IA uma maior responsabilidade no desenvolvimento dos anúncios. No final de 2024, a Coca-Cola apresenta um anúncio criado inteiramente por IA, que cria polémica. A Vodafone também lança recentemente um anúncio totalmente desenvolvido por IA. O acesso a ferramentas de vídeo, que as agências criativas estão a testar e a experimentar, precipita esta confiança mais profunda na tecnologia. “Estamos a caminhar para um mundo com menos agências e mais agentes”, declara Henry Cowling.

IA não está isenta de falhas

O que distingue o anúncio da Puma e da Monks das outras abordagens é a dependência de agentes de IA. A IA não agêntica tira partido de capacidades generativas, mas normalmente requer um ser humano para a orientar e concretizar um produto final. Já os agentes podem ser programados para automatizar todos os processos de desenvolvimento criativo, desde a conceção da ideia até à execução das várias fases, explica Henry Cowling.

O anúncio apresenta várias cenas de atletas realistas a competir nos respetivos desportos, no entanto, não está isento de falhas. Pelo menos uma das personagens aparece com um número invulgar de dedos, um erro habitualmente cometido por modelos de IA generativa. Por outro lado, os anúncios gerados por IA quase sempre provocam reações negativas, sobretudo por parte dos membros da indústria criativa, que receiam que a tecnologia ponha em risco os postos de trabalho humano.

“O que fizemos aqui será controverso”, admite Henry Cowling. Contudo, para a Monks, a principal razão por trás desta experiência é o desenvolvimento de um conjunto de agentes de IA, treinados especificamente para o marketing da Puma, que poderão ser utilizados no futuro para produzir outros conteúdos para a marca. A Monks está atualmente a construir processos semelhantes para clientes como a Google, a General Motors e a BMW.

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Meta estreia aba para amigos. Mark Zuckerberg quer regresso ao Facebook original

“A nova aba é um regresso ao Facebook original, quando só víamos as atualizações de estado dos nossos amigos”, diz o CEO da Meta. O objetivo é tornar o Facebook mais influente do ponto de vista cultural do que é atualmente

Mark Zuckerberg, CEO da Meta, anuncia a estreia da nova aba ‘Amigos’ no Facebook, uma iniciativa que faz parte de um esforço contínuo da empresa para revitalizar a experiência do utilizador na rede social, através de um equilíbrio entre conteúdos recomendados e interações pessoais.

“A nova aba é um regresso ao Facebook original, quando só víamos as atualizações de pessoas conectadas connosco”, reconhece o CEO da Meta, numa publicação dedicada a apresentar esta funcionalidade, e acrescentando que haverá “mais OG Facebook em breve”.

A aba ‘Amigos’ já está disponível nos Estados Unidos e no Canadá, mas a Meta ainda não divulgou uma data para o lançamento em outros países. Mark Zuckerberg partilhou um vídeo a demonstrar a nova funcionalidade, comparando-a à experiência do Facebook em 2008, quando a interação era mais centrada nas atualizações dos amigos.


O conteúdo relacionado com os amigos inclui ‘stories’, ‘reels’, publicações, aniversários e pedidos de amizade. Embora “muitas pessoas utilizem o Facebook diariamente”, Mark Zuckerberg admite que existem “várias oportunidades” para tornar a rede social “mais influente do ponto de vista cultural do que é atualmente”.

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Diogo Morgado promove Sotogrande em campanha internacional criada por produtora algarvia

Filme da campanha ‘The Art of Living’ (na foto), que promove Sotogrande, na Andaluzia, é criado e produzido pela New Light Pictures, com realização de Pedro Matos e João Viegas

O ator e realizador Diogo Morgado é o protagonista de ‘The Art of Living’, campanha que promove Sotogrande, destino de luxo na Andaluzia, em Espanha. Idealizado e produzido pela produtora algarvia New Light Pictures, sediada em Faro, o filme publicitário é realizado por João Viegas e Pedro Matos, dupla que também assina o argumento.

A direção de fotografia e a edição são de Pedro Matos, que também assume a coprodução, em parceria com Carla Pereira. A produção executiva é de João Viegas. Jose Antonio Rey operou o drone que captou as imagens áreas que integram o anúncio. O spot, que também teve colaboração da Ergovisão, tem direção de sonoplastia de André Espada, coloração de Patrício Faísca e design de produção de Carla Pereira e Pedro Matos. Ruben Caeiro é o autor das fotografias da campanha.

“Sotogrande é, há muito, um lugar onde as pessoas vêm não apenas para viver, mas para abraçar um estilo de vida que é refinado e sem esforço. Com ‘The Art of Living’, quisemos captar a essência do que torna a nossa comunidade tão especial, desde o golfe e o polo de classe mundial até aos momentos familiares íntimos que definem a vida quotidiana neste lugar, onde a natureza, o desporto e o luxo coexistem em perfeita harmonia”, explica Rita Jordão, diretora de marketing da Sotogrande, citada em comunicado de imprensa.

Divulgada nas redes sociais, no site e na newsletter da empresa, a campanha é amplificada com a divulgação em publicações como a Condé Nast Property, no Reino Unido. A GMS, a agência de marketing internacional da Sotogrande, também está em negociações com publicações especializadas em imobiliário e ‘lifestyle’ britânicas e francesas, incluindo o Le Figaro, apurou o M&P.

O filme publicitário, com a duração de três minutos e 19 segundos, mostra James (Diogo Morgado), um residente do empreendimento que personifica a sofisticação e a alegria da vida em Sotogrande, a participar em partidas de polo e campeonatos de golfe, a fazer tratamentos de spa e a desfrutar de momentos serenos em família, ao lado da sua mulher Mary e da filha Helen, captando momentos quotidianos no cenário mediterrânico de Sotogrande.

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China rejeita oferta de Trump de reduzir taxas em troca de acordo sobre TikTok

A China recusa a proposta de Donald Trump horas após os seus comentários. É provável que Donald Trump volte a prorrogar o prazo para a venda da rede social, caso um acordo não seja concluído

A China recusa a oferta do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de conceder um alívio das taxas alfandegárias em troca de um acordo sobre a venda da aplicação de partilha de vídeos TikTok.

“Sobre a questão do TikTok, a China expressou a sua posição em várias ocasiões. A nossa posição contra a imposição de taxas alfandegárias adicionais também é consistente e clara”, disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Guo Jiakun, citado pela Lusa.

Donald Trump diz que está preparado para reduzir as taxas sobre as importações oriundas da China se a dona do TikTok, a chinesa ByteDance, concordar em alienar as suas operações nos EUA. “A China vai ter de desempenhar um papel na venda do TikTok, pode ter de o aprovar e, se o fizer, talvez lhes dê uma pequena redução de tarifas alfandegárias”, declara o presidente dos Estados Unidos na Casa Branca.

A justiça norte-americana está a obrigar o TikTok a separar-se da ByteDance como condição para operar nos Estados Unidos, devido às suspeitas de que os dados recolhidos pela empresa são disponibilizados às autoridades chinesas.

Em Janeiro, Donald Trump assina uma ordem executiva que adia o prazo limite para a venda da operação norte-americana do TikTok até 5 de abril.

Embora a ByteDance não tenha declarado a sua intenção de vender, há vários interessados no negócio. “Estamos a negociar com quatro grupos diferentes e há muita gente interessada”, assume Donald Trump no início do mês.

A empresa de inteligência artificial Perplexity fez uma oferta, tal como o Project Liberty, criado pelo promotor imobiliário e proprietário do Olympique de Marseille, Frank McCourt, e ao qual se junta o cofundador da rede social Reddit, Alexis Ohanian.

Outras personalidades que manifestaram interesse incluem o influenciador MrBeast e Steven Mnuchin, Secretário do Tesouro durante o primeiro mandato de Donald Trump. A Casa Branca menciona ainda outros potenciais compradores, como a Microsoft e a Oracle.

O presidente quer que os Estados Unidos mantenham uma participação de 50% no TikTok através de uma empresa comum, pelo que é possível que Donald Trump volte a prorrogar o prazo para a venda da rede social. “Vamos ter algum tipo de acordo, mas se não estiver fechado antes do prazo, não é razão para alarme. Apenas o vamos estender”.

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TTouch nomeia Benedita Guedes de Carvalho para sócia

A ex-consultora de impacto social e sustentabilidade, que já fazia parte da equipa desde 2021, reforça agora a estrutura de liderança da agência criativa e junta-se a Mariana Galindo e a Teresa Pinto Leite

A agência criativa TTouch reforça a sua estrutura de liderança estratégica, ao nomear Benedita Guedes de Carvalho para sócia.

A ex-consultora de impacto social e sustentabilidade, que já fazia parte da equipa da TTouch desde 2021, junta-se agora a Mariana Galindo, responsável pela gestão da agência e pelo serviço ao cliente, e a Teresa Pinto Leite, diretora criativa da agência.

Com um mestrado em gestão de empreendedorismo social, Benedita Guedes de Carvalho conta com diversos trabalhos de voluntariado na área de consultoria de comunicação e de criação de comunidade, tanto na Oceans Alive, como na Impulso, mas também como professora de Teatro na Associação Cais.

A atual sócia da TTouch trabalhou como assistente de investigação num projeto de economia do desenvolvimento em Moçambique e esteve três anos como consultora estratégica na Sair da Casca, a primeira consultora de sustentabilidade do país.

Benedita Guedes de Carvalho reforça a liderança estratégica da agência e destaca o papel da comunicação para a solução de problemas sociais e ambientais: “é através da comunicação que se consegue informar, educar e alertar sobre temas fundamentais mas, sobretudo, é pela comunicação que se envolvem as pessoas nas causas, se alteram mentalidades e se transformam hábitos e comportamentos”.

Já Mariana Galindo, fundadora da TTouch, acrescenta que com este modelo de liderança, “estamos mais preparadas do que nunca para cumprir a nossa missão de transformar o mundo através da comunicação”.

A TTouch, lançada em 2020, colabora com várias marcas na elaboração e implementação das suas estratégias de impacto social e trabalha ainda para a notoriedade de associações do setor social e fundações, pensando as suas marcas de forma estratégica, o que contribui para o seu posicionamento e para a angariação de fundos.

Exemplos deste trabalho em parceria são o EDP Clube Runners, um projeto que leva o atletismo a crianças e jovens de comunidades vulneráveis dos bairros da Cova da Moura e do Zambujal, ou o MEO Música com Sentido, uma iniciativa que pretende promover a inclusão e acessibilidade nos festivais de verão.

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Veollia é patrocinador oficial do Millennium Estoril Open

O acordo assinado entre João Stilwell Zilhão e José Melo Bandeira (na foto) prevê a definição da pegada de carbono do torneio de tênis, em 2025, e a implementação de medidas de descarbonização, em 2026 e 2027

A Veolia Portugal, empresa de serviços ambientais e transformação ecológica, é o parceiro oficial do Millennium Estoril Open para a descarbonização. Neste compromisso a três anos, a Veolia Portugal vai definir a pegada de carbono do torneio de tênis em 2025, através de uma metodologia e ferramenta digital próprias.

Em 2026 e 2027, irá propor a implementação de um conjunto de medidas para a redução da pegada de carbono do evento, nomeadamente na água, energia e resíduos. João Stilwell Zilhão, sócio gerente e diretor do Millennium Estoril Open, explica em comunicado de imprensa que «desde a primeira edição do Millennium Estoril Open que temos a intenção de reduzir a pegada de carbono ao máximo no evento”.

Além de um trabalho prévio de definição dos vários âmbitos de cálculo da pegada, a Veolia Portugal terá equipas técnicas no recinto, a fazer medições em várias áreas do evento, em matérias de gestão de resíduos, consumos energéticos e de água. As emissões relacionadas com as deslocações serão também abrangidas pelo estudo, nomeadamente por via de questionários realizados junto dos adeptos durante o torneio.

«Na Veolia Portugal acreditamos que temos a responsabilidade de liderar pelo exemplo e esta parceria a três anos representa perfeitamente a nossa visão de futuro. Quando nos propomos apoiar a organização a reduzir as emissões de carbono deste prestigiado torneio de ténis, estamos a estabelecer novos padrões de sustentabilidade no desporto, mas também a inspirar outros setores de atividade”, refere José Melo Bandeira, CEO da Veolia Portugal.

O Millennium Estoril Open 2025 decorre de 26 de abril a 4 de maio, consolidando-se como um dos eventos desportivos de maior prestígio em Portugal.

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Negócio de publicidade online da Amazon cresce e desafia Google

Para convencer os anunciantes a utilizarem o seu sistema em vez de concorrentes como a Google ou The Trade Desk, a empresa reduz as taxas de serviço de 5% a 7% para apenas 1%

A Amazon quer expandir o negócio de publicidade online ao disponibilizar a compra de espaços publicitários em toda a internet, para além das suas plataformas e website, noticia o Business Insider.

Para convencer os anunciantes a utilizarem o seu sistema em vez de concorrentes como a Google e o The Trade Desk, a Amazon reduz as taxas de serviço de 5% a 7% para apenas 1%, oferecendo também descontos às empresas que utilizam os serviços Amazon Web Services e Amazon Ads.

Embora a Google seja o maior operador de publicidade online, enfrenta atualmente uma batalha legal que poderá obrigá-la a vender parte do negócio de publicidade. Caso isso aconteça, a Amazon tem a possibilidade de se tornar um ‘player’ maior.

De facto, a Amazon diferencia-se pela quantidade de dados que possui sobre o que as pessoas compram, o que ajuda os anunciantes a chegarem aos clientes certos. Consequentemente, devido ao facto da Google continuar limitada na capacidade de obter dados dos utilizadores recorrendo aos cookies, os dados primários da Amazon tornam-se ainda mais valiosos para a segmentação de anúncios.

No entanto, a Amazon continua a enfrentar desafios. Vários anunciantes referem que a Amazon Ads é mais lenta e difícil de utilizar do que a concorrência, como a The Trade Desk, que permite às empresas lançar campanhas mais rapidamente, segundo o Business Insider.

Alguns anunciantes também se preocupam com o facto de os anúncios nem sempre aparecerem em sites de qualidade com elevado tráfego, mas a Amazon assegura que está a trabalhar para melhorar o serviço com base nos comentários dos anunciantes.

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Conheça as 6 principais tendências no marketing de influência em 2025

Marketing de influência é o que tem mais impacto nas decisões de compra, segundo o relatório ‘2025 Creator Marketing Trends Report’ da plataforma social de retalho e marketing de influência LTK

Os criadores de conteúdo e influenciadores são cada vez mais uma força motriz da confiança, do envolvimento e das decisões de compra dos consumidores. De acordo com o relatório ‘2025 Creator Marketing Trends Report’ da LTK, plataforma social de retalho e marketing de influência, existem seis tendências que definem o setor em 2025.

Redes sociais já não são sociais

De acordo com o relatório, 74% dos consumidores referem que as redes sociais já não são sociais, pois os algoritmos dão prioridade a novos conteúdos em detrimento das publicações provenientes das contas seguidas pelos utilizadores.

Apesar desta mudança, os consumidores ainda desejam pertencer a uma comunidade e muitos começam a fazê-lo sem recorrerem às redes sociais. Segundo a análise, metade da geração Z e dos millennials procuram agora comunidades fora das redes sociais, o que torna essencial que as marcas e os criadores explorem novas formas de promover um envolvimento mais profundo para além do ‘feed’ de publicações.

Confiança é a chave

O marketing de influência é a vertente do marketing com impacto mais elevado nas decisões de compra, revela o relatório. Isto deve-se ao fator da confiança. De facto, 84% dos utilizadores do LTK confiam mais nas recomendações dos criadores de conteúdo e influenciadores do que nos conteúdos das marcas, celebridades e motores de busca.

Para a geração Z e dos millennials, os criadores de conteúdo e influenciadores são ainda a fonte mais confiável para decisões de compra, segundo indica a LTK, o que consolida o papel que têm no envolvimento genuíno com as marcas.

Vídeo mantém-se dominante

O vídeo já não é opcional – é o formato de conteúdo dominante para o marketing de influência, segundo a LTK. Em 2025, o ‘storytelling’ e os conteúdos em vídeo dirigidos às comunidades vão ser essenciais para as marcas que pretendem reforçar a notoriedade, de acordo com a análise.

Os consumidores têm uma preferência esmagadora por conteúdos em vídeo em relação a imagens estáticas. 76% da geração Z, 72% dos millenials e 66% da população em geral preferem ver vídeos. 93% dos utilizadores da LTK interagem com conteúdos em vídeo, sobretudo em categorias como bricolagem, moda, alimentação e beleza.

Conteúdos de criadores têm mais destaque

Os consumidores preferem cada vez mais o conteúdo gerado por criadores de conteúdo e influenciadores aos elementos visuais tradicionais das marcas. Ao incorporarem conteúdos produzidos por influenciadores, as marcas podem criar confiança e gerar conversões de forma mais eficaz.

Segundo o relatório, 84% dos consumidores confiam mais nas marcas quando veem criadores de conteúdo a usar os seus produtos. O mesmo acontece com os comportamentos de pesquisa, sendo que os consumidores recorrem aos influenciadores antes dos sites das marcas ou das plataformas de retalho quando procuram informações sobre produtos.

Impacto fora das redes sociais

A análise revela que os consumidores querem interagir com os criadores de conteúdo para além das redes sociais. As principais formas de interação são: experiências em loja, podcasts, motores de busca, ‘websites’ de retalho e ‘branding’ de produtos. Isto significa que as marcas podem apostar em marketing de influência através de outros canais que não sejam as redes sociais.

Confiança aumenta as vendas

Quando os consumidores veem repetidamente o conteúdo de um influenciador, a probabilidade de efetuarem uma compra aumenta.
De acordo com o relatório, 91% dos utilizadores da LTK têm maior probabilidade de experimentar uma nova marca depois de a verem numa publicação de um criador de conteúdo, o que prova o impacto da confiança nas decisões de consumo.

Para as marcas, este facto realça a importância de estabelecer parcerias de longo prazo com criadores de conteúdo e de lhes proporcionar uma exposição sustentada para maximizar o impacto nas vendas.

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