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O que determina o sucesso de uma campanha online? Esta é uma das million dollar questions do sector e desta vez conta com o contributo da Dynamic Logic, empresa de […]

Rui Oliveira Marques
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O que determina o sucesso de uma campanha online? Esta é uma das million dollar questions do sector e desta vez conta com o contributo da Dynamic Logic, empresa de […]

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O que determina o sucesso de uma campanha online? Esta é uma das million dollar questions do sector e desta vez conta com o contributo da Dynamic Logic, empresa de estudos detida pela Millward Brown. A consultora, depois de analisar os principais sucessos e fracassos de 170 mil anúncios online, sustenta que a chave para os bons resultados encontra-se na… criatividade. A resposta pode parecer básica, mas vale a pena lembrar que este é um sector, como escreve a Advertising Age, “obcecado pela segmentação e pela contextualização”. A Dynamic Logic defende, por isso, que os anúncios têm de deixar de ser “tímidos” e evitar os constrangimentos em usar o logotipo do anunciante. Também devem ser simples, directos e comunicar um significado. A título de exemplo, um anúncio em flash que revele apenas no fim o logotipo da marca não funciona. “Outros factores, como o tamanho do anúncio, a tecnologia, a escolha do site e segmentação, fazem o resto”, sustenta Ken Mallon, responsável da Dynamic Logic, que acusa os responsáveis pela media de gastarem “a maior parte do seu tempo a optimizar e a medir as campanhas porque a criatividade está fora do seu controlo”.

Já anteriormente a Dynamic Logic tinha divulgado outro estudo em que sustentava que a criatividade era responsável em 50 a 75 por cento dos casos pelo sucesso (ou fracasso) de uma campanha. Esta consultora tem-se dedicado a estudar os factores que garantem a eficácia digital. Em Agosto divulgou mais uma pesquisa em que referia que não era o tamanho de um banner que determinava a performance de uma campanha, mas sim a sua localização na página e (mais uma vez) a criatividade.

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Após estudadas 4.800 campanhas, a Dynamic Logic concluiu que o formato mais eficaz seria um banner de 180 por 150 pixels. Além disso, indicava também que peças apoiadas em más ideias e que ocultam o conteúdo que o internauta pretende ler, têm efeitos negativos sobre a marca.

Análise dos resultados

Henrique Agostinho, chief sales officer da ActualSales, ressalvou ao M&P que para se atribuir o bom desempenho de um anúncio à criatividade deve ter-se presente que “só se sabe qual é a criatividade eficaz, quando se testam diversas alternativas e se medem os resultados com rigor”. É por isso que não se pode dizer que haja “criatividades previamente vencedoras, nem criativos iluminados com o dom de acertar. O que é possível é fazer várias abordagens diferentes, testar e medir os resultados. Só assim se descobre que pequenas diferenças de execução podem causar grandes diferenças no resultado”. Em jeito de resumo, Henrique Agostinho, atira: “A boa criatividade, aquela que vende, é aquela que mais vendeu.”

Mesmo assim, Erik Lassche, director-geral da SixandCo, relembra que é importante analisar a forma como se medem os resultados. E dá um exemplo: “Um banner pode ter click rates fantásticos e atrair muitas pessoas a um site. Se estas pessoas, no entanto, não passam quase tempo nenhum no site, se calhar a campanha não foi tão eficaz como pensávamos. Apenas conseguimos atrair as pessoas erradas e desperdiçamos o investimento”. O responsável não se esquece de pôr a tónica na falta de conhecimento do lado dos anunciantes para avaliar uma boa criatividade ou a performance de uma campanha. “Tirando empresas em que a internet faz parte de cadeia de valor, como por exemplo a Cetelem, um cliente da SixandCo, muitos marketeers não sabem dizer o que é um click rate bom ou mau. Vê-se muitas campanhas online que são tratadas como se fossem de um outro meio qualquer”, refere, reconhecendo que a “formação e o conhecimento nesta área crescente de comunicação são fundamentais. As agências têm aqui um papel importante”.

Também Ricardo Pereira, partner da AdOn, apesar de considerar a criatividade um factor-chave, põe também a tónica na necessidade de ser apoiada por uma “estratégia e mix de ferramentas (social, display, search, e-mail, widget,…), de plano (sites, portais, jogos…) e um acompanhamento com métricas para uma optimização constante”. Além disso, no campo da criatividade, esta deve adaptar-se à expectativa do utilizador do site em que o anúncio é apresentado. “A receptividade à mensagem altera-se consoante o tipo de conteúdo que o utilizar consulta, o site onde o faz ou até mesmo a hora do dia em que se encontra. Esta agilidade criativa potencia um retorno bem mais interessante”, sustenta o responsável da AdOn.

As limitações ao nível do peso dos formatos obrigam as agências a serem muito criativas ao nível dos kbytes que têm à sua disposição. No entanto, está assistir-se à redução de algumas dessas restrições. “Formatos em vídeo são cada vez mais normais”, relembra Erik Lassche. “Além disso, há cada vez mais possibilidade de usar serviços de streaming dedicado. Estas tecnologias permitem banners com muito mais impacto, uma vez que não há restrições de peso.” Também a publicidade nas redes sociais poderá abrir novas portas às ideias. “O Facebook já permite a execução de campanhas que parecem quase editoriais. Estas campanhas são adaptadas ao comportamento dos consumidores e parecem mais uma interacção normal entre amigos do que publicidade. Estamos a falar, por exemplo, de sondagens ou de opiniões pedidas aos consumidores. A própria TMN já está a experimentar e os resultados parecem ser bons.

Neste tipo de campanhas a criatividade propriamente dita vai para segundo lugar”, sustenta Erik Lassche.

– Cinco regras

1. Destaque a marca. A intriga e a curiosidade raramente são boas estratégias;

2. Cada segundo é importante. O anúncio deve ser apoiado por mensagens a todo o
momento, quer pretenda levar à acção ou contribuir para a notoriedade da marca;

3. Anúncios-revelação não funcionam por isso, mais vale ir directo ao assunto porque o
utlizador não vai ficar à espera para ver a totalidade do anúncio;

4. Seja simples. Não use mais que duas mensagens por execução;

5. Use pessoas. O estudo demonstra que apresentar pessoas funciona nas campanhas
de serviços financeiros.

Fonte: Dynamic Logic

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Millennium bcp estreia-se no TikTok com a VML

“Com esta presença, pretendemos comunicar de forma autêntica, inovadora e relevante com a geração Z, um segmento fundamental tanto no contexto atual como para a nossa estratégia futura”, explica ao M&P Ricardo Valadares, diretor de comunicação do Millennium bcp

O Millennium bcp estreia-se no TikTok com um vídeo (na foto) desenvolvido em parceria com a VML. A gestão e a criatividade de conteúdos nesta rede social é feita pelo departamento de comunicação digital do banco, em colaboração com a agência criativa.

“A entrada no TikTok surge como um passo importante para estreitar a proximidade com um público mais jovem. Com esta presença, pretendemos comunicar de forma autêntica, inovadora e relevante com a geração Z, um segmento fundamental tanto no contexto atual como para a nossa estratégia futura”, refere ao M&P Ricardo Valadares, diretor de comunicação do Millennium bcp.

Protagonizado por colaboradores da instituição bancária, o primeiro vídeo, denominado ‘Trouxemos o banco para o TikTok’, brinca com o duplo significado da palavra ‘banco’. É perguntado a alguns dos funcionários o que acham de trazer o banco para o TikTok, surpreendendo-os com um banco de madeira na cor do Millennium, o Rubin Red. Cada um deles reage ao sentido literal da ideia de pôr um banco no TikTok.

“Os vídeos serão exclusivos para TikTok, onde procuraremos a abordagem autêntica que esta rede social exige, com foco em temas como cibersegurança ou ‘financial wellbeing’. A produção dos conteúdos ficará a cargo da Mind Cut e da Millennium TV, num trabalho que abrangerá várias equipas do banco”, avança o diretor de comunicação.

A aposta no TikTok complementa a estratégia digital do Millennium bcp, que já está presente no Facebook, Instagram, LinkedIn e YouTube. “O banco tem liderado esta evolução, reforçando continuamente as suas competências internas para responder aos novos desafios. A nossa prioridade visa estarmos sempre onde os nossos clientes estão”, salienta Ricardo Valadares.

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Louis Vuitton junta-se ao portefólio da Global

A Global já é responsável pela comunicação de outras marcas do grupo LVMH, como a Dior Beauty, no setor da beleza, ou a divisão de bebidas do grupo, representando marcas como a Moët & Chandon, Hennessy, Veuve Clicquot, Dom Pérignon ou Krug

A Louis Vuitton é a mais recente conta conquistada pela Global, para o portefólio de clientes de moda e artigos de luxo da agência de comunicação, relações públicas e estratégia digital. A marca, fundada em Paris em 1854 e parte integrante da ‘holding’ francesa de marcas de luxo LVMH, entrega à Global a implementação da estratégia de comunicação em Portugal.

“Estamos entusiasmados com esta parceria com mais uma marca do grupo LVMH. A chegada da Louis Vuitton reforça o nosso ‘know-how’ na indústria do luxo e permite-nos trabalhar de perto e aprender com uma marca histórica, reconhecida pelo seu saber-fazer, mas também pela criatividade e inovação”, refere Isabel Jorge de Carvalho, CEO da Global, em comunicado de imprensa.

A Global já é responsável pela comunicação de outras marcas do grupo LVMH, como a Dior Beauty, no setor da beleza, ou a divisão de bebidas do grupo, representando marcas como a Moët & Chandon, Hennessy, Veuve Clicquot, Dom Pérignon e Krug.

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Audiências semanais: Consumo de TV aumenta com o Carnaval

Na semana de 3 a 9 de março, o consumo de televisão em Portugal aumenta cerca de 24 minutos por dia, atingindo as cerca de seis horas diárias. Os canais FTA – RTP1, SIC e TVI – registam, no entanto, uma tendência decrescente

Na semana de Carnaval, o consumo global de televisão regista um crescimento significativo, aumentando cerca de 24 minutos por dia e atingindo um dos valores mais elevados do ano, cerca de seis horas diárias.

Nas contas do ‘share’ de audiência, os canais FTA – RTP1, SIC e TVI – registam uma tendência decrescente, embora com diferentes variações, ao contrário das tipologias cabo e ‘outros’ (que inclui o visionamento em ‘time shift’, ‘streaming’ e vídeo/jogos), que reforçam quota, com o ‘outros’ a registar a variação mais significativa.

Assim, a RTP1 desce até aos 10,3% de quota semanal. A SIC também quebra e tem agora 13,6% de quota semanal. A TVI segue a mesma tendência decrescente, tendo esta semana 14,1% de quota de audiência.

A oferta de cabo recupera, ainda que de forma ligeira. Tem agora 39,9% de ‘share’, com a tipologia ‘outros’ a reforçar quota de forma mais acentuada, atingido os 20,8% de quota semanal.

Na listagem dos canais cabo mais vistos da semana, CMTV, CNN Portugal e SIC Notícias mantém-se nos primeiros lugares do pódio. Nas posições seguintes, encontram-se o Star Channel, Star Movies, Hollywood, Globo, Now, Star Life e SIC Mulher, que encerra esta semana a tabela dos mais vistos da cabo.

 

 

Esta semana, ‘Isto É Gozar Com Quem Trabalha’, programa de humor das noites de domingo da SIC, ocupa a primeira posição do top de programas mais vistos da semana, seguido por ‘Isto É Gozar Com Quem Trabalha – A Entrevista/Pedro Santana Lopes’, também da SIC.

Nas posições restantes estão o ‘Jornal da Noite’, da SIC, o ‘reality show’ da TVI ‘Secret Story – Desafio Final – Especial’ e ainda o concurso da RTP1 ‘O Preço Certo’.

Em mais uma semana de jogos da Liga dos Campeões, o topo da tabela de programas mais vistos da oferta cabo é ocupado na totalidade por programas desportivos da CMTV dedicados ao encontro entre SL Benfica e FC Barcelona, com a liderança a pertencer a ‘Duelo Final/SL Benfica x FC Barcelona’, seguido por ‘Golos: Segunda Parte/SL Benfica x FC Barcelona’ e por ‘Golos: Primeira Parte/SL Benfica x FC Barcelona’.

Nas posições restantes estão o ‘Grande Jornal – Noite’ e mais um programa desportivo dedicado à jornada europeia, o ‘Liga d’Ouro/Champions’, todos programas da CMTV.

 

 

Data Insights, Havas Media Network

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O que pode ler na edição 976 do M&P

O Lado B, novo espaço na contracapa do M&P (na foto), é totalmente dedicado à mulher. Fica o convite para começar a leitura desta edição pelo fim, dando prioridade ao muito que há por fazer no equilíbrio da balança de género

Na edição 976 do M&P, Tiago Flores, CEO da Xiaomi em Portugal, explica a estratégia seguida para afirmar a marca chinesa no mercado nacional – onde é a segunda mais vendida em ‘smartphones’, a seguir à Samsung e à frente da Apple – e crescer no segmento ‘premium’, a reboque dos novos modelos da série 15, recém-lançados no Mobile World Congress 2025, em Barcelona. “Mais do que sermos líderes, temos uma ambição maior e acima das vendas”, revela em entrevista exclusiva a Catarina Nunes, diretora do M&P.

Em vésperas do arranque da temporada de Fórmula 1, no Grande Prémio da Austrália, a 16 de março, os jornalistas Daniel Monteiro e Luis Batista Gonçalves, dão a conhecer como é que as audiências televisivas desta modalidade – que ascendem globalmente a 1,6 mil milhões de espectadores e crescem entre os jovens e as mulheres – estão a atrair marcas e a fazer disparar os valores de renegociação dos direitos de transmissão. Marketing gerado por dados e inclusivo marcam a reinvenção da Fórmula 1, enquanto suporte de comunicação.

No rescaldo dos Óscares, Daniel Monteiro escreve sobre a corrida ao espaço publicitário nos intervalos da transmissão televisiva da cerimónia, em que se destaca o vídeo da campanha conjunta da Samsung, L’Oréal Paris, Carnival Cruise Line, Kiehl’s e Mntn, que homenageia os duplos de Hollywood e mostra os bastidores das cenas mais arriscadas dos anúncios.

Na rubrica De Portugal Para o Mundo, dedicada a profissionais expatriados, Ana Relvão, designer industrial e sócia-fundadora do estúdio Relvãokellermann, em Munique, partilha com Catarina Nunes a experiência de liderar um dos estúdios mais premiados na Alemanha.

O dossier especial, assinado por Susana Marvão, é dedicado à nova era na criação de conteúdos para marcas através de ‘branded content’, incluindo a visão dos grupos de media nacionais e das empresas que trabalham este formato, bem como a entrevista exclusiva a Patrícia Weiss, presidenta da Branded Content Marketing Association – BCMA Portugal e América do Sul, associação que promove a segunda edição em Portugal dos Branded Content Awards, que serão entregues em maio.

Na coluna de opinião Silicon Wood, que reflete a indústria das redes sociais e dos criadores de conteúdos – na interseção entre a tecnologia e o entretenimento -, Inês Ramada Curto, codiretora executiva e sócia da Snack Content Portugal, chama a atenção para o novo paradigma que surge, com o crescente ênfase no interesse dos conteúdos publicados, em detrimento de quem cria o conteúdo. Por que razões os algoritmos das redes sociais favorecem temas em vez de influenciadores?

Miguel Moreira Rato, diretor-geral da Adagietto, aborda o Dia Internacional da Mulher e reconhece que as agências de hoje ainda têm elementos da agência de Don Draper, da série ‘Mad Men’. A Adagietto ainda tem nuances desse mundo.

O M&P fecha, desde a edição anterior, com o Lado B, novo espaço na última página do jornal, que apresenta campanhas publicitárias, estratégias de comunicação ou de design de produtos, com o objetivo de fomentar o debate sobre criatividade, sob o lema Fatal, Banal, Genial.

O barómetro de atualidade do melhor e do pior na indústria da publicidade, comunicação, media e marcas, bem como os números que se destacam e os temas e notícias a seguir são outras das rubricas nesta página.

Na edição 976, o Lado B é totalmente dedicado à mulher, com campanhas de agências de comunicação e projetos dirigidos ao Dia Internacional da Mulher, e ao melhor e ao pior em matéria de igualdade de género.

Numa perspetiva de inversão da lógica, fica o convite para começar a leitura desta edição pelo fim, dando prioridade ao muito que há por fazer no equilíbrio da balança de género.

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M&P 976: Tiago Flores (Xiaomi) + A reinvenção da Fórmula 1 + Novo paradigma nas redes sociais

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Accenture aposta em modelo preditivo com dados sintéticos

Os dados sintéticos poderão deixar de ser vistos como uma tecnologia experimental e passar a ser considerados uma ferramenta com um papel no futuro do marketing e do desenvolvimento de produtos e da estratégia comercial

A Accenture Ventures, empresa de capital de risco da Accenture, está a investir e a colaborar com a Aaru, empresa que detém um modelo preditivo alimentado por inteligência artificial (IA) agêntica, com recurso a dados sintéticos, noticia o The Drum. Este modelo cria simulações que reproduzem o comportamento humano com elevada precisão.

A Accenture Song planeia integrar o modelo da Aaru no conjunto de ferramentas de IA do grupo de agências, dando às marcas a capacidade de ‘prever’ a resposta dos clientes antes de lançarem campanhas, produtos ou serviços. A medida é indicativa de que os dados sintéticos poderão deixar de ser vistos como uma tecnologia experimental e passar a ser considerados uma ferramenta com um papel significativo no futuro do marketing, do desenvolvimento de produtos e da estratégia comercial.

Isto pode representar o fim da era em que as marcas dependem de estudos de mercado dispendiosos e demorados. “Antecipar as necessidades dos clientes e descobrir novas oportunidades de crescimento através de agentes alimentados por IA é agora uma vantagem estratégica para as empresas”, justifica Baiju Shah, diretor de estratégia da Accenture Song, em comunicado de imprensa.

Cameron Fink, CEO da Aaru, antevê, por seu lado, nesta área a próxima grande mudança na IA. “A simulação é uma ferramenta incrivelmente poderosa e será o fator diferenciador entre as empresas que lideram o mercado e as que ficam para trás na era da IA”, refere.

Se a aposta na Aaru for bem-sucedida, pode reescrever as regras do envolvimento do consumidor, transformando o marketing numa ciência preditiva. Com o apoio da Accenture, é possível que se torne apenas uma questão de tempo até os dados sintéticos se tornarem um elemento essencial do marketing.

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Bain e WPP ponderam separar e vender Kantar Worldpanel por €5,9 mil milhões

Braço da Kantar que fornece dados sobre o comportamento dos consumidores e que gere painéis de consumidores a nível mundial está a ser preparado para um processo de venda

A Bain & Company e o WPP, proprietários da Kantar, estão a considerar a venda da divisão Kantar Worldpanel por cerca de 5 mil milhões de libras (€5,9 mil milhões), noticia a Sky News. O Financial Times avança, por seu lado, que os proprietários ponderam vender a Kantar por partes.

A Sky News revela que a medida tomada pela Bain & Company e pelo WPP para vender a Kantar Worldpanel, que gere painéis de consumidores a nível mundial, ainda não está concluída e que qualquer negócio nesse sentido tornaria a Kantar numa consultora de estratégia de marca.

Segundo o Financial Times, a Bain & Company e o WPP já teriam ponderado uma oferta pública inicial para a restante atividade da Kantar, mas agora estão a tentar vender as principais divisões do grupo. Em 2019, o WPP vende uma participação de 60% na Kantar à Bain & Company, avaliando a empresa em 3,2 mil milhões de libras (€2,9 mil milhões).

Em janeiro, a Kantar vende a Kantar Media, unidade do grupo dedicada à medição, ‘targeting’ e ‘analytics’ de audiências televisivas, à empresa de gestão de investimentos H.I.G Capital por cerca de mil milhões de dólares (€921 milhões). Quatro anos antes, em 2021, a Kantar já tinha adquirido a empresa de dados Numerator, com sede em Chicago, fundindo-a com a divisão Worldpanel, em janeiro de 2025.

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Cândido Costa promove coleções masculinas da Salsa Jeans

Na primeira ativação, com a série de oito vídeos curtos ‘Candy Cam’, o ex-futebolista (na foto) assume o papel de assessor de imagem da Salsa Jeans no Norte Shopping para ajudar os clientes masculinos a escolher as peças mais adequadas ao seu estilo

Cândido Costa é o rosto da nova coleção de ‘joggers’ para homem da Salsa Jeans e de toda a coleção masculina da marca, em 2025. Ao longo do ano, a marca de moda vai promover ativações com o ex-futebolista e apresentador do Canal 11, reforçando a ligação da marca ao público masculino.

Na primeira ativação, com a série de oito vídeos curtos ‘Candy Cam’, o antigo jogador de futebol assume o papel de assessor de imagem da Salsa Jeans no Norte Shopping. Nesta iniciativa, os colaboradores da loja recorrem a Cândido Costa para ajudar os clientes masculinos a escolher as peças mais adequadas ao seu estilo, tornando a experiência de compra mais personalizada e dinâmica.

A nova linha de ‘joggers’ da Salsa Jeans para homem já está disponível nas lojas da marca e na loja online, com cada modelo a custar €89,95. “Nesta coleção, a Salsa Jeans aposta numa abordagem leve e versátil, perfeita para os dias mais quentes. Com cintura elástica e cordões ajustáveis, os ‘joggers’ garantem um ajuste perfeito para qualquer ocasião”, refere a marca em comunicado de imprensa.

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GRiT Communication & Political Risk e The Bench estabelecem parceria estratégica

Consultoria de comunicação 360º corporativa, desportiva, empresarial, relações públicas e análise de risco político para mercados externos são as especialidades desenvolvidas pelas duas agências, que agora trabalham clientes em conjunto

A GriT Communication & Political Risk, de Gonçalo Ribeiro Telles (na foto, à dir.), e a The Bench, de Francisco Empis (à esq.), associam-se para reforçar o portefólio de serviços, que vão desde a consultoria e assessoria de comunicação 360º corporativa, desportiva, digital e institucional à gestão de crises e análise de risco político para mercados externos.

Os empresários, ex-colegas de turma no ensino secundário, estabelecem a parceria estratégica para alavancar o negócio. “Esta parceria aconteceu de forma espontânea. O Francisco ligou-me para falar de trabalho. Depois de algumas conversas sobre caminhos estratégicos, decidimos juntar forças. Fazia todo o sentido e o mais importante também estava lá: confiança e amizade”, explica Gonçalo Ribeiro Telles, citado em comunicado de imprensa.

O portefólio de clientes resultante desta colaboração conta com a Ei! Assessoria Migratória, a Associação Nacional de Escolas de Condução Automóvel (ANIECA) e a Casa Portuguesa, entre outros. As agências têm a trabalhar consigo mais dois colaboradores, uma para a área de consultoria e pesquisa e outra para a comunicação visual.

“Desta colaboração resultará uma oferta mais multifacetada, com mais ‘know-how’ e uma comunicação eficaz e impactante. Com um foco na consultoria estratégica de comunicação e ‘storytelling’, estamos orientados para gerar resultados constantes e positivos ao lado de cada cliente”, esclarece Francisco Empis, citado no documento.

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WPP reforça na IA ao investir na Stability AI

Os clientes do WPP passam a ter acesso ao modelo de imagens da Stability AI e a outros que produzem vídeo, áudio e objetos 3D

O WPP anuncia um investimento e uma parceria com a Stability AI, empresa por trás da Stable Diffusion, modelo de conversão de texto em imagem que está na origem da atual vaga de modelos de inteligência artificial (IA) generativa. A parceria centra-se na introdução das ferramentas de IA generativa da Stability AI na produção de conteúdos no WPP Open, ‘hub’ tecnológico do WPP.

No âmbito da parceria, o WPP vai fornecer conhecimentos sobre o mercado e sobre o consumidor, ajudando a Stability AI a desenvolver ferramentas empresariais para criativos e marcas, de acordo com o comunicado de imprensa. Esta proximidade com o processo de desenvolvimento de produtos da Stability AI pode, por sua vez, permitir ao WPP oferecer aos clientes acesso antecipado às mais recentes ferramentas de marketing de IA.

Os clientes do WPP passam a ter acesso ao principal modelo de imagens da Stability AI, bem como aos modelos que produzem vídeo, áudio e objetos 3D, segundo refere o WPP na nota de imprensa. Embora as condições financeiras do negócio não tenham sido divulgadas, o WPP descreve o acordo como um investimento minoritário.

Esta parceria surge num momento em que a indústria publicitária tenta integrar cada vez mais a IA para aproveitar as oportunidades criativas que a tecnologia proporciona. Em janeiro de 2024, o WPP compromete-se a investir 318 milhões de dólares (€295 milhões) por ano em IA. Grande parte deste investimento é direcionado para o WPP Open, que a ‘holding’ tem utilizado para servir clientes como a Coca-Cola, a L’Oréal, a Nestlé e a Ford.

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