Bareme Imprensa: Generalistas encerram ano com sinais positivos
Após um arranque de ano com quebras generalizadas, os títulos de informação geral encerram 2019 com sinais positivos no Bareme Imprensa. A maioria regista um crescimento da audiência face à vaga anterior e, em alguns casos, há também subidas comparativamente à vaga homóloga em 2018. O Correio da Manhã mantém-se na liderança ao registar uma audiência média de 10,7% nesta segunda e última vaga de 2019.

Pedro Durães
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Após um arranque de ano com quebras generalizadas, os títulos de informação geral encerram 2019 com sinais positivos no Bareme Imprensa. A maioria regista um crescimento da audiência face à vaga anterior e, em alguns casos, há também subidas comparativamente à vaga homóloga em 2018. O Correio da Manhã mantém-se na liderança ao registar uma audiência média de 10,7% nesta segunda e última vaga de 2019, relativa ao período de análise entre os meses de Setembro e Novembro, o que faz do diário da Cofina um dos dois jornais generalistas, a par do I, a não apresentar crescimento da audiência face à vaga anterior ao manter o mesmo valor da primeira vaga. Valor esse que representa, no entanto, uma descida comparativamente aos 10,9% que o diário da Cofina alcançava na vaga homóloga em 2018.
No segundo lugar, o Jornal de Notícias, embora diminua também ligeiramente a audiência na comparação homóloga, ao passar dos 9,7% para os 9,6%, vê a sua audiência média subir uma décima face à primeira vaga deste ano (9,5%). O Expresso, que mantém a posição de terceiro título generalista mais lido em Portugal, é um dos que apresenta sinais mais positivos ao alcançar subidas quer face à vaga anterior quer em comparação com a vaga homóloga em 2018. O semanário da Impresa fecha o ano com uma audiência média de 5%, valor que traduz um crescimento de duas décimas relativamente aos 4,8% registados na primeira vaga desde ano e de uma décima em comparação com os 4,9% com que encerrou o último ano. Também o Público consegue crescer duas décimas face às duas vagas anteriores, nas quais mantinha uma audiência média de 4,7%. O diário da Sonaecom encerra agora o ano de 2019 com uma audiência média de 4,9%.
O top 5 dos generalistas fica completo com o Diário de Notícias, agora com apenas uma edição semanal ao sábado, com uma audiência média de 3%. O título do Global Media Group desce assim duas décimas comparativamente à vaga homóloga (a primeira em que assumia já a periodicidade semanal e registava 3,2%) mas consegue subir uma décima face à vaga anterior (2,9%). Seguem-se o semanário Sol, cujos 1,2% de audiência média traduzem uma subida face aos 1% da vaga anterior mas uma descida relativamente aos 1,3% da vaga homóloga em 2018. Já o jornal I, igualmente editado pela Newsplex, fica pelos mesmos 0,9% que registava na primeira vaga, menos duas décimas comparativamente à vaga homóloga.
No segmento das newsmagazines, a Visão mantém a liderança, com 3,7% contra 2,9% da Sábado. As duas publicações registam subidas na audiência face à vaga anterior mas descem igualmente em termos homólogos. A revista da Trust in News cresce duas décimas face aos 3,5% registados na última vaga mas recua três décimas em relação aos 4% da vaga homóloga. Já a revista detida pela Cofina vê a sua audiência crescer duas décimas em comparação com a primeira vaga deste ano mas desce uma décima em relação aos 3% da vaga homóloga.
Entre os títulos do segmento económico, cuja liderança era dividida na última vaga pelo Jornal de Negócios e Exame, ambos com 1,8%, há agora um novo líder e é o segundo lugar que passa a ser dividido. Apesar de ter descido duas décimas face ao valor que registava nas duas vagas anteriores, os 1,6% de audiência média agora registados pela Exame, editada pela Trust in News, são suficientes para liderar o segmento. Isto porque o económico da Cofina sofre uma quebra de três décimas entre as duas vagas e de cinco décimas em comparação com a vaga homóloga em 2018, quando estava nos 2%, situando-se agora nos 1,5% de audiência média. Factor que, combinado o crescimento do Jornal Económico, faz com que os dois títulos dividam agora o segundo lugar no segmento com os mesmos 1,5% de audiência média. O título editado pela Megafin alcançou um crescimento de cinco décimas face à vaga anterior e de quatro décimas relativamente à vaga homóloga.
No segmento desportivo, A Bola mantém posição como o título mais lido do país, a uma audiência média de 8% a representar uma subida em relação aos 7,8% da vaga homóloga mas uma descida face aos 8,2% alcançados na vaga anterior. Seguem-se o Record com 7,1% (tinha 7,8% na última vaga e 7,5% na vaga homóloga) e O Jogo com 5,6% (6% na vaga anterior e 5,9% na vaga homóloga).