Estudo revela o que influencia os consumidores mais novos
64% das decisões de consumo tomadas por adolescentes e adultos entre os 16 e os 24 anos têm por base recomendações, conteúdos e/ou anúncios publicitários feitos por influenciadores digitais ou […]

Luis Batista Gonçalves
Nuno Tiago Pinto é o novo diretor do Sol e do i
Roblox associa-se à Google para tornar anúncios mais imersivos
Ikea lança plataforma de venda de usados e reposiciona marca
Misa Rodriguez é a nova aposta da Skechers
O Lado B da edição 977 do M&P
OpenAI, Google e Meta querem acesso à propriedade intelectual das marcas
Damien Poelhekke é o novo CEO da La Redoute em Portugal
Dani Pérez é o novo vice-presidente de programação da AMCNISE
STCP apela ao uso de transporte público com campanha da Uzina
Amazon e fundador do OnlyFans são os mais recentes interessados no TikTok
64% das decisões de consumo tomadas por adolescentes e adultos entre os 16 e os 24 anos têm por base recomendações, conteúdos e/ou anúncios publicitários feitos por influenciadores digitais ou figuras públicas que os indivíduos dessa faixa etária seguem nas redes sociais. Esta é uma das principais conclusões de um estudo encomendado pela empresa irlandesa An Post.
De acordo com o inquérito que o suporta, este é também o grupo que mais gasta nas compras que faz online. 21% dos 1.504 inquiridos ultrapassa regularmente os 100€. Segundo o relatório final daquela que é a primeira edição do An Post eCommerce Index by Behaviour & Attitudes, acima dos 25 anos são apenas 18% os que vão além desse montante.
46% dos consumidores entre os 16 e os 24 anos também subscreve newsletters e/ou comunicações de serviços de retalho para estar a par de novidades e promoções. Entre os que têm mais de 25 anos, são apenas 18% os que o fazem. Vestuário, calçado e cosméticos são os produtos mais pesquisados e adquiridos.
O estudo revela ainda que 25% dos inquiridos com menos de 25 anos já revendeu roupa, sapatos e acessórios online e que quatro em cada cinco, satisfeitos com as transações realizadas, admitem voltar a fazê-lo nos próximos meses.
“No mundo digital em que vivemos, sobretudo depois da pandemia, o comércio eletrónico emergiu como uma força impulsionadora que tem potenciado o crescimento económico e a criação de emprego, tornando o phygital, a mistura entre uma experiência de retalho física e digital, numa nova realidade de consumo”, afirma Garrett Bridgeman, diretor-executivo da An Post.