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Versão britânica de “Os traidores” estreia esta quinta-feira na SIC Radical

“The traitors UK”, a versão britânica de “Os traidores”, programa de entretenimento apresentado por Claudia Winkleman, mais conhecida pela condução do concurso “Strictly come dancing” da BBC, estreia esta quinta-feira […]

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Versão britânica de “Os traidores” estreia esta quinta-feira na SIC Radical

“The traitors UK”, a versão britânica de “Os traidores”, programa de entretenimento apresentado por Claudia Winkleman, mais conhecida pela condução do concurso “Strictly come dancing” da BBC, estreia esta quinta-feira […]

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“The traitors UK”, a versão britânica de “Os traidores”, programa de entretenimento apresentado por Claudia Winkleman, mais conhecida pela condução do concurso “Strictly come dancing” da BBC, estreia esta quinta-feira às 22h30 na SIC Radical. Nesta primeira temporada, 22 participantes são enviados para um castelo na região norte da Escócia. A maior parte deles são fiéis e objetivo é, juntos, conseguirem vencer vários tipos de provas e desafios, para conquistarem o prémio final.

Entre eles contam-se pelo menos três traidores, que não podem ser descobertos e que tudo têm de fazer para sabotarem as provas e reduzir o grupo dos fiéis, para que eles próprios levem um valor monetário a rondar os 140.000 €. Em Portugal, a versão nacional do programa, que estreou na SIC em abril de 2023 e foi apresentada pela atriz e apresentadora Daniela Ruah, está também a ser atualmente exibida na SIC Radical.

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Audiências: RTP1 aumenta quota de mercado

O consumo diário de televisão, por indivíduo, continua a registar tendência de quebra, e desce mais uma vez esta semana, cerca de cinco minutos por dia, ficando agora nas 5h15m […]

O consumo diário de televisão, por indivíduo, continua a registar tendência de quebra, e desce mais uma vez esta semana, cerca de cinco minutos por dia, ficando agora nas 5h15m diárias.

No que respeita ao share semanal, RTP1, Cabo e ‘Outros’ reforçam a quota de audiência, ao contrário do que acontece com SIC e TVI, que apresentam comportamento oposto, com a TVI, no entanto, a manter a liderança da semana. Assim, a RTP1 reforça o seu share e tem agora 11,0% de quota, ao contrário do que se verifica com a SIC, que desce até aos 14,6% de share semanal, e com a TVI, que também desce e tem esta semana 14,9% de quota. Cabo e ‘Outros’ reforçam, com a Cabo a chegar aos 40,3% de quota, e o ‘Outros’ (que inclui o visionamento em time shift, streaming e vídeo/jogos) a atingir os 17,7% de quota semanal.

Na tabela dos canais mais vistos da cabo, o pódio da semana não tem alterações, continua ocupado por CMTV, CNN Portugal e SIC Notícias. Nas posições que se seguem encontramos Hollywood, STAR Channel, Globo, TVI Ficção e STAR Movies. Nas duas últimas posições do top 10, há reentradas, dos canais AXN e STAR Life.

O futebol ocupa mais uma vez a primeira posição do ranking de programas da semana, desta vez com a Selecção Nacional, no encontro ‘Futebol – Jogo de Preparação EURO 2024/Portugal X Suécia’, transmitido pela RTP1. Nas restantes posições estão o ‘Jornal da Noite’ da SIC, um dos blocos da estreia da nova edição de ‘Big Brother’, da TVI, o programa de humor da SIC ‘Isto é Gozar com Quem Trabalha’ e mais um bloco do reality show da TVI ‘Big Brother – Os Escolhidos’.

Na tabela dos mais vistos da cabo, o informativo da CMTV ‘Grande Jornal – Noite’ continua a liderar, e esta semana na posição seguinte está um conteúdo da SIC Notícias, o ‘Jornal da Noite’. Nas restantes três posição estão de novo programas da CMTV: ‘Investigação CM/Burla no Jet Set’, ‘Investigação Sábado’ e ‘Jornal 7’, que encerra o top 5.

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Google multada em €250 milhões por violar propriedade intelectual com media franceses

A Google foi multada em €250 milhões pela Autoridade da Concorrência Francesa, por infringir um acordo sobre o pagamento aos grupos de media pela reprodução dos seus conteúdos digitais. Na […]

A Google foi multada em €250 milhões pela Autoridade da Concorrência Francesa, por infringir um acordo sobre o pagamento aos grupos de media pela reprodução dos seus conteúdos digitais. Na origem da coima aplicada à empresa tecnológica norte-americana estão várias violações de regras de propriedade intelectual da União Europeia (UE), que salvaguardam o interesse dos media. O regulador aponta também preocupações relacionadas com o Gemini, ferramenta de inteligência artificial da Google.

Em 2022, a empresa comprometeu-se a negociar com os grupos de media o pagamento de uma verba compensatória, um compromisso que o regulador francês aplaudiu. Nos termos do acordo, a Google teria de apresentar aos meios de comunicação social uma proposta de pagamento transparente, no prazo de três meses após a receção de uma queixa relativa a direitos de autor.

Esta semana, a Autoridade da Concorrência Francesa acusou publicamente a Google, através de um comunicado de imprensa, de não estar a cumprir os termos de quatro dos sete compromissos acordados em 2022.

A Autoridade da Concorrência Francesa afirma também, em comunicado, que o Gemini, chatbot de IA da Google, lançado em 2023 e anteriormente conhecido como Bard, foi desenvolvido com base em conteúdos de meios de comunicação e de agências noticiosas não especificados, sem os notificar ou informar adequadamente.

A entidade reguladora acusou a empresa norte-americana de não cumprir a sua obrigação de negociar com os meios de comunicação social “de boa fé, com base em critérios transparentes, objetivos e não discriminatórios”.

A Google já reagiu entretanto à situação, afirmando, em declarações públicas, que a multa é desproporcionada e que os reguladores não tiveram suficientemente em conta os seus esforços “num ambiente em que é muito difícil definir um rumo porque não podemos prever para que lado o vento vai soprar a seguir”.

A empresa tecnológica refere ainda que esta foi a “primeira e única plataforma que assinou um número significativo de acordos, nomeadamente com 280 meios de comunicação franceses, que se encontram ao abrigo da diretiva europeia relativa aos direitos de autor”. “Estes acordos abrangem mais de 450 publicações e rendem aos editores dezenas de milhões de euros por ano”, garante a empresa liderada globalmente por Sundar Pichai.

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Connected TV é o suporte mais eficiente para publicitar marcas e serviços, garante estudo

A connected TV é o meio mais eficiente para publicitar marcas e serviços, garante um novo estudo da empresa norte-americana tvScientific, elaborado com base num inquérito a 600 profissionais de […]

A connected TV é o meio mais eficiente para publicitar marcas e serviços, garante um novo estudo da empresa norte-americana tvScientific, elaborado com base num inquérito a 600 profissionais de marketing. É neste suporte que 23,6% dos inquiridos pretende reforçar o investimento ao longo dos próximos meses, num ano em que 35% prevê despender mais em publicidade em comparação com 2023.

Mais de 65% dos marketeers que colaboraram que a pesquisa justificam a opção com o alegado aumento de vendas que se verifica sempre que a connected TV é adicionada aos planos de meios aprovados pelos clientes.

“Temos, finalmente, um grande grupo de profissionais do marketing a validar aquilo que já defendemos há muito. A televisão é o meio de divulgação mais eficiente e tem agora a vantagem de poder ser diretamente ligada a oportunidades de negócio”, defende Jason Fairchild, cofundador e diretor-geral da tvScientific.

“Os marketeers estão a investir onde conseguem mais resultados e a connected TV lidera todos os suportes em termos de planos de investimento para este ano”, assegura o responsável. Mais de 68% dos inquiridos garante que a inclusão da televisão com ligação à internet nos planos de meios aumentou as vendas e o grau de notoriedade das marcas.

De acordo com a empresa tecnológica, que desenvolveu uma plataforma digital que consegue medir o desempenho dos anúncios publicitários neste veículo, o investimento publicitário em connected TV deverá crescer 22,4% globalmente este ano, atingindo os €23,8 mil milhões de euros até dezembro, um valor que uma previsão do GroupM divulgada nas últimas semanas também avança.

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ERC reconfirma falta de transparência do fundo WOF na Páginas Civilizadas e na Global Notícias

O Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) voltou a dar como verificada, a 19 de março, a falta de transparência do World Opportunity Fund (WOF), confirmando […]

O Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) voltou a dar como verificada, a 19 de março, a falta de transparência do World Opportunity Fund (WOF), confirmando o projeto de deliberação anteriormente aprovado a 15 de fevereiro. “Está em causa a titularidade da participação de 51% do capital social da Páginas Civilizadas, detida pelo WOF, que, por esta via, detém uma participação indireta de 25,628% na Global Notícias”, explica o regulador dos media luso em comunicado de imprensa.

“Perante a ausência de elementos ou medidas tomadas pelos interessados que pudessem pôr fim à situação identificada, o conselho regulador deliberou prosseguir com a publicitação da falta de transparência, em cumprimento do disposto no artigo 14º da Lei 78/2015, de 29 de julho”, informa o documento. A publicitação ocorrerá “no sítio eletrónico da ERC e em dois jornais de informação geral e de âmbito nacional”, revela ainda o regulador em comunicado, sem indicar os títulos que irão ser selecionados.

“A declaração de falta de transparência produz efeitos única e exclusivamente sobre a participação do WOF na sociedade Páginas Civilizadas, e, consequentemente, na participação indireta que detém na Global Notícias, não afetando as participações de outros detentores. A deliberação não restringe a possibilidade de transmissão da participação do WOF, desde que, sob prova bastante junto da ERC, resulte uma inequívoca sanação da situação de falta de transparência identificada”, sublinha o regulador.

Ao abrigo da legislação atual, a publicitação da falta de transparência tem como efeitos automáticos e imediatos a suspensão do exercício dos direitos de voto e dos direitos patrimoniais do WOF na Páginas Civilizadas e, consequentemente, na Global Notícias, além da “obrigação imediata do WOF depositar os direitos patrimoniais referidos no número anterior em conta individualizada aberta junto de instituição de crédito habilitada a receber depósitos em território português, sendo proibida a sua movimentação a débito enquanto durar a suspensão”.

A publicitação da falta de transparência tem também, com efeitos automáticos e imediatos, “a responsabilização do WOF enquanto titular da participação qualificada sobre a qual se verifica a falta de transparência, por todas e quaisquer obrigações declarativas ou de registo, ao abrigo de outros regimes jurídicos, pela suspensão dos direitos inerentes à sua participação no capital da Páginas Civilizadas e, consequentemente, na Global Notícias”, explica ainda a entidade supervisora.

“Estes efeitos perdurarão até ser integralmente corrigida a falta de transparência, pelo atual titular ou a quem ele suceder, junto da ERC”, avança ainda o comunicado do regulador de media português, assinado por Helena Sousa, Pedro Correia Gonçalves, Telmo Gonçalves, Carla Martins e Rita Rola. Os termos integrais da pronúncia emitida pela ERC podem ser lidos na Deliberação ERC/2024/127 (TRP-MEDIA).

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

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Vamos à Bola! é o novo programa da Sport TV

Vamos à Bola! é o nome do novo programa que a Sport TV estreia esta terça-feira, dia 19, às 21h. “A nossa ideia, com esta ação, passa por dar a […]

Vamos à Bola! é o nome do novo programa que a Sport TV estreia esta terça-feira, dia 19, às 21h. “A nossa ideia, com esta ação, passa por dar a conhecer as cidades dos clubes e o ambiente vivido dentro das quatro linhas, mostrando aos telespetadores as tradições e os adeptos de cada clube da primeira e segunda liga de futebol”, esclarece o canal.

Rui Simões, repórter digital da Sport TV, será o elo de ligação que irá aproximar a estação dos adeptos das diferentes equipas, “dando a conhecer as características únicas de cada  das duas divisões mais importantes do futebol em Portugal”, informa ainda o canal, que também anunciou nas últimas semanas a renovação dos direitos de transmissão da Serie A até à época 2026/2027. A mais prestigiada competição de futebol italiana conta com a participação de jogadores portugueses como Rafael Leão, Mário Rui, Renato Sanches, Rui Patrício, Tiago Djaló, Vitinha e Dany Mota.

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Audiências: Consumo diário de televisão em queda

Na semana de 11 a 17 de março, o consumo diário de televisão por indivíduo regista uma quebra significativa, de cerca de 18 minutos por dia, e é agora de […]

Na semana de 11 a 17 de março, o consumo diário de televisão por indivíduo regista uma quebra significativa, de cerca de 18 minutos por dia, e é agora de 5 horas e 20 minutos diárias, o valor mais baixo desde o início de 2024. Nas variações do share semanal, a TVI é o único canal que reforça quota e conquista a liderança da semana; em tendência oposta, RTP1, SIC, Cabo e “Outros” descem, embora com níveis de variação diferentes. Desta forma, a RTP1 desce algumas décimas e tem agora 10,2% de quota, o mesmo acontece com a SIC, que desce até aos 15,0% de share semanal, e ao contrário do que se verifica com a TVI, que reforça significativamente o valor da sua quota semanal para os 16,5%. Cabo e “Outros” também decrescem, com a Cabo a ficar pelos 39,7% de quota, e o “Outros” (que inclui o visionamento em time shift, streaming e vídeo/jogos) a registar agora 17,1% de quota semanal.

A CMTV lidera o top dos canais mais vistos da cabo, como habitualmente, e esta semana CNN Portugal e SIC Notícias trocam de posição entre si, face à semana anterior, e completam o pódio dos mais vistos. Nas posições seguintes estão o Hollywood, STAR Channel, TVI Ficção, TVI Reality e Globo. Nas últimas posições do top 10, duas reentradas: STAR Movies e SIC Mulher.

Os jogos das competições europeias continuam a destacar-se no topo da tabela, esta semana com as transmissões dos encontros “Liga dos Campeões/Arsenal X FC Porto”, na TVI e “Futebol – Liga Europa/Atalanta X Sporting”, na SIC, nas duas primeiras posições. Seguem-se “Big Brother Desafio Final” e “Big Brother Desafio Final – A Final”, da TVI, com o programa de humor da SIC “Isto é Gozar com Quem Trabalha: Especial Outra Vez Eleições”, a fechar o Top 5.

Na tabela dos mais vistos da cabo, a CMTV continua a dominar, com o líder a ser o informativo “Grande Jornal – Noite”. Nas restantes posições estão os desportivos “Golos: Segunda Parte/Rangers X Benfica”, “Golos: Primeira Parte/Sporting X Boavista” e “Futebol – AFC Champions League/Al Nassr X Al Ain”, e com “Investigação Sábado” a ocupar a última posição.

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Filmax produz segunda temporada de série da Prime Video com Margarida Corceiro

A Prime Video já arrancou com as filmagens da segunda temporada de Citas Barcelona, adaptação do popular formato Cites. Produzida pela Filmax, a nova temporada conta com a participação da […]

A Prime Video já arrancou com as filmagens da segunda temporada de Citas Barcelona, adaptação do popular formato Cites. Produzida pela Filmax, a nova temporada conta com a participação da portuguesa Margarida Corceiro, que atualmente pode ser vista na série Morangos Com Açúcar na TVI e na plataforma de streaming da Amazon. A data de estreia da produção de seis episódios, prevista para este ano, ainda não foi todavia divulgada.

“Citas Barcelona vai continuar com o tema da primeira temporada, onde as personagens se encontram cara a cara depois de se conhecerem na internet, procurando amor, sexo ou simplesmente alguém para não se sentirem sozinhas”, informa a Prime Video. Além da atriz portuguesa, a segunda temporada da série conta com a participação de nomes como Joan Solé, Bruna Cusí, Anna Castillo, Ricardo Gómez, Asia Ortega e Leonor Watling.

“Esta nova temporada é produzida pela Filmax, Citas La Serie e AIE, com a participação da Prime Video e da 3Cat. Eric Navarro e Pau Freixas regressam ao projeto como produtores executivos e a série é realizada por Nely Reguera, Gemma Ferraté, Paco Caballero, David Selvas e pelo próprio Eric Navarro, que também aparece como argumentista em conjunto com Dani González, Clara Esparrach e Iván Mercadé”, informa ainda a Prime Video.

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ERC analisa sobreposição de conteúdos jornalísticos e comerciais para garantir maior transparência

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) está a promover um estudo que pretende avaliar a separação entre conteúdos jornalísticos e comerciais por considerar “que se trata de uma […]

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) está a promover um estudo que pretende avaliar a separação entre conteúdos jornalísticos e comerciais por considerar “que se trata de uma matéria estrutural do setor mediático e que carece de uma
contextualização clara e transparente”, esclarece o organismo regulador dos média nacionais em comunicado de imprensa.

“No âmbito desta iniciativa regulatória, decorre, durante o mês de março, um inquérito a empresas de comunicação social em Portugal com o propósito de identificar a existência de normas e regras específicas para salvaguardar a separação entre conteúdos jornalísticos e conteúdos comerciais. Em paralelo, a ERC está a consultar os seus congéneres europeus e prevê recolher os contributos de outras instâncias relevantes do ecossistema regulatório dos media e do jornalismo”, revela o documento.

Na fase final do estudo, o regulador conta elaborar um conjunto de recomendações a apresentar ao setor. As normas propostas serão posteriormente objeto de consulta pública. “A ausência de informação clara sobre a produção de conteúdos mediante contrapartidas económicas traduz-se numa comunicação insuficiente no que respeita à identificação da sua real natureza e origem e, consequentemente, pouco transparente perante os públicos”, considera a instituição.

“Tal atuação é suscetível de comprometer a independência dos órgãos de comunicação social e o livre exercício do direito à informação”, defende a ERC. “O regulador não é alheio aos constrangimentos estruturais financeiros que enfrentam atualmente as empresas de media, bem como à necessidade de diversificação das fontes de receitas. A salvaguarda da independência editorial implica a definição de regras que assegurem uma esfera de proteção da autonomia jornalística face aos interesses promocionais de entidades externas às redações”, defende contudo.

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TV: Os programas que dominaram as audiências, gravações e redes sociais em fevereiro

O futebol ocupou novamente as primeiras posições do top 10 de programas, em fevereiro, de acordo com os dados do Social Media Explorer, do grupo Marktest. A liderar ficou o […]

O futebol ocupou novamente as primeiras posições do top 10 de programas, em fevereiro, de acordo com os dados do Social Media Explorer, do grupo Marktest. A liderar ficou o jogo a contar para Taça de Portugal, transmitido na RTP1, no último dia do mês, entre o Sporting CP e o SL Benfica, jogo este que registou uma audiência média 2.218.600 espetadores.

Na segunda posição ficou o encontro a contar para a Liga Campeões, FC Porto X Arsenal FC, transmitido na TVI a 21 de fevereiro. Seguiu-se depois o SL Benfica x Toulouse FC a contar para o play-off da Liga Europa, transmitido na SIC no dia 15 de fevereiro.

Nos programas gravados e visionados no próprio dia, a liderança foi ocupada pela entrevista a João Cotrim Figueiredo inserida no magazine de Ricardo Araújo Pereira “Isto é gozar com quem trabalha – Especial outra vez eleições” do dia 20 de fevereiro. Nas gravações de sete dias, o melhor programa também pertenceu ao magazine do humorista.

Nas redes sociais, na primeira posição da tabela mantém-se em destaque o reality show “Big Brother”. O programa das tardes da TVI “Goucha” ocupa o segundo lugar da tabela e, em terceiro, ficou a novela que estreou este mês na SIC, “Senhora do mar”. O programa “Dois às 10” e a série “Morangos com açúcar” encontram-se no quarto e no quinto lugar.

O programa da SIC “Fama show” encontra-se em sexto lugar e o programa “A máscara” em sétimo. Para finalizar este top 10, encontram-se os programas “Júlia”, “Somos Portugal” e “Casa feliz”.

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Greve geral de jornalistas com “forte adesão”, diz João Rodrigues do SJ. Silenciaram-se 40 órgãos de comunicação

A greve geral de jornalistas, organizada pelo Sindicato de Jornalistas (SJ) e convocada para o dia 14 de março, condicionou mais de 40 órgãos de comunicação social. “Superou as nossas […]

A greve geral de jornalistas, organizada pelo Sindicato de Jornalistas (SJ) e convocada para o dia 14 de março, condicionou mais de 40 órgãos de comunicação social. “Superou as nossas expetativas em termos de adesão e compreensão por parte dos jornalistas”, afirma João Rodrigues, secretário da direção do SJ, em declarações exclusivas ao Meios & Publicidade.

Esta paragem vem no seguimento do 5º Congresso dos Jornalistas, visando protestar contra os baixos salários, a precariedade e a degradação das condições de trabalho dos profissionais da comunicação social em Portugal.

Passaram mais de 40 anos desde a última vez que uma greve aconteceu no setor, sinalizando a urgência de reformas e mudanças estruturais. Desta forma, o secretário da direção do SJ admite que, hoje, “existe uma maior dificuldade de coordenar uma greve unida devido aos diversos meios de comunicação e ao patronato diversificado que o setor apresenta”.

“No entanto, apesar desses desafios, houve uma forte adesão por parte dos jornalistas e atrevo-me a dizer que o condicionamento total dos dos meios de comunicação pode ter sido de cerca de 90%”, acrescenta ainda o responsável.

Em Coimbra, às 9h, no Porto, na Praça Humberto Delgado, às 12h, e em Lisboa, no Largo do Camões, às 18h, centenas de profissionais da comunicação reuniram-se para defender o jornalismo e a liberdade de imprensa, destacando a importância vital desses pilares para a sociedade democrática.

As concentrações de jornalistas em diferentes cidades do país são para o SJ um reflexo da união e da determinação da classe em buscar melhores condições laborais. A paralisação não se limita apenas às redações dos jornais, incluindo também as rádios e a televisão.

Segundo o SJ, houve a suspensão da produção de notícias em mais de 40 órgãos, incluindo Agência Lusa, Antena 1 e TSF e perturbações nas redações do Público, Expresso, Observador, Renascença, O Jogo, Diário de Notícias e Jornal de Negócios. Na RTP, TVI/CNN Portugal e na SIC/SIC Notícias, mais de metade dos jornalistas escalados fizeram greve.

No futuro, de acordo com João Rodrigues, “o SJ pretende dinamizar principalmente duas estratégias, reunir-se com as administrações de todos os principais órgãos de comunicação social para falar de todas as decisões que foram propostas no último Congresso dos Jornalistas de forma a conseguir pô-las em prática”.

A segunda passa por “enforcar uma estratégia que já temos em prática desde 2019 que é, assim que haja um governo empossado, consciencializar os partidos políticos com assento parlamentar, da importância do financiamento dos media, sendo o setor que é o garante da liberdade e da democracia”, adianta ainda o secretário da direção do SJ.

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