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Sport TV renova os direitos da liga italiana até 2026/27

A Sport TV anunciou hoje que renovou até à época 2026/27 os direitos da Série A, o principal campeonato de futebol italiano. Segundo Nuno Ferreira Pires, CEO da Sport TV,  […]

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Sport TV renova os direitos da liga italiana até 2026/27

A Sport TV anunciou hoje que renovou até à época 2026/27 os direitos da Série A, o principal campeonato de futebol italiano. Segundo Nuno Ferreira Pires, CEO da Sport TV,  […]

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A Sport TV anunciou hoje que renovou até à época 2026/27 os direitos da Série A, o principal campeonato de futebol italiano.

Segundo Nuno Ferreira Pires, CEO da Sport TV,  a importância desta renovação enaltecendo que “renovar os direitos de transmissão da Serie A reafirma o nosso compromisso em disponibilizar aos portugueses o melhor do futebol mundial. Estamos empenhados e entusiasmados em garantir que os nossos telespectadores continuem a acompanhar de perto toda a emoção e paixão que apenas o futebol italiano pode oferecer. E claro, sem esquecer todos os portugueses que diariamente brilham numa competição tão prestigiada como a Serie A”.

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Confirma-se, assim, a continuidade deste campeonato nos canais que já contam com a transmissão dos jogos de futebol da Liga Inglesa, da Liga Europa, bem como outros prestigiados campeonatos como o de basquetebol norte-americano da NBA ou o European Tour.

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Audiências semanais: TVI lidera por uma décima face à SIC

A quota semanal da RTP1 desce até aos 9,6%, bem como a da SIC, para 15%, ao contrário da TVI, que reforça a quota de audiência para 15,1%

O consumo global de televisão cresce na semana de 15 a 21 de julho face à semana anterior, embora de forma bastante ligeira: aumenta cerca de dois minutos por dia, ficando agora nas cinco horas e 23 minutos diárias.

Na equação da quota de audiência semanal, a TVI e a oferta no cabo são os canais que registam crescimento do seu ‘share’, face à semana passada, ao contrário do que se verifica com a RTP1, SIC e Outros, que descem. A TVI é o líder da semana, com uma vantagem de apenas uma décima face à SIC.

A RTP1 regista uma descida da sua quota até aos 9,6%, a SIC também desce e tem agora 15% de ‘share’ semanal, ao contrário da TVI, que reforça a sua quota de audiência até aos 15,1% de share. O Cabo segue a mesma tendência de reforço e atinge os 40% de quota, ao contrário do Outros (que inclui o visionamento em ‘time shift’, streaming e vídeo/jogos), que desce até aos 18,3% de share semanal.

No ranking dos canais mais vistos no cabo, o pódio da semana não tem alterações face à semana anterior, continuando ocupado pela CMTV, CNN Portugal e Hollywood. Nas posições que se seguem estão a SIC Notícias, SIC Mulher e Star Channel, a que se segue o Eurosport 1, um dos destaques da semana. Nas restantes posições encontramos o Star Life, Star Movies e TVI Reality.

Esta semana a primeira posição do ranking dos programas mais vistos, em termos globais, está ocupada por um episódio da novela da TVI “Cacau/Especial”, ao qual se seguem o ‘Jornal da Noite’ e a novela ‘A Promessa’, ambos da SIC. Nas posições restantes estão o novo reality show da TVI “Dilema – Especial” e a transmissão de ‘Desafios Betano/Sporting X R. Union Saint-Gilloise’, feita também na TVI.

O programa ‘Doa a Quem Doer’, da CMTV, lidera a tabela dos programas mais vistos do cabo esta semana, como habitualmente ocupado na totalidade por programas da CMTV. Seguem-se “Investigação CM/Caça-Gatos”, o “Grande Jornal – Noite”, o programa “Reportagem CM/A Santinha de Balasar” e ainda “Jornal 6/Incêndio em Alcabideche”.

Data Insights, Havas Media Network

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IADE lança curso de media, informação e entretenimento em parceria com GCI Media Group

O curso leciona competências práticas na apresentação de programas de media e entretenimento, permitindo desenvolver as aptidões comportamentais e emocionais necessárias no contexto de televisão, rádio e outras plataformas

O IADE tem um novo curso de especialização em media, informação e entretenimento, criado em parceria com o GCI Media Group, grupo de consultoria de comunicação. Com uma duração de oito meses, o curso leciona competências práticas na apresentação de programas de media e entretenimento, permitindo desenvolver as aptidões comportamentais e emocionais necessárias no contexto de televisão, rádio e outras plataformas.

Carlos Rosa, diretor do IADE–Universidade Europeia, salienta que o curso “vem dar resposta às necessidades de um mercado em constante transformação, que precisa de profissionais ágeis e com fortes capacidades ao nível da criatividade e da inovação. Para tal, associamo-nos ao GCI Media Group e reunimos um grupo de docentes de referência, especialistas na área e cujas experiências profissionais irão enriquecer ainda mais os conteúdos programáticos do curso, preparando os alunos para os desafios contemporâneos da comunicação, capaz de informar, envolver e acima de tudo de criar conexões emocionais e autênticas.”

O novo curso de especialização em media, informação e entretenimento conta com a coordenação de André Gerson, CEO do GCI Media Group, e de Carla Cachola, coordenadora e docente da pós-graduação em imagem, protocolo e organização de eventos na Universidade Europeia, que integra o IADE. A par  com os coordenadores, tem como docentes Bruno Batista (presidente do GCI Media Group), Graça Teófilo (gestora de assuntos públicos do GCI Media Group), Patrícia Matos (jornalista e pivot do Now), Marcos Pinto (jornalista), Marta Leite de Castro (apresentadora da CNN e produtora de conteúdos), Nuno Azinheira (ex-jornalista e profissional de comunicação), Teresa Byrne (conselheira do gabinete da ministra da Cultura e especialista em relações internacionais) e Jorge Rodrigues da Silva (mestre em psicologia social e formado em psicologia clínica).

André Gerson, coordenador do novo curso do IADE e CEO do GCI Media Group, sublinha que “é com muito orgulho que nos associamos ao IADE, uma referência com mais de 50 anos no ensino da criatividade em Portugal, e criamos este curso em parceria. É complementar ao que o IADE já tem na sua oferta formativa e vem reforçar competências ao nível da inovação, criatividade, diversidade e agilidade, essenciais a qualquer estratégia de media, informação e entretenimento. Os programas de entretenimento e informação, que cada vez mais geram conteúdos para o digital e se promovem nessas plataformas complementares à sua génese, o crescimento dos serviços de streaming, a concorrência de várias plataformas de distribuição, o boom do formato videocast, têm exigido de todo o setor uma maior preparação e aquisição de competências mais integradas”.

 

 

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Anunciantes do Now poderão ter investido cerca de €100 mil em publicidade no primeiro mês

A Nos lidera a lista de anunciantes do novo canal da Medialivre, seguida da Betclic e da Dacia. A valores de tabela, entre 17 de junho a 16 de julho, os 15 maiores anunciantes despenderam €1,21 milhões, 68% do investimento total, segundo a Universal McCann

Os anunciantes do Now investiram oficialmente €1,79 milhões em publicidade no primeiro mês de emissão do canal, valores a preços de tabela sobre os quais incidem os descontos em televisão, que, tal como referido por Alberto Rui Pereira, CEO da IPG Mediabrands, em entrevista ao M&P, chegam a atingir reduções entre os 95% e os 97%.

Caso se aplique um desconto de 95%, o montante apontado na análise da Universal McCann reduz para cerca de €100 mil. No entanto, tratando-se de um lançamento de um novo canal, é possível que o desconto tenha sido diferente.

De acordo com a análise da agência de meios que integra o IPG Mediabrands, as 15 marcas que mais investiram no novo canal noticioso da Medialivre representam 68% do total das verbas despendidas, o que em valores de tabela atingiram os €1,21 milhões, o que corresponde a cerca de €68 mil.

Nos, Betclic, Dacia, Audi e Generali Tranquilidade foram as marcas que mais investiram no Now (ver caixa) durante o primeiro mês de transmissões, período em que a nova proposta televisiva alcançou um share de 0,5%, após ter atingido 0,8% no dia de arranque, tendo terminado o mês na 22ª posição entre os canais mais vistos do cabo.

“O Now conseguiu captar audiência maioritariamente proveniente da CMTV, mas também dos seus concorrentes diretos (SIC Notícias e CNN Portugal), no entanto, de forma menos acentuada”, refere a Universal McCann em comunicado de imprensa.

O share do canal, lançado a 17 de junho, tem permanecido estável, independentemente do dia da semana. “Contudo, vemos que é a quarta-feira o dia em que verifica um share ligeiramente mais baixo do que nos restantes dias da semana”, revela a análise, que avança ainda que o Now tem atraído “um perfil mais masculino, sendo agora mais acentuado do que na primeira semana”.

Em termos de telespetadores, tem conseguido uma maior adesão junto de um público mais velho, acima dos 65 anos. “O Now registou ainda uma afinidade elevada junto da classe social mais baixa (E)”, informa a Universal McCann.

“Comparando com a primeira semana, o Now registou um crescimento da afinidade junto da classe média/alta (B), aproximando-se assim mais do perfil dos canais SIC Notícias e CNN Portugal”, refere o comunicado da empresa, que avança que o programa mais visto no primeiro mês foi o ‘Record na hora’, que vai para o ar logo após o noticiário das 19 horas.

“Teve uma audiência média de 28 mil telespetadores, a que correspondeu um share de 0,7%. Na segunda posição, ficou o programa ‘Now às 19h todos os sábados’ com uma audiência média de 27 mil telespetadores e um share de 0,8%”, revela ainda o documento.

 

15 maiores anunciantes do canal Now

De acordo com a Universal McCann, com base nos dados da ferramenta YumiAnalytics Web, a preços de tabela, as 15 marcas que mais anunciaram no novo canal da Medialivre, entre 17 de junho e 16 de julho, representam 68% do investimento total

  1. Nos (€270.925)
  2. Betclic (€129.815)
  3. Dacia (€107.511)
  4. Audi (€88.145)
  5. Generali Tranquilidade (€84.781)
  6. Renault (€75.277)
  7. Olá (€74.340)
  8. Santander (€73.767)
  9. Vodafone (€68.567)
  10. Lidl (€61.994)
  11. McDonald’s (€61.303)
  12. ESC Online (€34.063)
  13. Bacana Play (€32.754)
  14. Cif (€28.330)
  15. Cupra (€25.939)

 

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ERC quer alterar Lei da Transparência dos Media

As alterações preveem, entre outras, a isenção de certas obrigações declarativas, como fluxos financeiros, para entidades com atividades de comunicação social a título acessório, com um peso comprovadamente diminuto nos rendimentos e um alcance residual de audiências

O conselho regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) aprovou um conjunto de propostas de alteração à Lei da Transparência dos Media (Lei n.º 78/2015, de 29 de julho). Uma das alterações diz respeito ao regime sancionatório, como a redução dos valores mínimos e máximos das coimas, tornando-os mais realistas e proporcionais face aos rendimentos médios das entidades de comunicação social em Portugal.

O documento, aprovado a 2 de julho, foi remetido para conhecimento do presidente da Assembleia da República e do ministro dos Assuntos Parlamentares, ao abrigo da competência consultiva do regulador dos media, prevista nos seus estatutos, refere a ERC em comunicado de imprensa. Outro dos pontos visados prende-se com a densificação do procedimento da ERC, quando está em causa a falta de transparência de participações qualificadas (atual artigo 14.º da Lei da Transparência), que pode conduzir à determinação da suspensão de direitos de voto e direitos patrimoniais.

As alterações preveem ainda a isenção de certas obrigações declarativas, como fluxos financeiros, para entidades que prossigam atividades de comunicação social a título acessório, em que a atividade de comunicação social tenha comprovadamente um peso diminuto nos rendimentos e um alcance residual ao nível das audiências.

A proposta agora remetida ao Parlamento e ao Governo assenta na experiência da ERC na aplicação da Lei da Transparência e “representa um contributo para o eventual processo de revisão deste regime jurídico”, acrescenta o comunicado da ERC.

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Zurich recorre à LPM Comunicação para renovar revista corporativa

Agora em formato digital, a publicação da seguradora, que ganhou um troféu de Bronze na categoria Publicação Institucional na edição de 2023 dos Prémios de Comunicação do M&P, apresenta conteúdos dinâmicos, vídeos, áudios e galerias de imagens

A Zurich Portugal acaba de renovar a MagaZine, em colaboração com a LPM Comunicação. Agora em formato digital, a revista corporativa, que ganhou um troféu de Bronze na categoria Publicação Institucional na edição de 2023 dos Prémios de Comunicação do M&P, apresenta conteúdos dinâmicos, galerias de imagens, vídeos e áudios, permitindo ao leitor ler ou ouvir os artigos.

O novo número, dedicado ao verão, apresenta as tendências tecnológicas que vão marcar o futuro das empresas, num artigo de Marco Navega, diretor de tecnologias de informação da Zurich. “A MagaZine é uma peça de comunicação fundamental na difusão da nossa estratégia de negócio”, explica Ana Marreiros, diretora de comunicação da Zurich Portugal.

“Nesta edição, que se apresenta muito mais descontraída e dinâmica do que o habitual, obrigámo-nos a sair da zona de conforto dos nossos conteúdos corporativos, para explorarmos conteúdos ‘mainstream’, que sejam surpreendentes para uma revista de empresa”, acrescenta ainda a responsável. Lançada em 2012, a publicação da companhia de seguros conta já com 33 edições.

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José de Guimarães cria logótipo para A Magazine

O artista vimaranense, que se inspirou nos desenhos de areia africanos, sucede a nomes como Joana Vasconcelos, Alexandra Ferreira, Mariújo, Francisca Amaro, André Panóias, Maria João Gomes e Oficina Marques. O novo número da publicação é lançado ainda em julho

Guimarães é o tema da nova edição da revista A Magazine. José de Guimarães pinta a letra do logótipo, que em todas as edições é recriada por artistas, artesãos ou designers conceituados. “Esta obra que fiz especialmente para a capa é inspirada na linguagem que estou a usar nos meus trabalhos, exceto o castelo de Guimarães, que entra como um elemento de referência à cidade berço”, explica o artista plástico vimaranense. O A do logótipo é recriado com quadrados bicolores com círculos no centro.

“Esta linha gráfica é proveniente e inspirada na cultura dos povos da Lunda do nordeste de Angola, os quiocos, que desenham na areia”, explica José de Guimarães, revelando que os desenhos foram declarados Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO. Além do fundo azul ultramarino, o logótipo, pintado sobre papel artesanal, incorpora elementos gráficos vermelhos, amarelos e verdes pintados a guache e ‘drippings’ em acrílico encarnado.

A criação do artista, que ilustra a décima edição da publicação, que é lançada até ao final do mês, sucede a reinterpretações da primeira letra do alfabeto romano anteriormente feitas em croché (Joana Vasconcelos), mármore (Alexandra Ferreira), cerâmica (Mariújo/Viúva Lamego), bordado com ponto de Arraiolos (Francisca Amaro/Tiraz), madeira (André Panóias/Mal Barbado Woodcraft), palmas das serras algarvias (Maria João Gomes/Palmas Douradas) e pintura em cerâmica (Oficina Marques).

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Paula Gouveia é a nova diretora do Açoriano Oriental

Licenciada em comunicação social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, Paula Gouveia passou pela Antena 1/Açores, TSF/Açores e colaborou pontualmente com o Diário de Notícias. A profissional está no Açoriano Oriental desde 2001

Paula Gouveia é a nova diretora do jornal Açoriano Oriental. A jornalista, que até agora ocupava a posição de diretora interina do título, vai tomar oficialmente a liderança editorial do mais antigo jornal português em circulação.

Licenciada em comunicação social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, Paula Gouveia está no Açoriano Oriental desde 2001, tendo já desempenhado as funções de subdiretora, editora e coordenadora editorial. A profissional passou ainda pela Antena 1/Açores, TSF/Açores e colaborou pontualmente com o Diário de Notícias. Foi também membro da comissão organizadora do I Congresso dos Jornalistas dos Açores, em 2023.

O Global Media Group, através da AçorMedia, revela em comunicado de imprensa que “esta nomeação representa uma aposta clara no talento da equipa do Açoriano Oriental e confirma o compromisso do Global Media Group com o mais antigo jornal do país, que continua a ser a referência maior de informação na região autónoma”.

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NetAudience: TVI mantém liderança, mas SIC não dá tréguas

O ranking netAudience de Entidades da Marktest volta a ser liderado pela TVI em junho, com uma diferença de 1,1% em relação à SIC, que se mantém em segundo lugar. A plataforma Nónio, com um alcance de 61,9%, ocupa o primeiro lugar do ranking netAudience de Redes

Em junho, a TVI volta a liderar o ranking netAudience de Entidades da Marktest, com um alcance de 36,5%, mais 2,1% do que a SIC, que ocupa o segundo lugar, com 34,4%. No mês anterior, a diferença tinha sido de 2,2%. Os dois canais estão separados por 174.872 utilizadores, uma vez que as plataformas digitais do canal da Media Capital registam um alcance de 3.131.553 indivíduos e as da estação da Impresa chegaram a 2.956.681 consumidores. O terceiro lugar volta a ser ocupado pelo Correio da Manhã, com um share de 31,3% e 2.691.832 leitores, revela a análise de audiências auditadas, agora divulgada.

Em quarto lugar, figura a NiT, com 30,2%, à frente do JN, em quinto, com 29,8%. A sexta posição é ocupada pelo Expresso, com 27,2%. O Observador conquista o sétimo lugar, com 24,4%, com uma diferença de 2,5% em relação à Flash, que figura na oitava posição, com 21,9%. O nono lugar do ranking, que a Marktest apresenta mensalmente desde maio de 2019 com os números relativos ao alcance agregado dos títulos das entidades subscritoras com tráfego auditado, é ocupado pelo OLX, que regista 21,2%. Com 20,6%, a RTP fecha o top 10.

 

 

O ranking netAudience de Redes da Marktest é dominado pela Nónio, com um alcance multiplataforma de 61,9%, correspondente a 5.322.035 indivíduos, à frente da Media Capital, em segundo lugar com 47,5% e 4.077.635 pessoas alcançadas. Em terceiro lugar, surge a Impresa, com 43,6%, mais 1% do que a Medialivre, que figura em quarto lugar com 42,6%. Estão separados por 84.089 indivíduos, dado que a da dona da SIC termina o mês com 3.742.384 utilizadores e a rede da antiga Cofina com 3.658.295. O Global Media Group fecha o top 5, com 40,3%.

 

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Cerca de 2,7 milhões de portugueses viram Espanha sagrar-se campeã da Europa pela quarta vez 

Final Espanha x Inglaterra entrou diretamente para a quinta posição do top 10 dos jogos mais vistos em canal aberto. Os jogos de Portugal ocupam as quatro primeiras posições, com o Portugal x Eslovénia a ser o mais visto

Espanha venceu a Inglaterra na final do Euro 2024, por duas bolas a uma, e sagra-se pela quarta vez campeã da Europa, depois das conquistas de 1964, 2008 e 2012. Com esta vitória, Espanha é agora a seleção com maior número de europeus, ultrapassando a Alemanha.

Com transmissão na RTP1, a final foi vista por um total de 4,5 milhões de telespetadores, a que correspondeu uma audiência média de 2,7 milhões de telespetadores e um share de 51,8%. O jogo entre a Espanha e a Inglaterra teve um forte impacto nas audiências da RTP1, que sobretudo devido à transmissão do jogo, liderou no total dia com um share de 17,8%. A SIC ficou na segunda posição com um share de 13%, seguida da TVI com um share de 11,7%.

Comparativo com Euro 2016 e 2022 em canal aberto 

Se compararmos as últimas finais dos três últimos europeus vemos que a final de 2016, que teve a presença de Portugal foi a mais vista. A vitória de Portugal frente a França foi vista, em média por 3 milhões e 702 mil telespetadores e teve um share de 78,1%.


A final do Euro 2024 foi a segunda mais vista, tendo sido vista em média por cerca de 2,7 milhões de telespetadores (+19% vs. final do Euro 2020) e um share de 51,8%. Das três finais, a final do Euro 2020 entre Itália x Inglaterra foi a menos vista.

Espanha X Inglaterra com pico máximo de 3,2 milhões de telespetadores

A partida transmitida pela RTP1 registou uma performance crescente ao longo de toda a primeira parte. O interesse dos portugueses na partida diminuiu com o intervalo, no entanto este foi retomado logo que a segunda parte teve início.

A audiência da segunda parte foi superior à da primeira parte e mais estável. O pico de audiência aconteceu já perto do apito final, altura em que a Inglaterra fazia o último esforço para levar a partida para o prolongamento.

Jogos do Euro 2024 registaram uma maior audiência face aos jogos dos últimos dois europeus

A 14 de julho realizou-se o último jogo do Euro 2024, a final entre a Espanha e a Inglaterra. Em comparação com os dois últimos europeus podemos verificar que o Euro 2024 regista, no acumulado de todos os jogos, níveis de audiência média superiores (+27% face ao Euro 2020 e +0,5% face ao Euro 2016). O mesmo se verifica quanto aos jogos em que Portugal participou, que registaram uma audiência média de 3 milhões e 261 mil telespetadores (+1% vs Euro 2016 e +7% vs. Euro 2020).

Impacto das audiências em TV – Euro 2024

Durante o período do Euro 2024, a RTP1 e a SIC foram as únicas estações que registaram um aumento do seu share, quando comparado com a média do mês de maio. Ambas registaram um crescimento (+1.1p.p. vs. a média de maio). Apesar do crescimento da SIC, a TVI com um share de 15,6%, foi a estação mais vista durante o período do Europeu. A Sport TV, que transmitiu todos os jogos do Euro, registou um share de 1,0%, refletindo um aumento de +0.6p.p. face à média de maio.

Portugal x Eslovénia foi o jogo mais visto de toda a competição

O jogo da final entre Espanha x Inglaterra entrou diretamente para a quinta posição do top 10 dos jogos mais vistos em canal aberto. Os jogos de Portugal ocupam as quatro primeiras posições, com o Portugal x Eslovénia a ser o mais visto. O jogo registou uma audiência média de cerca de 3,6 milhões de telespetadores e um share de 65,6%.

Dos jogos em que Portugal participou, o jogo frente à Turquia foi o menos visto. O jogo ficou na sexta posição com uma audiência média de 2 milhões e 623 mil telespetadores e um share de 63,7%. Este foi também o único jogo de Portugal transmitido às 17h, sendo que todos os outros tiveram transmissão às 20h.

No canal de subscrição o jogo mais visto foi o jogo dos quartos de final entre Portugal e a França. O jogo que ditou a eliminação de Portugal contou com uma audiência média de 236 mil telespetadores e um share de 4,5%. Inglaterra x Eslováquia e o Espanha x Alemanha, considerada por muitos uma final antecipada, completam o top 3 dos jogos mais vistos no canal premium.

 

Elaborado por Initiative/ Mediabrands Insight sobre dados CAEM/GFK reproduzidos em YUMI, Telereport – Mediamonitor; Alvo Ind 4+. Tipologia de audiência: Total Dia; Período da Análise: junho de 2024; Outros: Visionamento residual de canais não auditados, visionamento em diferido noutros dias e outras utilizações da TV como streaming e consolas

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Media europeus perdem pluralismo. Portugal é um dos países de baixo risco

Interferências políticas e comerciais, e condições laborais precárias nas redações são alguns dos problemas apontados no estudo Media Pluralism Monitor 2024. A Federação Internacional de Jornalistas insiste na adoção de políticas que salvaguardem a diversidade

Dos 32 países europeus analisados para a edição de 2024 do estudo Media Pluralism Monitor (MPM), realizado pelo Centre for Media Pluralism and Media Freedom (CMPF), apenas sete (Alemanha, Suécia, Dinamarca, Países Baixos, Bélgica, Finlândia e Lituânia) apresentam níveis de pluralismo dos media que podem ser consideradas satisfatórios. Portugal é um dos nove países de baixo risco, a par com a Dinamarca, Estónia, Finlândia, Alemanha, Lituânia, Luxemburgo, Suécia e República da Macedónia do Norte.

Áustria, Chipre e Eslováquia, que também se encontravam nesse patamar, apresentam agora uma taxa de risco médio. Apenas sete países europeus apresentam um nível satisfatório de pluralismo nos meios de comunicação social. França já não é uma das nações com melhor desempenho na Europa, revela o estudo, realçando que os países com a taxa de risco mais elevada continuam a ser a Turquia, a Hungria, a Albânia, a Sérvia, a Roménia e o Montenegro.

Na maioria dos países analisados, os cidadãos europeus não têm acesso totalmente garantido a fontes de informação diversificadas e independentes, refere o estudo MPM, que aponta uma deterioração do pluralismo dos media em toda a Europa. “As tendências gerais mostram uma crescente interferência comercial e política nos meios de comunicação social. O relatório demonstra também a passividade dos Governos europeus e das empresas de media face a esta ameaça democrática”, aponta o CMPF.

O estudo, realizado anualmente, avalia os riscos para o pluralismo dos meios de comunicação social em 32 países europeus, 27 estados-membros da União Europeia (UE) e cinco países candidatos, detalhando as ameaças ao pluralismo e à liberdade dos meios de comunicação social. “Os resultados mostram que nenhum desses países ​​está livre de ataques ao pluralismo dos media”, alerta a análise, que salienta as pressões, as condições de trabalho e as ameaças jurídicas que os jornalistas enfrentam no quotidiano.

“Outra tendência alarmante que emerge do relatório diz respeito à independência editorial, que regista um nível histórico de alto risco este ano. As pressões comerciais comprometem a independência editorial, com os proprietários dos meios de comunicação social e os anunciantes a influenciar a cobertura dos temas”, refere o estudo. A adoção de quadros legislativos que melhorem as condições de trabalho dos jornalistas é uma das recomendações que o CMPF apresenta nas conclusões do MPM.

“Em 10 anos de monitorização dos media, observámos o surgimento de muitos novos desafios. Hoje, mais do que nunca, existe uma extrema necessidade de apoiar o jornalismo e o pluralismo dos media. Esperamos avaliar os efeitos da Lei Europeia sobre a Liberdade dos Meios de Comunicação Social nos Estados-Membros e apelamos aos Governos para que se comprometam a proteger a liberdade de imprensa como um pilar da nossa democracia”, afirma Pier Luigi Parcu, diretor da CMPF.

Após a divulgação do documento, a Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) também veio a público insistir na adoção de políticas que salvaguardem o pluralismo dos media. “Em tempos como os que atualmente vivemos, em que a democracia está particularmente em jogo, os cidadãos precisam de uma imprensa livre e os Governos devem fazer tudo o que estiver ao seu alcance para garantir a diversidade dos meios de comunicação social”, defende Dominique Pradalié, presidente da FIJ.

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