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Costas Markides orador e com aula no QSP SUMMIT 2024

Costas Markides, autor e professor na London Business School, com especialização em Estratégia Empresarial e Inovação,  é um dos oradores  na 17ª edição do QSP SUMMIT,  de 2 a 4 […]

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Costas Markides orador e com aula no QSP SUMMIT 2024

Costas Markides, autor e professor na London Business School, com especialização em Estratégia Empresarial e Inovação,  é um dos oradores  na 17ª edição do QSP SUMMIT,  de 2 a 4 […]

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Costas Markides, autor e professor na London Business School, com especialização em Estratégia Empresarial e Inovação,  é um dos oradores  na 17ª edição do QSP SUMMIT,  de 2 a 4 de julho, e vai conduzir uma masterclass, nos dias 1 e 2 de julho de 2024 no Porto Palácio Hotel, destinada a 80 executivos de topo interessados em aprimorar o seu conhecimento estratégico.

Entre os conteúdos abordados na masterclass, destacam-se as estratégias adaptadas ao contexto VUCA (Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade) do mundo atual, implementação de estruturas que fomentam uma cultura de inovação contínua e técnicas para recrutar, motivar e reter talentos integrados na cultura da empresa, refere a organização em comunicado. Esta masterclass precede à participação de Costas Markides no QSP SUMMIT, onde vai explorar o tema central do evento, ‘Rethinking Organizations’, como um dos oradores no palco principal, no dia 4 de julho.

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Com mais de 20 anos de investigação, Costas Markides é uma referência no empreendedorismo empresarial, estratégia e inovação disruptiva. “Na masterclass proporcionará insights valiosos e acesso a estratégias de ponta. Através de discussões interativas, case studies e exercícios práticos, esta masterclass promete ser uma jornada imersiva, entre teoria e sabedoria prática, adaptada às necessidades únicas dos participantes”,  refere a organização em comunicado.

O QSP SUMMIT é uma das maiores conferências mundiais para gestores e profissionais de gestão e marketing. Este ano, o evento, que pretende atrair mais de 3.500 participantes, conta com cerca de 90 oradores nacionais e internacionais, distribuídos por sete palcos, bem como uma área de exposição que apresentará mais de 130 marcas de diversos setores industriais, avança a organização.

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Toyota e Smart trabalham com novas agências

A Us Digital Agency vai tratar da presença da Toyota no digital, através da criação e gestão de conteúdos no TikTok. A DLaundry está responsável por rentabilizar o alcance e consolidar o reposicionamento da Smart a nível global

A Toyota acaba de anunciar a Us Digital Agency como responsável pela sua implementação no TikTok, assumindo a criação de conteúdos, desenvolvimento de estratégias e gestão da presença digital da Toyota nesta rede social. A Smart, por seu lado, entrega à DLaundry a conta de  relações públicas, assessoria de imprensa e gestão de eventos da marca automóvel.

Com a colaboração da Us Digital Agency, agência de marketing e comunicação digital, a Toyota pretende alcançar novos públicos e fortalecer o relacionamento com os atuais clientes, através de conteúdos dinâmicos e criativos no TikTok. A Us Digital Agency tem como objetivo garantir que a Toyota se destaca na plataforma, em ligação com a sua comunidade e alinhada com a visão da marca. “O nosso objetivo é criar uma presença no TikTok que se conecte com o público mais jovem, refletindo o otimismo e progressismo que são o coração da marca”, explica em comunicado de imprensa João Jonas, CEO da Us Digital Agency.

Com a DLaundry, agência de relações públicas, eventos, e gestão de redes sociais do grupo Samy Alliance, a Smart tem como objetivo rentabilizar o alcance da marca e consolidar o reposicionamento da Smart a nível global. O desenvolvimento e implementação de estratégias de assessoria de imprensa, gestão do programa Smart Lovers e de experiências de marca no mercado português são as áreas de atuação, às quais se soma ainda a criação de eventos.

“Procurávamos uma agência que respondesse às nossas necessidades de relações públicas, mas também de ativação de marca e marketing de influência, com o início do programa de embaixadores Smart Lovers. A Samy posiciona-se como um parceiro estratégico, nesta fase embrionária da ‘nova geração Smart’, assumindo desta forma um papel de destaque na consolidação da marca no mercado português”, afirma Marta Pinto Lobato, diretora de marketing da Smart, citada em comunicado de imprensa.

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Ronaldo entra no capital da Vista Alegre para acelerar internacionalização das marcas do grupo no Médio Oriente e Ásia

O negócio contempla a aquisição de 10% da Vista Alegre Atlantis e de 30% da Vista Alegre España. O futebolista e a dona da Bordallo Pinheiro e da Vista Alegre criaram uma empresa para explorar a comercialização das duas insígnias nos mercados do oriente

Cristiano Ronaldo é o novo sócio da Visabeira. Além de ter adquirido 10% da Vista Alegre Atlantis e 30% da Vista Alegre España, o futebolista e a empresa acordaram a criação conjunta de uma companhia, detida em partes iguais, que, através da CR7, vai explorar a comercialização da Vista Alegre e da Bordallo Pinheiro no Médio Oriente e na Ásia. “Esta colaboração permitirá acelerar o processo de expansão global das duas marcas no segmento de prestigio/luxo em vários mercados internacionais, tanto no retalho como na hotelaria premium”, revela a Visabeira em comunicado de imprensa.

“A Vista Alegre e a Bordallo Pinheiro são marcas pelas quais sempre tive uma grande admiração e das quais sou cliente assíduo. A possibilidade de apoiar a estratégia de globalização da marca Vista Alegre, como marca de ‘lifestyle’ de luxo, é um orgulho para mim enquanto português. Faremos juntos tudo o que estiver ao nosso alcance para promover este ícone nacional de excelência e colocá-lo no patamar das melhores marcas do mundo”, justifica Cristiano Ronaldo, citado em comunicado.

A ligação da Vista Alegre, que em 2024 comemora dois séculos, ao futebol não é nova. A família Pinto Basto, na origem da insígnia, teve um papel fundamental na sua introdução da modalidade em Portugal, tendo sido os bisnetos do fundador, em 1886, a trazer para o país a primeira bola de futebol e, três anos depois, a 22 de janeiro de 1889, a organizar o primeiro jogo oficial que ocorreu nos terrenos do atual recinto de espetáculos Sagres Campo Pequeno, em Lisboa.

“É com grande entusiasmo que recebemos o Cristiano Ronaldo como nosso investidor, representando este momento a união de duas das mais relevantes e unânimes marcas portuguesas. Cristiano Ronaldo é um elemento indissociável de Portugal. Consegue levar o nome do nosso país aos lugares mais recônditos da Terra, com uma imagem de trabalho, dedicação, simpatia e muito talento. É verdadeiramente uma marca planetária”, sublinha Fernando Campos Nunes, fundador e acionista do Grupo Visabeira, detentor da Vista Alegre Atlantis.

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Apple é a marca global mais valiosa, mas a Nvidia é a que mais cresce, revela estudo da Kantar

As empresas tecnológicas dominam o Kantar BrandZ Global Report 2024. Segundo o relatório, a Apple, que cresceu 15% nos últimos 12 meses, valendo atualmente cerca de €950 mil milhões, é a marca internacional mais valiosa, seguida pela Google e pela Microsoft

A Apple é, de acordo com o Kantar BrandZ Global Report 2024, a marca internacional mais valiosa. Face ao último ano, cresceu 15%, valendo atualmente 1.015.900 milhões de dólares, cerca de €950 mil milhões. O segundo lugar é ocupado pela Google que, com uma valorização de 30%, vale atualmente 753.474 milhões de dólares, perto de €705 mil milhões. Na terceira posição, surge a Microsoft. A empresa tecnológica fundada por Bill Gates e Paul Allen cresceu 42% no último ano, valendo 712.883 milhões de dólares, o equivalente a €666.520 milhões.

A quarta posição do ranking é ocupada pela Amazon, seguida da McDonald’s, que encerra o top 5. Em sexto lugar, figura a Nvidia, a marca internacional que mais cresce, registando um aumento de 178%. Em sétimo lugar, surge Visa e, em oitavo, o Facebook. A nona posição é ocupada pela Oracle, à frente da Tencent, um dos maiores fornecedores de jogos do mundo, que encerra o top 10, apesar da desvalorização de 4%.

Nas categorias setoriais do Kantar BrandZ Global Report 2024, a Corona, que cresce em mercados como o Brasil, a China e a África do Sul é a marca de bebida alcoólica mais valiosa. Na moda, a Nike permanece em primeiro lugar, mas a Zara é a que mais cresce. A valorização de 47% permitiu-lhe subir 24 lugares no top 100 global. No mercado do luxo, a Louis Vuitton continua a liderar. Vale atualmente 130 mil milhões de dólares, cerca de €121,5 mil milhões. Na categoria de retalho, a Amazon, que valorizou 6%, mantém-se à frente.

“O nosso relatório global de 2024 revela que as marcas fortes continuam a prosperar, apesar da incerteza económica global. Com uma avaliação de marca no valor de um bilião de dólares, a Apple provou ser resiliente face às condições de mercado desafiadoras, justificando os preços premium e provando que marcas significativas, diferentes e distintivas estão em melhores condições de enfrentar a perturbação económica global atual”, refere a Kantar, autora do estudo, em comunicado.

Segundo a análise, as marcas que estão a investir em inteligência artificial (IA) e em comunicação e promoção estão a obter ganhos superiores por estarem a proporcionar melhores experiências de compra aos clientes. “Crucialmente, o investimento em marketing eficaz ajuda a melhorar a predisposição do consumidor e a impulsionar o crescimento do valor da marca, contribuindo com um valor monetário significativo para apoiar o sucesso empresarial sustentado”, defende a empresa.

 

As 10 marcas globais mais valiosas em 2024

1. Apple (1.015.900 milhões de dólares)
2. Google (753.474 milhões de dólares)
3. Microsoft (712.883 milhões de dólares)
4. Amazon (576.622 milhões de dólares)
5. McDonald’s (221.902 milhões de dólares)
6. Nvidia (201.840 milhões de dólares)
7. Visa (188.929 milhões de dólares)
8. Facebook (166.751 milhões de dólares)
9. Oracle (145.498 milhões de dólares)
10. Tencent (135.215 milhões de dólares)

 

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La Roche-Posay é a nova parceira oficial da seleção nacional feminina (com vídeo)

Sob o lema ‘Proteger a Pele das Navegadoras’, a La Roche-Posay quer destacar a sua missão de promover a saúde da pele entre as atletas de elite, bem como entre todos os adeptos do desporto. A parceria define o produto Anthelios UVMune 400 como o protetor solar oficial da seleção nacional feminina (na foto)

A La Roche-Posay é a nova parceira oficial da seleção nacional feminina, ficando responsável por proteger a pele das Navegadoras. As jogadoras da seleção nacional são agora as novas embaixadoras da marca de dermocosmética da L’Oréal, com a responsabilidade de alertar para a necessidade de proteger a pele do sol, seja no campo, na praia ou no dia-a-dia. Esta parceria pretende reforçar a ligação da La Roche-Posay à nação e ao desporto feminino.

Sob o lema ‘Proteger a Pele das Navegadoras’, a La Roche-Posay quer destacar a sua missão de promover a saúde da pele entre as atletas de elite, bem como entre todos os adeptos do desporto. A parceria define o produto Anthelios UVMune 400 como o protetor solar oficial da seleção nacional feminina, com o objetivo de proporcionar às jogadoras uma proteção avançada contra os raios ultravioleta, durante os treinos e competições.

“A colaboração com as Navegadoras é um passo em frente para a sensibilização para os perigos da exposição solar, tornando Anthelios UVMune 400 o protetor solar oficial da seleção. Queremos que a fotoproteção no desporto faça parte do equipamento e que sirva de exemplo para cada português cuidar e proteger a sua pele no seu dia a dia”, afirma João Encarnação, administrador geral da L’Oréal Dermatological Beauty, em comunicado de imprensa.

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Chefs que são marcas fora da cozinha

São figuras públicas que extravasam o nicho da alta gastronomia, em programas de televisão, escrita de livros e outros projetos pessoais que os tornam marcas em nome próprio. José Avillez e Ljubomir Stanisic não se assumem como marcas com uma intenção estratégica, mas fazem um caminho que os posiciona como mais do que chefs

Catarina Nunes

José Avillez e Ljubomir Stanisic são os mais recentes chefs com estrelas Michelin que estão a desenvolver projetos para lá da cozinha, num caminho que não é novo para ambos. José Avillez é o protagonista da campanha publicitária da Xiaomi, enquanto Ljubomir Stanisic acaba de lançar a marca Mestiço, com dez vinhos em parceria com três produtores nacionais, e prepara o arranque das filmagens de um programa para a SIC, desta vez relacionado com hotéis.

Nenhum dos dois se assume deliberadamente como uma marca estruturada com uma intenção estratégica e ambos escusam-se a quantificar o peso dos projetos paralelos face à faturação dos restaurantes. A ligação a outras marcas e o desenvolvimento de projetos em nome pessoal são antes uma consequência de oportunidades que vão surgindo, alinhadas com os seus valores e personalidades.

José Avillez, que tem duas estrelas Michelin no Belcanto, uma no Encanto e outra no Tasca, no hotel Mandarin Oriental Jumerai, no Dubai, regressa à publicidade. Depois de já se ter associado à Super Bock, Moulinex, Milaneza, Uber Eats e Riberalves, desta vez protagoniza o vídeo para internet, que promove a nova gama de telemóveis Xiaomi 14.

O spot, apresentado a 29 de maio, reflete o making-of do projeto ‘Comer com os Olhos’, que parte de uma investigação da Universidade de Valência que indica a influência direta do estímulo visual na experiência gastronómica.

O resultado são quatro fotografias, captadas em Lisboa pelo fotógrafo espanhol Javier Corso, que refletem a alma da cidade e são inspiradas em quatro propostas gastronómicas de José Avillez.

A base científica da campanha e o interesse da Xiaomi pelo conhecimento são as justificações de José Avillez para ser o rosto do projeto. “Depois, como gosto muito de fotografia, fiquei interessado no desafio e gostei de perceber que havia um lado artístico e cultural, bem como a intenção de saber mais sobre Lisboa e a sua identidade”, refere em declarações ao M&P, acrescentando que gosta de colaborar com marcas às quais reconhece qualidade.

Neste momento mantém apenas a ligação à Super Bock, mas está sempre disponível para este tipo de projetos. “A colaboração com uma marca de que se gosta é sempre interessante e é um momento de aprendizagem, ficamos sempre a saber mais e, por vezes, há a oportunidade de conhecer os bastidores”, justifica.

Fazer campanhas publicitárias não é uma coisa em que Ljubomir Stanisic pense, apesar de não ser contra, desde que seja algo em que acredite e exista noção e lealdade. No passado fez parcerias, como por exemplo com a Smeg, mas nunca fez campanhas publicitárias.

“Fazer por fazer, apenas pelo dinheiro, não me faz sentido. Se existir um lado social associado, um apoio a associações, melhor ainda. Vivemos uma situação social muito complicada, se puder ajudar estou sempre disponível”, revela o chef que detém uma estrela Michelin no 100 Maneiras.

Conta, no entanto, com o apoio de marcas ligadas à cozinha e à restauração, como a Le Creuset, a Villacer e a Delta, para a qual já criou lotes de café especiais para o 100 Maneiras e desenvolveu cápsulas para a Delta Q. Além dos eletrodomésticos domésticos Smeg, tem uma parceria com as motas da Ducati, uma das suas paixões.

As prioridades de Ljubomir Stanisic, agora, são o novo programa na SIC dedicado à hotelaria e a nova marca de vinhos Mestiço, que apresentou há duas semanas, com a Adega Monte Branco, a Mateus Nicolau de Almeida e a Niepoort, e que tenciona alargar a bebidas espirituosas e cervejas.

A denominação Mestiço reflete a mistura das características dos parceiros envolvidos e cada vinho tem uma subdenominação (Viçoso, Atrevido, Perigoso e Amoroso, entre outros), num trabalho de arquitetura de marca de Dina Camacho e Gil Correia, e textos de Mónica Franco, mulher de Ljubomir Stanisic, que é também responsável pela escrita dos projetos audiovisuais e dos livros com o marido.

Outro dos projetos na calha é o desenvolvimento de uma linha de facas, desenhadas por Ljubomir Stanisic e pequenos cutileiros, como Telmo Roque com quem já trabalha. “Produzimos juntos a faca de mato, à venda na minha loja online, onde usamos madeiras reaproveitadas de incêndios”, refere ao M&P.

As sinergias criadas com as respetivas mulheres são outro aspeto que os dois chefs têm em comum. Aliás, um dos mais recentes projetos de José Avillez, a Casa Nossa, é planeado e construído em conjunto com Sofia Ulrich, com quem está casado há nove anos.

“É um projeto assumidamente com a minha assinatura. O logotipo inclui o meu nome, o website é casanossajosevalliez.pt, e o nome foi escolhido pelo nosso envolvimento em cada detalhe”, explica José Avillez, referindo-se ao alojamento com 10 quartos, serviço de hotel e refeições, que têm desde 2023 no Alentejo, junto ao Alqueva.

A hotelaria não é, no entanto, uma área que queira expandir. “Para já, estamos a aprender, é uma área interessante e nova para nós. Quanto ao futuro, veremos”, diz José Avillez, que neste momento está a preparar um novo livro de receitas, a convite de uma editora espanhola, além de se dedicar à consolidação dos 11 restaurantes em Portugal e os dois no estrangeiro (Dubai e Macau), que detém.

Lá fora tem parcerias com os dois hotéis de luxo onde os seus restaurantes estão instalados, o Mandarin Oriental no Dubai e do The Karl Lagerfeld em Macau, mas não revela se pretende desenvolver este tipo de formato.

Questionado sobre a intenção de construir uma marca com o seu nome, José Avillez avança que neste momento tem os vinhos JA, em parceria com a Quinta do Monte D’Oiro, e os vinhos Niepoort José Avillez.

“Ao longo dos anos, a questão do desenvolvimento de produtos com o nome José Avillez foi surgindo, no entanto a prioridade têm sido os restaurantes. Vamos ver como tudo evolui e se virá a fazer sentido desenvolver mais”, revela.

Além dos vinhos, José Avillez tem diversificado de forma consistente para a área dos livros, programas de televisão e de rádio, por gostar de comunicar, ensinar e partilhar o gosto pela cozinha.

 

Ljubomir Stanisic tem uma marca própria materializada num logotipo que leva o seu nome e comercializada numa loja de comércio eletrónico, através das quais desenvolve os projetos paralelos à restauração. O logotipo é representado por uns cornos, omnipresentes nos seus três restaurantes, por serem uma imagem que o acompanha há muito.

“Em criança tive um sonho que me marcou, em que estava sempre a fugir de um touro. Uma das primeiras esculturas que fiz foi através da recuperação do esqueleto de um boi. A força do touro, a ideia de agarrar a vida de frente, pelos cornos, sem medo, é algo com que me identifico muito. Quando pedi ao ‘cromo’ artista e grande amigo Vasco Branco para pensar numa imagem para me representar, foi assim que ele a viu, na mouche”, recorda Ljubomir Stanisic.

O site lançado em 2020 surge, por seu lado, da necessidade de agregar os produtos que até então já tinha criado sob o seu nome. “Custa-me chamar-lhe uma marca, embora o seja efetivamente. Prefiro pensar no meu nome como uma assinatura, uma marca de uma certa irreverência e garantia de qualidade, porque o principal objetivo é fazer produtos bons, sempre que possível made in Portugal, e que espelhem a minha personalidade”, considera o chef do 100 Maneiras.

Jalecas, o livro Bistromania e o rum Refugees são os produtos com marca própria que mais vende e que estão disponíveis no site ljubomirstanisic.pt.

“Crio sempre de forma muito egoísta, para mim. Crio os produtos que quero usar e consumir, com as pessoas com quem me dá pica trabalhar. Já existem tantas coisas chatas na vida, não quero nunca que isto seja um frete. Divirto-me muito a desenvolver as ideias, a concretizar os projetos e a testar protótipos. Quando deixar de ser assim, deixo de criar”, conta o chef do 100 Maneiras, revelando que tenta ser o mais sustentável possível em tudo o que faz, sem entrar em extremos.

Começando nos restaurantes que detém, onde trabalha com as hortícolas orgânicas da Horta da Graça, em Sintra, até à loja online, onde opta por parceiros que também tenham estas preocupações.

“As nossas t-shirts são todas produzidas em Portugal, em algodão orgânico ou reciclado, e também temos essa atenção nos materiais de expedição, por exemplo. Em primeiro lugar, pela conservação do meio ambiente e do planeta, e também para meu bem e dos meus”, justifica.

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Portugália apresenta nova imagem assinada por Farelo Studio e Luís Mileu Studio

A nova identidade visual tem como objetivo adequar a Portugália às novas exigências de um mundo multiplataforma. O logótipo foi sujeito a uma simplificação formal, onde o símbolo do escudo é incluído na própria tipografia

A Portugália escolheu os estúdios Farelo e Luís Mileu para o desenvolvimento do projeto de renovação da marca, referente aos 100 anos que comemora em 2025. O projeto engloba todos os pontos de contacto da marca, tanto no modelo de cervejaria de rua como no de balcão de centro comercial, com um foco específico na loja da Almirante Reis, que recentemente foi alvo de uma renovação.

A nova identidade visual tem como objetivo adequar a Portugália às novas exigências de um mundo multiplataforma. O logótipo foi sujeito a uma simplificação formal, onde o símbolo do escudo é incluído na própria tipografia, adquirindo uma nova liberdade de aplicação. Transversalmente, foi criado um novo símbolo mantendo apenas os dois elementos fundamentais para a Portugália, o escudo como sinónimo de portugalidade e união, e a data da fundação que celebra a história e diversidade da marca.

“Foi um processo profundo, onde houve a coragem de abandonar símbolos de um Portugal distante, como castelos e quinas, e centrar a marca no que a torna única e focá-la no futuro”, refere Pedro Farelo, fundador e diretor criativo do Farelo Studio, em nota de imprensa.

Lançada a 10 de junho, na renovada cervejaria Portugália da Almirante Reis, a nova imagem da marca vai ser progressivamente aplicada nas restantes localizações ao longo do ano, num processo que se prevê estar concluído nas celebrações do centenário, em 2025. “Foi uma viagem longa, onde explorámos 100 anos feitos tantas histórias, tantas pessoas, um verdadeiro ponto de encontro entre gerações. Uma marca que faz parte de tantas memórias passadas e que queremos que faça das futuras”, afirma Luís Mileu, fundador do Luís Mileu Studio, em comunicado de imprensa.

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Netsonda investe €100 mil em inovação tecnológica

Além de uma nova aplicação móvel, desenvolvida internamente, que agiliza e segmenta a recolha de informação, a empresa de estudos de mercado está a utilizar soluções de IA para otimizar processos internos. Um dos objetivos é antecipar a entrega de resultados aos clientes

A Netsonda investiu €100 mil em inovação tecnológica para modernizar a empresa e agilizar e segmentar a recolha de informação sobre hábitos de consumo. De modo a disponibilizar mais rapidamente os dados que recolhe e processa aos clientes, está, desde o final do ano passado, a recorrer a soluções de inteligência artificial (IA) para melhorar a produtividade, otimizando processos internos.

“Sempre quisemos ser disruptivos e, para aumentar a nossa capacidade de resposta, estamos a investir fortemente em IA em toda a nossa cadeia de valor, desde a produção de briefings até, no limite, à produção de relatórios, passando por aspetos como o controlo de qualidade, a recolha de informação e a validação de bases de dados e da qualidade das respostas abertas. São muitas etapas envolvidas na produção de estudos de mercado em que a podemos usar”, explica ao M&P Tiago Cabral, CEO da Netsonda.

Libertar os colaboradores de procedimentos burocráticos menores é uma das pretensões. “O investimento nestas ferramentas permite que os nossos consultores se concentrem mais em tarefas de valor acrescentado e na gestão de insights para os nossos clientes, sempre na ótica de lhes entregarmos as respostas de forma atempada, quando os clientes precisam delas e ainda estão atualizadas e não com algum desfasamento”, justifica o responsável, que é também um dos sócios da empresa.

Nova app agiliza recolha de dados

Para simplificar a recolha de informação e conseguir uma maior segmentação das amostras que usa para os estudos que desenvolve, a Netsonda acaba também de renovar a aplicação móvel que disponibiliza aos membros da Comunidade Netsonda. Desenvolvida internamente pela empresa, recolhe informação fidedigna em tempo real e melhora a experiência de utilizador dos 17 mil painelistas que já a descarregaram.

“Esta nova app é um upgrade da que tínhamos e, além de permitir os estudos tradicionais que fazemos, conta com novos desenvolvimentos que possibilitam a realização de estudos de geolocalização”, explica Tiago Cabral.

A realização de estudos rápidos é outra das inovações da plataforma tecnológica. “As pessoas do painel que descarreguem a app respondem, de um modo divertido, a umas três, quatro ou cinco perguntas, no espaço de um minuto. Estes estudos servem para vários fins e temos clientes que os procuram”, justifica o responsável. Reforçar a Comunidade Netsonda com novos painelistas, atraindo consumidores mais jovens para as amostras que servem de base aos estudos, é outra das ambições da renovação da aplicação móvel.

“A nova geração é mais mobile do que email. Esta app está mais ligada à gamificação, conseguimos interagir com imagens e permitimos que as pessoas, apenas com o seu telemóvel, consigam participar nos estudos, respondendo a perguntas simples. À hora de almoço, podemos perguntar-lhes o que comeram ao pequeno-almoço ou se vão almoçar ou jantar fora, informações sobre os hábitos de consumo que podem ser bastante úteis para as marcas”, esclarece Tiago Cabral.

Ainda em fase de testes, a nova aplicação, disponível para os sistemas operativos iOS e Android, diversifica a oferta da empresa, que pode, assim, disponibilizar inquéritos mais simples e mais rápidos de preencher. Tê-la nos telemóveis dos 250 mil membros da Comunidade Netsonda é o objetivo da empresa, que vai continuar a investir em tecnologia para aumentar a competitividade.

“Iremos continuar a ter uma grande fatia do nosso orçamento alocada a projetos de inovação. Alguns estavam na prateleira há vários anos, mas estamos a recuperá-los. Somos uma empresa 100% portuguesa, constituída a 100% por acionistas privados, todos com um foco muito grande na inovação”, assegura o dirigente.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

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Jogadores de dispositivos móveis têm mais probabilidade de seguir o Euro 2024

Segundo o estudo da Adsmovil, a publicidade contextual, em que os anúncios estão relacionados com o conteúdo em que estão inseridos, é uma das melhores formas de maximizar o alcance e impacto das campanhas durante o Europeu de Futebol. A Adidas é a marca favorita dos jogadores de dispositivos móveis, seguindo-se a McDonald’s e a Coca-Cola.

Os jogadores de dispositivos móveis têm mais probabilidade de seguir o Campeonato Europeu de Futebol do que os não jogadores, revela um estudo da Adsmovil em colaboração com a Digital Turbine. O estudo indica que o uso de aplicações e jogos desportivos em dispositivos móveis tende a aumentar consideravelmente durante o evento, sendo que os jogadores de dispositivos móveis são apontados como o público mais propenso a utilizar aplicações desportivas nestes períodos.

O estudo, que inquiriu um total de 22 mil indivíduos da Europa, Médio Oriente e África, revela também as marcas que já são reconhecidas pelos fãs de futebol e jogadores de dispositivos móveis como as suas favoritas. Segundo o estudo, a Adidas é a marca favorita dos jogadores de dispositivos móveis, seguindo-se a McDonald’s e a Coca-Cola.

Por seu lado, a publicidade contextual, em que os anúncios estão relacionados com o conteúdo em que estão inseridos, é uma das melhores formas de maximizar o alcance e impacto das campanhas durante o Campeonato Europeu de Futebol, uma vez que os anúncios são relevantes para o utilizador tendo em conta que são semelhantes aos conteúdos que já está a consumir. Isto, por sua vez, possibilita aos anunciantes serem percepcionados com maior utilidade e menos intrusão.

Com 65% dos utilizadores de internet entre os 35 e os 44 anos, inquiridos no estudo da Adsmovil, a usarem os telemóveis em simultâneo com a televisão, integrar publicidade móvel com conteúdos em segundo plano poderá aumentar a visibilidade e o impacto das campanhas das marcas. O estudo refere ainda que a utilização de dados em tempo real e a sincronização de anúncios com os eventos televisivos permitem criar uma experiência mais coerente e envolvente para o consumidor.

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Porto Business School renova currículo de marketing e promove webinar sobre IA

A pós-gradução em Gestão de Marketing passa a incluir a disciplina Inteligência Artificial&Marketing Analytics, permitindo adquirir competências de análise, tomada de decisão e implementação de ações no domínio do marketing

A Porto Business School está a renovar a pós-graduação em Gestão de Marketing, com uma atualização curricular direcionada para a aplicação de inteligência artificial no marketing, em resposta aos desafios atuais do mercado e à crescente procura por profissionais qualificados neste área. A escola de negócios do Porto promove ainda, neste âmbito, o webinar Inteligência Artificial: A nova arma secreta do Marketing?, a 12 de junho, às 17h.

O seminário online é gratuito e aberto ao público geral, contando com a participação de Mário Alcântara, docente da Porto Business School e diretor de ativação digital na Innovagency, que estará acompanhado por Carlos Brito e Catarina Roseira, codiretores da pós-graduação em Gestão de Marketing, da Porto Business School. Esta formação pretende capacitar os participantes para a utilização das mais recentes tecnologias digitais ao serviço do marketing.

Com a atualização curricular, por seu lado, a pós-gradução em Gestão de Marketing passa a incluir a disciplina Inteligência Artificial&Marketing Analytics, no terceiro módulo de aprendizagem, permitindo adquirir competências de análise, tomada de decisão e implementação de ações no domínio do marketing. Os alunos serão desafiados a desenvolver um projeto de marketing para uma empresa concreta, com o apoio e orientação de um tutor especialista. Vão ter também a oportunidade de adquirir competências interpessoais, essenciais a qualquer marketer, designadamente ao nível da comunicação, criatividade, negociação, trabalho em equipa e liderança.

O programa pode ser frequentado em formato presencial ou online. A primeira fase de candidaturas termina a 30 de junho, podendo a inscrição ser feita até 20 de setembro. As inscrições estão disponíveis no site da Porto Business School.

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McDonald’s perde uso exclusivo da marca Big Mac

Em causa está uma queixa da rede irlandesa de restauração rápida Supermac’s que, em 2017, pediu ao Instituto da Propriedade Intelectual da UE para revogar o registo da marca Big Mac da McDonald’s. Apesar da decisão europeia, a cadeia norte-americana vai continuar a usá-la

O Tribunal Geral da União Europeia (UE) retirou à McDonald’s a exclusividade da marca Big Mac, após a rede norte-americana de restauração rápida não ter demonstrado provas de que estava realmente a utilizar o nome Big Mac durante um período de cinco anos para sanduíches de frango, produtos de aves ou restaurantes da marca, noticia a Associated Press. Em causa está uma queixa apresentada pela rede irlandesa de restauração rápida Supermac’s que, em 2017, apresentou um pedido ao Instituto da Propriedade Intelectual da UE para revogar o registo da marca Big Mac da McDonald’s.

Na queixa, a Supermac’s alegou que a McDonald’s, que detém a marca desde 1996, não conseguiu provar que tinha utilizado durante cinco anos o nome Big Mac, para determinadas categorias que não estão especificamente relacionadas com o hambúrguer, segundo avança a Associated Press. Este é o período de tempo na Europa durante o qual uma marca registada tem de ser utilizada para não poder ser revogada. Com o acórdão proferido a 5 de junho, a rede norte-americana de restauração rápida perdeu a exclusividade do nome Big Mac.

Patrick McDonagh, diretor-geral da Supermac’s, considera que “esta é uma decisão importante que adota uma abordagem de bom senso à utilização de marcas registadas por grandes multinacionais. É uma vitória significativa para as pequenas empresas em todo o mundo”, acrescenta o responsável, citado pela Associated Press.

A McDonald’s, por seu lado, também se pronunciou sobre a situação. “A decisão do Tribunal Geral da UE não afeta o nosso direito de utilizar a marca Big Mac”, declara a McDonald’s em comunicado de imprensa. “O nosso icónico Big Mac é adorado pelos nossos clientes em toda a Europa e estamos contentes por continuar a servir orgulhosamente as comunidades locais, como temos feito há décadas”, acrescenta a empresa.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

Daniel Monteiro Rahman

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