Aquisição da Time Warner pela operadora AT&T recebeu luz verde
Chegou ao fim o impasse que durava há quase dois anos e a aquisição da Time Warner pela operadora norte-americana AT&T, por uma verba na ordem dos 85 mil milhões de dólares, vai mesmo avançar.

Pedro Durães
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Chegou ao fim o impasse que durava há quase dois anos e a aquisição da Time Warner pela operadora norte-americana AT&T, por uma verba na ordem dos 85 mil milhões de dólares, vai mesmo avançar. A luz verde para a concretização do negócio foi dada esta terça-feira pelo juíz federal Richard Leon, que considerou infundadas as preocupações levantadas pela Administração Trump de que a fusão entre os dois gigantes dos media seria prejudicial para a livre concorrência no mercado de televisão norte-americano e que, por esse motivo, o negócio de concentração vertical violava as leis concorrenciais.
“Continuamos a acreditar que o mercado dos canais pagos de televisão vai ser menos competitivo e menos inovador em resultado da fusão proposta entre a AT&T e a Time Warner”, afirmou na sequência da decisão do tribunal, em declarações à Reuters, Makan Delrahim, procurador-geral assistente de antitrust do Departamento de Justiça dos Estados Unidos. O juiz federal Richard Leon considerou que as preocupações levantadas se “alicerçam em noções impróprias”, tendo aceite a concretização do negócio sem colocar condições para que este possa avançar, deixando o recado de que espera que “o Governo tenha a sabedoria e a coragem” de não apresentar recurso da decisão.
A AT&T é uma operadora de telecomunicações com presença em 25 milhões de lares norte-americanos enquanto a Time Warner é um gigante dos media, sendo dona dos estúdios de cinema Warner Bros, além das cadeias televisivas como a CNN ou HBO.