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Antonio Ruiz é o novo diretor-geral da AMC Networks International Southern Europe

O profissional assume a gestão de todas as marcas da empresa que tem os canais AMC, Canal História e Odisseia, em Portugal e Espanha, reportando a Eduardo Zulueta, presidente de AMC Networks International

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Antonio Ruiz acaba de ser nomeado diretor geral e vice-presidente executivo da AMC Networks International Southern Europe (AMCNISE), empresa televisiva e de produção e distribuição de conteúdos audiovisuais. Ficando responsável pela gestão de todas as marcas da empresa em Portugal e Espanha, reporta a Eduardo Zulueta, presidente de AMC Networks International.

Em Portugal, a AMCNISE detem os canais AMC, Canal História, Odisseia, AMC Break e AMC Crime e, através da Dreamia, que resulta de uma parceria entre a AMCNISE e a NOS, produz e distribui o Canal Hollywood, o Canal Panda, o Panda Kids, o Biggs e o Casa e Cozinha, bem como o serviço de streaming Panda Plus.

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Licenciado em administração e direção de empresas pela Universidad San Pablo CEU, Antonio Ruiz foi, até agora, diretor-geral da Warner Bros. Discovery no Reino Unido e na Irlanda, onde liderou a transformação comercial e de equipa.

Anteriormente, assumiu o cargo de diretor-geral do Discovery em Portugal, Espanha e França. Para além disso, ocupou vários cargos no Discovery. Foi vice-presidente global de marketing da Eurosport, diretor sénior de marketing e comunicação da Discovery Networks para o Sul da Europa e diretor de canais da Discovery Networks em Portugal, Espanha e França.

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Apple contesta multa de €1,84 mil milhões de Bruxelas por abuso de posição dominante no streaming de música

Além da multa, a Comissão Europeia impôs ainda uma sanção que proíbe a Apple de impedir que as diferentes aplicações de streaming musical informem os utilizadores de ofertas mais baratas fora da App Store

A Apple está a contestar uma multa de €1,8 mil milhões imposta pela Comissão Europeia (CE) por abuso de posição dominante no mercado de distribuição de aplicações de streaming de música, relativo aos utilizadores com dispositivos iOS e iPadOS através da App Store, de acordo com a Bloomberg.

A empresa norte-americana de tecnologia avançou com uma ação no Tribunal de Justiça da União Europeia, no Luxemburgo, para contestar a decisão da Comissão Europeia em março, de multar a criadora do iPhone. A CE impôs ainda uma sanção que proíbe a Apple de impedir que as diferentes aplicações de streaming musical informem os utilizadores de ofertas mais baratas fora da App Store.

A investigação foi desencadeada por uma queixa apresentada pelo Spotify, em 2019, que alegava que a Apple cobra um imposto de 30% aos serviços de streaming de música distribuídos na App Store, quando um utilizador subscreve durante um ano, e de 15% nos anos seguintes. Segundo o Spotify, este imposto dá uma vantagem ao Apple Music, que considera desleal, uma vez que o Spotify alega ter sido obrigado a aumentar os custos de subscrição para cobrir o imposto.

De acordo com a Bloomberg, a Apple recusou-se a comentar, remetendo para uma publicação feita anteriormente no blogue da empresa, na qual afirma que as autoridades reguladoras da CE não conseguiram descobrir quaisquer provas credíveis de danos causados aos consumidores.

Esta é uma das maiores multas da CE na área da concorrência, superada apenas por coimas impostas à Google em 2018 (€4,34 mil milhões) e em 2017 (€2,4 mil milhões).

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

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Portugal traz três prémios dos D&AD Awards. Dois são para a Judas

Além dos três prémios, Portugal contou ainda com cinco outros trabalhos finalistas nos D&AD Awards, nas categorias de Ilustração, Design Digital, Design Gráfico, Direção de Arte e Tipografia

Portugal trouxe para casa três prémios dos D&AD Awards. Dois deles pertencem à agência criativa Judas, com um Lápis de Madeira atribuído a um trabalho para o ‘self-storage’ Control Space e outro Lápis de Madeira para o restaurante Anfíbio.

O terceiro prémio foi atribuído ao estúdio de fotografia Waat Studio, distinguido também com um Lápis de Madeira, pelo trabalho para a revista Vogue Portugal. Além dos três prémios, Portugal teve outros cinco trabalhos finalistas nos D&AD Awards.

O Lápis de Madeira ganho pela Judas na categoria de Branding foi com um trabalho para o serviço digital de espaços de autoarmazenamento Control Space. O trabalho em causa abrange a criação do nome, do logotipo e da identidade visual, inspirados no teclado e nas teclas de atalho do teclado. Com esta identidade foi criado um sistema de comunicação visual que pode ser adaptado de acordo com as necessidades de comunicação da marca.

O outro Lápis de Madeira da Judas é na categoria de Escrita para Design e para o restaurante Anfíbio, em que a agência criou o conceito e a imagem da marca, que pretende retratar um restaurante em constante mutação, ilustrado por um conjunto de anfíbios.

O Waat Studio, por seu lado, venceu o Lápis de Madeira na categoria de Fotografia, com o trabalho Olympian, para a Vogue Portugal. Este trabalho é um conjunto de fotografias que retrata a resiliência das mulheres asiático-americanas e das ilhas do Pacífico nos Estados Unidos e pretende reivindicar os padrões de beleza impostos às mulheres asiáticas.

Entre os portugueses que foram finalistas no D&DA encontram-se o trabalho para o Anfíbio, da Judas, mas na categoria de Ilustração, o The Endangered Typeface, da Bar Ogilvy, na categoria de Design Digital, o Folha de Sala, do 1/4 Studio, na categoria de Design Gráfico, o Casa do [Tijolo], da This is Pacifica, na categoria de Direção de Arte, e o Tempo, da Deadinbeirute, na categoria de Tipografia.

Os prémios D&AD foram criados em 1963 pela British Design & Art Direction, entretanto designada D&AD, organização britânica sem fins lucrativos sediada em Londres, e distinguem a criatividade comercial nas áreas do design, publicidade, artesanato e produção.

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Melhor profissional de relações públicas europeu é português

Fundador da área de deep learning da LLYC, Miguel Lucas, diretor sénior global de inovação da consultora de marketing e assuntos corporativos, foi distinguido nos PR Week Global Awards 2024, em Londres. É o primeiro engenheiro a vencer o prémio

Miguel Lucas, diretor sénior global de inovação da LLYC, conquistou o prémio Melhor Profissional de Relações Públicas na Europa nos PR Week Global Awards 2024, que decorreram em Londres. É a primeira vez que um engenheiro recebe esta distinção, atribuída apenas profissionais que trabalham fora do Reino Unido. Fundador da área de deep learning da consultora de marketing e assuntos corporativos, Miguel Lucas foi pioneiro em novos modelos para a análise de conversas sociais apoiados em métricas de participação.

“O seu percurso profissional é um exemplo de como os contributos dos engenheiros podem dar forma ao futuro da comunicação e do marketing, onde a inovação e as considerações éticas andam de mãos dadas para criar um ambiente digital mais inclusivo e impactante. A sua abordagem inovadora inclui o desenvolvimento de um modelo baseado em inteligência artificial (IA) para prever a polaridade reputacional, superando a precisão das principais ferramentas do mercado em mais de 20 pontos”, explica a LLYC em comunicado de imprensa.

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Guiar o olhar até a ideia, sem se perder nem distrair

Apesar da dificuldade em escolher, Pedro Magalhães gostaria de ter feito a campanha A British Original e a que mais gostou de fazer foi a última que fez na FCB, uma campanha de cartazes e redes sociais para o ginásio especializado em treino de eletroestimulação, Rapid Fit & Well

Qual é a campanha que gostaria de ter feito?

Quem trabalha há tanto tempo como eu em comunicação publicitária, como criativo, já gostaria de ter feito algumas campanhas e de ter tido algumas daquelas ideias, para aí uns milhares delas, talvez. Em 30 anos, tenho toneladas daquela inveja boa que nos deixa de rastos e que ao mesmo tempo nos põe a transpirar para irmos atrás de uma ideia tão boa como aquela.

Tenho guardadas nessa gaveta da inveja boa, ideias como o filme Laranja, para o Sindicato dos Jornalistas, que nos dizia para não fazermos férias na Indonésia numa altura em que este país ainda ocupava Timor. Quando vi este filme pela primeira vez, estava ainda a estudar no IADE e tive a noção muito clara que era aquilo que eu queria fazer para o resto da vida.

Tenho também guardado nessa gaveta o Tô Xim da Telecel, em que tive a incrível sorte de ver o script chegar à impressora da Young & Rubicam, enviado pelo Edson Athayde.

Lembro-me de o ler e de perceber muito facilmente que aquela não era uma ideia normal e que iria ter um impacto enorme. Tenho também vários filmes da Guinness, onde se destaca acima de todos o Surfer, que acho que é uma obra de arte.

Guardo também o Lithany do jornal Independent, o Ice Skating Priests da Stella Artois, o Odyssey da Levis, o Gorilla da Cadbury’s, muitos da Nike, muitos da incrível Dove, do Burger King ou da Ikea. Tenho gavetas cheias e não saí dos filmes.

Mas, tendo de destacar apenas uma, qual é a campanha que mais o impressionou?

A ideia que me impressionou mais nos últimos tempos é brutalmente simples e abanou-me exatamente por essa simplicidade e pelo insight tão verdadeiro e tão relevante, daqueles pensamentos a que nós respondemos “Claro!” ou “Pois ééééé!”.

A campanha que gostaria mesmo de ter feito é o último Grand Prix de Cannes na categoria Outdoor, a campanha A British Original, da British Airways, um trabalho da agência Uncommon Creative Studio, de Londres.

Quais são as razões dessa escolha?

O início de tudo, o insight, é delicioso. Todos nós viajamos por variadíssimas razões e aquele momento em que nos perguntam qual a razão da nossa viagem não pode ter apenas duas opções de resposta, trabalho ou lazer, não são definitivamente as respostas verdadeiras para todos nós. A ideia é exatamente essa terceira opção de resposta.

A partir daqui, está aberto um mundo inteiro de opções verdadeiras e cada vez mais divertidas. A agência explora ainda as caraterísticas da Inglaterra e dos ingleses com as suas idiossincrasias carregadas de potencial criativo e de humor.

O que é que lhe chamou mais a atenção? O texto, a imagem, o protagonista ou outro aspeto da campanha? Porquê?

O que me chama mais a atenção é sempre a ideia. Quanto mais simples for mais falará connosco e mais universal será. É o caso desta ideia, que parte desse insight muito simples e o salto criativo é também muito simples e fácil de compreender e de nos relacionarmos com ele.

No meio das mais de 500 execuções estão de certeza várias respostas que poderiam ser nossas e que nos fazem rir, que nos fazem recordar uma viagem, que nos emocionam, que nos lembram que aquela resposta deveria ser a razão da nossa próxima viagem.

A imagem dos anúncios, a direção de arte, é de uma simplicidade desarmante e faz exatamente aquilo que acredito que a direção de arte deve fazer sempre, guiar o nosso olhar até a ideia, sem se perder nem distrair pelo meio em detalhes desnecessários.

Esta campanha vive essencialmente no formato outdoor, mas viajou por mais meios, como a imprensa, o digital e as redes sociais. O protagonista desta campanha somos nós, que estamos a ler o anúncio e a identificarmo-nos com aquela terceira opção de resposta. Essa é a maior força desta ideia.

Esta campanha inspirou-o a nível criativo?

Esta campanha inspirou, inspira e continuará a inspirar-me porque é uma prova de que precisamos acima de tudo de bons insights, de boas ideias e de execuções que valorizem esta boa ideia. Quando tudo isto acontece, a probabilidade de produzirmos uma grande peça de comunicação é enorme. O problema é que, por variadíssimas razões, é muito raro termos estes três componentes no nosso trabalho.

Qual é a campanha que fez que mais o concretizou profissionalmente? Porquê?

É difícil destacar uma campanha. Os trabalhos que fui fazendo para a Vodafone, a Super Bock, o Intermarché, as Páginas Amarelas, o Lipton Ice Tea, a Água das Pedras, a Sumol, a PT, os Jogos Santa Casa e o Exército de Salvação, enchem-me de orgulho porque foram marcas e pessoas que trabalharam em conjunto comigo e com a agência e, quando temos a coragem e o talento de trabalharmos em parceria, estamos sempre muito mais perto de produzir trabalho de grande qualidade criativa e com grande eficácia.

Mas esforçando-me para destacar um trabalho, escolho o último que fiz já na FCB, uma campanha de cartazes e redes sociais para um ginásio especializado em treino de eletroestimulação, o Rapid Fit & Well.

Como é que chegou a esta ideia e avançou para a concretização?

Parti de um insight simples que é o facto do nosso corpo ser o reflexo dos nossos comportamentos, o nosso corpo praticamente diz-nos como nos sentimos. Com este ponto de partida, cheguei à ideia de um tronco humano se poder parecer deliciosamente com uma cara e se esse tronco estiver em má forma vai parecer uma cara com uma expressão infeliz.

Acabei por construir três barrigas infelizes e a precisar claramente de sorrir. Aqui, o humor é uma peça central da ideia. As ideias nunca são fáceis de chegar. Quem diz o contrário está a mentir. Até acredito na primeira ideia, mas, para ter a certeza de que essa primeira ideia é a melhor, tenho de passar por muitas outras para voltar à inicial e perceber que é mesmo a melhor solução para aquele problema da marca.

Todas as boas ideias devem chegar através de um processo que começa num bom briefing à agência que dará origem a um bom trabalho de pesquisa e de consequente estratégia, que dará origem a um bom e curto briefing, que naturalmente dará origem a várias ideias e no meio delas estará a pepita de ouro certa para responder àquele bom briefing que foi passado lá atrás.

Tudo isto é feito com o tempo suficiente e certo para tudo acontecer de uma forma apurada, cuidada e profissional. Ou então não.

O que é que faz quando não tem ideias?

Tenho a incrível sorte de ser pago para pensar e ter ideias. As ideias não vêm exatamente quando queremos, mas, se soubermos chamá-las, elas aparecem.

Ficha técnica
–––

Campanha: A British Original
Cliente: British Airways
Agência: Uncommon Creative Studio/Londres
(*a agência não atribui créditos individuais)
CGI, animação, pós-produção: Recom Farmhouse
Fotografia: Christopher Anderson
Produção e agência fotográfica: We Folk
Elenco: Kharmel Cochrane

 

Ficha técnica
–––

Campanha: Barrigas Infelizes
Cliente: Rapid Fit & Well
Agência: FCB Lisboa
Diretor criativo executivo: Edson Athayde
Diretor criativo: Pedro Magalhães
Redator: Edson Athayde
Diretor de arte: Pedro Magalhães
Ilustração: Nébula

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Lift Consulting cria, produz e realiza campanha da Unicre protagonizada por portugueses azarados (com vídeos)

A Unicre entregou à Lift Consulting a criação, produção e realização da campanha publicitária que pretende aumentar a notoriedade da solução de crédito Parcela Já com Unicre. O planeamento de meios é da Arena Media. A estratégia para as redes sociais está nas mãos da Adagietto

Clara, António e João são os três protagonistas dos filmes publicitários que integram a campanha multimeios que pretende aumentar a notoriedade do Parcela Já com Unicre, uma solução de crédito que está integrada no sistema nacional de terminais de pagamento automático (TPA). Com criatividade, produção e realização da agência Lift Consulting, os vídeos humorísticos retratam momentos azarados de três consumidores que se veem, de repente, a braços com dificuldades inesperadas, apesar de muito comuns.

A campanha publicitária, com planeamento e compra de meios da Arena Media, estratégia de redes sociais da Adagietto e estratégia de SEO desenvolvida pela Unik SEO, é amplificada, ao longo das próximas semanas, em rádio, centros comerciais, imprensa e meios digitais. “O desígnio foi chegar a um resultado em que as histórias apresentadas fossem cenários em que as pessoas se conseguissem identificar, para melhor compreenderem as mais-valias desta solução”, explica Luís Gama, diretor de marketing da Unicre.

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Dentsu Creative Portugal assina campanha do novo serviço da Meo (com vídeo)

Com planeamento de meios da OMD, a campanha que anuncia a chegada ao mercado da Meo Energia foi idealizada pela Dentsu Creative Portugal, produzida pela 78 Films e realizada por João Marques e Nuno Alberto, Flávio Sousa e António Mendes. O humorista Guilherme Geirinhas é o novo rosto da operadora

“É de sinergia que o teu mundo precisa” é o mote da campanha da Meo que anuncia o novo serviço da operadora, que agora entra no mercado energético. Para divulgar o novo posicionamento e a marca Meo Energia, a operadora encomendou à Dentsu Creative Portugal um filme publicitário que explora uma narrativa protagonizada pelos principais atores da natureza, os seus elementos, que interagem com atores da vida real que representam os humanos. O anúncio apresenta uma nova linha gráfica que funde e espelha a coexistência dos dois universos, o das telecomunicações e o da energia verde.

Com direção criativa executiva de Ivo Purvis, direção criativa de Gil Correia e Emanuel Serôdio, direção de arte de Miguel Santos e João Meskas, redação de João Moura, João Ribeiro e Diogo Stilwell, e design de Jose Barreiro, a campanha tem estratégia criativa de João Filipe Belo. Produzida pela 78 Films, foi realizada por João Marques e Nuno Alberto, Flávio Sousa e António Mendes. João Marques assina a direção de fotografia e Raquel Sousa a direção de produção. A locução é dos atores Kelly Bailey e Luís Gaspar. A sonoplastia é da responsabilidade de André de Almeida, da Guel.

A estreia em televisão acontece a 23 de maio, um dia antes do vídeo da campanha ser lançado nas redes sociais. “O filme será complementado por três filmes de oferta comercial, que materializam a comunicação dos vários benefícios cruzados para o cliente”, informa a Meo em comunicado de imprensa. “A comunicação parte de uma inspiração digital que contamina todos os restantes pontos de contacto da marca, num novo posicionamento que é acompanhado por um novo rosto e protagonista nativo-digital, o humorista Guilherme Geirinhas”, revela ainda o comunicado.

A campanha de divulgação da Meo Energia, com planeamento de meios da OMD, apresenta uma nova linguagem visual, criada com recurso a uma palete cromática que alia o azul, o verde, o lima, o branco e o cinza a novos códigos gráficos, modernos e disruptivos. Para além de descontos nos equipamentos da Meo e de reduções adicionais na fatura de energia, a adesão ao novo serviço garante a duplicação da velocidade da internet fixa, dos dados móveis e dos pontos atribuídos pela operadora de telecomunicações e serviços energéticos.  

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Só 38% dos marketers nacionais estão satisfeitos com a unificação de dados de clientes

O relatório Estado do Marketing produzido pela Salesforce revela que 52% dos marketers têm acesso a dados para executar uma campanha, mas 75% precisam de ajuda do departamento de TI para fazê-lo

Apenas 38% dos profissionais de marketing em Portugal estão totalmente satisfeitos com a capacidade de unificar fontes de dados de clientes, revela o relatório Estado do Marketing produzido pela Salesforce, empresa de gestão e experiência do cliente. Isto acontece porque, segundo o relatório, à medida que os cookies de terceiros vão desaparecendo e a inteligência artificial (IA) prolifera, as empresas e os profissionais de marketing têm cada vez mais dificuldades na unificação de fontes de dados para a criação de experiências na jornada dos clientes.

O relatório tem como base inquéritos a 97 marketers nacionais, o que representa 2% dos 4800 líderes de marketing em 29 países abrangidos no estudo. Segundo os resultados, 52% dos marketers têm acesso a dados para executar uma campanha, mas 75% precisam de ajuda do departamento de TI para fazê-lo. Isto leva os profissionais de marketing a procurarem análises unificadas, porque apesar de existirem fontes de dados, colocá-los a funcionar é um desafio, especialmente quando é necessária uma visão holística e de longo prazo dos dados.

O relatório salienta ainda que as empresas têm recorrido cada vez mais a estratégias como marketing baseado em contas e programas de fidelização, para uma melhor aquisição e retenção de clientes. No entanto, muitas das fontes de informação destes programas permanecem incongruentes, com 64% dos profissionais de marketing em Portugal a afirmarem que os dados de fidelização estão totalmente integrados em todos os pontos de contacto, mas apenas 36% afirmam que as funcionalidades do programa de fidelização estão acessíveis a todos os pontos de contacto.

Na vertente da IA, a nível nacional, o relatório indica que 72% dos marketers já estão a experimentar ou já implementaram totalmente a IA nos seus fluxos de trabalho. Os três casos de uso de IA mais populares entre os profissionais de marketing são a personalização da jornada do cliente em todos os canais, seguida da automatização das interações com o cliente e da obtenção de análises de desempenho.

A personalização é uma das áreas destacadas no relatório da Salesforce, que revela que a personalização total é uma área que se encontra em progresso, sendo que para dar resposta ao crescimento das expectativas dos clientes em relação à personalização, os marketers estão a ir além das segmentações amplas de público, como a localização ou a idade, para identificadores mais específicos, como preferências individuais ou interações anteriores.

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QSP SUMMIT 2024 com programa lançado. A temática central será ‘Rethinking Organizations’

O evento espera superar os três mil e quinhentos participantes na sua 17ª edição.
O QSP SUMMIT, um dos maiores eventos de gestão e marketing da Europa, está de volta de 2 a 4 de julho no Porto e Matosinhos.

Com o foco no desafio ‘Rethinking Organizations’, esta será uma oportunidade para explorar e discutir as transformações necessárias para as organizações prosperarem, não só no cenário atual do mercado, como no futuro. O evento representa uma ocasião única para profissionais e líderes, que ambicionam estar na linha da frente das práticas e tendências empresariais, adquirirem conhecimentos que lhes possibilitem alterar o mindset das suas organizações e criar valor a longo prazo.

O evento terá início com a Cerimónia de Abertura, dia 2 de julho, no Rivoli – Porto, com uma performance musical assegurada pelo Conservatório de Música do Porto, seguido de uma intervenção de Domitília dos Santos e um painel de debate com Ana Trigo Morais, Jorge de Melo, Zoe Graham e Pedro Sousa Carvalho – com uma reflexão aprofundada sobre a temática ‘Change Management’.

Nos dias 3 e 4 de julho, o evento prossegue na Exponor – Matosinhos, com a partilha de insights e visões sobre as organizações, por entre as diferentes sessões nos palcos do evento.

De entre os mais diversos tópicos que andarão em torno da temática principal – ‘Rethinking Organizations’ -, o palco principal contará com os maiores especialistas e gurus das próprias áreas:

Linda Hill, professora da Harvard Business School e etnógrafa americana com uma carreira distinta, especialista em desenvolvimento de liderança e inovação, que abordará como a agilidade, a inovação e a atual transformação digital impulsionam o crescimento das organizações e a necessidade de uma mentalidade de ecossistema.

Já o especialista em tendências Rohit Bhargava forcar-se-á em partilhar tendências e técnicas práticas de antecipação do futuro e como pensar de forma não-óbvia para se impulsionar um pensamento inovador.

Christina Stathopoulos, data expert, refletirá sobre a importância de as organizações adotarem uma abordagem orientada para os dados e centrada na IA para sobreviverem e prosperarem no atual mercado.

O Professor de Estratégia e Empreendedorismo da London Business School – Costas Markides, impulsionará o raciocínio estratégico por parte dos líderes e profissionais das mais diversas áreas, no seguimento da extrema necessidade de as organizações repensarem e reinventarem continuamente as próprias estratégias no atual mundo volátil e em rápida mudança (“VUCA”).

Ravin Jesuthasan, líder global na área de “Transformation Services” da Mercer, abordará a importância da agilidade nas organizações e como o paradigma tradicional de atribuir trabalho com base no talento está a dificultar esta mesma agilidade.

Expert em comunicação e storytelling, Kindra Hall seguirá um raciocínio mais voltado para a psicologia por trás do storytelling estratégico e o seu impacto na cultura organizacional das empresas.

Ainda, Scott Morrison, líder empresarial especialista em publicidade e no impacto criativo por detrás das empresas, irá refletir sobre a importância de desbloquear o potencial das organizações e de como uma mudança de mentalidade das lideranças pode gerar um verdadeiro “impacto” nas mesmas.

Em acréscimo ao line-up do palco principal, o evento contará com mais 27 sessões que abordarão outras perspetivas sobre o tema central ‘Rethinking Organizations’, através do conhecimento e know-how de mais de 90 líderes, especialistas e profissionais de diversos setores, proporcionando aos participantes uma visão amplificada e diversificada dos desafios e oportunidades enfrentados pelas organizações modernas.

A acrescer à vertente de conhecimento, o evento procura impulsionar a conexão entre as marcas aliadas a este evento e todo o networking e experiências únicas que advêm da Área de Exposição, contando com mais de 130 marcas key players nas respetivas indústrias de atuação.

O QSP SUMMIT 2024 apresenta também renovados momentos complementares ao evento, como a Sunset Party, a encerrar o dia 3 julho, em Matosinhos, e uma novidade que antecederá o evento principal: uma Business Strategy Masterclass, conduzida e certificada pelo Professor Costas Markides.

Para mais informações, pode consultar o website oficial do evento: www.qspsummit.pt.

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Cristina Ferreira destrona Cristiano Ronaldo

No total de referências espontâneas sobre as figuras públicas que os portugueses reconhecem, independentemente da posição em que os nomes foram citados, Cristina Ferreira obteve também o melhor registo, com um total de 34,8% de referências, no estudo da Marktest

Cristina Ferreira é a figura pública com mais notoriedade espontânea junto dos portugueses, destronando Cristiano Ronaldo que liderava o ranking em 2023 e que agora ocupa a segunda posição, de acordo com o estudo Figuras Públicas e Digital Influencers da Marktest. A apresentadora da TVI é a que tem maior notoriedade espontânea e cujo nome foi a primeira referência, com 14,4% das respostas.

O estudo, que conduziu 1202 entrevistas realizadas a portugueses residentes em Portugal Continental entre 26 de fevereiro e 8 de março de 2024, coloca Cristiano Ronaldo, na segunda posição do ranking de notoriedade espontânea, com 10,1% de primeiras referências, e em terceiro lugar a influenciadora Ana Garcia Martins (A Pipoca Mais Doce), com 4,4% das respostas.

Além destes nomes, a lista de pessoas mais referidas em primeiro lugar integra ainda personalidades como Madalena Abecasis, Manuel Luís Goucha, Ricardo Araújo Pereira, Helena Coelho, Nuno Markl, Rita Pereira, Wuant (Filipe Morgado Borges) e Catarina Furtado.

Na análise ao total de referências espontâneas feitas pelos inquiridos sobre as figuras públicas que reconhecem, independentemente da posição em que os nomes foram citados, Cristina Ferreira obteve também o melhor registo, com um total de 34,8% de referências.

Cristiano Ronaldo repetiu, neste critério, o segundo lugar entre as figuras públicas mais conhecidas, com 26,4% de indicações por parte dos entrevistados. Neste critério, o terceiro lugar do pódio é ocupado pelo também apresentador da TVI, Manuel Luís Goucha.

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Métricas e falta de estudos condicionam criatividade e aumentam invisibilidade das marcas

A valorização excessiva das métricas quantitativas está a afetar a criatividade, o que acaba por refletir-se na visibilidade dos anúncios publicitários. Com orçamentos mais reduzidos e menos estudos de mercado, as marcas focam-se nos resultados, desvalorizando as emoções dos consumidores

Os números não deixam margem para dúvidas. Milhares de marcas em todo o mundo estão a desperdiçar milhões em campanhas publicitárias que, por estarem mais preocupadas em atingir métricas quantitativas do que em serem criativas, passam despercebidas à maioria dos consumidores. “O mercado tem de fazer essa análise porque temos uma taxa de 80% a 90% de invisibilidade”, alerta, em declarações ao M&P, António Roquette, CEO da Uzina e presidente da Associação Portuguesa das Agências de Publicidade, Comunicação e Marketing (APAP), moderador da tertúlia que debateu O Custo da Invisibilidade, a 21 de maio, no 26º Festival CCP, que decorre até 24 de maio na Fábrica do Pão do Beato Innovation District, em Lisboa.

“A taxa de cliques média é de 0,57%”, sublinha Nicolas Grassi, estratega independente, um dos oradores convidados. Na apresentação que fez na iniciativa promovida pelo Clube da Criatividade de Portugal (CCP) em parceria com a APAP, o especialista divulgou estatísticas preocupantes para o setor, baseadas em dados públicas do setor. Além de 32,8% dos utilizadores de internet recorrerem a bloqueadores de publicidade para recusar anúncios, só 1,22% dos seguidores de Instagram é que interagem com publicidade na aplicação. No Facebook, não ultrapassam os 0,86% e no YouTube não vão além dos 0,64%. O TikTok lidera com 5,6%, segundo os dados compilados por Nicolas Grassi.

“Em 2023, na categoria de telecomunicações, só quatro anúncios é que registaram uma taxa de recordação de, pelo menos, 10%. Na categoria de hipermercados e supermercados, não houve nenhum”, afirma Nicolas Grassi, atribuindo parte da responsabilidade ao desinvestimento em publicidade criativa que se tem vindo a registar nos últimos anos. “Compensar a falta de criatividade custa 228 mil milhões de dólares [€210,4 mil milhões]”, assegura o especialista, que garante que 75% do sucesso de uma campanha depende da criatividade, podendo alavancar as vendas até 49%.

“15% é quanto os orçamentos de marketing vão ser reduzidos em 2024”, garante Nicolas Grassi. “O grande custo da invisibilidade é a perda da perceção do valor do marketing”, adverte o especialista que é um forte crítico das métricas que têm vindo a ser usadas para avaliar investimentos. “O ROI [retorno do investimento], o ROC [retorno do conteúdo] e o ROAS [retorno do investimento em publicidade] são métricas altamente questionáveis nos dias de hoje”, afiança.

Novas formas de avaliação em análise

Em vez de indicadores numéricos, começam-se a valorizar cada vez mais as métricas emocionais. Nos Estados Unidos, a Mediaprobe recorre a sensores fisiológicos para captar valores de excitação psicológicos para avaliar a recetividade aos anúncios televisivos em tempo real, incorporando o contexto e as características das audiência na interpretação. Além de valorizarem mais a publicidade criativa, os espetadores vão perdendo o interesse à medida que o número de anúncios vai aumentado nos intervalos. “Depois do décimo, os que se seguem tornam-se invisíveis”, assegura Pedro Almeida, CEO da Mediaprobe, outro dos oradores.

“A probabilidade de as pessoas se lembrarem de um anúncio depende do impacto emocional do mesmo e da exposição e repetição do mesmo. Por cada aumento de 10 inserções, essa possibilidade aumenta cerca de 5%”, revela Pedro Almeida. Numa altura em que as marcas reduzem o investimento publicitário, acertar no alvo torna-se imperativo, sob pena das insígnias virem a perder visibilidade. A falta de estudos de mercado acaba, no entanto, por dificultar as estratégias de marketing e o planeamento de meios.

“O investimento que era feito em estudos de recordação e memorização era muito maior há 15 anos. Tem havido um grande desinvestimento a este nível. Não temos dados que nos permitam evoluir”, critica Alberto Rui Pereira, CEO da IPG Mediabrands Portugal, e representante das agências de meios na tertúlia. “Gastamos apenas 1% do nosso orçamento de marketing em estudos. É muito pouco. É preciso gastar mais”, assume António Fuzeta da Ponte, diretor ibérico de marca e comunicação da Worten. O representante dos anunciantes é outro crítico das métricas quantitativas.

“Esses números são muitas vezes usados contra nós, apesar de serem números que não dominamos. Muitas vezes, borrifo-me no que dizem as métricas, mas eu não sou o melhor exemplo porque uso um método que, se calhar, deveria ser proibido. Eu baseio-me muito na minha intuição e gosto muito de andar na rua a tentar perceber as pessoas para saber como devo comunicar com elas”, revela António Fuzeta da Ponte. Graça Magalhães, diretora da VML, representante das agências publicitárias, também valoriza muito esta abordagem. “Somos máquinas de sentir que pensam e não o contrário”, sublinha a criativa.

“A emoção tem ganhos brutais no tempo que as marcas perduram na memória das pessoas. A psicologia e a neurociência estão-nos a mostrar isso. A emoção, independentemente do portefólio emocional que é explorado nos anúncios, tem um papel fundamental no combate à invisibilidade das marcas”, defende Graça Magalhães, outra das críticas da atual metodologia de avaliação. “Estamos a sofrer o impacto de décadas de decisões tomadas com base na racionalidade, com a grande preocupação de obter KPI [indicadores de performance]”, lamenta a responsável.

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