Destaque M&P Exclusivo

“A nossa margem para errar é muito menor do que a dos outros jornais”

O primeiro jornal online português dedicado à verificação de factos deverá ter na área da formação um importante pilar de financiamento. Fernando Esteves explica o modelo de negócio do Polígrafo […]

Rui Oliveira Marques
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“A nossa margem para errar é muito menor do que a dos outros jornais”

O primeiro jornal online português dedicado à verificação de factos deverá ter na área da formação um importante pilar de financiamento. Fernando Esteves explica o modelo de negócio do Polígrafo […]

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O primeiro jornal online português dedicado à verificação de factos deverá ter na área da formação um importante pilar de financiamento. Fernando Esteves explica o modelo de negócio do Polígrafo

O Polígrafo apresenta-se como o primeiro jornal digital dedicado à verificação de factos. À frente do projecto está Fernando Esteves, que prevê lançar o Polígrafo Educação para promover workshops de literacia mediática financiados por instituições privadas e pelos gigantes tecnológicos. O branding é assinado pela BUS Consulting, enquanto a gestão da publicidade está a cargo do Sapo. O Polígrafo tem como accionistas Fernando Esteves, a produtora audiovisual B. Creative Media e o Emerald Group.

Meios & Publicidade (M&P): Quando é que começou a nascer a ideia do Polígrafo?
Fernando Esteves (FE): Fui editor de Política da Sábado durante 12 anos e nos últimos três editei também a secção de Internacional. Quando acompanhei as eleições americanas entre Donald Trump e Hilllary Clinton fiquei fascinado com a explosão de um fenómeno que para mim era novo, embora não o fosse nos Estados Unidos, que é o do jornalismo de fact checking. Nos Estados Unidos existem dois grandes jornais de fact ckecking: o PolitiFact e o Factcheck.org. Nessa altura identificaram centenas de mentiras, de manipulações e de inverdades no discurso de Trump, mas também de Hillary Clinton. Pensei que isto era o Santo Graal do jornalismo. O PolitiFact ganhou o prémio Pulitzer há uns anos. Comecei a estudar a escola, a envolver-me e a enviar uns e-mails para pessoas que participam no movimento internacional. Até que em Maio de 2017 decidi que não havia condições para fazer as duas coisas: desenvolver o projecto e continuar com a actividade na Sábado.

M&P: Não tentou desenvolver o projecto dentro da Cofina?
FE: Não. Na Cofina tinha outro projecto digital mas que acabou por não avançar, mas não tinha nada a ver com fact checking. Esse foi um dos argumentos para sair. Tinha também um livro para escrever, acabei o livro e a partir de Novembro do ano passado decidi começar a montá-lo. Eu tinha já contactos internacionais e foi mais fácil. A partir do momento em que os protagonistas do espaço público sabem que têm um órgão de comunicação social cujo único objectivo é verificar se aquilo que eles dizem é verdadeiro ou se contradiz o que prometeram em campanha eleitoral, vão ter de nivelar o discurso por cima. No limite isso dá origem a uma higienização do espaço público. Comentadores como Marques Mendes, Santana Lopes, Francisco Louçã e tantos outros vão perceber que vão ter de ser mais exigentes nos números que apresentam e nas ideias que defendem porque sabem que do outro lado da televisão está um órgão de comunicação social a avaliar o que eles dizem. Não digo avaliar numa perspectiva policial.

M&P: Apesar de o nome do projecto ser Polígrafo.
FE: Escolhi o nome porque era marcante e ficava no ouvido. Nada temos de polícia. Não somos inimigos dos políticos nem dos protagonistas que se movimentam na blogosfera, no Facebook, no Twitter, nas televisões, rádios e imprensa. Somos amigos dos leitores. É assim que gosto que o projecto seja definido. Um dos problemas das sociedades contemporâneas é a queda da qualidade da informação. Hoje 60 por cento da informação que consumimos vem das redes sociais. Trata-se de informação que não é triada jornalisticamente. No entanto, a esmagadora maioria das pessoas não tem essa noção e acredita na informação que circula. Por outro lado, a imprensa tradicional tem a obrigação de fazer a triagem dessas informações. O problema é que as redacções se têm esvaziado de qualidade e experiência. Ainda existem muitos e bons jornalistas mas por imperativos de carácter económico, foram feitas reduções nos maiores órgãos de comunicação social. Isso repercute-se na qualidade do trabalho e na capacidade que os jornais têm para verificar os factos. A própria imprensa tradicional acaba por beber da desinformação que circula.

M&P: Em Portugal essa desinformação já é uma realidade tal como o que se vive nos Estados Unidos ou no Brasil?
FE: Não com tanta força. Ainda não ao ponto de eleger um presidente ou um primeiro-ministro mas vamos chegar lá. A este fenómeno da desinformação temos de acrescentar outro que é a ruptura do contrato entre os políticos e eleitores. É importante vigiarmos se os políticos foram ou não consequentes e coerentes na sua acção prática com o que prometeram em campanha eleitoral. O que tem acontecido em Portugal, no Brasil, nos Estados Unidos, etc., é que as pessoas prometem uma coisa em campanha e depois fazem outra. Isto tem minado a confiança entre eleitos e eleitores.

M&P: Nos primeiros dias do Polígrafo tem-se visto o fact checking aplicado a frases proferidas em debates ou intervenções na televisão. Em breve vão recuperar frases ou promessas por políticos em campanha eleitoral?
FE: Para o ano vamos ter duas eleições. Anos de eleições são sempre anos fantásticos para o jornalismo de fact checking. Portugal e a Europa vão ser postos à prova perante estes fenómenos da desinformação. Neste momento a União Europeia criou um grupo de trabalho com fact checkers de vários países no sentido de estabelecer uma estratégia de combate à desinformação que seguramente circulará nessa altura. Já se provou que os grandes promotores da desinformação vêm dos extremos do espectro político, que são avessos ao ideal europeu, mas que são mais organizados do que o mainstream, o centro político. A UE e os grandes distribuidores de informação como o Google e Facebook estão bastante preocupados com o que pode acontecer. Se se organizar os movimentos populistas extremistas com a força com que se têm organizado em países como Brasil e Estados Unidos, o ideal europeu, tal como conhecemos, pode estar comprometido. É o momento certo para lançar o Polígrafo porque permite que este tipo de projectos expludam. Na noite do último debate entre Hillary Clinton e Donald Trump o PolitiFact teve 100 milhões de pageviews.

M&P: O Polígrafo tem também margem para errar e para fazer avaliações que não são correctas? No Twitter a Catarina Martins queixava-se que a frase dela que citavam num fact check do Polígrafo não estaria completa.
FE: A Catarina Martins pode dizer o que quiser, naquele caso não tem razão. A citação está correcta. A Catarina Martins e os outros lideres partidários e protagonistas que tenham impacto junto do seus públicos vão ter de se habituar que agora há um órgão de comunicação social que está sempre a avaliar o seu discurso. As pessoas não estão habituadas a ser colocadas em causa. Isso comporta um risco grande para o Polígrafo, a nossa margem para errar é muito menor do que a dos outros jornais.

M&P: A avaliar pelos exemplos internacionais, um projecto com estas características devia ser financiado por fundações. Que reacções teve quando apresentou o Polígrafo a fundações?
FE: Disseram todas que o projecto era fantástico e fundamental para o aprofundamento da democracia. Disseram que eu era um visionário [risos] mas depois por vários motivos, o maior deles foi a incapacidade financeira, não avançaram. Hoje em dia existem duas ou três fundações com capacidade financeira que acabaram por não se envolver no projecto do ponto de vista material mas que estão envolvidas noutras variantes, como protocolos de colaboração, troca de inteligência, espaços para fazermos debates. Temos em vista protocolos para fazermos cursos de literacia mediática nas escolas do ensino básico e secundário.

M&P: Esse é um dos aspectos inovadores do projecto. Quanto esperam ganhar ou que percentagem de receitas poderá representar esta parte de formação?
FE: Não sei quanto poderá representar. Falei com colegas de outros países que encontrei há dois meses em Roma num congresso mundial de fact checkers e posso dizer que o maior site de fact checking no Brasil, que é a Agência Lupa, já tem 60 por cento das suas receitas dependentes do projecto de educação. Na Argentina existe o site Chequeado em que boa parte da facturação vem deste tipo de iniciativas.

M&P: Querem concorrer a programas europeus e aos financiamentos do Google e Facebook nesta área?
FE: Sim. O Google tem um grande projecto de literacia mediática, gostava que fossem meus parceiros. A União Europeia tem linhas de crédito abertas para patrocinar projectos de literacia mediática. Há aqui uma premissa fundamental para fazer acordos com estas organizações. Temos de ser acreditados pela International Fact Checking Network, que é uma organização que funciona na orla do Poynter Institute e que é uma espécie de agregador mundial dos sites de fact checking. São neste momento 140 no mundo. Eles têm um código de princípios muito restritos sobre o que se deve fazer nos sites, desde política de erros, a recusa de fontes anónimas, identificação das pessoas que trabalham no site. Nós subscrevemos integralmente esses princípios mas eles só acreditam o projecto três meses depois de estar no ar. No caso de ser aprovado, tornamo-nos elegíveis para concorrer a estes fundos, porque quer o Google, o Facebook e a UE só trabalham com sites que estejam acreditados pela International Fact Checking Network.

M&P: Se as coisas correrem pelo previsto, metade ou mais de metade das receitas virão dessa área?
FE: Não sei mas gostava muito que não estivéssemos dependentes da publicidade display, que não funciona enquanto negócio. O meu acordo com o Sapo, que está tratar da parte comercial, será inverter um pouco o paradigma de vender publicidade. Tenho a noção de que nunca vamos ser um blockbuster em termos de pageviews. Nenhum site de fact checking o é. Tenho noção de que não vou ter os 40 milhões de pageviews do Observador ou os 140 milhões mensais do Sapo. A minha escala é mais reduzida. Vou colocar cinco conteúdos por dia, não vou colocar 200.

M&P: Apesar de serem conteúdos com grande potencial viral.
FE: É verdade. O que transmiti ao Sapo é que tem de vender uma ideia de conceito de jornalismo e de intervenção na sociedade. Têm de fazer uma venda qualitativa. Têm de vender a relação que o site estabelece com os leitores. Neste momento o site está com uma média de sete minutos de permanência por leitor, o que é muito bom. O New York Times, o Washington Post, o Financial Times ou Wall Street Journal estão a evoluir para um processo de venda com base na relação. O NYT contratou uma equipa de 25 pessoas para estudar formas de aumentar o tempo de permanência na página. O que eles querem vender é a relação com o leitor.

M&P: No fim dos artigos do Polígrafo convidam os leitores a doar ou fazer um contributo para o projecto.
FE: Praticamente todos os sites de fact checking têm apelo ao donativo para solidificar o conceito de intervenção da sociedade e a promoção de um jornalismo activo e vigilante das instituições, que assim contribui para o aprofundamento da democracia.

M&P: Na Web Summit o CEO do The Guardian disse que as doações dos leitores representavam 12 por cento das receitas. Em Portugal existe essa possibilidade de chegar a estes valores?
FE: Há pessoas que querem contribuir, mas não acredito que em Portugal – espero estar enganado – isso possa funcionar como uma fonte de receitas privilegiada para o projecto.

M&P: Como chegou aos dois sócios do Polígrafo?
FE: Precisava de um parceiro que me desse a componente audiovisual com muita qualidade. Já conhecia os membros da B. Creative Media, sei que são muito bons e conhecia muito bem o trabalho deles. O João Paulo Vieira foi editor de economia da Visão durante muito tempo, o Ricardo Fonseca foi o autor do projecto de iPad da Visão que na altura foi considerado o melhor do mundo. Pelo caminho houve várias possibilidade de entrarem outros investidores. Aconteceram coisas óptimas e outras que não foram tão agradáveis. Houve financiadores com quem não me entendi porque tínhamos problemas de conceito, apesar de estarem muito interessados no projecto. Outros por questões de timing porque eu queria avançar mais rapidamente. Cheguei ao Sapo, que foi fulcral para que o projecto avançasse. Fizemos uma parceria que não é só comercial, mas tecnológica e de distribuição de conteúdos. Depois tenho outro investidor o Emerald Group, que é um grupo de origem angolana com sede no Dubai, que trabalha na consultoria financeira, com interesses no imobiliário e no petróleo. Tudo aconteceu num jantar de amigos em que eu fiquei à frente do chairman do grupo. Não nos conhecíamos e falámos sobre o que cada um estava a fazer. Falei sobre o que estava a fazer e o chairman do Emerald Group interessou-se muito. Eles não têm nada ligado à comunicação social.

M&P: É um projecto de filantropia por parte do Emerald Group?
FE: Quase. A participação que têm aqui não serve para pagar o dinheiro que o chairman gastará em viagens intercontinentais durante duas semanas. É uma questão de convicção de que é importante trazer verdade para o espaço público. Em Portugal fazemos bom jornalismo e os profissionais fazem verdadeiros milagres nas redacções. Muitos são obrigados a fazer 20 notícias por dia. É impossível fazer 20 notícias por dia com qualidade. Este não é um projecto anti-redacções ou para salvar o jornalismo. É um projecto com uma escola de jornalismo diferente, com técnicas diferentes, com mais tempo para trabalhar.

M&P: Tentou lançar o Polígrafo dentro de um grande grupo de comunicação?
FE: Não quis entrar em grupos de comunicação social porque este é um projecto meu, uma ideia de autor. Achava que me realizava mais se a liderasse sem ter de responder a mais ninguém, a não ser a mim e aos meus leitores. Não precisava de um grande grupo para me financiar. Claro que isto precisa de dinheiro, mas não precisa de milhões. Estar sozinho dá-me conforto e independência. É assim que acontece em praticamente todo o mundo, os projectos deste tipo não estão inseridos em grandes grupos editoriais. Vários não têm fins lucrativos e integram ONGs.

M&P: Mas no futuro pode ser agregado a um grande grupo?
FE: Não posso dizer que não, mas neste momento faz mais sentido fazermos o nosso caminho sozinhos.

M&P: Quando apresentou o Polígrafo disse que representava um investimento na ordem de “centenas de milhares de euros”. Por que não especifica o valor?
FE: Prefiro não falar muito de números. É um investimento na ordem das centenas de milhares de euros por ano. Não é nada de especial para um projecto deste tipo. Estamos a falar de pouco dinheiro tendo em conta que se trata de um projecto ambicioso, mas extremamente racional. Somos uma startup, mas queremos estar aqui muito tempo. Temos de gerir o dinheiro com racionalidade porque sabemos que ele é finito. Adoptamos a política de small steps. Os lucros que chegarem serão integralmente investidos no desenvolvimento de novas tecnologias, no desenvolvimento de parcerias para a construção de mecanismos e de ferramentas de inteligência artificial.

M&P: Quando é que o projecto estará financeiramente equilibrado?
FE: Gostava muito que isso acontecesse no final do primeiro ano. Muitas vezes as pessoas põe o dedo no ar e vêem de onde o vento está a soprar e fazem estimativas. Não posso garantir que dentro de três ou seis meses o projecto esteja a dar dinheiro. Acredito que há condições para que dentro de um ano possamos estar tranquilos financeiramente e estar já a reinvestir os valores, que entretanto arrecadamos, no desenvolvimento do projecto, contratação de melhores recursos humanos e no desenvolvimento de ferramentas de inteligência artificial.

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Coacionista da Nova Expressão ganha conta de meios da Spectrum por €728 milhões

A Horizon Media, agência da rede internacional de agências de media independentes Local Planet, conquistou a conta do operador de telecomunicações Spectrum, por um valor anual de 800 milhões de dólares

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A Horizon Media, coacionista da Nova Expressão, conquista a conta de meios do operador de telecomunicações norte-americano Spectrum, pelo valor anual de 800 milhões de dólares (€728 milhões).

A Spectrum é o operador de telecomunicações e de televisão por subscrição com maior crescimento dos Estados Unidos. A sua rede opera em 41 estados, conta com cerca de 31,5 milhões de clientes e alcançou uma faturação de 55 mil milhões de dólares (€50 mil milhões) em 2024.

“A expetativa da Nova Expressão, bem como de toda a rede de agências da Local Planet com esta notícia, é enorme, tendo em conta o desafio que representa esta conquista e a consequente transferência de tecnologia de que todos irão beneficiar”, sublinha a agência de meios portuguesa em comunicado de imprensa.

A Horizon Media, que integra a rede internacional de agências de media independentes Local Planet, é proprietária da plataforma de dados Blu, capaz de gerar e de otimizar campanhas de meios altamente personalizadas com base em informações do consumidor obtidas em tempo real. A ferramenta está a ser integrada noutras agências da Local Planet, incluindo a Nova Expressão.

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Hugo Veiga no júri de Titanium do Cannes Lions

O criativo, que conta com cerca de 60 Leões do Festival Internacional de Criatividade de Cannes, vai avaliar projetos que se destaquem pela natureza revolucionária

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Hugo Veiga, cofundador e diretor criativo executivo global da AKQA, integra o júri dos Titanium Lions do Festival Internacional de Criatividade Cannes Lions. O profissional, que regressa a Portugal em fevereiro para liderar a criatividade global da agência do grupo WPP, avalia projetos que se destacam pela sua natureza revolucionária.

“Os Titanium Lions celebram a criatividade revolucionária. O trabalho deve abrir novos caminhos na comunicação de marcas, com um caráter provocador, inovador e inspirador, que marque uma nova direção para a indústria e a faça progredir”, refere a organização do Cannes Lions na página oficial do festival, que terá lugar entre 16 e 20 de junho de 2025.

No currículo, Hugo Veiga conta com cerca de 60 Leões do Festival Internacional de Criatividade de Cannes, entre os quais se destacam 25 Ouros e quatro Grandes Prémios, com as campanhas ‘Dove Real Beauty Sketches’, ‘Nike Air Max Graffiti Stores’, ‘Bluesman’ e ‘Nike Never Done Evolving feat. Serena’. O criativo, natural do Porto, é distinguido como o melhor redator do ano no Cannes Lions 2013.

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A empresa de Mark Zuckerberg (na foto) defende que as aquisições têm sido benéficas para os consumidores, e que o processo é fundamentado numa visão restrita do setor das redes sociais

Mark Zuckerberg, fundador e CEO da Meta Platforms, está a pressionar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que este promova um acordo que impeça o arranque do julgamento na Comissão Federal de Comércio (FTC) dos Estados Unidos, previsto para 14 de abril, e no qual a Meta será julgada por abuso de posição dominante no mercado das redes sociais pessoais, noticia o The Wall Street Journal.

“Reunimo-nos regularmente com os decisores políticos para discutir questões que afetam a competitividade, a segurança nacional e o crescimento económico do país”, esclarece um porta-voz da Meta à Reuters.

A FTC tem estado na linha da frente de uma intervenção contra as grandes empresas de tecnologia que começa durante o primeiro mandato de Donald Trump e continua durante a presidência de Joe Biden. Os deputados democratas dos Estados Unidos têm questionado o compromisso do atual presidente em dar continuidade aos processos.

O presidente da FTC, Andrew Ferguson, declara que pretende prosseguir com os processos da comissão contra a Meta. A FTC processa a empresa liderada por Mark Zuckerberg em 2020, durante o primeiro mandato de Donald Trump, com o argumento de que a empresa terá atuado ilegalmente para manter um monopólio sobre as redes sociais.

“A Meta, então conhecida por Facebook, pagou mais pelo Instagram em 2012 e pelo WhatsApp em 2014 para eliminar ameaças emergentes em vez de competir por conta própria no ecossistema dos dispositivos móveis”, sustenta um porta-voz da FTC, citado no The Wall Street Journal.

A empresa sediada na Califórnia defende que as aquisições têm sido benéficas para a concorrência e para os consumidores e que o processo da FTC é fundamentado numa visão restrita do setor das redes sociais, não contemplando a concorrência proveniente do TikTok da ByteDance, do YouTube da Google, do X de Elon Musk e do LinkedIn da Microsoft.

Os reguladores da concorrência da FTC e do Departamento de Justiça dos Estados Unidos têm a decorrer cinco ações judiciais contra as grandes empresas tecnológicas. A Amazon e a Apple estão a ser processadas e a Google, da Alphabet, enfrenta dois processos, incluindo um em que o juiz concluiu que a empresa terá impedido ilegalmente a concorrência no setor dos motores de busca.

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Francisca Ponce da Silva e Sousa reforça realizadores da Hand

“Com entusiasmo, abracei esta nova parceria, acreditando que me permitirá dar asas à imaginação e contribuir de forma criativa para a indústria do meu país”, refere a realizadora (na foto) que aposta no mercado publicitário

Francisca Ponce da Silva e Sousa reforça a equipa de realizadores da Hand, agência criativa e produtora audiovisual. Licenciada em arte e multimédia pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, inicia a carreira como operadora de câmara e editora em projetos independentes, evoluindo depois para a realização e edição de videoclipes para plataformas de música e bandas independentes.

“A Hand tem sido uma grande impulsionadora do meu trabalho, confiando na minha visão e identidade enquanto realizadora. Tem sido uma verdadeira ‘mão’ no mercado publicitário. Com entusiasmo, abracei esta nova parceria, acreditando que me permitirá dar asas à imaginação e contribuir de forma criativa para a indústria do meu país”, explica a nova realizadora da Hand.

Francisca Ponce da Silva e Sousa ganha visibilidade na realização de curtas-metragens experimentais e filmes de moda, trabalhando também como assistente de realização com cineastas nacionais e internacionais. Recentemente, aposta na realização comercial, primeiro em Portugal e depois no México, onde continua a explorar novas formas de contar histórias.

“Pela sua energia, pelo seu lado artístico, esteta e sensorial, pelas formas de texturas disruptivas que utiliza, pelos experimentalismos que faz e pelo modo como encara a sonorização, a Francisca Ponce da Silva e Sousa é a ‘mão’ certa para complementar a nossa oferta de realizadores”, afirma ao M&P Gonçalo Morais Leitão, fundador da Hand.

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WPP investe em gestão de dados e IA com aquisição da InfoSum

O WPP sublinha que a aquisição da InfoSum faz parte de um plano contínuo para deixar de se basear em gráficos de identificação, que ligam o email, o telefone, os cookies e outras fontes de dados para criar perfis de clientes de que as marcas podem tirar partido

O WPP adquire a InfoSum, empresa britânica de tecnologia e gestão de dados, para complementar o portefólio de ativos focados em dados, que pretende combinar com inteligência artificial (IA) para ajudar os clientes a alcançar os consumidores com maior eficácia.
A empresa, que conta com 65 colaboradores, foi avaliada em cerca de 300 milhões de dólares (€269,9 milhões) em 2021 e passa a estar sob a alçada do GroupM.

Nos termos do acordo, cujo valor não é adiantado, a InfoSum mantém a denominação e a estrutura atuais, e continuará a trabalhar com outras ‘holdings’. Brian Lesser, CEO do GroupM, salienta que a aquisição permite ao WPP disponibilizar uma solução de dados completa aos clientes, integrada no grupo.

“A integração direta da rede global de dados da InfoSum permite aos nossos clientes criar ainda mais valor a partir dos seus dados primários e permite-nos treinar os modelos de IA dos clientes com base na maior quantidade de dados e locais, a uma escala e velocidade sem precedentes”, esclarece Brian Lesser, em comunicado de imprensa.

Esta aquisição é a mais recente de uma corrida aos dados entre as principais ‘holdings’ de publicidade. Em março, o Publicis Groupe adquire a Lotame, plataforma norte-americana de gestão de dados, numa aposta que Arthur Sadoun, CEO do Publicis Groupe, considera fundamental para reforçar a capacidade da empresa de identificar e atingir os consumidores a nível mundial.

O WPP sublinha que a aquisição da InfoSum faz parte de um plano contínuo para deixar de se basear em gráficos de identificação, que ligam o ’email’, o telefone, os ‘cookies’ e outras fontes de dados para criar perfis de clientes de que as marcas podem tirar partido. Mark Read, CEO do WPP, revela que o grupo está a adotar um modelo de aprendizagem mais integrado, que se concentra em manter os dados dos consumidores anónimos e num único local, sem deixar de fornecer ‘insights’ sobre os consumidores.

Além das capacidades de proteção da privacidade, a InfoSum também tem acesso a dados provenientes de grandes plataformas de consumo, como o Channel 4, a DirecTV, a ITV, a Netflix, a News Corp e a Samsung Ads, de grandes retalhistas e de 5 mil milhões de pontos de contacto, através de parceiros como a Circana, a Experian, a Dynata, a NCSolutions e a TransUnion. Estes dados vão ser combinados com a atual base de dados do WPP para potenciar o WPP Open, a solução de IA integrada do grupo.

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Nuno Tiago Pinto é o novo diretor do Sol e do i

“A nomeação de Nuno Tiago Pinto (na foto) tem como objetivo reforçar a produção de conteúdos de qualidade e multiplataforma, contribuindo para enfrentar os desafios do jornalismo atual”, esclarece o grupo Newsplex

Nuno Tiago Pinto é o novo diretor do Sol e do i, substituindo Vítor Rainho, que ocupou o cargo de diretor interino das duas publicações nos últimos meses e que se mantém no sol como jornalista. Nuno Tiago Pinto, que foi diretor da revista Sábado entre setembro de 2022 e janeiro de 2025, inicia funções a 2 de abril.

“A nomeação de Nuno Tiago Pinto tem como objetivo reforçar a produção de conteúdos de qualidade e multiplataforma, contribuindo para enfrentar os desafios do jornalismo atual. Com uma trajetória notável na revista Sábado, onde foi responsável pela estratégia editorial, o novo diretor assume o compromisso de levar o Sol e o i a uma nova fase de crescimento, respeitando sempre os princípios da independência, rigor e imparcialidade”, informa o grupo Newsplex, dono dos dois títulos em comunicado de imprensa.

Com formação em jornalismo e em relações internacionais, Nuno Tiago Pinto iniciou a carreira como jornalista na SIC Notícias, em 2002, transitando depois para O Independente, chegando a editor em 2005. Na Sábado, onde entra em dezembro de 2005, foi jornalista, editor, editor executivo e chefe de redação, antes de ser promovido a diretor.

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Roblox associa-se à Google para tornar anúncios mais imersivos

A parceria com a Roblox (na foto) tem como objetivo tornar a publicidade mais atrativa para a geração Z e acontece numa altura em que a Google aumenta a oferta geral de anúncios imersivos

A Roblox acaba de se associar à Google para tornar mais imersivos os anúncios exibidos na plataforma de videojogos. Além de querer aumentar a oferta, a intenção é tornar a publicidade mais atrativa para a geração Z. A aliança permite expandir as soluções que as duas empresas disponibilizam aos anunciantes.

As funcionalidades para os anúncios em vídeo ficam disponíveis no ‘marketplace’ publicitário IAB PlayFronts, para que marcas e agências de meios as possam adquirir programaticamente através das soluções de publicidade do Google e de compra direta, ao longo das próximas semanas.

Até ao outono, a Roblox, que há seis meses também estabeleceu um acordo com o WPP para se aproximar da geração Z, pretende adicionar mais formatos imersivos à oferta da ferramenta Google Ad Manager, incluindo para múpis e suportes exteriores digitais, tendo também estabelecido parcerias estratégicas com empresas como a Cint, a DoubleVerify, a IAS, a Kantar e a Nielsen, para reforçar a oferta programática.

O acordo com a Google acontece numa altura em que a empresa tecnológica aumenta a oferta de anúncios imersivos, estendendo-a à empresa AdMob, filial da Google que gere a publicidade móvel em sistemas operativos como o Android, o iOS, o webOS, o Flash Lite e o Windows Phone. A plataforma de promoção publicitária integrada Google Ad Manager também reforça a oferta, aumentando a capacidade de produzir anúncios em vídeo imersivos 2D e 3D.

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Ikea lança plataforma de venda de usados e reposiciona marca

Em dois dias, 9,1 mil consumidores acedem ao novo ‘marketplace’ (na foto). Além da nova campanha, a Ikea tem uma nova assinatura, sugerida a partir de um inquérito junto dos clientes

A Ikea está a lançar em Portugal a Ikea Preowned, plataforma digital de compra e venda de artigos da marca em segunda mão, que nos primeiros dois dias atraiu 9,1 mil consumidores e disponibilizou 167 produtos. Além de promover a economia circular, a iniciativa reforça a qualidade e a durabilidade dos produtos, materializando o conceito da nova campanha omnicanal.

Depois de projetos-piloto desenvolvidos em Espanha e na Noruega, a Ikea investe num novo ‘marketplace’, procurando rentabilizar a procura que os produtos que comercializa têm nas plataformas de comércio eletrónico, que revendem produtos em segunda mão. De acordo com um estudo da Statista, 52% dos consumidores estão dispostos a adquirir produtos usados para poupar e para reduzir o consumismo.

“Os números em Portugal são claros, mais de 10% do mobiliário vendido e comprado em segunda mão em Portugal já é da Ikea. Com o novo serviço, estamos a proporcionar aos nossos clientes uma plataforma ágil, intuitiva e segura, que permite não só aceder aos nossos produtos a um preço ainda mais acessível, como prolongar o seu ciclo de vida”, explica Maria João Franco, coordenadora de portefólio digital e de implementação da Ikea Portugal, citada no documento.

O lançamento do Ikea Preowned acontece numa altura em que a marca se reposiciona, centrando a comunicação na qualidade e na durabilidade dos produtos, através de uma nova campanha. Concebida pela Uzina e produzida pela 78 Films, com um planeamento de 360 graus, está a ser divulgada em televisão, digital, exterior e rádio, apresentando ‘A vida acontece em casa’, a nova assinatura da marca, definida a partir de um inquérito a 4.500 clientes.

“Recebemos testemunhos divertidos, emocionantes, muitos deles brincando com o facto de alguns produtos terem durado mais do que muitas relações que as próprias pessoas tiveram. E achámos que o nosso posicionamento e a nossa assinatura deveriam refletir isso mesmo. Como a vida acontece em casa, queremos reforçar que estamos com as pessoas em todas as fases da vida”, revela Mónica Sousa, diretora de marketing da Ikea em Portugal.

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Misa Rodriguez é a nova aposta da Skechers

Misa Rodriguez (na foto), guarda-redes do Real Madrid CF e internacional sénior da seleção espanhola é a nova embaixadora da marca desportiva, dando a conhecer as propostas da Skechers Football

Misa Rodriguez, guarda-redes do Real Madrid CF e internacional sénior da seleção espanhola, é a nova aposta da Skechers para dar a conhecer as novas propostas da Skechers Football. A desportista, que é também a nova embaixadora da marca de calçado desportivo, já joga oficialmente com chuteiras da Skechers.

“Estamos muito orgulhosos de ter uma jogadora como a Misa Rodriguez na família Skechers Football, que entre muitas caraterísticas se destaca pela confiança, liderança, força e precisão. Continuamos a reforçar a nossa posição no mundo do desporto com um produto de qualidade excecional que já é reconhecido por oferecer uma tecnicidade e conforto que realmente permite um melhor e maior desempenho em campo”, afirma Txerra Díaz, gestor da Skechers Iberia, citado em comunicado de imprensa.

Misa Rodríguez, que tem 364 mil seguidores no Instagram e 685,9 mil no TikTok, reforça o leque de jogadores espanhóis que já fazem parte da equipa Skechers Football, como é o caso de Isco Alarcón (Real Betis Balompié), Iker Losada (RC Celta de Vigo), Antonio Sánchez (Real CD Mallorca) e Pere Milla (RCD Espanyol).

“Estou feliz por ser a primeira futebolista espanhola a representar esta marca que está a crescer e que será, sem dúvida, uma das melhores do mundo do futebol em pouco tempo, devido ao conforto e à qualidade das chuteiras e do calçado da marca em geral”, salienta a futebolista, citada no documento.

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O Lado B da edição 977 do M&P

No Lado B, última página do jornal, a rubrica Fatal, Banal, Genial destaca os resultados da campanha digital da marca de beleza Etat Pur, que junta Lia e Andreia, ex-concorrentes do ‘Secret Story’, para recriarem a discussão que tiveram há oito anos

Fatal, Banal, Genial

Retomar uma discussão polémica pode correr bem

A mais recente campanha digital da Etat Pur junta Lia e Andreia, ex-concorrentes do ‘Secret Story’, da TVI, para recriar nas redes sociais uma das discussões mais marcantes entre participantes em ‘reality shows’ em Portugal. Aproveitando as expressões popularizadas na discussão que acontece há oito anos, como “(es)tiveste lá?”, ‘ah pois, kebabs’ e ‘mentirosa és tu’, os vídeos da marca francesa de beleza viralizam em poucos dias.

À hora de fecho desta edição, a campanha conta com cerca de um milhão de visualizações e perto de 50 mil gostos, de acordo com os dados fornecidos pela Etat Pur, que garante ter somado mais de mil novos seguidores, em cinco dias. A TVI e as revistas Nova Gente e TV 7 Dias são alguns dos meios de comunicação que partilham os vídeos da campanha, que nas redes sociais é apelidada de “marketing de milhões” e “campanha genial”.

Ao reunir as duas ex-concorrentes, a campanha criada e executada pela equipa de marketing da Etat Pur, pretende explorar a rotina de beleza da marca, promovendo um dos produtos mais vendidos: o Ácido Hialurónico Ativo Puro.

38%

É a percentagem de executivos que confiariam na inteligência artificial (IA) para tomar decisões de negócio em seu nome, com 44% disponíveis para reverter uma decisão que já tivessem tomado, com base em pontos de vista da IA.

O estudo ‘AI Has a Seat in the C-Suit’, da Wakefield Research com o patrocínio da SAP, é feito nos Estados Unidos a partir de entrevistas a 300 líderes de empresas com receitas anuais superiores a mil milhões de dólares. Outras conclusões indicam que 74% dos executivos confiam mais na IA para obter aconselhamento, do que na opinião de familiares e amigos.

O Melhor🔥

Os dados mensais do Pod_Scope da Marktest, primeiro ranking auditado dos podcasts mais ouvidos em Portugal, que vai no segundo mês de edição, com dados de fevereiro, relativos ao número de descargas e de ouvintes, entre outros. É a merecida transparência no formato que não para de crescer em Portugal, contribuindo para legitimar os investimentos publicitários em podcasts. As agências de meios, as marcas e os meios de comunicação agradecem.

O Pior💀

Primeiro, parabéns à Google por ser a marca mais conhecida e diferenciada para os portugueses, e ao MBWay e ao ChatGPT, que ocupam as segundas posições em cada um destes rankings do Brand Asset Valuator, do WPP, que atribui os terceiros lugares à marca CR7 (diferenciação) e ao WhatsApp (conhecimento).
A tecnologia é hoje omnipresente no dia a dia, mas fica a reflexão: como é que se constrói marcas diferenciadas e conhecidas, fora deste segmento?

A Seguir

Curso prático de IA para jornalistas, ‘marketers’ e gestores de redes sociais

Criar um calendário editorial ou relatórios de análises de dados ou gerar ‘newsletters’ automaticamente a partir de ‘feeds’ de notícias, são algumas das aprendizagens do curso que pretende capacitar os profissionais de comunicação, com ferramentas que permitam aplicar a inteligência artificial (IA) de forma rápida, eficaz e ética.

O curso permitirá aos alunos aprender desde os fundamentos da IA à criação de audiovisuais com esta tecnologia, analisando casos práticos de aplicabilidade em agências de comunicação ou no jornalismo. Os módulos são pensados para jornalistas, editores, publicitários, profissionais de marketing, gestores de redes sociais e criadores de conteúdo, entre outros. O curso é em horário pós-laboral, 100% online e ao vivo e pode ser financiado pelo Cheque Formação + Digital através do IEFP, sem custos para os alunos elegíveis.

Datas De 31 de março a 16 de abril, à segunda e quarta-feira, das 19h às 21h30 (20 vagas)
De 13 a 29 de maio, à terça e quinta-feira, das 19h às 21h30 (20 vagas)

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