Coming Soon cria campanha do IPDJ para combater bullys de bancada (com vídeo)
Já está no ar a campanha nacional #NãoSejaBullydeBancada, que a Coming Soon e a produtora Rocky Studios criaram para o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ). A campanha foi […]

Sandra Xavier
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Já está no ar a campanha nacional #NãoSejaBullydeBancada, que a Coming Soon e a produtora Rocky Studios criaram para o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ).
A campanha foi desenvolvida em parceria e conta com o apoio das federações portuguesas de Andebol, Basquetebol, Futebol, Patinagem e Voleibol e “pretende contribuir para a erradicação de comportamentos pouco éticos e violentos dos pais e encarregados de educação no desporto de formação”.
No âmbito da campanha, em vários jogos das cinco modalidades parceiras, haverá momentos específicos de sensibilização dos espectadores para o tema, para além da disseminação da mensagem através das redes sociais e publicidade estática em múltiplas plataformas em todo o território nacional.
“Tendo as crianças uma forte tendência para imitar os comportamentos dos adultos que lhes servem de referência, cabe precisamente a estes últimos quebrar um potencial ciclo de perpetuação adotando atitudes consideradas como bons exemplos.
O desporto tem de ser fonte de respeito por todos os intervenientes, de ética, fair-play e a campanha #NãoSejaBullydeBancada pretende alertar para que a solução tem de começar nas camadas jovens, cujo contexto formador amplia a necessidade de se trabalhar para um ambiente mais saudável”, refere o IPDJ.
O secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Correia, sublinha a importância de uma campanha destas. “Sabemos que não há legislação perfeita que possa acabar com discursos de ódio. Mas é possível mudar, com o compromisso de todos, clubes, atletas e sobretudo os adeptos, e entre estes os pais que acompanham os seus filhos nas diferentes modalidades.”
Ainda de acordo com o IPDJ, “os comportamentos violentos e discriminatórios no desporto – como a prática de atos ou o incitamento à violência, racismo ou xenofobia –, são um problema nos estádios e eventos desportivos de Portugal, uma realidade presente em quase todas as modalidades do desporto. São hábitos que alguns pais e responsáveis de educação praticam em frente dos miúdos e, assim, acabam por ensinar estes comportamentos “tóxicos” às novas gerações”.
Segundo Marcelo Lourenço, cofundador da agência, era preciso encontrar “uma frase que fosse simples e direta e resumisse o comportamento deplorável que muita gente ainda tem quando estão a assistir num evento desportivo – são os Bullys de Bancada”.
Para Pedro Bexiga, diretor criativo e coautor da campanha, “a violência, o racismo, o preconceito e a apologia à violência não são coisas bonitas de se ouvir numa campanha, mas são ainda piores de se ouvir na vida real”. E completa: “É um filme chocante mas precisamos de algo assim para chamar a atenção para o problema e quebrar este hábito que tem sido passado de geração à geração.”
A campanha está no digital, em peças de exterior e em campanhas de activação em vários estádios desportivos.