“Viver com cancro da mama”: Nova campanha da SPS integra guia e podcast
Aumentar a literacia sobre a doença e ensinar a descodificar dados e conceitos científicos associados à patologia são os principais objetivos de “Viver com cancro da mama”, a nova campanha […]

Luis Batista Gonçalves
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Aumentar a literacia sobre a doença e ensinar a descodificar dados e conceitos científicos associados à patologia são os principais objetivos de “Viver com cancro da mama”, a nova campanha de sensibilização da Sociedade Portuguesa de Senologia (SPS), que mantém como embaixadora a locutora de rádio Joana Cruz. Apoiada pela AstraZeneca, pela Daiichi Sankyo, pela Gilead e pela Novartis, a iniciativa integra um guia informativo e um podcast de quatro episódios.
“Literacia em saúde”, “Cancro da mama hereditário”, “Comunicação dos dados científicos e qualidade de vida” e “Prevenção” são temas abordados por vários especialistas médicos. Além de Gabriela Sousa, vice-presidente da SPS, a iniciativa conta também com a participação de Miguel Telo de Arriaga, chefe da Divisão de Literacia, Saúde e Bem-Estar da Direção-Geral da Saúde (DGS).
O guia dedicado às mulheres com cancro da mama inclui um dicionário explicativo de termos como hibridização in situ por fluorescência (FISH), imagiologia por ressonância magnética (IRM), imunohistoquímica (IHQ) e tomografia por emissão de positrões (PET). “A sua descodificação permite às doentes uma melhor interpretação do seu estado clínico e, consequentemente, um melhor e mais esclarecido diálogo com o médico que a segue”, assegura a SPS.
“Viver com cancro da mama” sucede à campanha de sensibilização que a organização lançou em 2021, “Viver depois do cancro da mama”, uma iniciativa com o intuito de “promover a compreensão e a aceitação da doença, bem como o autoconhecimento que beneficiem o bem-estar físico e mental das pessoas que vivem e convivem com uma doença oncológica, em particular, com cancro da mama”, esclarece a instituição.
“O cancro da mama é a segunda causa de morte por cancro na mulher. Em Portugal, são detetados cerca de 7.000 casos por ano e cerca de 1.800 mulheres morrem devido a esta patologia. Estes números revelam a necessidade de manter este tema na agenda pública, priorizando todas as formas de consciencialização e capacitação para lidar com a doença”, defende Gabriela Sousa, vice-presidente da SPS.