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Gliff ganha comunicação de três hotéis do grupo UIP

Pine Cliffs Resort, Sheraton Cascais Resort e YOTEL Porto são os hotéis que a Gliff vai passar a trabalhar a comunicação digital

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Gliff ganha comunicação de três hotéis do grupo UIP

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A Gliff acaba de conquistar a gestão das contas digitais de três hotéis do grupo português United Investments Portugal (UIP). Esta agência portuguesa de comunicação digital passa a tratar da  estratégia de redes sociais e design, bem como a consultoria e produção de conteúdo fotográfico e de vídeo, do Pine Cliffs Resort, Sheraton Cascais Resort e YOTEL Porto.

O Pine Cliffs e o Sheraton Cascais têm o formato de resort mais convencional, enquanto o YOTEL Porto se destaca pela tecnologia hoteleira, estando presente, além do Porto, em outras cidades europeias (Londres, Edimburgo, Glasgow, Amesterdão e Genebra), nos Estados Unidos (Boston, Nova York e São Francisco) e Singapura.

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“É um orgulho trabalharmos com estas três marcas de renome internacional e um sinal claro de que as insígnias identificam a necessidade de ter conteúdo de alta qualidade online e, como tal, o nosso escopo de trabalho é integrado, para assim permitir posicionamento nas redes sociais que combine criatividade orientada para uma estratégia reputacional. Enquanto agência de comunicação digital full-service, construímos ideias que impulsionam a eficácia e o crescimento das marcas”, afirma Andreia Felizardo, diretora-geral da Gliff.

“O grupo tem um plano de expansão ambicioso e criterioso, que passa por adicionar muitas propriedades ao seu portefólio nos próximos anos e por isso é imprescindível aliarmo-nos a parceiros especializados e com expertise e maturidade neste mercado competitivo, como a Gliff, que ajudem as marcas do nosso grupo a posicionar-se de forma impactante, eficaz e próxima dos diferentes públicos e dos consumidores finais. As redes sociais são essenciais para o sucesso da hotelaria, permitem-nos aumentar a notoriedade da marca e manter um contacto próximo com os nossos clientes”, avança ainda André Xavier, diretor de marketing e comunicação da United Hospitality Management – UHM, responsável pela gestão de propriedades da UIP.

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Jornal italiano é o primeiro do mundo feito por IA

A iniciativa do diário italiano ‘Il Foglio’ tem como objetivo mostrar o impacto que a tecnologia de IA tem “na maneira de trabalhar e no dia a dia”, explica o editor do jornal, Claudio Cerasa

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O italiano Il Foglio, jornal liberal conservador, está anunciar que é o primeiro diário a lançar uma edição inteiramente produzida por inteligência artificial (IA). A iniciativa faz parte de uma experiência jornalística de um mês e pretende mostrar o impacto que a tecnologia de IA tem “na forma de trabalhar e no dia a dia”, revela o editor do Il Foglio, Claudio Cerasa, citado no The Guardian.

O Il Foglio AI, com apenas quatro páginas, está incluído na edição de grande formato do jornal e está disponível nas bancas e online, desde 18 de março. A experiência surge numa altura em que as organizações noticiosas a nível mundial debatem a forma como a IA deve ser implementada. No início de março, o The Guardian já tinha noticiado que a BBC News vai utilizar a IA para fornecer ao público um conteúdo mais personalizado.

Claudio Cerasa, editor do jornal, refere que o Il Foglio AI reflete “um jornal de verdade” e é o produto de “notícias, debates e provocações”. Mas também é um campo de testes para mostrar como a IA pode funcionar “na prática”.

Na primeira página da edição do Il Foglio AI, o destaque vai para uma história sobre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e relata o “paradoxo dos trumpistas italianos” e como  protestam contra a “cultura do cancelamento”. Os artigos são estruturados, diretos e claros, sem erros gramaticais evidentes. No entanto, nenhum cita diretamente qualquer ser humano.

Já a última página são apresentadas cartas geradas por IA dos leitores para o editor, com uma delas a perguntar se a IA vai tornar os humanos “inúteis” no futuro. “A IA é uma grande inovação, mas ainda não sabe pedir um café sem errar no açúcar”, responde a resposta gerada pela IA.

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WPP, Dove e Unilever lideram rankings setoriais do The WARC Media 100

A campanha ‘Welcome To The Group’ (na foto), da PHD Costa Rica para a Nosotras Women Connecting, ocupa o primeiro lugar na tabela de campanhas internacionais do WARC. Mindshare Worldwide e Serviceplan também se destacam

Luis Batista Gonçalves

WPP, Dove, Unilever, PHD Costa Rica, Mediaplus Munich, Mindshare Worldwide, Serviceplan e Estados Unidos lideram os rankings setoriais de 2025, do WARC Media 100. Compilado pelo World Advertising Research Center (WARC), o estudo agrega os resultados dos prémios de media globais e regionais mais importantes de 2024.

A campanha ‘Welcome To The Group’, criada pela PHD Costa Rica para a Nosotras Women Connecting, iniciativa que promove o empoderamento profissional feminino, ocupa o primeiro lugar na tabela referente às campanhas. Em segundo lugar, surge a campanha ‘The Hidden Story’, da Havas Play Paris para a associação L’Enfant Bleu, à frente de ‘The Handshake Hunt’ da Gut São Paulo, para a Mercado Livre, em terceiro.

O ranking de marcas é liderado pela Dove, que mantém a primeira posição da tabela, com várias campanhas a figurar no top 100. Em segundo lugar, surge a Warner Bros, que entra pela primeira vez para a tabela, sendo a terceira posição ocupada pela Sprite.

Com campanhas da Dove, Lifebuoy, Vim e Sunlight, a Unilever lidera o ranking de anunciantes pelo sexto ano consecutivo. A Coca-Cola, que ocupava o último lugar no top 10 em 2021, surge agora na segunda posição. O terceiro lugar pertence à PepsiCo, que no ranking do ano passado ocupava a nona posição.

No avaliação de países, o primeiro lugar é ocupado pelos Estados Unidos, que conseguem ter 19 campanhas nas 100 mais premiadas internacionalmente. Na segunda posição, surge o Reino Unido, à frente da Índia. Vietname, China, Brasil e Turquia estreiam-se no top 10.

Mediaplus Munich é a agência criativa mais premiada

A Mediaplus Munich é a agência criativa que mais prémios conquista em 2024. A agência independente alemã, que tinha sido terceira no ranking referente a 2023, consegue incluir sete campanhas no top 100. A Mindshare New York, com cinco campanhas, ocupa a segunda posição do ranking setorial de agências. A EssenceMediacom New York figura em terceiro lugar, subindo da 16ª posição.

O grupo WPP mantém-se firme na liderança do ranking referente aos grupos de agências criativas, ocupando a primeira posição da tabela desde 2018, fruto dos resultados alcançados pela Mindshare Worldwide, pela EssenceMediacom, pela Wavemaker e pela VML. Em segundo lugar, pelo oitavo ano consecutivo, surge o grupo Omnicom. O Publicis Groupe sobe uma posição e ascende ao terceiro lugar da tabela.

O ranking setorial das redes de agências de meios é liderado pela Mindshare Worldwide, que tinha sido segunda na tabela de 2023. As filiais de Nova Iorque, Xangai, Bombaim, Ho Chi Minh e Bangalore são as cinco agências da Mindshare no top 50 que mais contribuem para os resultados obtidos pela empresa do grupo WPP. A EssenceMediacom sobe à segunda posição, com o contributo de quatro agências, sendo o terceiro lugar ocupado pela PHD Worldwide.

A Serviceplan surge na primeira posição no ranking das redes de agências de meios independentes, impulsionada pelos prémios conquistados pela Mediaplus Munich, com campanhas para marcas como BMW, Animal Alerts e Anzen Health. As restantes posições não são divulgadas, sendo que as listagens completas só são tornadas públicas no próximo dia 25.

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Oceana Basílio e Ricardo de Sá protagonizam campanha da UAL

Com criatividade da Laranja Mecânica, a campanha com Oceana Basílio e Ricardo de Sá (na foto) recorre à IA e à modelação 3D, para dar vida a figuras históricas como Luís de Camões e Dona Catarina de Bragança

Oceana Basílio e Ricardo de Sá, atores e alunos da Universidade Autónoma de Lisboa (UAL), assumem o papel de embaixadores da marca e protagonizam a nova campanha publicitária ‘Faz a tua história na Autónoma’, divulgada em cerca de 1500 ‘mupis’ em Lisboa, ‘spots’ de rádio e de televisão, cinema e redes sociais.

A campanha, da agência criativa Laranja Mecânica, recorre a ferramentas de inteligência artificial e modelação 3D para dar vida a figuras históricas como Luís de Camões, patrono da Universidade, e Dona Catarina de Bragança, antiga residente do Palácio dos Condes do Redondo, atual sede da UAL.

A mensagem da campanha publicitária para o ano letivo 2025/2026 dirige-se aos estudantes que ingressem após terem concluído o 12º ano, ou no regime pós-laboral, para maiores de 23 anos. Ambos os acessos serão premiados com a redução de 40% nas propinas, no primeiro ano de licenciatura.

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TV: Os programas que dominam as audiências, gravações e redes sociais em fevereiro

O futebol lidera a lista dos programas mais vistos. Nas gravações diárias, o programa de Ricardo Araújo Pereira, ‘Isto é Gozar com Quem Trabalha’, conquista o primeiro lugar. A TVI ganha nas menções nas redes sociais

Em fevereiro, o jogo para a Taça de Portugal que opõe o Benfica ao Sporting de Braga é o programa mais visto. Transmitido na RTP1 a 26 de fevereiro, o jogo de futebol lidera o top de programas, com uma audiência média de 1,487,100 espectadores, num ranking liderado pela transmissão de eventos desportivos, segundo a análise da Marktest com base nos dados da Mediamonitor.

Na segunda posição encontra-se o Gil Vicente x Sporting, também referente à Taça de Portugal, exibido a 27 de fevereiro na RTP1, com uma audiência média de 1,457,400 espectadores. A fechar as três primeiras posições está o programa de Ricardo Araújo Pereira ‘Isto é Gozar com Quem Trabalha’, emitido a 9 de fevereiro, na SIC.

Nos programas gravados e visionados no próprio dia, a liderança cabe novamente a um episódio do programa ‘Isto é Gozar com Quem Trabalha’, transmitido na SIC a 23 de fevereiro, que regista 229,300 espectadores em termos de audiência média. Nas gravações de sete dias, a emissão do episódio especial da novela ‘Herança’, na SIC a 19 de fevereiro, ocupa o primeiro lugar.

Nas redes sociais, o ‘reality show’ ‘Secret Story – Casa dos Segredos’ e o programa da manhã da TVI, ‘Dois às 10’, mantêm-se em destaque nas primeiras e segundas posições da tabela, respetivamente.

Na terceira posição surge a novela da TVI ‘A Protegida’, à frente da novela da SIC ‘A Herança’, que ocupa a quarta posição. O concurso de talentos da RTP1 ‘Got Talent Portugal’ encontra-se na quinta posição, seguido da série juvenil da TVI ‘Morangos Com Açúcar’ e do concurso de talentos da SIC ‘A Máscara’, na sexta e sétima posição, respetivamente.

O top 10 dos programas com mais menções nas redes sociais no segundo mês do ano é completado pela novela da TVI ‘A Fazenda’, no oitavo lugar, seguido do programa ‘Casa Feliz’, da SIC, em nono, e da novela ‘Senhora do Mar’, também da SIC, em décimo.

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Anúncios na transmissão de competições femininas crescem 56%

As audiências das competições desportivas femininas crescem 131% em 2024, face a 2023. O impacto dos anúncios tende a ser 40% superior aos que são exibidos em horário nobre

A transmissão televisiva de competições desportivas femininas está a atrair mais espectadores. De acordo com o estudo ‘2025 Women’s Sports TV Outcomes Report’ da EDO, empresa de medição de performances publicitárias, as audiências das competições desportivas femininas crescem 131% em 2024, em comparação com o ano anterior. O número de anúncios nos intervalos das transmissões também aumentam 56%, face a 2023.

“Os desportos femininos são oficialmente uma aposta estratégica”, sublinha Laura Grover, vice-presidente sénior e gestora de soluções para clientes da EDO, citada no estudo. Segundo o relatório, o impacto dos anúncios exibidos nos intervalos das competições desportivas tende a ser 40% superior aos que são exibidos em horário nobre, nos Estados Unidos, com as provas de basquetebol e voleibol a despertarem maior interesse, à frente do futebol.

De acordo com a análise, desenvolvida com uma metodologia própria da EDO, o perfil das marcas que investem nas competições femininas difere do das masculinas, tal como os anúncios. “À medida que o investimento acelera, os anunciantes não procuram apenas atingir um segmento de consumidores em crescimento acelerado, procuram inspirar ações, construir afinidades com a marca e impulsionar impacto comercial real”, refere Laura Grover.

A aposta em campanhas protagonizadas por atletas femininas tem-se revelado a estratégia mais eficaz. O estudo aponta como exemplo a plataforma de venda de carros usados CarMax, que regista uma taxa de eficácia 185% superior às campanhas anteriores da marca com um anúncio protagonizado por A’ja Wilson, Sue Bird e Sabrina Ionesco, três das basquetebolistas mais populares da Women’s National Basketball Association (WNBA).

“Utilizando estratégias assentes em dados analíticos e em métricas para fazer uma análise comparativa quantitativa com outras transmissões televisivas, as marcas constatam facilmente que os investimentos publicitários que fazem nos intervalos nas competições desportivas femininas dão resultados. Ao direcionarem os investimentos publicitários para esta área, os anunciantes têm maiores possibilidades de ter mais sucesso comercial”, defende Laura Grover.

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Podcasts da Renascença aumentam audiências em fevereiro

O podcast humorístico de Joana Marques (na foto) na Renascença continua a ser o mais ouvido. No ranking de marcas, a Renascença lidera em descargas e em número de ouvintes. Nos editores, a Impresa vence, aumentado os ouvintes, apesar de perder descargas

O ‘Extremamente Desagradável’ é o podcast mais ouvido em fevereiro, como em janeiro. O programa humorístico que Joana Marques conduz nas emissões do ‘As Três da Manhã’, programa da manhã da Renascença, lidera novamente o Pod_Scope, o primeiro ranking auditado dos podcasts mais ouvidos em Portugal, da Marktest, com os podcasts da Renascença a aumentarem audiências em comparação com o mês anterior.

O formato da Renascença, que integra o grupo Renascença Multimédia, regista 2.845.375 descargas mensais, mais 153.781 face às 2.691.594 em janeiro. O número médio de downloads semanal chega aos 711.343, com o número médio de ouvintes a cifrar-se nos 328.410.

O podcast ‘O Homem Que Mordeu o Cão’, de Nuno Markl na Rádio Comercial, mantém-se em segundo lugar, com cerca de 1,1 milhões de descargas e uma média de 89 mil ouvintes semanais. O ‘Contas-Poupança’ da SIC Notícias, com o jornalista Pedro Andersson, tem cerca de 483 mil descargas em janeiro, para uma média de cerca de 84 mil ouvintes semanais.

O restante top 10 do Pod_Scope é composto por ‘Ninguém POD Comigo’ (RFM), ‘Bem-vindo A Mais Um Episódio De’ (Rádio Comercial), ‘Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer’ (SIC Notícias), ‘Expresso da Manhã’ (Expresso), ‘Alta Definição’ (SIC), Seja o que Deus Quiser (Renascença) e Isto É Gozar Com Quem Trabalha (SIC).

Renascença lidera nas marcas e Impresa nos editores

No ranking de marcas do Pod_Scope, a Renascença lidera em downloads com 3,3 milhões, face aos 3,1 milhões de janeiro, seguida do Observador com 2,4 milhões e da Rádio Comercial com 2,09 milhões. A liderança em número de ouvintes semanais volta a ser da Renascença, com cerca de 348 mil, à frente do Observador, que desce para segundo lugar, com cerca de 296 mil.

Em terceiro lugar, com um alcance médio semanal de 155 mil, está a Rádio Comercial. A quarta posição é ocupada pelo Expresso, com cerca de 250 mil. A SIC Notícias mantém-se no quinto lugar da tabela com uma média de cerca de 222 mil ouvintes semanais.

No ranking de editores do Pod_Scope, a liderança volta a ser ocupada pelo grupo Impresa, que acumula 3,8 milhões de descargas, apesar de descer face aos 4,6 milhões de downloads de janeiro. Na vice-liderança, surge o grupo Renascença Multimédia, com 3,7 milhões de transferências. A terceira posição continua a ser ocupada pelo Observador, com 2,4 milhões de downloads. Na quarta posição, surge a Bauer Media Audio Portugal, com 2,2 milhões transferências no mês.

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DCE cria e produz reunião de quadros do Millennium bcp

A agência é responsável pela criatividade e coprodução do evento (na foto) no Pavilhão Carlos Lopes, com cerca de 1600 convidados, tendo assegurado os vários aspetos da coordenação, desenvolvimento e operação logística

A DCE Loving Brands é a responsável pela criatividade e coprodução da Reunião de Quadros 2025 do Millennium bcp, a 15 de março no Pavilhão Carlos Lopes, com cerca de 1600 convidados, tendo assegurado os vários aspetos da coordenação, desenvolvimento e operação logística do evento.

A agência usou o tema ‘Valorizar’ como inspiração para a criação dos vários momentos. O projeto, que contou com o desenvolvimento de uma ‘app’ personalizada, lançada algumas semanas antes, incluiu ainda acreditação digital, decoração do espaço e todos os aspetos logísticos.

“Para superar o desafio de apresentar os conteúdos de uma forma inovadora e de fácil apreensão, foram criados filmes de animação a focar o melhor de 2024 e desenvolvida uma agenda inspiradora, onde se destacou a emissão em direto de um Podcast com o CEO do Millennium, Miguel Maya, e a Professora Luísa Lopes, neurocientista portuguesa que se dedica a estudar como o cérebro evolui e qual o impacto do stress no nosso dia a dia, e ainda uma mesa-redonda com a Comissão Executiva do banco, moderada pela jornalista Helena Garrido”, recorda a DCE Loving Brands, em comunicado de imprensa.

Um dos pontos altos foi a apresentação de um bailado, da Quorum Dance Company, que começou nos ecrãs, em vídeo, e ‘saltou’ para o palco, onde foi feita uma combinação de ‘ledwall’ transparente e opaco, num total de 446 m2.

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Bad Bunny é o rosto da campanha de primavera da Calvin Klein

Fotografada por Mario Sorrenti, a campanha está a ser divulgada nas redes sociais e nos media, com um vídeo que mostra Bad Bunny (na foto) com os novos modelos de roupa interior a dançar ao som da canção ‘EeO’

Bad Bunny, rapper porto-riquenho que soma 47,5 milhões de seguidores no Instagram, é o rosto da campanha de primavera da Calvin Klein. Em paralelo com a produção fotográfica de Mario Sorrenti, a nova coleção de roupa interior masculina da marca está a ser divulgada, nas redes sociais e nos media, com um vídeo que mostra o artista a dançar ao som de uma das suas músicas, ‘EeO’.

“Há muito que esta campanha estava a ser preparada. É muito gratificante vê-la agora a ganhar vida. Ter sido fotografada e filmada em Porto Rico, onde nasci, torna-a ainda mais especial e genuína”, salienta Bad Bunny, citado em comunicado de imprensa.

Além do site, as imagens da produção fotográfica vão também ser exibidas nas lojas da marca, a nível mundial. “Esta campanha é icónica em todos os aspetos”, refere a Calvin Klein no comunicado. Jeremy Allen White, Justin Bieber, Jeremy Pope, Shawn Mendes e Mark Wahlberg são outras das celebridades que já deram a cara pela marca, em campanhas anteriores.

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Skinny recorre à IA e transforma cliente em embaixadora digital

“É um gesto ousado, mas também inteligente, permitindo-nos fazer anúncios criativos e divertidos de forma mais económica”, salienta Matt Bain, diretor de marketing e de dados da operadora móvel neozelandesa de baixo custo

Liz Wright (na foto), cliente da Skinny, é a nova embaixadora desta operadora móvel neozelandesa de baixo custo e vai protagonizar as campanhas da marca até 2027. Recorrendo à inteligência artificial (IA), a Skinny opta por criar uma versão digital de uma das suas clientes, para representar e promover a marca.

“Faremos qualquer coisa para manter os preços baixos e os clientes felizes. Estamos sempre em busca de formas inteligentes de poupar dinheiro aos clientes. Em vez de pagar por um embaixador de marca famoso e caro, decidimos usar a IA para clonar digitalmente um dos nossos clientes mais felizes e usar a sua aparência para criar a mais recente embaixadora digital”, explica a Skinny no website da marca.

Além da imagem, a engenheira de telecomunicações residente na região de Bay of Islands também dá a voz à Skinny, tendo sido selecionada entre 300 candidatos da Nova Zelândia. “Não estamos a substituir pessoas por clones de IA, porque Liz Wright está a trabalhar diretamente com a nossa equipa”, garante Matt Bain, diretor de marketing e de dados da Skinny, citado no Stuff.

“A nossa estratégia é ter preços baixos e clientes satisfeitos. Criar um clone de IA de um dos nossos consumidores fez todo o sentido. É um gesto ousado, mas também inteligente, permitindo-nos fazer anúncios criativos e divertidos de forma mais económica”, explica Matt Bain. Em paralelo com a voz e expressão de Liz Wright, a tecnologia utilizada pela Skinny captou a personalidade da neozelandesa de 64 anos.

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Ana Relvão chega a Munique em 2011 e funda o estúdio Relvãokellermann, em 2014, com Gerhardt Kellermann. Fotos Gerhardt Kellerman
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“Um produto relevante deve oferecer uma experiência ao utilizador que o distinga”

Gumpo (mobiliário de escritório), J*GAST (cozinhas), Samsung (equipamentos eletrónicos e eletrodomésticos) e Ligre (pequenos eletrodomésticos) são algumas das marcas que Ana Relvão (na foto) trabalha no estúdio de design que detém em Munique, revela ao M&P na rubrica De Portugal Para o Mundo

Catarina Nunes

O mercado alemão encontra-se numa fase de transformação, que reflete o que se passa no resto do mundo. “Um consumo mais consciente, maior interesse em sustentabilidade, incluindo estratégias de economia circular e uma procura crescente por produtos de alta qualidade e durabilidade”, explica Ana Relvão, designer industrial que trabalha em Munique desde 2011.

A sócia fundadora do estúdio Relvãokellermann estuda na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, mas a inquietação de querer perceber além do que tinha como garantido leva-a até à Alemanha. No percurso soma passagens pelos estúdios de Miguel Vieira Baptista, Stefan Diez e Designaffairs, até fundar com o fotógrafo e designer industrial Gerhardt Kellermann um estúdio que atua nas áreas de design industrial, direção de arte e consultoria.

Soma prémios como iF Design Awards e iF Gold Awards, German Design Awards e German Design Award Gold, Monocle Design Award, IDEA Award Bronze, Red Dot Award, bem como os Stylepark Selected Awards e o Kitchen Innovation Award. Aquilo em que acredita é que “um produto relevante deve oferecer uma experiência ao utilizador que o distinga dos restantes”.

Equipamentos eletrónicos e mobiliário são as áreas dos projetos mais recentes, com destaque para a Samsung Electronics, com a qual colabora desde 2018

Trabalhar fora de Portugal era uma ambição ou qual foi a circunstância que determinou a saída?

Olhando para trás, diria que é sobretudo a curiosidade o que me leva para fora de Portugal, uma inquietação que me empurra para o desconhecido e para perceber além do que tinha como garantido.

Havia um programa de bolsas para um estágio profissional, em qualquer parte do mundo. Depois de enviar, sem sucesso, inúmeras candidaturas para Nova Iorque – como que num ato de desespero -, decidi remeter o meu portefólio para os três estúdios de design que mais admiravam na Europa. Em menos de oito horas, chega-me uma proposta para uma entrevista em Munique. Correu bem, e parti.

Onde é que trabalhava e em quê, antes de mudar de país?

Estudei nas Belas-Artes, em Lisboa, e tive a oportunidade de estagiar e colaborar com o Miguel Vieira Baptista, que continua a ser um dos meus designers favoritos a nível mundial.

Paralelamente, iniciei um percurso independente e fundei, com o designer Ricardo Roque, a Oficina Design Studio. Os nossos projetos giravam em torno de pequenas edições de mobiliário e do design social.

Quais são as diferenças entre trabalhar em Lisboa e em Munique?

Quando cheguei a Munique, em 2011, encontro algo que procurava: rigor. Rigor no desenho e nas relações profissionais. O design era abordado de uma forma mais profissional do que em Portugal. Encontro também várias pessoas com as quais me identifiquei intelectualmente.

Hoje em dia, não digo que isto ainda seja verdade, falta-me o contacto profissional com Portugal para afirmar com certeza. O que sei é que Munique tem mantido um foco forte no design industrial, mas há já alguns anos que oiço falar de Lisboa como uma cidade onde as grandes marcas olham com interesse, onde há um movimento crescente.

Qual é o projeto mais recente que tem entre mãos?

Os nossos projetos são, por norma, confidenciais. Neste momento temos vários em curso, mas não os podemos revelar. São sobretudo nas áreas de equipamentos eletrónicos e mobiliário. O último projeto foi para a Samsung Electronics, com quem colaboramos desde 2018.

Quais são as marcas e empresas com as quais trabalha e como chega a elas?

No estúdio, acreditamos que ‘bom trabalho traz trabalho de volta’ e todo o nosso percurso tem sido assim: as marcas veem o nosso trabalho e entram em contacto com propostas de projeto.

Algumas das marcas com as quais mais colaboramos neste momento são a Gumpo, em mobiliário de escritório, a J*GAST em cozinhas, a Samsung em equipamentos eletrónicos e eletrodomésticos, e a Ligre em pequenos eletrodomésticos.

Trabalha alguma marca ou empresa portuguesa?

Infelizmente, neste momento não temos nenhuma parceria ativa com marcas portuguesas.

Quais são as mais-valias e os obstáculos que o ser portuguesa tem no seu trabalho?

A mais-valia mais evidente está na língua: os portugueses têm uma facilidade notável em compreender outras línguas, sobretudo espanhol e italiano.

O português, por outro lado, dificultou-me a aprendizagem do alemão, pois são idiomas estruturalmente incompatíveis, tanto em lógica como em sonoridade. Curiosamente, o bavierense aproxima-se mais do português nos sons, o que me fez absorver expressões locais com muita naturalidade. Isso facilitou a minha integração com empresas da região, mas também me criou tiques linguísticos, que ainda hoje não consegui eliminar do meu alemão.

“Não gosto de fazer planos a longo termo, o futuro tem o hábito de contrariar as certezas”

Quais são as particularidades do design industrial na Alemanha?

Quando cá cheguei existiam 11 mil designers, só em Munique. A competição existe a um número e nível muito mais elevado do que em Portugal. Mas se um designer encontra maneira de se destacar pelo seu trabalho, existem muito mais meios interessados em comunicá-lo e torná-lo visível para o resto do mundo. Sei que em Portugal se faz muito bom design, mas existe o problema da comunicação cá para fora.

Qual é o momento que o mercado alemão atravessa em termos de consumo, inovação de produto e design?

O mercado alemão encontra-se numa fase de transformação, que reflete o que se passa no resto do mundo: um consumo mais consciente, maior interesse em sustentabilidade, incluindo estratégias de economia circular e uma procura crescente por produtos de alta qualidade e durabilidade.

Quando estudei design tive uma ótima professora em sustentabilidade, a Ana Thudichum Vasconcelos, que me ensinou desde cedo que um produto que não fosse projetado considerando o seu impacto sustentável, não seria um bom produto.

Desde sempre tentei encontrar as formas mais corretas, de acordo com cada paradigma. Felizmente, mais marcas e designers desenvolvem produtos nesse sentido; infelizmente, ainda muito acontece só a nível de ‘green washing’.

Qual é a experiência profissional mais marcante que teve na Alemanha, pela negativa e pela positiva?

A experiência que mais me marcou pela negativa foi um projeto em que senti que não me alinhava com o pensamento da equipa. Acredito que um produto relevante deve oferecer uma experiência ao utilizador que o distinga dos restantes. No entanto, a equipa com que trabalhava na altura apostava tudo no ‘storytelling’. O resultado final baseou-se nessa abordagem e, ainda hoje, considero que foi o pior projeto em que estive envolvida.

Pela positiva, são demasiadas experiências para escolher uma só. Mas destaco o momento em que recebemos dois prémios de ouro (e meio) nos iF Design Awards, um dos prémios de design mais relevante a nível mundial: um pela máquina de café Youn que desenhámos para a Ligre, outro pelo equipamento de mobiliário Pony, para a Gumpo, e o ‘meio’ por um produto da linha de eletrodomésticos de cozinha Infinite Line, da Samsung, onde fomos responsáveis pelo forno, sendo que os designers internos fizeram os restantes produtos da linha. Nesse ano, apenas a Apple nos ultrapassou, levando três prémios de ouro para casa.

Em termos profissionais, do que é que tem mais saudades em relação a Portugal?

Em Portugal, o ritmo de desenvolvimento de um projeto é mais lento, e isso não é necessariamente uma coisa má. Por vezes, as ideias precisam de tempo para amadurecer e tempo é algo que tenho dificuldade em encontrar em Munique.

Pensa regressar a Portugal e porquê?

Não é algo que exclua, mas também não é algo que planeie. Não gosto de fazer planos a longo termo, o futuro tem o hábito de contrariar as certezas, e prefiro deixar que seja o caminho a dizer para onde devo ir.

Sobre o autorCatarina Nunes

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