“Não permitiremos que um manifesto avulso tente manchar um património que todos os dias honramos”
“Sabemos que alguns não gostam da autonomia dos jornalistas, do incómodo das nossas perguntas. Mas continuaremos a fazer perguntas na procura de respostas que contribuam para uma sociedade mais esclarecida, […]

Rui Oliveira Marques
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“Sabemos que alguns não gostam da autonomia dos jornalistas, do incómodo das nossas perguntas. Mas continuaremos a fazer perguntas na procura de respostas que contribuam para uma sociedade mais esclarecida, liberta de paternalismos e capaz de tomar decisões”. Esta é uma das afirmações que consta na resposta da direcção de informação da RTP à carta aberta assinada por dezenas de personalidades e divulgada no jornal Público, que pedia às televisões generalistas contenção na informação sobre a pandemia.
“A pandemia não deve paralisar nem conter o Estado de Direito e a Democracia, como já aconteceu noutras paragens. Talvez não seja coincidência que também o Jornalismo tenha sido uma das vítimas. O exercício livre e independente do Jornalismo exige respeito pela sua autonomia. Os estranhos apelos à ‘contenção’ correm o risco de se confundir com mordaça. E isso é tudo o que devemos combater. Em defesa da Democracia”, defendem António José Teixeira (director de informação da RTP-TV), Adília Godinho, Carlos Daniel, Hugo Gilberto, Joana Garcia (directores adjuntos), Luísa Bastos e Rui Romano (subdirectores), na resposta publicada no jornal Público. O texto foi também subscrito pelo Conselho de Redacção da RTP-TV.
Na mesma resposta, os responsáveis da estação pública defendem que “a informação de televisão da RTP prestou e continuará a prestar um serviço ao país, como é seu dever e convicção. Estamos certos de que continuaremos a merecer a confiança dos portugueses. A RTP é apontada há alguns anos, em vários estudos nacionais e internacionais, como a mais confiável em Portugal. Também por isso não permitiremos que um manifesto avulso tente manchar um património que todos os dias honramos”, indicam.