APCC quer apoiar projectos de inovação no retalho para “reforçar a recuperação do tráfego e das vendas”
“Procuramos ideias inovadoras e sustentáveis que possam trazer novas ofertas aos clientes dos centros comerciais e, também desta forma, reforçar a recuperação do tráfego e das vendas a que estamos a assistir no sector”, aponta Rodrigo Moita de Deus.

Pedro Durães
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“Procuramos ideias inovadoras e sustentáveis que possam trazer novas ofertas aos clientes dos centros comerciais e, também desta forma, reforçar a recuperação do tráfego e das vendas a que estamos a assistir no sector”, aponta Rodrigo Moita de Deus. É este o propósito do Programa de Incubação de Retalho apresentado esta sexta-feira, destinado a “promover e apoiar projectos inovadores na área do retalho” e que, nas palavras do CEO da Associação Portuguesa de Centros Comerciais (APCC), “surgiu da necessidade urgente de revitalizar o comércio físico e dinamizar as cadeias de valor, fortemente impactadas pela pandemia de covid-19”.
Com candidaturas a decorrer até ao próximo dia 15 de Novembro, abertas ao público em geral, empreendedores ou pequenas e médias empresas, o Programa de Incubação de Retalho, esclarece a associação, abre portas a projectos que contemplem “actividades de comércio a retalho, serviços ou lazer”, devendo “cumprir exigentes parâmetros de sustentabilidade, inovação e originalidade, ter aplicabilidade no interior de centros comerciais (no sentido de poderem ser desenvolvidos em espaços temporários, ou loja disponível a designar) e ter potencial de complementaridade no mix da oferta dos centros comerciais”.
Enquadrado no Plano de Retoma do Retalho, após “uma pré-selecção das ideias, de acordo com a perspectiva da comissão da APCC, constituída especialmente para o efeito”, seguir-se-á a apresentação das candidaturas pré-seleccionadas numa sessão realizada em ambiente de centro comercial, sendo que cada uma terá a duração máxima de 10 minutos. Com vista à implementação dos projectos, explica a associação, “no final de cada apresentação os representantes de operadores de centros comerciais presentes e interessados podem iniciar as negociações directamente com os candidatos”.