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‘O negócio de media relations não tem sustentabilidade’

Numa altura em que a GCI está a levar os Green Project Awards para o Brasil, e depois de ter iniciado a operação Angola, a consultora mudou o seu foco de actuação.

Rui Oliveira Marques
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‘O negócio de media relations não tem sustentabilidade’

Numa altura em que a GCI está a levar os Green Project Awards para o Brasil, e depois de ter iniciado a operação Angola, a consultora mudou o seu foco de actuação.

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Numa altura em que a GCI está a levar os Green Project Awards para o Brasil, e depois de ter iniciado a operação Angola, a consultora mudou o seu foco de actuação. “Com este novo posicionamento assente no public engagement, os números passarão a ser de uma ordem de grandeza diferente. Passamos a trabalhar por projectos e não por fees”, refere José Manuel Costa, presidente da GCI. A agência, em linha com a rede Edelman, de que é afiliada, deixou de divulgar as previsões de facturação, “mas estão em linha com a evolução anterior”, garante o responsável.

Meios & Publicidade (M&P): Está de partida para o Brasil em trabalho. O que vai lá fazer?

José Manuel Costa (JMC): Estamos, em conjunto com a Edelman, a ver projectos na área da sustentabilidade. Tenho a responsabilidade de coordenação desta área no Brasil. O primeiro projecto visível será o Green Project Awards, que arranca já este ano.

M&P: Qual é exactamente o seu papel?

JMC: A nossa relação com a Edelamn é aportar valor nos dois sentidos, seja em Portugal, em Espanha, na China ou em Bruxelas. Como temos know-how reconhecido em termos de sustentabilidade e com a relação de proximidade com o Brasil surgiu esta oportunidade.

M&P: Mas está a vender um formato para o Brasil ou está a montar a operação do zero?

JMC: Temos parceiros locais e temos duas pessoas com quem trabalhamos no escritório da Edelman em São Paulo e que estão no projecto desde Janeiro. Não se trata de vender um projecto, porque é um trabalho de equipa. Em Portugal o projecto é de uma organização tripartida (Quercus, Ministério do Ambiente e GCI), no Brasil é um projecto criado por nós, suportado na rede Edelman.

M&P: Em termos de valores, quanto é que a GCI pode facturar?

JMC: Haverá uma conta de exploração gerida por nós e pela Edelman. É prematuro dizer de quanto, porque o mercado do Brasil não é comparável com o de Portugal. Este é um trabalho de rede que envolve quadros especializados dos escritórios de Lisboa e de São Paulo. Independentemente de sermos afiliados, o escritório de Lisboa é como se fosse uma empresa da Edelman. Só não o é em termos fiscais, mas as metodologias são exactamente as mesmas.

M&P: Qual o próximo passo na ligação à Edelman?

JMC: Tudo pode acontecer.

M&P: Como entrar no curto prazo no capital da agência?

JMC: Isso está previsto desde o princípio. A Edelman tem direito de preferência, portanto esse cenário estará sempre em cima da mesa.

M&P: Mudemos de mercado. Escreveu no seu blogue em Março que “hoje, a GCI Angola já é, efectivamente, uma realidade”. Concretamente, que realidade é essa?

JMC: Estamos a operar em Angola desde Março com uma estrutura própria de quatro pessoas da área da consultoria de gestão. A responsável pelo escritório é a ex-KPMG Isabel Miranda. Já estamos a ter projectos no mercado angolano, para criar pontes de parceiras entre empresas público-privadas angolanas e os mercados estratégicos de potenciais investidores.

M&P: Que clientes estão a apoiar a operação?

JMC: Clientes como a Compal. O nosso trabalho em Angola não é fundamentado nas media relations. Tem de trabalhar e de criar pontes de relacionamento com stakeholders e shareholders. O nosso trabalho em Angola tem muito de implementação e gestão destas políticas de relacionamento.

M&P: Um cliente como a Compal, por si só, não justifica um escritório em Luanda.

JMC: Neste momento estamos a coordenar e organizar comitivas de empresários estrangeiros para identificação de oportunidades em Angola. Estamos a colaborar estreitamente com embaixadas e câmaras de comércio, como a americana, austríaca, italiana, etc. Estamos a dar suporte a possíveis investimentos em Angola.

M&P: Quem é o seu parceiro local?

JMC: O trabalho é muito feito em rede com a Edelman e assenta nos pilares Edelman e GCI, com parceiros que podem não passar pelo capital, mas sim por parcerias de implementação e de desenvolvimento de negócio. Tal como o posicionamento da Edelman, trabalhamos de uma forma isenta e imparcial nos mercados onde intervimos.

M&P: A Edelman não permite que trabalhe com partidos.

JMC: Não trabalhamos para partidos nem aqui nem em Angola. Não trabalho para o governo angolano. Nem a Edelman trabalha para partidos nem para governos, dá suporte a estratégias internacionais de investimento nos países. A Edelman de Washington, por exemplo, foi a responsável pelo reposicionamento da imagem do Brasil enquanto marca nos EUA.

M&P: Sem querer fazer juízos de valor sobre a realidade angolana, mas com esse ponto de partida, a operação Angola é interessante?

JMC: Há muitos tipos de operações em Angola e temos de ser cuidadosos na forma como olhamos para elas. A nova Constituição traz estabilidade para os investidores, o que é um grande activo para quem quer investir em Angola. É um país em crescimento e muito mais aberto ao exterior que anteriormente. Basta ver o trabalho que está a fazer com o FMI. Nós podemos fazer a ponte entre stakeholders e shareholders. Os stakeholders podem ajudar a estabelecer uma base de confiança e credibilidade em Angola. Os shareholders são os que vão investir. Esse capital de confiança e de relacionamento só pode ser feito se os colocar a falar à mesma mesa.

M&P: Consultoria de gestão é algo que está longe do que é a GCI em Lisboa.

JMC: Essa é a novidade, que resulta de um trabalho de 18 meses de um grupo de trabalho para perceber quais as grandes skills da GCI e o que podia aportar ao mercado. Nós já tínhamos muitas estratégias de public engagement mas não era exactamente o nosso core. A Edelman tem muito trabalho nesta área e consegue ajudar as empresas a criar uma rede de contactos de forma a fortalecer o negócio dos seus clientes. Chegámos à conclusão de que tínhamos de mudar o core da GCI. Desde segunda-feira que o core é o public engagement. Se pergunta se vamos continuar a ter os serviços tradicionais que fazem parte da nossa história de 16 anos no mercado, digo que fazem parte da estratégia mas não são o core.

M&P: Morreu então o conceito de se apresentarem como uma PR Agency?

JMC: Não. O public engagement é um activo do portfólio de serviços que soma. O PR Agency é, tal como diz a definição americana, estabelecer pontos de contacto entre os diferentes públicos-alvo, e aí os media são um dos públicos-alvo, num universo de 24. As tendências internacionais dizem que qualquer cliente é um media potencial, é um emissor de conteúdos potencial. Tem de ter conteúdos relevantes para passar aos seus públicos, desde os seus accionistas até aos stakeholders. Hoje em dia, uma mensagem para ser credível tem de ser lida no mínimo entre cinco a seis vezes, de fontes diferentes. Os media são uma dessas fontes, mas há outras. Se uma mensagem não for revalidada por cinco a seis fontes não tem efeito.

M&P: Que fontes são essas?

JMC: Posso estar a falar de um líder de opinião, de um blogger, do Facebook, do Twitter, do LinkedIn. São pessoas que dominam a informação e podem ser divulgadores.

M&P: Essas plataformas digitais são credíveis quando quem está por detrás é a agência e não há qualquer filtro independente?

JMC: Depende. Há trabalho que é da agência e há trabalho que é feito em plataforma aberta. As empresas, quando falamos em public engagement, têm de estar disponíveis para ouvir e para serem criticadas.

M&P: As empresas estão disponíveis para isso?

JMC: Há empresas disponíveis.

M&P: Vou dar-lhe um exemplo contrário. Há cerca de duas semanas o M&P quis entrevistar uma responsável da BP [cliente da GCI] por causa do impacto do acidente do Golfo do México e a responsável declinou a proposta.

JMC: Por uma razão simples. Os statements são aqueles que são divulgados internacionalmente. O CEO da BP não se tem refugiado e tem partilhado as suas preocupações, responsabilidades e compromissos face a um problema que não é fácil de resolver do ponto de vista técnico e que tem implicações em termos de valorização da própria empresa.

M&P: Na prática o que muda na agência?

JMC: Vai implicar mudanças na gestão interna. A estrutura vai estar assente em três blocos, um de consultores de áreas de especialização de diferentes indústrias, uma outra em termos de gestão de projectos, que não são projectos de media relations. São projectos de gestão e de criação de valor de negócio para clientes. Por exemplo, o Menos Um Carro para a Carris, que não é um projecto de media relations, é um projecto de uma plataforma de mobilidade que pretende movimentar a sociedade civil e todos os stakeholders e shareholders. Vamos ter depois uma área de serviço a clientes, que nós chamamos de account management. Esta estrutura implica que vá haver uma reestruturação. É bem possível que haja substituição de perfis de pessoas em detrimento de outras porque o grau do serviço que iremos prestar é diferente.

M&P: A reestruturação é uma resposta à saído de clientes importantes?

JMC: Não, porque há clientes que não são visíveis para vós. Clientes em que não trabalhamos as media relations, mas sim do ponto de vista estratégico.

M&P: Só a LPM tirou-lhe a Unicer, a APED [Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição] e marcas da Unilever…

JMC: Não temos razões para estar chateados com a saída dos clientes, bem pelo contrário, porque o nosso negócio vai ser diferente do que era antes. O que será a GCI do futuro não é a actividade core das outras operadoras que estão no mercado. Eu não sou a agência de comunicação da Carris [cliente da LPM], mas sou a agência que trabalha para a estratégia da Carris. Podia dar muitos outros exemplos. A GCI, no futuro, não estará assente em assessores de imprensa mas sim em consultores de negócio.

M&P: Tem sinais de que o mercado está interessado nessa proposta?

JMC: O negócio de media relations é insuficiente para o que o mercado quer. As media relations são uma derivada final depois de se definir uma estratégia. Dos passos todos, algures na implementação, aparecem as media relations. Quando chegamos à implementação, estamos na fase cinco. Antes temos quatro fases, e depois da fase cinco temos a avaliação. As métricas de avaliação não podem ser, quando queremos falar para stakeholders, o ROI ou o AVE. O negócio de media relations não tem sustentabilidade.

M&P: Mas tem sido a base do trabalho da GCI.

JMC: Por isso assumimos a ruptura.

M&P: Mesmo assim, os seus clientes continuam a querer estar na televisão à noite.

JMC: Claro e isso faz parte da minha estratégia, mas ele também quer quem está na rua, que compra e que o subscreve. O public engagement é exactamente isso. Como é que conseguimos criar e encontrar plataformas para comunicar de igual forma para todos? As marcas e as empresas que o conseguirem fazer melhor são aquelas que vão capitalizar e vão conseguir ter mais resultados.

M&P: Que projectos integrados é que já tem em linha?

JMC: Deixava para falar sobre isso mais para a frente. Dentro dos objectivos que tínhamos definido nesta fase de mudança, houve mais ganhos do que perdas.

M&P: Apesar das perdas terem sido grandes: Sonae, Unilever…

JMC: Na Sonae, o core continua connosco e temos outros projectos que não são visíveis e que são mais estratégicos sobre os quais não posso falar. Algures nesta equação de mudança de posicionamento, há coisas estratégicas que se reestruturam na nossa relação com os clientes. Há coisas que não trabalhamos para podermos trabalhar outras que estrategicamente são melhores. Isso pode acontecer no futuro.

M&P: Pode explicar melhor?

JMC: Se estamos num trabalho de diagnóstico não podemos materializar. Muitas vezes estamos a equacionar, na fase de diagnóstico, todos os cenários. Não podemos estar em front office de uma coisa que pode, eventualmente, ser alvo de reestruturação no futuro.

M&P: Refere-se então a um cenário em que estará a trabalhar ao lado de outras consultoras.

JMC: Sim. Nós não podemos dizer, mas o mercado percebe, porque não podíamos continuar a trabalhar a APED. A APED anunciou na semana passada que é concorrente da Sociedade Ponto Verde e nós trabalhamos Sociedade Ponto Verde. Se trabalhamos com os stakeholders, sabemos o que está a ser preparado e quais são os objectivos…

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Nuno Tiago Pinto é o novo diretor do Sol e do i

“A nomeação de Nuno Tiago Pinto (na foto) tem como objetivo reforçar a produção de conteúdos de qualidade e multiplataforma, contribuindo para enfrentar os desafios do jornalismo atual”, esclarece o grupo Newsplex

Nuno Tiago Pinto é o novo diretor do Sol e do i, substituindo Vítor Rainho, que ocupou o cargo de diretor interino das duas publicações nos últimos meses e que se mantém no sol como jornalista. Nuno Tiago Pinto, que foi diretor da revista Sábado entre setembro de 2022 e janeiro de 2025, inicia funções a 2 de abril.

“A nomeação de Nuno Tiago Pinto tem como objetivo reforçar a produção de conteúdos de qualidade e multiplataforma, contribuindo para enfrentar os desafios do jornalismo atual. Com uma trajetória notável na revista Sábado, onde foi responsável pela estratégia editorial, o novo diretor assume o compromisso de levar o Sol e o i a uma nova fase de crescimento, respeitando sempre os princípios da independência, rigor e imparcialidade”, informa o grupo Newsplex, dono dos dois títulos em comunicado de imprensa.

Com formação em jornalismo e em relações internacionais, Nuno Tiago Pinto iniciou a carreira como jornalista na SIC Notícias, em 2002, transitando depois para O Independente, chegando a editor em 2005. Na Sábado, onde entra em dezembro de 2005, foi jornalista, editor, editor executivo e chefe de redação, antes de ser promovido a diretor.

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Roblox associa-se à Google para tornar anúncios mais imersivos

A parceria com a Roblox (na foto) tem como objetivo tornar a publicidade mais atrativa para a geração Z e acontece numa altura em que a Google aumenta a oferta geral de anúncios imersivos

A Roblox acaba de se associar à Google para tornar mais imersivos os anúncios exibidos na plataforma de videojogos. Além de querer aumentar a oferta, a intenção é tornar a publicidade mais atrativa para a geração Z. A aliança permite expandir as soluções que as duas empresas disponibilizam aos anunciantes.

As funcionalidades para os anúncios em vídeo ficam disponíveis no ‘marketplace’ publicitário IAB PlayFronts, para que marcas e agências de meios as possam adquirir programaticamente através das soluções de publicidade do Google e de compra direta, ao longo das próximas semanas.

Até ao outono, a Roblox, que há seis meses também estabeleceu um acordo com o WPP para se aproximar da geração Z, pretende adicionar mais formatos imersivos à oferta da ferramenta Google Ad Manager, incluindo para múpis e suportes exteriores digitais, tendo também estabelecido parcerias estratégicas com empresas como a Cint, a DoubleVerify, a IAS, a Kantar e a Nielsen, para reforçar a oferta programática.

O acordo com a Google acontece numa altura em que a empresa tecnológica aumenta a oferta de anúncios imersivos, estendendo-a à empresa AdMob, filial da Google que gere a publicidade móvel em sistemas operativos como o Android, o iOS, o webOS, o Flash Lite e o Windows Phone. A plataforma de promoção publicitária integrada Google Ad Manager também reforça a oferta, aumentando a capacidade de produzir anúncios em vídeo imersivos 2D e 3D.

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Ikea lança plataforma de venda de usados e reposiciona marca

Em dois dias, 9,1 mil consumidores acedem ao novo ‘marketplace’ (na foto). Além da nova campanha, a Ikea tem uma nova assinatura, sugerida a partir de um inquérito junto dos clientes

A Ikea está a lançar em Portugal a Ikea Preowned, plataforma digital de compra e venda de artigos da marca em segunda mão, que nos primeiros dois dias atraiu 9,1 mil consumidores e disponibilizou 167 produtos. Além de promover a economia circular, a iniciativa reforça a qualidade e a durabilidade dos produtos, materializando o conceito da nova campanha omnicanal.

Depois de projetos-piloto desenvolvidos em Espanha e na Noruega, a Ikea investe num novo ‘marketplace’, procurando rentabilizar a procura que os produtos que comercializa têm nas plataformas de comércio eletrónico, que revendem produtos em segunda mão. De acordo com um estudo da Statista, 52% dos consumidores estão dispostos a adquirir produtos usados para poupar e para reduzir o consumismo.

“Os números em Portugal são claros, mais de 10% do mobiliário vendido e comprado em segunda mão em Portugal já é da Ikea. Com o novo serviço, estamos a proporcionar aos nossos clientes uma plataforma ágil, intuitiva e segura, que permite não só aceder aos nossos produtos a um preço ainda mais acessível, como prolongar o seu ciclo de vida”, explica Maria João Franco, coordenadora de portefólio digital e de implementação da Ikea Portugal, citada no documento.

O lançamento do Ikea Preowned acontece numa altura em que a marca se reposiciona, centrando a comunicação na qualidade e na durabilidade dos produtos, através de uma nova campanha. Concebida pela Uzina e produzida pela 78 Films, com um planeamento de 360 graus, está a ser divulgada em televisão, digital, exterior e rádio, apresentando ‘A vida acontece em casa’, a nova assinatura da marca, definida a partir de um inquérito a 4.500 clientes.

“Recebemos testemunhos divertidos, emocionantes, muitos deles brincando com o facto de alguns produtos terem durado mais do que muitas relações que as próprias pessoas tiveram. E achámos que o nosso posicionamento e a nossa assinatura deveriam refletir isso mesmo. Como a vida acontece em casa, queremos reforçar que estamos com as pessoas em todas as fases da vida”, revela Mónica Sousa, diretora de marketing da Ikea em Portugal.

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Misa Rodriguez é a nova aposta da Skechers

Misa Rodriguez (na foto), guarda-redes do Real Madrid CF e internacional sénior da seleção espanhola é a nova embaixadora da marca desportiva, dando a conhecer as propostas da Skechers Football

Misa Rodriguez, guarda-redes do Real Madrid CF e internacional sénior da seleção espanhola, é a nova aposta da Skechers para dar a conhecer as novas propostas da Skechers Football. A desportista, que é também a nova embaixadora da marca de calçado desportivo, já joga oficialmente com chuteiras da Skechers.

“Estamos muito orgulhosos de ter uma jogadora como a Misa Rodriguez na família Skechers Football, que entre muitas caraterísticas se destaca pela confiança, liderança, força e precisão. Continuamos a reforçar a nossa posição no mundo do desporto com um produto de qualidade excecional que já é reconhecido por oferecer uma tecnicidade e conforto que realmente permite um melhor e maior desempenho em campo”, afirma Txerra Díaz, gestor da Skechers Iberia, citado em comunicado de imprensa.

Misa Rodríguez, que tem 364 mil seguidores no Instagram e 685,9 mil no TikTok, reforça o leque de jogadores espanhóis que já fazem parte da equipa Skechers Football, como é o caso de Isco Alarcón (Real Betis Balompié), Iker Losada (RC Celta de Vigo), Antonio Sánchez (Real CD Mallorca) e Pere Milla (RCD Espanyol).

“Estou feliz por ser a primeira futebolista espanhola a representar esta marca que está a crescer e que será, sem dúvida, uma das melhores do mundo do futebol em pouco tempo, devido ao conforto e à qualidade das chuteiras e do calçado da marca em geral”, salienta a futebolista, citada no documento.

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O Lado B da edição 977 do M&P

No Lado B, última página do jornal, a rubrica Fatal, Banal, Genial destaca os resultados da campanha digital da marca de beleza Etat Pur, que junta Lia e Andreia, ex-concorrentes do ‘Secret Story’, para recriarem a discussão que tiveram há oito anos

Fatal, Banal, Genial

Retomar uma discussão polémica pode correr bem

A mais recente campanha digital da Etat Pur junta Lia e Andreia, ex-concorrentes do ‘Secret Story’, da TVI, para recriar nas redes sociais uma das discussões mais marcantes entre participantes em ‘reality shows’ em Portugal. Aproveitando as expressões popularizadas na discussão que acontece há oito anos, como “(es)tiveste lá?”, ‘ah pois, kebabs’ e ‘mentirosa és tu’, os vídeos da marca francesa de beleza viralizam em poucos dias.

À hora de fecho desta edição, a campanha conta com cerca de um milhão de visualizações e perto de 50 mil gostos, de acordo com os dados fornecidos pela Etat Pur, que garante ter somado mais de mil novos seguidores, em cinco dias. A TVI e as revistas Nova Gente e TV 7 Dias são alguns dos meios de comunicação que partilham os vídeos da campanha, que nas redes sociais é apelidada de “marketing de milhões” e “campanha genial”.

Ao reunir as duas ex-concorrentes, a campanha criada e executada pela equipa de marketing da Etat Pur, pretende explorar a rotina de beleza da marca, promovendo um dos produtos mais vendidos: o Ácido Hialurónico Ativo Puro.

38%

É a percentagem de executivos que confiariam na inteligência artificial (IA) para tomar decisões de negócio em seu nome, com 44% disponíveis para reverter uma decisão que já tivessem tomado, com base em pontos de vista da IA.

O estudo ‘AI Has a Seat in the C-Suit’, da Wakefield Research com o patrocínio da SAP, é feito nos Estados Unidos a partir de entrevistas a 300 líderes de empresas com receitas anuais superiores a mil milhões de dólares. Outras conclusões indicam que 74% dos executivos confiam mais na IA para obter aconselhamento, do que na opinião de familiares e amigos.

O Melhor🔥

Os dados mensais do Pod_Scope da Marktest, primeiro ranking auditado dos podcasts mais ouvidos em Portugal, que vai no segundo mês de edição, com dados de fevereiro, relativos ao número de descargas e de ouvintes, entre outros. É a merecida transparência no formato que não para de crescer em Portugal, contribuindo para legitimar os investimentos publicitários em podcasts. As agências de meios, as marcas e os meios de comunicação agradecem.

O Pior💀

Primeiro, parabéns à Google por ser a marca mais conhecida e diferenciada para os portugueses, e ao MBWay e ao ChatGPT, que ocupam as segundas posições em cada um destes rankings do Brand Asset Valuator, do WPP, que atribui os terceiros lugares à marca CR7 (diferenciação) e ao WhatsApp (conhecimento).
A tecnologia é hoje omnipresente no dia a dia, mas fica a reflexão: como é que se constrói marcas diferenciadas e conhecidas, fora deste segmento?

A Seguir

Curso prático de IA para jornalistas, ‘marketers’ e gestores de redes sociais

Criar um calendário editorial ou relatórios de análises de dados ou gerar ‘newsletters’ automaticamente a partir de ‘feeds’ de notícias, são algumas das aprendizagens do curso que pretende capacitar os profissionais de comunicação, com ferramentas que permitam aplicar a inteligência artificial (IA) de forma rápida, eficaz e ética.

O curso permitirá aos alunos aprender desde os fundamentos da IA à criação de audiovisuais com esta tecnologia, analisando casos práticos de aplicabilidade em agências de comunicação ou no jornalismo. Os módulos são pensados para jornalistas, editores, publicitários, profissionais de marketing, gestores de redes sociais e criadores de conteúdo, entre outros. O curso é em horário pós-laboral, 100% online e ao vivo e pode ser financiado pelo Cheque Formação + Digital através do IEFP, sem custos para os alunos elegíveis.

Datas De 31 de março a 16 de abril, à segunda e quarta-feira, das 19h às 21h30 (20 vagas)
De 13 a 29 de maio, à terça e quinta-feira, das 19h às 21h30 (20 vagas)

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OpenAI, Google e Meta querem acesso à propriedade intelectual das marcas

A nova ferramenta da OpenAI torna-se viral pelas recriações exatas de fotografias, ao estilo do estúdio de animação japonês Studio Ghibli (na foto). Embora queiram aproveitar os benefícios e o potencial que a IA generativa fornece, as marcas também precisam de proteger os próprios conteúdos

A OpenAI, a Google e a Meta, entre outras empresas de tecnologia que operam no setor da inteligência artificial (IA), pretendem utilizar de forma mais livre conteúdos protegidos por direitos de autor para treinar os respetivos modelos de IA, noticia a Ad Age.

Embora queiram aproveitar os benefícios e o potencial que a IA generativa fornece, os anunciantes também precisam de proteger os seus próprios conteúdos, que podem ir desde a imagem de marca à propriedade intelectual sob a forma de texto, imagens e vídeos publicados na internet.

Exemplo disso é a nova ferramenta de imagens da OpenAI, que se torna viral pelas recriações exatas de fotografias reais ao estilo do estúdio de animação japonês Studio Ghibli, conhecido por filmes como ‘A Viagem de Chihiro’ e ‘O Castelo Andante’. A ferramenta não só parece ter sido treinada com base nas obras do Studio Ghibli, como também permite gerar imagens impróprias na sua estética, o que compromete mais a empresa. Este fenómeno reflete um futuro em que as marcas podem não ter controlo sobre a forma como o seu conteúdo é utilizado pelas empresas de tecnologia, refere a Ad Age.


À medida que as empresas de IA intensificam esforços para obter acesso ilimitado à propriedade intelectual, os potenciais riscos para os anunciantes estão a tornar-se difíceis de ignorar. Em março, a OpenAI e a Google apresentam à Casa Branca duas propostas distintas, em que descrevem a razão pela qual devem ter o direito de treinar os seus modelos recorrendo a obras protegidas por direitos de autor disponíveis ao público, um conceito que designam como “utilização justa”.

A proposta da Google realça que a utilização justa de materiais protegidos por direitos de autor permitiria “evitar negociações frequentemente muito imprevisíveis, desequilibradas e prolongadas com os detentores dos conteúdos”. O principal argumento apresentado pelas empresas de IA prende-se com o facto de os modelos produzirem conteúdos que consideram ser novos e originais. A Meta apresenta uma posição semelhante junto da Casa Branca.

O dilema das marcas

O dilema com que as marcas se deparam é o facto de as ferramentas de IA se terem tornado extremamente importantes para o seu trabalho criativo e operacional, ao mesmo tempo que enfrentam estes desafios em termos de propriedade intelectual. A opção de abraçar a IA para evitar as suas consequências resume a posição em que as marcas se encontram. O atual quadro jurídico relativo aos direitos de autor está a tornar-se cada vez mais contraditório, o que constitui, segundo os especialistas citados na Ad Age, o aspeto mais preocupante para as marcas.

Ainda de acordo com a Ad Age, vários investigadores preveem que os modelos de IA estão preparados para consumir todos os dados de texto de alta qualidade disponíveis no mundo antes de 2026. Sem quaisquer barreiras que impeçam a utilização de conteúdos protegidos por direitos de autor, as empresas de IA podem em breve expor as marcas a riscos ainda maiores do que aqueles que estas estão atualmente a tentar evitar.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

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Damien Poelhekke é o novo CEO da La Redoute em Portugal

“Damien Poelhekke (na foto) dará seguimento ao trabalho de sucesso desenvolvido por Paulo Pinto – que abandona o cargo – ao longo de três décadas”, informa a marca do grupo empresarial francês Galeries Lafayette

Damien Poelhekke, CEO da La Redoute em Espanha, assume também o cargo em Portugal, após a saída de Paulo Pinto, que abandona funções ao fim de 18 anos na direção e 30 anos na empresa. Mestre em gestão e administração de empresas e em ciências económicas, finanças e investimentos, o também diretor global de negócios B2B da empresa do grupo Galeries Lafayette, passa, assim, a gerir a marca no mercado ibérico.

“Damien Poelhekke dará seguimento ao trabalho de sucesso desenvolvido por Paulo Pinto ao longo de três décadas, conduzindo uma marca internacional com muita história e cada vez mais moderna e orientada para o futuro”, informa a La Redoute em comunicado de imprensa. A mudança de liderança ocorre numa altura em que a marca implementa a estratégia de reposicionamento anunciada no final de 2023.

Na altura, a empresa francesa revelou a intenção de concentrar os esforços comerciais e promocionais no segmento de casa e decoração, em detrimento da moda. “Embora a atividade tradicional do pronto a vestir ocupe um lugar menos central na estratégia a médio prazo da La Redoute, a empresa está empenhada em desenvolver a sua oferta de moda para reter os seus clientes”, esclarece ainda o documento.

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Dani Pérez é o novo vice-presidente de programação da AMCNISE

“O meu objetivo é incorporar novos conteúdos e criar uma estratégia sólida de programação que fortaleça a audiência e a relevância das marcas da companhia em Portugal e Espanha”, explica Dani Pérez (na foto)

Dani Pérez é o novo vice-presidente de programação da AMC Networks International Southern Europe (AMCNISE), assumindo a definição da estratégia de conteúdos das marcas de ficção, factual e documentários de Portugal e Espanha. A nova contratação reporta a Antonio Ruiz, diretor-geral da empresa, integrando também o comité de direção da AMCNISE.

Para além de coordenar a programação do portefólio de canais, Dani Pérez também vai colaborar no desenvolvimento de estratégias para os serviços de ‘streaming’ da empresa. “O meu objetivo é incorporar novos conteúdos e criar uma estratégia sólida de programação, que fortaleça a audiência e a relevância das marcas da companhia em Portugal e Espanha”, esclarece o vice-presidente de programação da AMCNISE, citado em comunicado de imprensa.

Licenciado em comunicação audiovisual pela Universidade Autónoma de Barcelona, Dani Pérez liderou equipas de conteúdos, programação e aquisições ao longo dos últimos 20 anos, em empresas como a Vodafone Espanha, a NBC Universal e o Fox Networks Group, onde foi diretor-geral.

“Estamos muito satisfeitos por receber o Dani Pérez e estamos certos de que a sua experiência, visão e liderança serão a chave para continuar a impulsionar os nossos projetos e alcançar novas metas”, refere Antonio Ruiz, diretor-geral da AMCNISE, citado no documento. O portefólio da empresa inclui, em Portugal, canais como AMC, Canal Hollywood, História, Odisseia, AMC Crime, Canal Panda, Panda Kids e Biggs.

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STCP apela ao uso de transporte público com campanha da Uzina

“O nosso desafio é mudar mentalidades e mostrar que pequenos gestos fazem uma grande diferença”, afirma Pedro Rocha, diretor de comunicação e de relações institucionais da STCP, sobre a nova campanha (na foto)

A Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP) apela à utilização do transporte público com uma nova campanha institucional omnicanal, concebida pela Uzina. Intitulada ‘Vá de Autocarro’, tem direção criativa de Sérgio Gomes e direção criativa executiva de Susana Albuquerque.

O objetivo é transformar a forma como os cidadãos encaram e experienciam a mobilidade nas cidades. “Pretendemos incentivar cada pessoa a perceber que a escolha de andar de autocarro não é apenas uma decisão prática e económica, mas também um gesto de cidadania e de respeito pelo ambiente. Cada passageiro que opta pelo transporte público contribui para uma cidade mais fluida, menos poluída e mais conectada. O nosso desafio é mudar mentalidades e mostrar que pequenos gestos fazem uma grande diferença”, explica Pedro Rocha, diretor de comunicação e de relações institucionais da STCP, citado em comunicado de imprensa.

O filme publicitário, com a duração de um minuto e 26 segundos, relata a história de um passageiro que, dez anos depois de ter entrado num autocarro pela última vez, volta a andar de transportes públicos, sendo recebido com entusiasmo pelos passageiros habituais.
Estruturada para atingir um público diversificado, a campanha está a ser divulgada nos meios de comunicação tradicionais, nas plataformas digitais e em espaços urbanos frequentados pelo público-alvo da comunicação.

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Amazon e fundador do OnlyFans são os mais recentes interessados no TikTok

Blackstone, Andreessen Horowitz e Oracle mantêm-se na corrida. Caso a ByteDance não encontre um comprador nos Estados Unidos até 5 de abril, o TikTok será banido do país, mas o prazo pode ser estendido

Catarina Nunes

Na eminência do fim do prazo para o TikTok ser vendido a uma empresa norte-americana, para poder continuar a funcionar nos Estados Unidos, a Amazon e um consórcio liderado pelo fundador do OnlyFans, através da ‘startup’ que detém (Zoop), são dados como os mais recentes interessados na rede social chinesa, apesar de nenhuma das partes o confirmar.

O interesse da Amazon é noticiado em primeira mão pelo The New York Times, a 2 de abril, com a Reuters a avançar também a informação da entrada da Zoop na corrida ao TikTok. Para fazer a licitação, esta plataforma que opera no metaverso e na Web3, criada por Tim Stokely, fundador do OnlyFans, serviço digital de conteúdos para adultos, terá formado um consórcio com uma fundação ligada a criptomoedas.

No caso da Amazon, segundo o The New York Times, a oferta é feita através de uma carta endereçada ao vice-presidente JD Vance e a Howard Lutnick, secretário norte-americano do comércio. Recorde-se que a Amazon já tinha tentado, sem sucesso, ocupar o território das plataformas de vídeos curtos com o lançamento do Inspire, que em fevereiro é suspenso e retirado da aplicação da Amazon.

Mais recentemente, Donald Trump pressiona a ByteDance, empresa que detém o TikTok, a chegar a acordo na venda, em troca da concessão à China de benefícios nas taxas alfandegárias. Uma proposta que o Governo chinês rejeita.

Contagem decrescente até 5 de abril

De acordo com o estabelecido pelo Governo norte-americano, caso a ByteDance não encontre um comprador nos Estados Unidos até 5 de abril, o TikTok será banido do país. Este prazo, porém, pode ser estendido, à semelhança da proibição em janeiro.

A obrigatoriedade da venda surge em 2024, com a aprovação de uma lei que proíbe o TikTok nos Estados Unidos, que deveria ter entrado em vigor a 19 de janeiro de 2025, mas cujo prazo é estendido até ao próximo sábado. As autoridades norte-americanas alegam que há possibilidade de espionagem e quebra de segurança através do TikTok, acusação que a ByteDance nega.

Além dos dois interessados, a Reuters revela na semana passada que a empresa de capital privado Blackstone também está a negociar a aquisição. A empresa de capital de risco Andreessen Horowitz, por seu lado, é igualmente apontada como estando em negociações para adicionar financiamento externo, para comprar o capital dos investidores chineses do TikTok.

Em cima da mesa está outro acordo, que envolve investidores norte-americanos, incluindo o gigante tecnológico Oracle – que será o que está melhor posicionado -, em consórcio com investidores como o Susquehanna International Group e a General Atlantic, para evitar uma venda formal. O objetivo do Governo de Donald Trump é diluir a participação de chineses no novo negócio, abaixo dos 20% no total do capital da empresa, como é exigido pela nova lei aprovada nos Estados Unidos em 2024, com apoio bipartidário de praticamente todos os congressistas.

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