The New York Times supera 5 milhões de assinantes mas prevê quebra de 50% na publicidade
Com 587 mil novas assinaturas digitais no primeiro trimestre deste ano, o The New York Times regista o maior crescimento absoluto de sempre e supera agora a fasquia dos cinco milhões de subscritores.

Pedro Durães
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Com 587 mil novas assinaturas digitais no primeiro trimestre deste ano, o The New York Times regista o maior crescimento absoluto de sempre e supera agora a fasquia dos cinco milhões de subscritores. No entanto, o diário norte-americano ilustra a situação paradoxal vivida pela imprensa. Num contexto marcado pela crescente procura de informação em cenário de pandemia, o número de leitores aumenta mas as receitas publicitárias descem. Apesar do recorde alcançado ao nível das assinaturas, o The New York Times encerrou os primeiros três meses do ano com uma quebra de 15,2% nas receitas publicitárias, fixadas em 106 milhões de dólares, prevendo agora que a queda na publicidade possa atingir os 50% no segundo trimestre em comparação com o período homólogo em 2019.
Apesar da evolução pouco animadora das receitas publicitárias, o diário norte-americano registou nestes primeiros três meses do ano receitas totais na ordem dos 443,6 milhões de euros, num balanço que traduz um crescimento de 1% face ao primeiro trimestre de 2019. Números que dão alento à estratégia seguida pelo título, focada no crescimento das receitas provenientes dos leitores, nomeadamente na edição digital, com os responsáveis da empresa a adiantarem, segundo a Reuters, que as receitas da versão digital do The New York Times serão este ano, pela primeira vez, superiores às da edição impressa.