A IA pode ajudar na luta pelos direitos humanos? Bar Ogilvy mostra que o melhor é contar com AI (com vídeo)
A Amnistia Internacional assinala 62 em Portugal com uma campanha criada pela Bar Ogilvy, cujo conceito brinca com a associação entre as iniciais da organização e a inteligência artificial para sublinhar que, quando o que está em causa são direitos humanos, não há tecnologia que substitua as pessoas.

Pedro Durães
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A Amnistia Internacional assinala 62 em Portugal com uma campanha criada pela Bar Ogilvy, cujo conceito brinca com a associação entre as iniciais da organização e a inteligência artificial para sublinhar que, quando o que está em causa são direitos humanos, não há tecnologia que substitua as pessoas. “Para defender os direitos humanos só podemos contar com uma AI” é o claim da campanha, que marcará presença em meios digitais e imprensa, onde, explica a agência, “fica notória a incapacidade de plataformas como o ChatGPT abordarem problemas concretos e verdadeiras catástrofes que assolam a vida de várias pessoas, um pouco por todo o mundo”.
“Só nós, humanos, temos o poder de pressionar, reivindicar, denunciar, lutar. Nenhuma tecnologia ou algoritmo o vai fazer por nós. É isso que esta campanha, de uma forma muito simples, pretende transmitir”, aponta Miguel Ralha, CEO da Bar Ogilvy.
A par dos filmes produzidos pela Jungle Corner e da presença em anúncios de imprensa, foi ainda criada uma landing page com o Chat Powered by People, apresentado como “um chat sem bots”. Ao interagir com este chat, os utilizadores terão contacto “apenas com as pessoas que trabalham na Amnistia Internacional e com as quais é possível conversar e saber um pouco mais sobre o trabalho da organização”.