Destaque M&P Exclusivo

“Quando os jornais são úteis aos seus leitores têm futuro”

Para assinalar o sétimo aniversário, o Jornal Económico entra numa nova fase com um novo grafismo e uma edição diária digital, numa lógica de “less is more”, além da edição […]

Sónia Ramalho
Destaque M&P Exclusivo

“Quando os jornais são úteis aos seus leitores têm futuro”

Para assinalar o sétimo aniversário, o Jornal Económico entra numa nova fase com um novo grafismo e uma edição diária digital, numa lógica de “less is more”, além da edição […]

Sónia Ramalho
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Para assinalar o sétimo aniversário, o Jornal Económico entra numa nova fase com um novo grafismo e uma edição diária digital, numa lógica de “less is more”, além da edição semanal. Estivemos à conversa com Filipe Alves, diretor do JE, que revela o que está por detrás destas alterações, porque já não guardam as notícias para o papel apostando numa lógica de “digital first” e os eventos que estão a preparar para a rentrée, a partir de setembro.

 

Anunciaram que o Jornal Económico (JE) está a entrar numa nova fase. O que podemos esperar do JE?

Este ano fizemos grandes alterações e essas mudanças ocorrem num novo enquadramento no Grupo Media N9ve, no qual o JE está inserido desde o final de 2022. A entrada no Grupo deu-nos várias vantagens. Por um lado, temos um acionista com uma perspetiva mais cosmopolita e internacional. Atualmente, o JE posiciona-se como um jornal lusófono, ou seja, os nossos leitores estão em todos os países onde se fala português, o que obrigou a um ajuste na estratégia para ter conteúdos para esses leitores.

Por outro lado, este ano tivemos a oportunidade de fazer um investimento em várias áreas decisivas para o futuro, como o novo site, que arrancou em soft launch em maio, e que está a ter muito bons resultados. Conseguimos aumentar a audiência em cerca de 40 a 50% nas diferentes métricas e vamos fechar o primeiro mês do novo site acima dos 2 milhões de page views.

A que se deve esse aumento?

No último ano tivemos grandes problemas de cibersegurança. Fomos alvo de um ataque que afetou o nosso posicionamento no Google e tivemos de criar uma nova plataforma. Por outro lado, melhorámos os conteúdos, reforçámos a equipa e estamos a passar para um modelo de “digital first”, ou seja, já não guardamos notícias para a edição semanal. Apostamos diariamente em ter notícias e isso é muito importante porque, apesar desse “digital first”, não estamos a deixar de investir na edição semanal. Pelo contrário, lançámos um novo grafismo, com novos conteúdos e o caminho é cada vez mais de excelência. Antes, o nosso foco podia estar mais concentrado na edição semanal, em ter um bom produto à sexta-feira, e neste momento queremos ter um bom produto todos os dias.

Esta aposta no “digital first” não prejudica a edição semanal?

Não, pois o que mudámos foi a forma de trabalhar. A edição semanal continua a ser o nosso espaço premium, com conteúdos de grande qualidade. Com a reformulação gráfica, os artigos analíticos ganharam mais espaço. Ou seja, vamos apostar mais nesse tipo de trabalhos e não guardar notícias exclusivas para sexta-feira. Vamos ter sempre histórias exclusivas na edição semanal, mas o jornal vai ser mais analítico, vai ter mais contributos de novos colonistas, novas parcerias com universidades e outras instituições. O que é notícia e o que é urgente vai sair no momento.

Há outra vertente: a edição diária digital. Na prática, vamos ser um jornal diário, vamos ter um produto premium todos os dias para assinantes, embora não em papel, mas é um jornal condensado com os grandes acontecimentos do dia e a sua análise.

De que forma a edição diária, exclusiva para assinantes, é diferente dos conteúdos no disponíveis no site?

A edição diária vai arrancar com um período experimental em que vai estar acessível a todos. Queremos dar a conhecer o produto para que os leitores possam experimentar. A diferença face ao site é que vamos ter conteúdos com mais profundidade, mais tempo de edição, mais aprofundados e notícias exclusivas todos os dias. O JE tem-se distinguido desde o início por ser capaz de dar notícias que marcam a agenda e vamos continuar nesse caminho. A edição diária é mais uma plataforma para o fazer. Vamos ter um produto que nasce com o objetivo de dar o essencial que um leitor de economia precisa todos os dias, ou seja, eliminando o ruído, a espuma dos dias. Há outros temas que fazem mais sentido no site, como artigos de lifestyle, mas que na edição diária não vão ter tanta expressão, pois é focada no essencial.

Na sua opinião, as pessoas ainda têm paciência para ler artigos mais analíticos, numa altura onde apenas se lê os títulos e pouco mais?

Há muita gente que faz isso, mas considero que há cada vez mais espaço para esse tipo de conteúdos mais analíticos. As pessoas são diariamente bombardeadas com uma informação tão intensa que acaba por ser difícil de acompanhar. Tivemos recentemente o caso da TAP em que bastava perder uma reunião da comissão de inquérito para perder o fio à meada. Mais do que nunca, a quantidade de conteúdos e de informação com que somos bombardeados de manhã à noite é tanta que há necessidade daquela função do jornalista de procurar a informação, selecionar e validar o que é importante.

CURADORIA DE INFORMAÇÃO

Um jornalismo quase como uma curadoria de informação?

Exatamente. Passa por pegar no que é realmente importante. O que quero é que o nosso leitor típico – quadros de empresas, gestores, profissionais liberais, investidores, estudantes, professores universitários – saibam que, de manhã, vão ter um guia essencial para o seu dia e, se não tiverem muito tempo para ler o resto, já ficam por dentro de tudo e isso é um grande desafio. É fácil? Obviamente que não, mas vamos fazer um esforço muito grande para isso.

Como surgiu a necessidade de reformular do JE? Foi uma forma de assinalar os sete anos?

Sim. A reformulação tem por base duas vertentes: gráfica e de conteúdos. Na vertente gráfica havia uma consciência de que o jornal precisava de um refresh. Tinha havido um trabalho anterior de atualização, mas nunca um refresh por circunstâncias relacionadas com o lançamento do jornal. Foi feito num processo acelerado e acabou por não ter a atenção devida. De há um ano para cá que estávamos a pensar fazer isto e pedimos o apoio do Pedro Fernandes, um designer conceituado que, juntamente com a equipa de arte do JE, liderada pelo Mário Malhão, produziu esta nova edição com um grafismo mais clean, moderno, apelativo, sem cortar com o que existia. Percebe-se que há um fio condutor. Nas secções, o leitor frequente do JE identifica-se pois percebe que é uma evolução, não há um corte radical com o passado.

Há mais espaço para análise e alguns temas internacionais vão ter mais profundidade. Depois existem duas alterações no conceito: por um lado, é um produto multimédia e temos conteúdos, como entrevistas, em que é possível aceder em vídeo ou podcast, basta abrir um QR Code. Isto permite dar destaque à entrevista no jornal, mas esta pode não ocupar duas páginas e ter somente o título, parte do texto e, com o QR Code, o leitor pode ter acesso ao conteúdo na íntegra. Dá ao leitor a opção de aceder ao conteúdo no formato que for mais conveniente. Estamos a dar mais opções ao leitor e a ir ao encontro do que são as novas tendências de consumo de conteúdos. Conseguimos ter mais conteúdos no jornal pois não ocupam tanto espaço, o que permite redefinir as secções.

Quais as mudanças que implementaram nas secções?

O antigo JE começava com a secção de economia e política, seguida da secção de empresas e finanças e depois o internacional, lusofonia e universidades. Com a reformulação passámos as empresas para a frente. Não é que os outros temas sejam menos importantes, mas somos um jornal virado para as empresas e muitos leitores compram o jornal para ler essas notícias.

Por outro lado, os conteúdos internacionais e de lusofonia não devem estar acantonados numa secção, uma vez que a economia não tem fronteiras. Significa que, se houver uma notícia sobre eleições no Brasil ou em Angola ou num pais lusófono, pode ser a abertura da secção de política. Ou uma reunião do banco central dos EUA pode abrir a economia. Permite pensar de uma forma mais internacional. Os temas estão apenas divididos em macro (economia) e micro (empresas). Diria que, cada vez mais, o caminho para o JE passa por procurar servir melhor a sua comunidade de leitores.

COMUNIDADE DE LEITORES

Essa comunidade é vital?

Acredito que qualquer projeto, para ser bem-sucedido, tem de ter a sua comunidade e tem de a servir bem. Não podemos estar de costas voltadas para os leitores, anunciantes e parceiros, temos de procurar cumprir os princípios básicos do jornalismo, que é ser independente, para o nosso jornalismo ter valor para as pessoas. É para isso que servimos.

Para serem reconhecidos por isso?

Diria que o ser reconhecido não é um fim em si mesmo, o ser reconhecido como independente, rigoroso e isento é necessário para que o modelo de negócio seja sustentável. Existem muitas pessoas no nosso sector que ainda não compreenderam isso. Pensam que têm de faturar em publicidade, mas esquecem-se que, para atrair publicidade e organizar eventos, é necessário que as marcas sejam reconhecidas como credíveis. A grande vantagem dos media passa por aí: ter a sua comunidade e ir ao encontro do que ela quer e construir uma comunidade à volta disso (leitores, parceiros, anunciantes), além dos stakeholders, que se associam aos eventos, às iniciativas, às pessoas que somos capazes de atrair para os eventos.

O principal é ser fiel aos nossos princípios e não abdicar do essencial porque, se abdicarmos, é o fim. Deixamos de inspirar confiança nos leitores, deixamos de ter valor comercial e deixamos de ser capazes de cumprir a nossa função perante a sociedade.

A IMPORTANCIA DOS EVENTOS

Os eventos e as conferências são uma parte importante no vosso modelo de negócio?

Sempre foram, mas este ano vamos fazer uma aposta maior com a introdução de novos formatos, como conferências à porta fechada, observatórios com stakeholders relevantes e a introduzir uma forte componente lusófona.

No segundo semestre vamos ter um calendário de eventos muito preenchido. Começamos em setembro com a conferência para assinalar o 7º aniversario do JE, onde vamos debater os grandes temas que consideramos mais relevantes para o próximo ano, quase como uma conferência de antevisão para 2024 em matéria de macroeconomia, no setor financeiro, nas empresas, na lusofonia.

Também em setembro vamos ter um grande evento em Lisboa, em parceria com a Forbes: Doing Business Angola. A ideia é criar um fórum, que se pode repetir mais tarde noutras geografias, para discutir as grandes oportunidades para investir em Angola, nomeadamente as privatizações e as mudanças que estão a decorrer em vários setores de atividade.

Além destes dois eventos, e até ao final do ano estão calendarizados o Fórum Banca, um evento anual do setor financeiro, o Fórum Telecomunicações, que vai juntar os players das telecoms para debater o futuro do setor, um grande evento sobre tecnologia na área da saúde e um outro sobre o orçamento do Estado.

A área dos eventos é importante para a faturação do JE?

Sim, é muito importante. Há um mix de receitas, que está dividido em partes iguais entre o digital, os produtos em papel e os eventos.

EDIÇÃO IMPRESSA

Ainda faz sentido ter uma edição impressa?

Sim, ainda faz sentido uma vez que o papel se paga a si mesmo, além de ser um suporte muito do agrado dos nossos leitores. Ao manter o papel estamos a ir ao encontro desses leitores, nos quais me incluo, que gostam de ler em papel. O papel num jornal semanal faz todo o sentido pois é uma forma de posicionamento e de promoção do próprio jornal. Pela nossa experiência, as próprias fontes valorizam muito o papel, que resulta de um trabalho de edição, de escolha do que é relevante. É um espaço finito e as pessoas têm noção de que o que está ali é importante o suficiente. Por isso, acho que o papel vai continuar sempre a fazer sentido. Hoje em dia, a dicotomia entre o papel e o digital não se coloca. A verdadeira dicotomia é entre o que é premium (reservado a assinantes) e o que é livre e a tendência é que cada vez mais produtos com qualidade sejam reservados a assinantes.

E onde se inserem os conteúdos no jornal?

O JE à sexta-feira é um semanário, nos outros dias é um diário, que sai em papel e no digital. Temos mais leitores pagos no digital do que no papel, mas o caminho passa cada vez mais por conteúdos com valor acrescentado para os leitores, para que sintam necessidade de comprar. Neste caso, os económicos têm vantagem face aos generalistas pois é mais fácil dar conteúdos que fazem a diferença e que ajudam os leitores a fazer escolhas informadas e esclarecidas na sua vida profissional, nas suas poupanças, até na vida pessoal (escolher o sítio onde vão morar, a escola dos filhos). Um jornal de economia pode ajudar a tomar essas decisões. Quando os jornais são úteis aos seus leitores têm futuro. Acredito muito nisso. Isto conjugado com outras formas de monetização, como a publicidade e os eventos, acaba por fazer um mix que permite a sustentabilidade de um projeto.

O facto de terem uma área de podcasts e vídeos é uma forma de atrair leitores mais jovens?

É para ir ao encontro das novas tendências de consumo de informação e para proporcionar aos anunciantes outros suportes para a publicidade, nomeadamente o branded content onde o vídeo é muito importante. O facto de termos um produto multimédia, apesar de ser papel, faz com que o leitor possa aceder aos conteúdos multimédia e permite chegar a mais pessoas, com interesses distintos.

Como se convence um jovem adulto a comprar um jornal económico?

De duas formas: por um lado fazendo bom jornalismo. Os jovens são muito mais idealistas, dão mais atenção a temas do interesse coletivo. É uma mudança geracional e até as empresas têm sentido isso. Querem trabalhar em empresas e projetos que partilhem os seus valores, que tenham uma causa em que possam acreditar e se o jornalismo for levado a sério também pode ajudar a mostrar a essa juventude que é possível tentar chegar à verdade. Sermos honestos no nosso trabalho faz toda a diferença. É um ideal, mas acho que nós (jornalistas) temos de tentar ir atrás de um ideal, chegar o mais próximo possível da verdade e, para isso, temos de usar as ferramentas: o contraditório, verificar os factos, cruzar informações, ser honesto, olhar para as histórias sem conflitos de interesse. Em Portugal ainda se dá pouca importância ao conflito de interesses e é um tema que se vai colocar, mais tarde ou mais cedo. Temos de ser procurar ser sérios e chegar à verdade de forma honesta e isso implica seguir os princípios básicos do jornalismo. Só assim temos futuro como setor.

 

Sobre o autorSónia Ramalho

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Nuno Tiago Pinto é o novo diretor do Sol e do i

“A nomeação de Nuno Tiago Pinto (na foto) tem como objetivo reforçar a produção de conteúdos de qualidade e multiplataforma, contribuindo para enfrentar os desafios do jornalismo atual”, esclarece o grupo Newsplex

Nuno Tiago Pinto é o novo diretor do Sol e do i, substituindo Vítor Rainho, que ocupou o cargo de diretor interino das duas publicações nos últimos meses e que se mantém no sol como jornalista. Nuno Tiago Pinto, que foi diretor da revista Sábado entre setembro de 2022 e janeiro de 2025, inicia funções a 2 de abril.

“A nomeação de Nuno Tiago Pinto tem como objetivo reforçar a produção de conteúdos de qualidade e multiplataforma, contribuindo para enfrentar os desafios do jornalismo atual. Com uma trajetória notável na revista Sábado, onde foi responsável pela estratégia editorial, o novo diretor assume o compromisso de levar o Sol e o i a uma nova fase de crescimento, respeitando sempre os princípios da independência, rigor e imparcialidade”, informa o grupo Newsplex, dono dos dois títulos em comunicado de imprensa.

Com formação em jornalismo e em relações internacionais, Nuno Tiago Pinto iniciou a carreira como jornalista na SIC Notícias, em 2002, transitando depois para O Independente, chegando a editor em 2005. Na Sábado, onde entra em dezembro de 2005, foi jornalista, editor, editor executivo e chefe de redação, antes de ser promovido a diretor.

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Roblox associa-se à Google para tornar anúncios mais imersivos

A parceria com a Roblox (na foto) tem como objetivo tornar a publicidade mais atrativa para a geração Z e acontece numa altura em que a Google aumenta a oferta geral de anúncios imersivos

A Roblox acaba de se associar à Google para tornar mais imersivos os anúncios exibidos na plataforma de videojogos. Além de querer aumentar a oferta, a intenção é tornar a publicidade mais atrativa para a geração Z. A aliança permite expandir as soluções que as duas empresas disponibilizam aos anunciantes.

As funcionalidades para os anúncios em vídeo ficam disponíveis no ‘marketplace’ publicitário IAB PlayFronts, para que marcas e agências de meios as possam adquirir programaticamente através das soluções de publicidade do Google e de compra direta, ao longo das próximas semanas.

Até ao outono, a Roblox, que há seis meses também estabeleceu um acordo com o WPP para se aproximar da geração Z, pretende adicionar mais formatos imersivos à oferta da ferramenta Google Ad Manager, incluindo para múpis e suportes exteriores digitais, tendo também estabelecido parcerias estratégicas com empresas como a Cint, a DoubleVerify, a IAS, a Kantar e a Nielsen, para reforçar a oferta programática.

O acordo com a Google acontece numa altura em que a empresa tecnológica aumenta a oferta de anúncios imersivos, estendendo-a à empresa AdMob, filial da Google que gere a publicidade móvel em sistemas operativos como o Android, o iOS, o webOS, o Flash Lite e o Windows Phone. A plataforma de promoção publicitária integrada Google Ad Manager também reforça a oferta, aumentando a capacidade de produzir anúncios em vídeo imersivos 2D e 3D.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

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Ikea lança plataforma de venda de usados e reposiciona marca

Em dois dias, 9,1 mil consumidores acedem ao novo ‘marketplace’ (na foto). Além da nova campanha, a Ikea tem uma nova assinatura, sugerida a partir de um inquérito junto dos clientes

A Ikea está a lançar em Portugal a Ikea Preowned, plataforma digital de compra e venda de artigos da marca em segunda mão, que nos primeiros dois dias atraiu 9,1 mil consumidores e disponibilizou 167 produtos. Além de promover a economia circular, a iniciativa reforça a qualidade e a durabilidade dos produtos, materializando o conceito da nova campanha omnicanal.

Depois de projetos-piloto desenvolvidos em Espanha e na Noruega, a Ikea investe num novo ‘marketplace’, procurando rentabilizar a procura que os produtos que comercializa têm nas plataformas de comércio eletrónico, que revendem produtos em segunda mão. De acordo com um estudo da Statista, 52% dos consumidores estão dispostos a adquirir produtos usados para poupar e para reduzir o consumismo.

“Os números em Portugal são claros, mais de 10% do mobiliário vendido e comprado em segunda mão em Portugal já é da Ikea. Com o novo serviço, estamos a proporcionar aos nossos clientes uma plataforma ágil, intuitiva e segura, que permite não só aceder aos nossos produtos a um preço ainda mais acessível, como prolongar o seu ciclo de vida”, explica Maria João Franco, coordenadora de portefólio digital e de implementação da Ikea Portugal, citada no documento.

O lançamento do Ikea Preowned acontece numa altura em que a marca se reposiciona, centrando a comunicação na qualidade e na durabilidade dos produtos, através de uma nova campanha. Concebida pela Uzina e produzida pela 78 Films, com um planeamento de 360 graus, está a ser divulgada em televisão, digital, exterior e rádio, apresentando ‘A vida acontece em casa’, a nova assinatura da marca, definida a partir de um inquérito a 4.500 clientes.

“Recebemos testemunhos divertidos, emocionantes, muitos deles brincando com o facto de alguns produtos terem durado mais do que muitas relações que as próprias pessoas tiveram. E achámos que o nosso posicionamento e a nossa assinatura deveriam refletir isso mesmo. Como a vida acontece em casa, queremos reforçar que estamos com as pessoas em todas as fases da vida”, revela Mónica Sousa, diretora de marketing da Ikea em Portugal.

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Misa Rodriguez é a nova aposta da Skechers

Misa Rodriguez (na foto), guarda-redes do Real Madrid CF e internacional sénior da seleção espanhola é a nova embaixadora da marca desportiva, dando a conhecer as propostas da Skechers Football

Misa Rodriguez, guarda-redes do Real Madrid CF e internacional sénior da seleção espanhola, é a nova aposta da Skechers para dar a conhecer as novas propostas da Skechers Football. A desportista, que é também a nova embaixadora da marca de calçado desportivo, já joga oficialmente com chuteiras da Skechers.

“Estamos muito orgulhosos de ter uma jogadora como a Misa Rodriguez na família Skechers Football, que entre muitas caraterísticas se destaca pela confiança, liderança, força e precisão. Continuamos a reforçar a nossa posição no mundo do desporto com um produto de qualidade excecional que já é reconhecido por oferecer uma tecnicidade e conforto que realmente permite um melhor e maior desempenho em campo”, afirma Txerra Díaz, gestor da Skechers Iberia, citado em comunicado de imprensa.

Misa Rodríguez, que tem 364 mil seguidores no Instagram e 685,9 mil no TikTok, reforça o leque de jogadores espanhóis que já fazem parte da equipa Skechers Football, como é o caso de Isco Alarcón (Real Betis Balompié), Iker Losada (RC Celta de Vigo), Antonio Sánchez (Real CD Mallorca) e Pere Milla (RCD Espanyol).

“Estou feliz por ser a primeira futebolista espanhola a representar esta marca que está a crescer e que será, sem dúvida, uma das melhores do mundo do futebol em pouco tempo, devido ao conforto e à qualidade das chuteiras e do calçado da marca em geral”, salienta a futebolista, citada no documento.

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O Lado B da edição 977 do M&P

No Lado B, última página do jornal, a rubrica Fatal, Banal, Genial destaca os resultados da campanha digital da marca de beleza Etat Pur, que junta Lia e Andreia, ex-concorrentes do ‘Secret Story’, para recriarem a discussão que tiveram há oito anos

Fatal, Banal, Genial

Retomar uma discussão polémica pode correr bem

A mais recente campanha digital da Etat Pur junta Lia e Andreia, ex-concorrentes do ‘Secret Story’, da TVI, para recriar nas redes sociais uma das discussões mais marcantes entre participantes em ‘reality shows’ em Portugal. Aproveitando as expressões popularizadas na discussão que acontece há oito anos, como “(es)tiveste lá?”, ‘ah pois, kebabs’ e ‘mentirosa és tu’, os vídeos da marca francesa de beleza viralizam em poucos dias.

À hora de fecho desta edição, a campanha conta com cerca de um milhão de visualizações e perto de 50 mil gostos, de acordo com os dados fornecidos pela Etat Pur, que garante ter somado mais de mil novos seguidores, em cinco dias. A TVI e as revistas Nova Gente e TV 7 Dias são alguns dos meios de comunicação que partilham os vídeos da campanha, que nas redes sociais é apelidada de “marketing de milhões” e “campanha genial”.

Ao reunir as duas ex-concorrentes, a campanha criada e executada pela equipa de marketing da Etat Pur, pretende explorar a rotina de beleza da marca, promovendo um dos produtos mais vendidos: o Ácido Hialurónico Ativo Puro.

38%

É a percentagem de executivos que confiariam na inteligência artificial (IA) para tomar decisões de negócio em seu nome, com 44% disponíveis para reverter uma decisão que já tivessem tomado, com base em pontos de vista da IA.

O estudo ‘AI Has a Seat in the C-Suit’, da Wakefield Research com o patrocínio da SAP, é feito nos Estados Unidos a partir de entrevistas a 300 líderes de empresas com receitas anuais superiores a mil milhões de dólares. Outras conclusões indicam que 74% dos executivos confiam mais na IA para obter aconselhamento, do que na opinião de familiares e amigos.

O Melhor🔥

Os dados mensais do Pod_Scope da Marktest, primeiro ranking auditado dos podcasts mais ouvidos em Portugal, que vai no segundo mês de edição, com dados de fevereiro, relativos ao número de descargas e de ouvintes, entre outros. É a merecida transparência no formato que não para de crescer em Portugal, contribuindo para legitimar os investimentos publicitários em podcasts. As agências de meios, as marcas e os meios de comunicação agradecem.

O Pior💀

Primeiro, parabéns à Google por ser a marca mais conhecida e diferenciada para os portugueses, e ao MBWay e ao ChatGPT, que ocupam as segundas posições em cada um destes rankings do Brand Asset Valuator, do WPP, que atribui os terceiros lugares à marca CR7 (diferenciação) e ao WhatsApp (conhecimento).
A tecnologia é hoje omnipresente no dia a dia, mas fica a reflexão: como é que se constrói marcas diferenciadas e conhecidas, fora deste segmento?

A Seguir

Curso prático de IA para jornalistas, ‘marketers’ e gestores de redes sociais

Criar um calendário editorial ou relatórios de análises de dados ou gerar ‘newsletters’ automaticamente a partir de ‘feeds’ de notícias, são algumas das aprendizagens do curso que pretende capacitar os profissionais de comunicação, com ferramentas que permitam aplicar a inteligência artificial (IA) de forma rápida, eficaz e ética.

O curso permitirá aos alunos aprender desde os fundamentos da IA à criação de audiovisuais com esta tecnologia, analisando casos práticos de aplicabilidade em agências de comunicação ou no jornalismo. Os módulos são pensados para jornalistas, editores, publicitários, profissionais de marketing, gestores de redes sociais e criadores de conteúdo, entre outros. O curso é em horário pós-laboral, 100% online e ao vivo e pode ser financiado pelo Cheque Formação + Digital através do IEFP, sem custos para os alunos elegíveis.

Datas De 31 de março a 16 de abril, à segunda e quarta-feira, das 19h às 21h30 (20 vagas)
De 13 a 29 de maio, à terça e quinta-feira, das 19h às 21h30 (20 vagas)

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OpenAI, Google e Meta querem acesso à propriedade intelectual das marcas

A nova ferramenta da OpenAI torna-se viral pelas recriações exatas de fotografias, ao estilo do estúdio de animação japonês Studio Ghibli (na foto). Embora queiram aproveitar os benefícios e o potencial que a IA generativa fornece, as marcas também precisam de proteger os próprios conteúdos

A OpenAI, a Google e a Meta, entre outras empresas de tecnologia que operam no setor da inteligência artificial (IA), pretendem utilizar de forma mais livre conteúdos protegidos por direitos de autor para treinar os respetivos modelos de IA, noticia a Ad Age.

Embora queiram aproveitar os benefícios e o potencial que a IA generativa fornece, os anunciantes também precisam de proteger os seus próprios conteúdos, que podem ir desde a imagem de marca à propriedade intelectual sob a forma de texto, imagens e vídeos publicados na internet.

Exemplo disso é a nova ferramenta de imagens da OpenAI, que se torna viral pelas recriações exatas de fotografias reais ao estilo do estúdio de animação japonês Studio Ghibli, conhecido por filmes como ‘A Viagem de Chihiro’ e ‘O Castelo Andante’. A ferramenta não só parece ter sido treinada com base nas obras do Studio Ghibli, como também permite gerar imagens impróprias na sua estética, o que compromete mais a empresa. Este fenómeno reflete um futuro em que as marcas podem não ter controlo sobre a forma como o seu conteúdo é utilizado pelas empresas de tecnologia, refere a Ad Age.


À medida que as empresas de IA intensificam esforços para obter acesso ilimitado à propriedade intelectual, os potenciais riscos para os anunciantes estão a tornar-se difíceis de ignorar. Em março, a OpenAI e a Google apresentam à Casa Branca duas propostas distintas, em que descrevem a razão pela qual devem ter o direito de treinar os seus modelos recorrendo a obras protegidas por direitos de autor disponíveis ao público, um conceito que designam como “utilização justa”.

A proposta da Google realça que a utilização justa de materiais protegidos por direitos de autor permitiria “evitar negociações frequentemente muito imprevisíveis, desequilibradas e prolongadas com os detentores dos conteúdos”. O principal argumento apresentado pelas empresas de IA prende-se com o facto de os modelos produzirem conteúdos que consideram ser novos e originais. A Meta apresenta uma posição semelhante junto da Casa Branca.

O dilema das marcas

O dilema com que as marcas se deparam é o facto de as ferramentas de IA se terem tornado extremamente importantes para o seu trabalho criativo e operacional, ao mesmo tempo que enfrentam estes desafios em termos de propriedade intelectual. A opção de abraçar a IA para evitar as suas consequências resume a posição em que as marcas se encontram. O atual quadro jurídico relativo aos direitos de autor está a tornar-se cada vez mais contraditório, o que constitui, segundo os especialistas citados na Ad Age, o aspeto mais preocupante para as marcas.

Ainda de acordo com a Ad Age, vários investigadores preveem que os modelos de IA estão preparados para consumir todos os dados de texto de alta qualidade disponíveis no mundo antes de 2026. Sem quaisquer barreiras que impeçam a utilização de conteúdos protegidos por direitos de autor, as empresas de IA podem em breve expor as marcas a riscos ainda maiores do que aqueles que estas estão atualmente a tentar evitar.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

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Damien Poelhekke é o novo CEO da La Redoute em Portugal

“Damien Poelhekke (na foto) dará seguimento ao trabalho de sucesso desenvolvido por Paulo Pinto – que abandona o cargo – ao longo de três décadas”, informa a marca do grupo empresarial francês Galeries Lafayette

Damien Poelhekke, CEO da La Redoute em Espanha, assume também o cargo em Portugal, após a saída de Paulo Pinto, que abandona funções ao fim de 18 anos na direção e 30 anos na empresa. Mestre em gestão e administração de empresas e em ciências económicas, finanças e investimentos, o também diretor global de negócios B2B da empresa do grupo Galeries Lafayette, passa, assim, a gerir a marca no mercado ibérico.

“Damien Poelhekke dará seguimento ao trabalho de sucesso desenvolvido por Paulo Pinto ao longo de três décadas, conduzindo uma marca internacional com muita história e cada vez mais moderna e orientada para o futuro”, informa a La Redoute em comunicado de imprensa. A mudança de liderança ocorre numa altura em que a marca implementa a estratégia de reposicionamento anunciada no final de 2023.

Na altura, a empresa francesa revelou a intenção de concentrar os esforços comerciais e promocionais no segmento de casa e decoração, em detrimento da moda. “Embora a atividade tradicional do pronto a vestir ocupe um lugar menos central na estratégia a médio prazo da La Redoute, a empresa está empenhada em desenvolver a sua oferta de moda para reter os seus clientes”, esclarece ainda o documento.

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Dani Pérez é o novo vice-presidente de programação da AMCNISE

“O meu objetivo é incorporar novos conteúdos e criar uma estratégia sólida de programação que fortaleça a audiência e a relevância das marcas da companhia em Portugal e Espanha”, explica Dani Pérez (na foto)

Dani Pérez é o novo vice-presidente de programação da AMC Networks International Southern Europe (AMCNISE), assumindo a definição da estratégia de conteúdos das marcas de ficção, factual e documentários de Portugal e Espanha. A nova contratação reporta a Antonio Ruiz, diretor-geral da empresa, integrando também o comité de direção da AMCNISE.

Para além de coordenar a programação do portefólio de canais, Dani Pérez também vai colaborar no desenvolvimento de estratégias para os serviços de ‘streaming’ da empresa. “O meu objetivo é incorporar novos conteúdos e criar uma estratégia sólida de programação, que fortaleça a audiência e a relevância das marcas da companhia em Portugal e Espanha”, esclarece o vice-presidente de programação da AMCNISE, citado em comunicado de imprensa.

Licenciado em comunicação audiovisual pela Universidade Autónoma de Barcelona, Dani Pérez liderou equipas de conteúdos, programação e aquisições ao longo dos últimos 20 anos, em empresas como a Vodafone Espanha, a NBC Universal e o Fox Networks Group, onde foi diretor-geral.

“Estamos muito satisfeitos por receber o Dani Pérez e estamos certos de que a sua experiência, visão e liderança serão a chave para continuar a impulsionar os nossos projetos e alcançar novas metas”, refere Antonio Ruiz, diretor-geral da AMCNISE, citado no documento. O portefólio da empresa inclui, em Portugal, canais como AMC, Canal Hollywood, História, Odisseia, AMC Crime, Canal Panda, Panda Kids e Biggs.

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STCP apela ao uso de transporte público com campanha da Uzina

“O nosso desafio é mudar mentalidades e mostrar que pequenos gestos fazem uma grande diferença”, afirma Pedro Rocha, diretor de comunicação e de relações institucionais da STCP, sobre a nova campanha (na foto)

A Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP) apela à utilização do transporte público com uma nova campanha institucional omnicanal, concebida pela Uzina. Intitulada ‘Vá de Autocarro’, tem direção criativa de Sérgio Gomes e direção criativa executiva de Susana Albuquerque.

O objetivo é transformar a forma como os cidadãos encaram e experienciam a mobilidade nas cidades. “Pretendemos incentivar cada pessoa a perceber que a escolha de andar de autocarro não é apenas uma decisão prática e económica, mas também um gesto de cidadania e de respeito pelo ambiente. Cada passageiro que opta pelo transporte público contribui para uma cidade mais fluida, menos poluída e mais conectada. O nosso desafio é mudar mentalidades e mostrar que pequenos gestos fazem uma grande diferença”, explica Pedro Rocha, diretor de comunicação e de relações institucionais da STCP, citado em comunicado de imprensa.

O filme publicitário, com a duração de um minuto e 26 segundos, relata a história de um passageiro que, dez anos depois de ter entrado num autocarro pela última vez, volta a andar de transportes públicos, sendo recebido com entusiasmo pelos passageiros habituais.
Estruturada para atingir um público diversificado, a campanha está a ser divulgada nos meios de comunicação tradicionais, nas plataformas digitais e em espaços urbanos frequentados pelo público-alvo da comunicação.

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Amazon e fundador do OnlyFans são os mais recentes interessados no TikTok

Blackstone, Andreessen Horowitz e Oracle mantêm-se na corrida. Caso a ByteDance não encontre um comprador nos Estados Unidos até 5 de abril, o TikTok será banido do país, mas o prazo pode ser estendido

Catarina Nunes

Na eminência do fim do prazo para o TikTok ser vendido a uma empresa norte-americana, para poder continuar a funcionar nos Estados Unidos, a Amazon e um consórcio liderado pelo fundador do OnlyFans, através da ‘startup’ que detém (Zoop), são dados como os mais recentes interessados na rede social chinesa, apesar de nenhuma das partes o confirmar.

O interesse da Amazon é noticiado em primeira mão pelo The New York Times, a 2 de abril, com a Reuters a avançar também a informação da entrada da Zoop na corrida ao TikTok. Para fazer a licitação, esta plataforma que opera no metaverso e na Web3, criada por Tim Stokely, fundador do OnlyFans, serviço digital de conteúdos para adultos, terá formado um consórcio com uma fundação ligada a criptomoedas.

No caso da Amazon, segundo o The New York Times, a oferta é feita através de uma carta endereçada ao vice-presidente JD Vance e a Howard Lutnick, secretário norte-americano do comércio. Recorde-se que a Amazon já tinha tentado, sem sucesso, ocupar o território das plataformas de vídeos curtos com o lançamento do Inspire, que em fevereiro é suspenso e retirado da aplicação da Amazon.

Mais recentemente, Donald Trump pressiona a ByteDance, empresa que detém o TikTok, a chegar a acordo na venda, em troca da concessão à China de benefícios nas taxas alfandegárias. Uma proposta que o Governo chinês rejeita.

Contagem decrescente até 5 de abril

De acordo com o estabelecido pelo Governo norte-americano, caso a ByteDance não encontre um comprador nos Estados Unidos até 5 de abril, o TikTok será banido do país. Este prazo, porém, pode ser estendido, à semelhança da proibição em janeiro.

A obrigatoriedade da venda surge em 2024, com a aprovação de uma lei que proíbe o TikTok nos Estados Unidos, que deveria ter entrado em vigor a 19 de janeiro de 2025, mas cujo prazo é estendido até ao próximo sábado. As autoridades norte-americanas alegam que há possibilidade de espionagem e quebra de segurança através do TikTok, acusação que a ByteDance nega.

Além dos dois interessados, a Reuters revela na semana passada que a empresa de capital privado Blackstone também está a negociar a aquisição. A empresa de capital de risco Andreessen Horowitz, por seu lado, é igualmente apontada como estando em negociações para adicionar financiamento externo, para comprar o capital dos investidores chineses do TikTok.

Em cima da mesa está outro acordo, que envolve investidores norte-americanos, incluindo o gigante tecnológico Oracle – que será o que está melhor posicionado -, em consórcio com investidores como o Susquehanna International Group e a General Atlantic, para evitar uma venda formal. O objetivo do Governo de Donald Trump é diluir a participação de chineses no novo negócio, abaixo dos 20% no total do capital da empresa, como é exigido pela nova lei aprovada nos Estados Unidos em 2024, com apoio bipartidário de praticamente todos os congressistas.

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