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João Vieira Pereira, diretor do Expresso

João Vieira Pereira, diretor do Expresso

Destaque M&P Exclusivo

“O Expresso é um negócio sustentável financeiramente e essa sustentabilidade é o garante da sua liberdade”

No rescaldo das comemorações do 50º aniversário do Expresso, estivemos à conversa com João Vieira Pereira sobre os desafios que o jornalismo enfrenta e como o jornal consegue fazer face […]

Sónia Ramalho
João Vieira Pereira, diretor do Expresso

João Vieira Pereira, diretor do Expresso

Destaque M&P Exclusivo

“O Expresso é um negócio sustentável financeiramente e essa sustentabilidade é o garante da sua liberdade”

No rescaldo das comemorações do 50º aniversário do Expresso, estivemos à conversa com João Vieira Pereira sobre os desafios que o jornalismo enfrenta e como o jornal consegue fazer face […]

Sónia Ramalho
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João Vieira Pereira,  diretor do Expresso

Foto: Frame It

No rescaldo das comemorações do 50º aniversário do Expresso, estivemos à conversa com João Vieira Pereira sobre os desafios que o jornalismo enfrenta e como o jornal consegue fazer face a esses desafios, com uma estratégia centrada em conteúdos exclusivos para assinantes. Em 2024, a aposta passa pelo digital first, em que todos os conteúdos são publicados online e, só depois, em papel.

Qual o balanço das comemorações dos 50 anos do Expresso, que decorreram ao longo de 2023 e que terminaram, em janeiro, com um festival de podcasts?

É extremamente positivo. Tínhamos de marcar os 50 anos do Expresso e tivemos muitas ideias, mas entre o que gostávamos e o que conseguimos fazer vai uma grande diferença. Sempre tivemos a ideia de andar pelo país. O Expresso é um jornal nacional, mas muitas vezes acabamos por ficar presos à agenda de Lisboa e do Porto. Sentimos a necessidade de sair desse magnetismo e fazer um périplo pelas capitais de distrito.

O que encontraram?
Um país muito diferente, com histórias incríveis, mas também situações que nos alertam para as grandes desigualdades que existem e, infelizmente, não só entre o litoral e o interior. Encontrámos uma grande necessidade destas populações sentirem que são ouvidas. Foi muito gratificante. Conseguimos ir às 18 capitais de distrito, só falhei Beja. Foi um ano cheio, do qual guardamos ótimas memórias.

Nos resultados do primeiro semestre da Impresa, uma das causas para o aumento dos custos da Impresa Publishing foram as comemorações do 50º aniversário, mas, por outro lado, foi das ações que mais contribuiu para aumento de receitas. Colocando na balança custos e benefícios, o que pesou mais?
O Expresso é um negócio lucrativo, é um bom negócio de media, mas quando fizemos a comemoração dos 50 anos não foi com o intuito de ganhar dinheiro. Obviamente que rentabilizámos e tivemos parceiros que nos ajudaram a montar este projeto, que teve custos elevados, mas o objetivo não foi financeiro, foi para comemorar os 50 anos e estar junto da população.

Foi uma aposta ganha?
Sem dúvida, e já estou a sentir falta porque andava sempre a viajar pelo país. Deixámos o nosso marco, inaugurámos os bancos de jardim onde as pessoas têm Wi-Fi gratuito e podem entrar no site do Expresso para ler a edição sem pagar. É um marco que deixámos às pessoas, podem consultar os exclusivos diários, como se fossem assinantes.

Além da comemoração dos 50 anos, que outras áreas contribuíram para o aumento das receitas?
A diversificação das receitas do Expresso é fundamental para conseguirmos combater a deterioração das vendas em banca, que também nos afeta. Mas já sabíamos disso há muitos anos. O Expresso começou uma estratégia digital relativamente cedo, contra as estratégias de outros órgãos de comunicação social em Portugal, nomeadamente de imprensa escrita, que optaram por estratégias diferentes. Desde cedo que optámos por conteúdos pagos porque o jornalismo tem um custo. Sempre pensámos em apostar nas assinaturas digitais para garantir a manutenção de determinadas receitas que o Expresso precisa para ser um negócio rentável.

Quando começaram esse trajeto?
Começou no passado, mas outros não o fizeram e são esses outros, que não apostaram no jornalismo de qualidade, pago, que estão a sentir maiores dificuldades. Assistimos inclusive ao lançamento de projetos novos, puramente digitais, que continuam a oferecer os conteúdos, esperando que o número de pageviews e reach gere publicidade suficiente para pagar os custos. Conseguimos perceber que isso não ia acontecer e enveredámos por um caminho que passa por manter uma base de assinantes e a publicidade digital. Nem sempre é fácil fazer este caminho, mas conseguimos ter sucesso. Quem só apostou na publicidade está com grandes dificuldades. Apesar do investimento em marketing digital e de o mercado da publicidade digital estar a crescer, esse crescimento é absorvido pelos grandes players mundiais, como a Google e a Meta, que levam uma fatia enorme desse investimento publicitário, muitas vezes vivendo dos nossos conteúdos e usando-os para vender publicidade, não partilhando essas receitas com quem produz os conteúdos. Sabendo que isso estava a acontecer, e enquanto não houver uma estratégia nacional e europeia forte contra estes abusos, tínhamos de enveredar pelo fecho de conteúdos e pela oferta de serviços a assinantes, para garantir receitas suficientes para manter uma redação independente, que consiga manter a qualidade do jornalismo que fazemos.

Quando tomaram essa decisão, e face aos resultados que nunca são imediatos, é preciso coragem de manter os conteúdos fechados?
Sim, é difícil. Acreditávamos na estratégia, sabíamos que podia demorar mais ou menos tempo a atingir, mas é preciso acreditar nas decisões e trabalhar muito para o conseguir. É verdade que temos uma marca forte, mas as pessoas ligam ao jornalismo de qualidade. Infelizmente, existiam no mercado marcas fortíssimas, que as pessoas associavam a qualidade, e que desapareceram por erros cometidos quer pela gestão empresarial, quer pela gestão editorial. Tentamos não cometer esses erros, manter-nos fiéis à estratégia e apostar no que consideramos ser uma estratégia ganhadora.

João Vieira Pereira, diretor do ExpressoAtualmente, o que pesa mais, a publicidade no papel ou digital?
A publicidade no papel continua a ser muito importante e não queremos desinvestir do papel, mas temos de olhar para a realidade e não ter sonhos impossíveis. Nesses sonhos possíveis, vamos continuar a depender do papel. Acreditamos no papel como meio de chegar aos leitores e continua a ter um peso importante, mas diversificamos as fontes de receitas. É importante ter a capacidade de ter receitas que venham do papel, do digital, das subscrições, dos eventos, de tudo o que possamos fazer para aumentar a diversificação dessas receitas, dentro do que é a qualidade e o ADN do Expresso.

Quanto a novidades, o que destaca no arranque de 2024?

2024 é o ano de solidificação daquela que é uma estratégia de digital first. Hoje, o Expresso é uma marca de informação presente sete dias por semana, disponível 24h por dia, temos uma redação que trabalha 18h por dia e estamos em contacto com os leitores 24h por dia, 7 dias por semana, todos os dias do ano. Não podemos esperar que os leitores tenham acesso às novidades uma vez por semana. A realidade é que hoje, o principal meio de contacto com os leitores é o telemóvel ou o desktop. Temos uma estratégia digital há muito tempo, arrancou de forma tímida porque era difícil face a outros órgãos que tinham um estatuto diário. As pessoas não iam ao Expresso saber o que estava a acontecer no dia porque nos viam como um semanário. Somos hoje uma marca que também é diária e estamos a dar o próximo passo: mudámos a redação e estamos num processo que vai demorar até seis meses para ser digital first, ou seja, todo o conteúdo é publicado primeiro online e fechado para assinantes. Se tenho uma entrevista, uma notícia, uma análise ou uma opinião, não vou esperar pelo papel para oferecer isso aos assinantes. 

O artigo publicado no semanário já foi publicado online ou tem algo mais?
O artigo que sai no semanário entra sempre no online, a questão é saber quando entra. Mas o artigo que está no papel acaba sempre por estar no online, fechado para assinantes.

Mas isso não faz com que, quem compre o jornal à sexta-feira e seja assinante, já tenha lido o artigo?

Sim, pode acontecer, mas os dados que temos é que há uma diferença clara entre quem é assinante e quem compra em papel. Quem gosta de comprar em papel continua a comprar o jornal impresso, quem gosta de ser assinante, pode ler todos os dias em formato digital. O que não posso é manter uma redação com qualidade que funciona a dois ritmos, de vez em quando está a trabalhar para o online e outras vezes para o papel. Quero colocar no online uma qualidade, no mínimo, igual à que exijo para o papel. E, sendo o mesmo artigo, é apresentado de forma diferente. O enquadramento, o título, a entrada e o texto podem ser diferentes, pode ter mais informação, uma foto ou um ângulo diferente, mas é um reaproveitamento do melhor que fazemos. Se há riscos para o papel? Sim, mas o risco já existe. As vendas em banca já estão a diminuir, não podemos esperar para tomar atitudes quando as vendas já estiverem num nível que já não é suportável. 

Essa aposta no digital first, com artigos fechados, quer dizer que vão ser poucos os artigos de acesso livre?
Sim e não. Atualmente, entre 30 e 40% de tudo o que publicamos no site são exclusivos. Queremos aumentar esta percentagem, mas há notícias que inteligentemente vamos deixar abertas, para que as pessoas se habituem a ler o Expresso. Temos de ter uma gestão inteligente do que fechamos porque sabemos que nem todos têm capacidade para pagar. Mas a informação tem um custo e as pessoas não podem exigir informação de qualidade e querer que seja gratuita. A era dos jornais do metro, que eram oferecidos, já passou.

Mas as pessoas habituaram-se a ler notícias de forma gratuita, nas redes sociais, onde não precisam pagar. Como lidar com esta tendência?
Usamos as redes sociais para divulgar os nossos conteúdos e tivemos uma estratégia, que implementámos há três anos, com uma nova equipa de gestão de redes sociais e que tem tido um excelente desempenho. Estamos a liderar em algumas redes sociais.

Em quais?
Somos das marcas de imprensa mais fortes no LinkedIn. No Facebook e Instagram há meses em que lideramos nas interações, já no engagement lideramos em alguns meses, mas vimos de uma base muito baixa, em que tínhamos uma estratégia de redes sociais que não foi a melhor na altura e corrigimos a tempo. Fizemos as redes sociais para entrar em contacto com quem não lia o Expresso, para divulgar os nossos conteúdos. Queremos que as pessoas percebam que é ali que encontram bons conteúdos e que, no futuro, venham a ser leitores e subscritores.

Têm campanhas para atrair os mais jovens?
O ano passado lançámos um programa de conteúdos para sub 35, com o Financial Times, que nos trouxe resultados a nível de penetração nas camadas mais jovens, e que queremos replicar este ano. É por isso que temos apostas no jornalismo escrito, multimédia e podcasts. Sabemos que são formas mais atraentes para as camadas mais jovens. E os podcasts são uma aposta clara, com um sucesso inacreditável.

Estavam à espera desse sucesso?
Sim, porque acredito na nossa estratégia. Sou um consumidor compulsivo de podcasts (ver caixa) e há cerca de três anos decidimos que era uma estratégia da Impresa, pelo que criámos uma equipa dedicada a esta área, liderada pela Joana Beleza, que tem feito um trabalho excelente. Começámos a desenvolver não só os podcasts do Expresso, mas também da SIC. Atualmente, essa unidade funciona para todas as marcas do grupo e tivemos um crescimento enorme. Temos uma equipa dedicada, sonoplastas, estúdios de gravação e valores de downloads inacreditáveis.

De que valores estamos a falar?
Se juntarmos o Expresso e a SIC mensalmente, já são mais de 3 milhões de downloads e mais de 1 milhão e 250 mil ouvintes únicos. Só o Expresso tem mais de 1 milhão de downloads por mês. A oferta é grande e queremos continuar a ter essa oferta, mas temos de pensar nos assinantes. Os podcasts podem ser ouvidos na nossa app e no site do Expresso, bem como nas plataformas de distribuição, às quais estamos a oferecer estes conteúdos. 

Qual é a solução?

Vamos começar a fechar o acesso aos podcasts, para privilegiar os assinantes, que podem ouvir o podcast primeiro, num período que pode ser de horas ou semanas, no site do Expresso. Quem não for assinante pode esperar o tempo que acharmos necessário e ouvir livremente. Testámos o modelo no podcast narrativo sobre André Ventura, Entre Deus e o Diabo. Saía à sexta-feira para assinantes e, ao domingo, para o público. Estamos a implementar os passos necessários para fazê-lo com praticamente todos os podcasts.

Os podcasts já representam uma fatia importante do vosso negócio?
Ainda não, porque é um negócio em crescimento, mas estamos confiantes que, no futuro, possa significar um bom retorno.

E o branded content, é uma área em que querem apostar?
Temos muito pouco branded content.

Não têm uma equipa no grupo dedicada a esta área?
Existe uma área dentro do grupo, até porque o branded content em televisão é muito importante, mas no Expresso fazemos muito pouco ou quase nenhum. Não estou a dizer que não o queremos fazer. O que exploramos é a área de novos negócios, as parcerias, os projetos Expresso, que são diferentes do branded content. Temos parceiros comerciais, mas são projetos idealizados por nós, com interesse editorial e cujo parceiro não tem definição de qualquer tipo de conteúdo publicado pelo Expresso. Temos liberdade total de publicar em papel, digital, vídeo ou som o que quisermos, como quisermos e quando quisermos. O que temos são parceiros que nos ajudam a fazer determinados projetos porque querem estar associados a eles.

O branded content não tem espaço na estratégia do Expresso?
Temos suplementos comerciais e são identificados como publicidade. Não tenho nada a ver com uma publireportagem. O que tenho de garantir é que a mensagem que está na publireportagem, que é da autoria de quem a pagou, não é ofensiva. Sei que para muitas pessoas é difícil achar que isto é possível, mas funciona assim. Existem chinese walls permanentes entre o departamento comercial e a redação. E o diretor do Expresso é o primeiro na linha de defesa dessa chinese wall.

O início de 2024 está a ser marcado por uma crise no jornalismo. Como vê este momento que estamos a viver?
O que estamos é a assistir a uma crise em alguns órgãos de comunicação social. Acho que se devia começar a falar dos bons exemplos e perceber que há negócios no jornalismo que dão dinheiro e são sustentáveis. O Expresso é um negócio sustentável financeiramente e essa sustentabilidade é o garante da sua liberdade. Mas a conquista dessa liberdade pelo sucesso financeiro existe porque há muito trabalho envolvido. Dá muito trabalho manter a qualidade, superar as dificuldades do mercado, ter uma base de 50 mil assinantes, ser o jornal mais lido do país, continuar a crescer em reach. Não baixamos os braços e essa é uma das razões do sucesso. Estamos sempre a tentar inovar.
Mas os jornais vendem cada vez menos, o que se reflete não só nos resultados dos grupos, mas no fecho de publicações.
O se passa é uma falácia. O negócio da comunicação social já foi muito melhor? Já! Mas não quer dizer que seja um mau negócio. O mundo muda e é preciso saber adaptarmo-nos. Sabendo que havia uma deterioração natural mundial, que não conseguíamos atuar nas vendas em banca porque o mundo está a tornar-se digital, delineámos uma estratégia para acompanhar o digital, que nos permite ser o jornal mais lido em Portugal, entre vendas em banca e assinaturas digitais, líder em redes sociais, ainda não é líder em reach multiplataforma, mas vai ser e isso tem a ver com uma estratégia ganhadora. Há outros exemplos de estratégias que funcionam e de estratégias completamente erradas, onde se apostou num caminho que levou à perda permanente de valor, à entrada de acionistas ou empresários numa área em que não olhavam para os resultados como o fim em si, mas entravam nos órgãos de comunicação social com outros objetivos. Quando se compra um órgão de comunicação social e o objetivo não é que esse negócio seja rentável, mas que sirva um propósito, não vai correr bem. Deixamos de pensar nos leitores, no produto que oferecemos, nas redações para pensar em servir o acionista para um determinado propósito, seja ele qual for. Isso desvirtua tudo. Os leitores percebem que deixa de se apostar nos produtos e deixam de consumir a informação porque deixam de acreditar.

Quando se deixa de acreditar é o princípio do fim?
Sim, é. Como se pode destruir marcas tão emblemáticas em Portugal, que se deixaram morrer porque se vergaram a interesses que não eram o de informar, ser independente, ter o melhor jornalismo, servir o leitor? E perderam isso com estratégias mirabolantes em que ninguém acreditava. Olhamos para o que se está a passar e nem sequer percebemos. Qual é o objetivo? Se não é um financeiro, qual é? Ter um jornal? Só pode ter objetivos de influência política, económica, social, o que seja. Quando se fala na crise do jornalismo, o que há é uma crise em alguns órgãos de comunicação social. Gostava de ter uma concorrência saudável a nível financeiro, que pagasse os custos, os salários, que desse emprego a muitos jornalistas, mas o que tenho é uma concorrência que não tem de cumprir os mesmos objetivos financeiros que o Expresso, que quer continuar a cumprir esses objetivos para garantir a sua independência. O que esses órgãos de comunicação social estão a fazer é concorrência desleal porque podem ter outra estrutura de custos que eu não posso, a bem do próprio Expresso, porque não precisam de ter lucro e essa ideia mirabolante de que os jornais não são para fazer lucro é perigosa porque vai contra o que são os princípios básicos do jornalismo. No dia em que os jornais deixam de ser negócio, são vistos como outra coisa, sejam eles nas mãos de quem for. 

O que acha da ideia de nacionalizar os jornais?

Mas nacionalizar o quê? Para quê? Já há pouca confiança sobre o trabalho dos jornais, muito por força das más estratégias e más decisões do passado em vários grupos de comunicação social e agora, de repente, vai nacionalizar-se para os políticos tentarem controlar os jornais? Os políticos e as empresas vão sempre tentá-lo e achar que não o fazem é acreditar na história da carochinha. O que acontece é que os jornais e os jornalistas têm de ter a capacidade de travar essas tentativas de influência, de separar a verdade da mentira, fazer o seu trabalho de investigação e publicar o que é verdade. E só o conseguem se tiverem estruturas, apoiados em negócios que funcionam, saudáveis financeiramente, e em negócios com estratégias ganhadoras. Dizem que o Expresso pode ter este discurso. Pode e vai ter este discurso muito tempo porque é um projeto ganhador. Não posso é admitir que se lancem projetos para destruição de valor. A quantidade de projetos que existem, a nível editorial, baseados apenas no online, que nos roubam conteúdos quando copiam o que fazemos e publicam gratuitamente, tem uma consequência clara: a destruição do valor do Expresso. Temos conseguido resistir, mas é difícil. 

Quando vê a capa do Tal & Qual, com um destaque sobre o grupo Impresa, o que pensa?
Não vejo a capa do Tal & Qual. Jornais que são feitos apenas para fazer uma primeira página com notícias falsas, para serem partilhadas em redes sociais ou num ecrã de televisão não são jornalismo. Jornalismo é o que fazem os órgãos de comunicação social que respeitam as regras do jornalismo. O projeto do Tal & Qual é baseado em quem? Quem são os acionistas, sobrevive de quê, quem financia, quem paga os salários, quem são os jornalistas, têm carteira profissional, aqueles nomes existem? Quem escreveu aquelas peças, falaram com quem, onde estão as provas, os factos? As pessoas têm de saber distinguir as marcas em que confiam.

2024 vai ser o ano da entrada da inteligência artificial (IA) em todas as áreas. Como pode ser uma ajuda, se é que pode ser, numa redação?
O World Economic Forum publicou os riscos para 2024 e, entre os maiores, estão a desinformação, a má informação e as fake news potenciadas pela IA, num ano em que temos 3 mil milhões de pessoas a ir às urnas em vários países e onde a IA vai ser usada como ferramenta para esta desinformação. Quando olho para este risco, vejo uma oportunidade de ouro para o jornalismo, de se afirmar como o garante da verdade. Mas daí a dizer que olho para a IA e renego o seu uso na redação vai um longo caminho. Temos é de analisar muito bem como a vamos usar e garantir que nada é publicado sem intervenção humana. Se a IA puder ser usada como apoio aos jornalistas, temos de aceitar, mas a IA ainda não oferece isso. Neste momento, são modelos de linguagem. Não é uma IA que vai escolher que notícias publicamos ou que destaque vai ter um artigo.

50 anos já passaram. Onde vai estar o Expresso daqui a 50 anos?
Possivelmente a fazer o melhor jornalismo do país, não tenho dúvidas.

E daqui a 50 anos, ainda vamos ter jornais?
Não sei, mas vamos ter jornalismo de certeza e os valores que o Expresso defende vão continuar a existir. O Expresso vai continuar a fazer notícias, reportagens, investigação, a ganhar prémios, a investir nos seus jornalistas, fotojornalistas, infográficos, vai continuar a dar as melhores notícias, a participar nos consórcios internacionais de jornalistas de investigação e a denunciar o que tem de ser denunciado. E, no dia em que isso não seja possível, como surgiu, também morre. Os nossos estatutos têm 10 pontos e, no último, pode ler-se: “se e quando um dia se tornar impossível manter essa coerência [o ponto 9 refere que “o Expresso atribui prioridade absoluta à coerência que historicamente lhe tem permitido ser um projeto ganhador e de referência, independentemente de quem sobe e de quem desce do poder”], o Expresso acabará porque – como sempre afirmou o seu fundador – prefere, nessas circunstâncias, morrer de pé”. Isto diz tudo sobre o que é o Expresso.  

Sobre o autorSónia Ramalho

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Rosebud assina campanha da Sport Zone que celebra regresso do calor (com vídeos)

Com planeamento de meios da Zenith, a nova comunicação publicitária da Sport Zone prolonga-se até 30 de junho. Desenvolvida pela agência espanhola Rosebud em parceria com a equipa criativa do retalhista desportivo português, também aposta em marketing de influência

Bom Tempo Pede Desporto é o nome da campanha da Sport Zone que celebra o regresso de calor, incentivando à prática de desporto ao ar livre. Idealizada pela agência espanhola Rosebud, com o desenvolvimento da estratégia local a ser assegurado pela equipa interna do retalhista desportivo, está a ser divulgada em televisão e múpis, com planeamento de meios da Zenith, até 30 de junho. A estratégia de comunicação é assegurada pela DLaundry, agência da Samy Alliance especializada em relações públicas, assessoria estratégica, eventos e gestão de redes sociais.

Além da presença nas lojas da insígnia, fundada em 1997, a campanha integra quatro filmes publicitários, divulgados em televisão até 26 de maio, apurou o M&P. “Com objetivo de reforçar o posicionamento da marca, os spots televisivos contam com duração entre os 10 e os 20 segundos, com voz do ator Tomás Alves. Protagonizam vários momentos de inspiração para a prática de desporto ao ar livre, que incidem em running, fitness e futebol”, explica a Sport Zone.

A duração dos anúncios oscila entre os 10 e os 20 segundos. “Nos spots publicitários de menor duração, o foco é comunicar os produtos das melhores marcas desportivas a preços competitivos”, esclarece ainda a marca em comunicado de imprensa. As carruagens dos comboios que asseguram a ligação entre Lisboa e Sintra e os autocarros que circulam em Lisboa e no Funchal também veiculam a campanha, entre 15 de maio e 23 de junho.

A comunicação nos suportes publicitários exteriores será amplificada nas redes sociais da marca. “A campanha estará também presente nos canais de social media, com uma ativação de marca com influenciadores, denominada Os Desportistas do Bom Tempo”, explica a Sport Zone. Alberto Vasconcelos, Ana Ferreira, Carolina Brazona e Pedro Sturken, com forte presença no Instagram, são os nomes escolhidos para promover a insígnia, apurou também o M&P.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

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Aquisição de marcas editoriais do Global Media Group pela Notícias Ilimitadas com luz verde da ERC

A ERC concluiu que a operação não põe em causa os valores da liberdade de expressão, do pluralismo e da diversidade de opiniões nem impede a livre difusão nem o acesso a conteúdos. Concretização do negócio depende da Autoridade da Concorrência, que ainda não se pronunciou

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) não se opõe à aquisição de marcas editoriais do Global Media Group pela Notícias Ilimitadas. Em reunião extraordinária, no dia 17 de maio, o regulador dos media deu luz verde à operação de concentração, a pedido da Autoridade da Concorrência, que, ao abrigo do artigo 55º do Regime Jurídico da Concorrência, pediu um parecer ao organismo presidido por Helena Sousa.

O documento, a que o M&P teve acesso, também abrange as participações do capital social que o Global Media Group detém na Rádio Notícias – Produção e Publicidade, SA. “O leque de órgãos de comunicação social em causa inclui o Jornal de Notícias, o Jornal de Notícias História, a NTV, o Delas, a Notícias Magazine, o O Jogo, a Volta ao Mundo e a Evasões, bem como as licenças da rádio TSF”, informa a ERC em comunicado.

“O Conselho Regulador da ERC concluiu que a operação projetada não coloca em causa os valores da liberdade de expressão, do pluralismo e da diversidade de opiniões, a par da livre difusão de, e acesso a, conteúdos, cuja tutela incumbe à ERC acautelar”, refere ainda o documento. A Notícias Ilimitadas informou a Autoridade da Concorrência, que ainda não se pronunciou, da intenção de avançar com o negócio no dia 18 de abril.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

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DAZN reforça oferta global com lançamento de 10 novos canais gratuitos

Padel Time TV, Matchroom Boxing, Motorvision TV, Lacrosse TV, SportStak, Boxing TV, Moto America TV, Billiard TV, PDC Darts e ACL Cornhole TV são os canais desportivos que reforçam o portefólio da DAZN no âmbito da renovação do acordo da operadora com a tecnológica Amagi

Portugal é, a par de Espanha, Itália, Reino Unido, França, Alemanha, Bélgica, Suíça, Áustria e Estados Unidos, um dos países que disponibilizam os 10 novos canais gratuitos que a DAZN acaba de adicionar à plataforma digital da operadora, no âmbito da renovação do acordo com a Amagi, empresa que desenvolve e comercializa soluções tecnológicas para televisão tradicional e streaming. Boxe, padel, bilhar, desportos motorizados e ténis são algumas das modalidades abrangidas pela parceria.

Padel Time TV, Matchroom Boxing, Motorvision TV, Lacrosse TV, SportStak, Boxing TV, Moto America TV, Billiard TV, PDC Darts e ACL Cornhole TV são os canais que reforçam o portefólio da DAZN. “O acordo também nos posiciona como a plataforma de eleição para os fãs de desportos de combate, com o lançamento de três novos canais de boxe que vão disponibilizar conteúdos 24 horas por dia, sete dias por semana”, informa a operadora em comunicado.

“Estes três canais vêm complementar o já extenso portefólio de boxe da DAZN, que contava com mais de 150 eventos de topo por ano”, refere ainda o documento. Além do site, os conteúdos são também disponibilizados na app. “O nosso objetivo é tornarmo-nos o destino de eleição para todos os fãs de desporto a nível mundial e isso significa oferecer a melhor proposta a cada utilizador”, assume Shay Segev, CEO do DAZN Group.

A estratégia da plataforma contrasta com a das empresas rivais. “A DAZN está a contrariar as regras do mercado ao oferecer estes canais gratuitamente, garantindo uma experiência imersiva e de fácil utilização”, reconhece a companhia. Além de garantir os direitos de transmissão da Fórmula E e da WTA por mais três anos, a operadora renovou com La Liga por mais cinco anos em Portugal e Itália e adquiriu os direitos do FIA Formula 1 World Championship para o triénio 2025-2027.

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Ricardo Verdasca e Vítor Silva assumem novas responsabilidades na Foundever

Ambos os profissionais começaram a carreira na Foundever, Ricardo Verdasca desde 2004 e Vítor Silva desde 2001. Nesta empresa de experiência do cliente, ambos somam um percurso nas área da gestão e de otimização de processos operacionais

Ricardo Verdasca e Vítor Silva, vice-presidentes de operações na região multilingue da Foundever (Portugal, Espanha, Itália, Grécia, Bulgária, Egito, Roménia, Hungria, Sérvia e Polónia), têm novas responsabilidades na empresa de experiência do cliente. Ricardo Verdasca fica com as operações na Grécia e no Egito e como diretor de estratégia e operações para a região de 10 países com operações multilingues. As operações na Roménia, Hungria, Sérvia e Itália e a direção da estratégia de crescimento na região multilingue da Foundever, por seu lado, estão entregues a Vítor Silva.

Enquanto diretor de estratégia e operações, Ricardo Verdasca quer dar prioridade à qualidade operacional exigida pelos clientes, garantindo que os processos corporativos se tornam cada vez mais direcionados para o desempenho, bem como assegurar a consistência na gestão operacional na região. Vítor Silva tem como desafios garantir uma estratégia de aumento de receita de forma consistente em toda a região, através da conquista de novos clientes, da aposta no crescimento dos clientes existentes e da identificação de oportunidades de entrada em indústrias específicas.

Ambos os profissionais começaram a carreira na Foundever. Ricardo Verdasca juntou-se à empresa em 2004, somando 20 anos de experiência na gestão e otimização de processos operacionais. Ocupou cargos de liderança como diretor de operações, diretor sénior de unidade de negócio e vice-presidente de operações. Vítor Silva juntou-se à Foundever em 2001 como agente, tendo feito todo o percurso nas operações. Em 2016 assumiu a função de diretor de operações, em 2021 foi nomeado diretor de operações sénior e, um ano depois, ascende a vice-presidente de operações para Portugal.

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Sagres festeja os Santos Populares com campanha em mais de 260 locais

A campanha da McCann Lisboa recorre aos Santos Populares e à cidade de Lisboa, que são o ponto de partida para convidar a beber uma Sagres que ‘Marcha sempre bem’. Na noite de 12 de junho, a marca de cerveja promove a iniciativa Santa Boleia, através da qual oferece transporte gratuito para os Santos Populares, sem limite de viagens

Com os Santos Populares à vista, a Sagres lança uma campanha publicitária sob o mote ‘Marcha sempre bem’, criada pela McCann Lisboa. Os Santos Populares e a cidade de Lisboa são o ponto de partida para convidar a beber uma Sagres que ‘Marcha sempre bem’, entre bailaricos e manjericos, ao som da música popular portuguesa ou em qualquer momento. A nova campanha de publicidade exterior antecipa os festejos populares e já está nas ruas de Lisboa, marcando presença em mais de 260 locais da capital.

Desde os arraiais tradicionais, às festas e ativações em clientes, a marca quer levar a alegria das festividades para todos os recantos da capital e arredores, marcando presença em arraiais emblemáticos, como o de São Miguel, em Alfama, o de Santo António, na Praça da Alegria, o de São Vicente, no Largo da Graça, o da Misericórdia, no miradouro de São Pedro de Alcântara, e o Santos em Santos, no espaço Terrapleno. Estará presente também nos arraiais na Vila Berta, Belém e Lumiar.

Na noite de 12 de junho, a marca de cerveja promove a iniciativa Santa Boleia, através da qual oferece transporte gratuito para os Santos Populares, sem limite de viagens, permitindo aproveitar os arraiais sem a preocupação das deslocações. Haverá dois autocarros de 63 lugares, decorados a rigor e disponíveis entre as 18h e as 2h, para os diversos arraiais da capital. A Santa Boleia percorrerá dois trajetos (Belém – Cais do Sodré e Saldanha – Santa Apolónia), passando ainda pelo Grande Arraial no Sagres Campo Pequeno.

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Lojas online de presentes personalizados: Um setor em ascensão

Nos últimos anos, temos testemunhado uma crescente popularidade das lojas online de presentes personalizados. Este setor, que combina a conveniência das compras online com a individualidade dos presentes feitos à medida, tem vindo a conquistar um lugar especial no coração dos consumidores em Portugal e em todo o mundo.

Uma das razões para o sucesso deste setor é a crescente procura por presentes únicos e significativos. Com a massificação do consumo e a homogeneização dos produtos disponíveis no mercado, os consumidores estão cada vez mais à procura de presentes que transmitam uma mensagem pessoal e única. As lojas online de presentes personalizados oferecem exatamente isso: a oportunidade de criar algo que seja verdadeiramente especial e único para o destinatário. Alguns estabelecimentos são conhecidos antigos do público como a loja online Wanapix.

Além disso, o avanço da tecnologia tornou mais acessível a personalização de produtos. Hoje em dia, é possível personalizar uma vasta gama de produtos, desde canecas e t-shirts até jóias e artigos de decoração, com nomes, datas importantes, fotografias e mensagens personalizadas. Esta facilidade de personalização tem impulsionado o crescimento das lojas online de presentes personalizados, tornando mais fácil do que nunca para os consumidores encontrar e encomendar o presente perfeito.

Outro fator importante a considerar é a conveniência das compras online. Com o aumento do tráfego nas lojas online, os consumidores estão a optar cada vez mais por fazer as suas compras a partir do conforto das suas casas. As lojas online de presentes personalizados oferecem uma experiência de compra conveniente e sem complicações, permitindo aos consumidores personalizar e encomendar os seus presentes com apenas alguns cliques.

Além disso, as lojas online de presentes personalizados muitas vezes oferecem uma variedade de opções de entrega, incluindo entrega direta ao destinatário. Isso é especialmente conveniente para aqueles que desejam enviar um presente a um ente querido que vive longe, tornando o processo de enviar presentes uma experiência simples e sem stress.

Por último, mas não menos importante, as lojas online de presentes personalizados muitas vezes oferecem preços competitivos e promoções atrativas. Com a concorrência no mercado a aumentar, os consumidores podem encontrar uma ampla gama de opções de presentes personalizados a preços acessíveis, tornando este tipo de presente uma opção viável para todos os orçamentos.

As lojas online de presentes personalizados estão a emergir como um setor em ascensão, alimentado pela crescente procura por presentes únicos e significativos, pela facilidade de personalização proporcionada pela tecnologia e pela conveniência das compras online. Com uma oferta cada vez maior de produtos personalizáveis e uma experiência de compra conveniente, estas lojas continuam a conquistar o coração dos consumidores e a moldar o futuro do comércio eletrónico.

Guia para comprar presentes personalizados em lojas online

À medida que a tecnologia avança, comprar presentes personalizados tornou-se mais acessível e conveniente do que nunca. Não importa a ocasião – aniversários, casamentos, Natal ou simplesmente para expressar carinho – presentes personalizados demonstram cuidado e consideração extra. Se você está procurando maneiras de surpreender seus entes queridos com algo único, criativo e cheio de significado, aqui está um guia para ajudá-lo a navegar pelo mundo das compras online e encontrar o presente perfeito.

  1. Identifique a ocasião e o destinatário:

Antes de começar a procurar presentes personalizados, é essencial identificar a ocasião e conhecer os interesses e preferências do destinatário. Isso ajudará a direcionar sua busca e garantir que o presente seja verdadeiramente significativo.

  1. Explore uma variedade de lojas online:

Com a vasta gama de lojas online disponíveis, há uma infinidade de opções para presentes personalizados. Desde lojas especializadas em itens artesanais até grandes varejistas que oferecem serviços de personalização, explore diferentes plataformas para encontrar aquela que melhor atenda às suas necessidades.

  1. Escolha o tipo de presente personalizado:

Existem inúmeras opções de presentes personalizados, desde objetos decorativos e acessórios até itens funcionais e experiências únicas. Considere o estilo de vida e os interesses do destinatário ao escolher o tipo de presente que mais se adequa a eles. Além disso, procure por mais lojas recomendadas.

  1. Personalização significativa:

O segredo para um presente personalizado bem-sucedido está na personalização significativa. Procure opções que permitam adicionar nomes, datas importantes, mensagens personalizadas ou até mesmo fotos que tenham um significado especial para o destinatário.

  1. Verifique a qualidade do produto e do serviço:

Ao comprar presentes personalizados online, é crucial verificar a qualidade do produto e do serviço oferecido pela loja. Leia avaliações de clientes anteriores, verifique as políticas de devolução e satisfação do cliente e certifique-se de que o produto atenda às suas expectativas de qualidade.

  1. Planeje com antecedência:

Embora muitas lojas online ofereçam opções de entrega rápida, é sempre melhor planejar com antecedência ao comprar presentes personalizados. Isso garantirá que você tenha tempo suficiente para personalizar o presente, caso seja necessário, e que ele chegue a tempo da ocasião especial.

  1. Adicione um toque final:

Para tornar o presente ainda mais especial, considere adicionar um toque final, como uma embalagem personalizada, um cartão feito à mão ou até mesmo uma surpresa adicional junto com o presente principal. Esses pequenos detalhes fazem toda a diferença e mostram que você dedicou tempo e cuidado extra ao escolher o presente.

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WYcreative e Hand assinam nova campanha do Bricomarché (com vídeo)

Além do spot de televisão produzido pela Hand, a campanha está presente no digital, no ponto de venda e em publicidade exterior. A campanha tem Sérgio Lobo como diretor criativo executivo, Tiago Varino e Carlos Pontes como diretores criativos, Tiago Varino e Filipe Graça como redatores, e Teresa Campos e Marlise Costa como diretoras de arte

Está Tudo Num Brico é a nova campanha publicitária multimeios criada pela WYcreative para o Bricomarché, que pretende comunicar o universo de possibilidades proporcionado pela rede nacional de lojas de bricolage, casa e jardim, recorrendo a situações como a remodelação fora de série de uma família amiga, o jardim arranjado de forma distinta pelo vizinho ou o beliche criado por um colega ‘bricoleiro’.

Além do spot de televisão produzido pela Hand, a campanha está presente no digital, no ponto de venda e em publicidade exterior. A campanha tem Sérgio Lobo como diretor criativo executivo, Tiago Varino e Carlos Pontes como diretores criativos, Tiago Varino e Filipe Graça como redatores, e Teresa Campos e Marlise Costa como diretoras de arte.

“Quando chega o momento de deixar tudo impecável, seja numa pequena reparação ou grande remodelação, o Bricomarché tem uma palavra a dizer”, refere Tiago Varino, diretor criativo da WYcreative, explicando que este foi o pensamento que conduziu até ao conceito da nova campanha, que se apropria de uma expressão popular para “demonstrar que, em cada problema por solucionar e projeto por realizar, existe um Bricomarché por perto para deixar a nossa casa num Brico”.

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Lisbon Project conquista website da conferência Velo-city 2024 em concurso internacional

Na sequência do desenvolvimento do website e da colaboração na definição da estratégia de comunicação da Velo-city 2021, que se realizou em Lisboa, a Lisbon Project volta a trabalhar com a Federação Europeia de Ciclistas, ao ganhar o concurso com uma proposta que se destacou pelo impacto visual

A agência de comunicação Lisbon Project ganhou o concurso internacional da Federação Europeia de Ciclistas (FEC), sendo a escolhida para desenvolver o website da Velo-city 2024, conferência mundial de mobilidade ciclável, que reúne de 18 a 21 de junho, em Ghent na Bélgica, entidades governamentais, académicos e investigadores de áreas ligadas ao urbanismo, mobilidade e sustentabilidade.

Na sequência do desenvolvimento do website e da colaboração na definição da estratégia de comunicação da Velo-city 2021, que se realizou em Lisboa, a Lisbon Project volta a trabalhar com a FEC, ao ganhar o concurso com uma proposta que se destacou pelo impacto visual, que garante a visibilidade e integridade da marca, dando igualmente espaço para representar a cidade anfitriã de cada edição.

“Depois do trabalho realizado com a Lisbon Project, tornou-se óbvio escolher esta agência para o desenvolvimento do website permanente da Velo-city. A criatividade e o profissionalismo da equipa, aliados a um back-office muito flexível e de fácil utilização, fazem com que trabalhar com a Lisbon Project seja um prazer”, afirma Caroline Cerfontaine, diretora da Velo-city.

O website está estruturado de forma a adaptar-se e a crescer com o evento, ajustando-se às necessidades de cada edição do evento, e funciona como ponto central de acesso aos conteúdos oficiais da conferência, como o programa, a aquisição de bilhetes e a submissão de candidaturas. “Após o envolvimento da Lisbon Project na Velo-city 2021, na qual indicámos, como ponto crítico, a necessidade da Velo-city desenvolver canais oficiais permanentes, como um website único para todas as edições da conferência, foi com enorme satisfação que aceitámos o desafio de construir um canal fundamental para a organização”, salienta Ricardo Carvalho, CEO da Lisbon Project.

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26ª Festival CCP tem 346 trabalhos finalistas. Categoria de Design lidera

As votações decorreram presencialmente, a 15 e 16 de maio, no espaço cedido pela Xerox, patrocinador do festival, na antiga Fábrica do Pão, no Beato Innovation District, em Lisboa, no mesmo local onde os vencedores serão revelados a 24 de maio, na Gala 26ª Entrega de Prémios CCP

O júri do 26º Festival CCP selecionou 346 trabalhos para ‘shortlist’, entre um total de 933 inscrições a concurso, nas sete categorias abrangidas no festival do Clube da Criatividade de Portugal. As votações decorreram presencialmente, a 15 e 16 de maio, no espaço cedido pela Xerox, patrocinador do evento, na antiga Fábrica do Pão, no Beato Innovation District, em Lisboa.

De acordo com os dados da organização do Festival CCP, as categorias com mais trabalhos na final são Design (80; 40% de 200 inscrições), Craft em Publicidade (73; 33% de 220 inscrições), Digital (71; 44% de 162 inscrições), Publicidade (63 finalistas; 34% de 185 inscrições), Experiências de Marca (27; 31% de 88 inscrições), Criatividade em Meios (23; 44% de 52 inscrições) e Integração e Inovação (9; 35% de 26 inscrições).

A lista completa de finalistas por categoria pode ser consultada online e os vencedores serão revelados a 24 de maio, na Gala 26ª Entrega de Prémios CCP, que se realiza no espaço da antiga Fábrica do Pão, no Beato Innovation District, em Lisboa.

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Beefeater patrocina Oeiras Padel Academy e aproveita prova para lançar bebida sem álcool

A marca de destilados dá nome ao Open Beefeater 0.0, competição de padel organizada pela Oeiras Padel Academy. Para além de reforçar a estratégia de ligação ao desporto, divulga a nova bebida sem teor alcoólico. Em preparação está também uma campanha para promover o produto

A Beefeater patrocina o Open Beefeater 0.0, competição de padel organizada pela Oeiras Padel Academy que se realiza entre os dias 17 e 19 de maio. É a segunda vez que a marca se associa ao torneio, aproveitando a edição deste ano para lançar publicamente a Beefeater 0.0, uma bebida elaborada com botânicos naturais, com um teor alcoólico de 0,0% em volume, inspirada no clássico Beefeater London Dry Gin, reforçando a estratégia de ligação da marca à modalidade desportiva.

“O padel é um desporto com uma procura crescente e com cada vez mais adeptos, ajudando não só ao bem-estar físico, mas também a ser um momento perfeito para socializar e juntar amigos e/ou família, motivo pelo qual, para Beefeater 0.0, um produto com 0% de álcool que nos permite entrar no território do desporto, esta associação nos pareceu natural e com sentido”, justifica ao M&P Yuliya Vashchyshyn, gestora de marca do gin.

“A presença de Beefeater 0.0 no Oeiras Padel Academy, enquanto main sponsor, vem marcar uma nova era para Beefeater que, com a qualidade a que o consumidor já está habituado, se eleva para outro patamar de momentos de consumo, vendo no desporto e em particular no padel, um momento onde se fomenta a socialização entre as pessoas, o lazer e o convívio”, refere ainda a responsável pela promoção do gin, que integra o portefólio de bebidas do grupo Pernod Ricard.

Dinamizar ativações em eventos significativos para a modalidade é uma das apostas da marca para potenciar a estratégia de comunicação que está a ser delineada para promover o produto. “Estamos ansiosos por explorar todas as oportunidades para fortalecer ainda mais a nossa conexão com este meio”, assegura Yuliya Vashchyshyn, revelando também que está a ser preparada uma campanha publicitária multimeios para divulgar o Beefeater 0.0 nos meses de maior calor.

Sem adiantar valores, a marca confirma o reforço do orçamento de marketing para promover as novidades de 2024. “Aumentámos o investimento em comunicação devido ao lançamento de três novas referências no portefólio, refletindo o nosso compromisso contínuo em impulsionar a marca, expandir a nossa presença no mercado e envolver eficazmente o nosso público-alvo. Este investimento adicional permitirá ampliar as nossas iniciativas de marketing”, refere a responsável.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

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