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Sagres lança segunda vaga da campanha de apoio à seleção no Euro 2024 (com vídeo)

A campanha multimeios é da McCann Lisboa e tem o planeamento de meios da Dentsu Media. O filme de 20 segundos é produzido pela Playground, com consultoria de produção da Pro(u)d. A Sagres lança ainda quatro copos colecionáveis (na foto) com excertos de relatos de jogos icónicos

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Sagres lança segunda vaga da campanha de apoio à seleção no Euro 2024 (com vídeo)

A campanha multimeios é da McCann Lisboa e tem o planeamento de meios da Dentsu Media. O filme de 20 segundos é produzido pela Playground, com consultoria de produção da Pro(u)d. A Sagres lança ainda quatro copos colecionáveis (na foto) com excertos de relatos de jogos icónicos

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Em contagem decrescente para o Campeonato Europeu de Futebol 2024, a Sagres acaba de lançar a segunda vaga da campanha de apoio à seleção nacional, criada pela McCann Lisboa. Sob o mote ‘Há sempre espaço para acreditar’, a nova campanha tem como objetivo reforçar a ligação entre a cerveja Sagres e a seleção nacional, pretendendo levar os portugueses a demonstrarem um apoio incondicional à seleção nacional e contribuir para inspirar a equipa das Quinas.

A campanha multimeios está presente em televisão, digital e ponto de venda, com planeamento de meios da Dentsu Media, a agência de meios da marca de cerveja. A partir de dia 14 de junho, a Sagres faz ainda a contagem decrescente até ao início de cada jogo da equipa portuguesa, durante todo o Euro 2024, em televisão, digital, múpis digitais e em lojas selecionadas.

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O filme de 20 segundos, produzido pela Playground e com consultoria de produção da Pro(u)d, vai passar na televisão e pretende celebrar o orgulho da marca, que patrocina a seleção nacional desde 1993 e que há sempre espaço para acreditar na vitória, independentemente dos desafios.

A Sagres lança também quatro copos colecionáveis com excertos de relatos de jogos icónicos, que se encontram disponíveis a partir de junho, em pontos de venda selecionados.

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Cerca de 2,7 milhões de portugueses viram Espanha sagrar-se campeã da Europa pela quarta vez 

Final Espanha x Inglaterra entrou diretamente para a quinta posição do top 10 dos jogos mais vistos em canal aberto. Os jogos de Portugal ocupam as quatro primeiras posições, com o Portugal x Eslovénia a ser o mais visto

Espanha venceu a Inglaterra na final do Euro 2024, por duas bolas a uma, e sagra-se pela quarta vez campeã da Europa, depois das conquistas de 1964, 2008 e 2012. Com esta vitória, Espanha é agora a seleção com maior número de europeus, ultrapassando a Alemanha.

Com transmissão na RTP1, a final foi vista por um total de 4,5 milhões de telespetadores, a que correspondeu uma audiência média de 2,7 milhões de telespetadores e um share de 51,8%. O jogo entre a Espanha e a Inglaterra teve um forte impacto nas audiências da RTP1, que sobretudo devido à transmissão do jogo, liderou no total dia com um share de 17,8%. A SIC ficou na segunda posição com um share de 13%, seguida da TVI com um share de 11,7%.

Comparativo com Euro 2016 e 2022 em canal aberto 

Se compararmos as últimas finais dos três últimos europeus vemos que a final de 2016, que teve a presença de Portugal foi a mais vista. A vitória de Portugal frente a França foi vista, em média por 3 milhões e 702 mil telespetadores e teve um share de 78,1%.


A final do Euro 2024 foi a segunda mais vista, tendo sido vista em média por cerca de 2,7 milhões de telespetadores (+19% vs. final do Euro 2020) e um share de 51,8%. Das três finais, a final do Euro 2020 entre Itália x Inglaterra foi a menos vista.

Espanha X Inglaterra com pico máximo de 3,2 milhões de telespetadores

A partida transmitida pela RTP1 registou uma performance crescente ao longo de toda a primeira parte. O interesse dos portugueses na partida diminuiu com o intervalo, no entanto este foi retomado logo que a segunda parte teve início.

A audiência da segunda parte foi superior à da primeira parte e mais estável. O pico de audiência aconteceu já perto do apito final, altura em que a Inglaterra fazia o último esforço para levar a partida para o prolongamento.

Jogos do Euro 2024 registaram uma maior audiência face aos jogos dos últimos dois europeus

A 14 de julho realizou-se o último jogo do Euro 2024, a final entre a Espanha e a Inglaterra. Em comparação com os dois últimos europeus podemos verificar que o Euro 2024 regista, no acumulado de todos os jogos, níveis de audiência média superiores (+27% face ao Euro 2020 e +0,5% face ao Euro 2016). O mesmo se verifica quanto aos jogos em que Portugal participou, que registaram uma audiência média de 3 milhões e 261 mil telespetadores (+1% vs Euro 2016 e +7% vs. Euro 2020).

Impacto das audiências em TV – Euro 2024

Durante o período do Euro 2024, a RTP1 e a SIC foram as únicas estações que registaram um aumento do seu share, quando comparado com a média do mês de maio. Ambas registaram um crescimento (+1.1p.p. vs. a média de maio). Apesar do crescimento da SIC, a TVI com um share de 15,6%, foi a estação mais vista durante o período do Europeu. A Sport TV, que transmitiu todos os jogos do Euro, registou um share de 1,0%, refletindo um aumento de +0.6p.p. face à média de maio.

Portugal x Eslovénia foi o jogo mais visto de toda a competição

O jogo da final entre Espanha x Inglaterra entrou diretamente para a quinta posição do top 10 dos jogos mais vistos em canal aberto. Os jogos de Portugal ocupam as quatro primeiras posições, com o Portugal x Eslovénia a ser o mais visto. O jogo registou uma audiência média de cerca de 3,6 milhões de telespetadores e um share de 65,6%.

Dos jogos em que Portugal participou, o jogo frente à Turquia foi o menos visto. O jogo ficou na sexta posição com uma audiência média de 2 milhões e 623 mil telespetadores e um share de 63,7%. Este foi também o único jogo de Portugal transmitido às 17h, sendo que todos os outros tiveram transmissão às 20h.

No canal de subscrição o jogo mais visto foi o jogo dos quartos de final entre Portugal e a França. O jogo que ditou a eliminação de Portugal contou com uma audiência média de 236 mil telespetadores e um share de 4,5%. Inglaterra x Eslováquia e o Espanha x Alemanha, considerada por muitos uma final antecipada, completam o top 3 dos jogos mais vistos no canal premium.

 

Elaborado por Initiative/ Mediabrands Insight sobre dados CAEM/GFK reproduzidos em YUMI, Telereport – Mediamonitor; Alvo Ind 4+. Tipologia de audiência: Total Dia; Período da Análise: junho de 2024; Outros: Visionamento residual de canais não auditados, visionamento em diferido noutros dias e outras utilizações da TV como streaming e consolas

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Alphabet negoceia compra de ‘startup’ de cibersegurança por €21 mil milhões

As funcionalidades de segurança otimizadas da Wiz poderão ajudar a Google a conquistar mais clientes para o seu serviço de computação na ‘nuvem’. Até à data, o maior investimento da Alphabet ocorreu em 2012, com a aquisição da Motorola Mobility, por €11,4 mil milhões

A Alphabet, empresa-mãe da Google, está em negociações para adquirir a ‘startup’ de cibersegurança Wiz, por cerca de 23 mil milhões de dólares (€21 mil milhões), revelou ao The Wall Street Journal, a 14 de junho, uma fonte familiarizada com o processo. O investimento poderá significar a maior aquisição de sempre da Alphabet.

A Wiz, fundada em Israel e sediada em Nova Iorque, fornece soluções de cibersegurança baseadas em computação na ‘nuvem’, com deteção de ameaças e respostas em tempo real, impulsionadas pela inteligência artificial. O acordo de aquisição, financiado maioritariamente em dinheiro, poderá ser concretizado em breve, acrescenta a mesma fonte ao The Wall Street Journal.

As funcionalidades de segurança otimizadas da Wiz poderão ajudar a Google a conquistar mais clientes para o seu serviço de computação na ‘nuvem’, num mercado competitivo em que a procura está a aumentar. Recorde-se que o serviço de computação na ‘nuvem’ da Google cresceu 28% para 9,57 mil milhões de dólares (€8,7 mil milhões) no primeiro trimestre deste ano.

Em 2023, a Wiz apresentou receitas de cerca de 350 milhões de dólares (€320 milhões) e, atualmente, trabalha com 40% das empresas da Fortune 100. Recentemente, arrecadou mil milhões de dólares (€916 milhões) numa ronda de financiamento privado, que avaliou a empresa em 12 mil milhões de dólares (€10,9 mil milhões).

O maior investimento da Alphabet ocorreu em 2012, com a aquisição da Motorola Mobility, por 12,5 mil milhões de dólares (€11,4 mil milhões).

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Leo Burnett Lisboa desenvolve ativação para a Castello

Através de um código QR, os consumidores podem degustar uma água gratuitamente. A iniciativa pretende amplificar a campanha publicitária desenvolvida no âmbito da comemoração dos 125 anos da marca, com planeamento de meios da Dentsu Media

A Leo Burnett Lisboa é responsável pela criatividade da ativação de marca que a água Castello está a promover, até 31 de julho, nas ruas de Lisboa atravessadas pelo elétrico 15, um dos símbolos da capital. Revestida a preto e vermelho, a viatura inclui um código QR que redireciona os consumidores para o site da marca, permitindo-lhes selecionar o ponto de venda onde podem desfrutar de uma água oferecida pela insígnia, numa ação de experimentação de produto.

A iniciativa pretende amplificar a campanha desenvolvida no âmbito da comemoração dos 125 anos da Castello, com planeamento de meios da Dentsu Media. “O Café Império, no Restelo, e a pastelaria A Tentação, na Praça da Figueira, recebem os passageiros para saborear uma água gaseificada premium simples, com fruta ou em mix com outras bebidas”, explica em comunicado a Central de Cervejas, que em 2019 adquiriu a concessão e a marca de água.

“Esta campanha publicitária representa o espírito da marca, o seu dinamismo, a inquietude e a ambição em estar cada vez mais presente nos momentos importantes do dia a dia de uma forma versátil, desafiadora e inesperada”, refere Martim Manoel, gestor de marketing da Castello. A oferta, que reforça a estratégia de comunicação da marca iniciada em 2023, é limitada a uma garrafa de água por participante e ao stock existente.

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Daniel Craig protagoniza campanha da Loewe

Com direção criativa de Jonathan Anderson, fotografia de David Sims, estilismo de Benjamin Bruno, cenografia de Poppy Bartlett e produção de Holmes Production, a nova campanha está presente em publicidade exterior, redes sociais, plataformas digitais e lojas da marca

Com direção criativa de Jonathan Anderson, fotografia de David Sims, estilismo de Benjamin Bruno, cenografia de Poppy Bartlett e produção de Holmes Production, a campanha publicitária da Loewe que promove a coleção masculina de outono/inverno 2024/25 da etiqueta de moda espanhola é protagonizada pelo ator britânico Daniel Craig. O intérprete de 007 sucede ao ator Jamie Dornan e ao cantor e compositor Omar Apollo, protagonistas das campanhas de outono/inverno 2023/24 e primavera/verão 2024 da marca.

Divulgada em media, em exterior, nas redes sociais, nas plataformas digitais e nos espaços comerciais da Loewe, promove também as peças desenvolvidas em colaboração com o artista plástico norte-americano Richard Hawkins que integram a coleção. Além de Jamie Dornan, Omar Apollo e agora Daniel Craig, a Loewe, detida pelo pelo grupo de luxo LVMH, também trabalhou com o ator inglês Josh O’Connor e com o artista francês Stéphane Bak, em campanhas publicitárias anteriores.

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Media europeus perdem pluralismo. Portugal é um dos países de baixo risco

Interferências políticas e comerciais, e condições laborais precárias nas redações são alguns dos problemas apontados no estudo Media Pluralism Monitor 2024. A Federação Internacional de Jornalistas insiste na adoção de políticas que salvaguardem a diversidade

Dos 32 países europeus analisados para a edição de 2024 do estudo Media Pluralism Monitor (MPM), realizado pelo Centre for Media Pluralism and Media Freedom (CMPF), apenas sete (Alemanha, Suécia, Dinamarca, Países Baixos, Bélgica, Finlândia e Lituânia) apresentam níveis de pluralismo dos media que podem ser consideradas satisfatórios. Portugal é um dos nove países de baixo risco, a par com a Dinamarca, Estónia, Finlândia, Alemanha, Lituânia, Luxemburgo, Suécia e República da Macedónia do Norte.

Áustria, Chipre e Eslováquia, que também se encontravam nesse patamar, apresentam agora uma taxa de risco médio. Apenas sete países europeus apresentam um nível satisfatório de pluralismo nos meios de comunicação social. França já não é uma das nações com melhor desempenho na Europa, revela o estudo, realçando que os países com a taxa de risco mais elevada continuam a ser a Turquia, a Hungria, a Albânia, a Sérvia, a Roménia e o Montenegro.

Na maioria dos países analisados, os cidadãos europeus não têm acesso totalmente garantido a fontes de informação diversificadas e independentes, refere o estudo MPM, que aponta uma deterioração do pluralismo dos media em toda a Europa. “As tendências gerais mostram uma crescente interferência comercial e política nos meios de comunicação social. O relatório demonstra também a passividade dos Governos europeus e das empresas de media face a esta ameaça democrática”, aponta o CMPF.

O estudo, realizado anualmente, avalia os riscos para o pluralismo dos meios de comunicação social em 32 países europeus, 27 estados-membros da União Europeia (UE) e cinco países candidatos, detalhando as ameaças ao pluralismo e à liberdade dos meios de comunicação social. “Os resultados mostram que nenhum desses países ​​está livre de ataques ao pluralismo dos media”, alerta a análise, que salienta as pressões, as condições de trabalho e as ameaças jurídicas que os jornalistas enfrentam no quotidiano.

“Outra tendência alarmante que emerge do relatório diz respeito à independência editorial, que regista um nível histórico de alto risco este ano. As pressões comerciais comprometem a independência editorial, com os proprietários dos meios de comunicação social e os anunciantes a influenciar a cobertura dos temas”, refere o estudo. A adoção de quadros legislativos que melhorem as condições de trabalho dos jornalistas é uma das recomendações que o CMPF apresenta nas conclusões do MPM.

“Em 10 anos de monitorização dos media, observámos o surgimento de muitos novos desafios. Hoje, mais do que nunca, existe uma extrema necessidade de apoiar o jornalismo e o pluralismo dos media. Esperamos avaliar os efeitos da Lei Europeia sobre a Liberdade dos Meios de Comunicação Social nos Estados-Membros e apelamos aos Governos para que se comprometam a proteger a liberdade de imprensa como um pilar da nossa democracia”, afirma Pier Luigi Parcu, diretor da CMPF.

Após a divulgação do documento, a Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) também veio a público insistir na adoção de políticas que salvaguardem o pluralismo dos media. “Em tempos como os que atualmente vivemos, em que a democracia está particularmente em jogo, os cidadãos precisam de uma imprensa livre e os Governos devem fazer tudo o que estiver ao seu alcance para garantir a diversidade dos meios de comunicação social”, defende Dominique Pradalié, presidente da FIJ.

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APETRO é agora EPCOL com rebranding da White Way (com vídeo)

O rebranding pretende refletir o posicionamento estratégico da Empresas Portuguesas de Combustíveis e Lubrificantes, anteriormente denominada Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas, destacando o compromisso com a transição energética sustentável

A EPCOL é a nova marca que representa a associação das Empresas Portuguesas de Combustíveis e Lubrificantes, anteriormente conhecida como Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (APETRO).

O novo rebranding da associação, que passou pela criação de uma nova identidade visual e comunicação de marca, é da autoria da agência criativa White Way e pretende refletir o novo posicionamento estratégico da associação, destacando o compromisso com a transição energética sustentável. 

“A EPCOL quer garantir a energia do presente, enquanto investe na energia do futuro. Para nós e para as nossas associadas, é extremamente importante fornecer produtos energéticos com menor impacto no clima e no ambiente, pois somos e queremos continuar a ser parte da solução para as necessidades das empresas e famílias”, garante António Comprido, secretário-geral da EPCOL, em comunicado de imprensa.

“A sustentabilidade é um tema estratégico para a White, tanto na dimensão interna como no apoio aos nossos clientes nesta jornada. Ter a possibilidade de trabalhar criativamente um assunto tão fulcral é, para além de um privilégio, um enorme prazer. Estamos muito satisfeitos com o resultado deste projeto da EPCOL”, revela Filipa Montalvão, cofundadora e sócia da White Way.

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LinkedIn lança ferramenta de criação de campanhas com base em IA

A Accelerate é um dos primeiros investimentos do LinkedIn em IA e está incluída no gestor de campanhas desta rede social para profissionais e empresas, permitindo que os sistemas de IA elaborem uma campanha publicitária completa

O LinkedIn está a lançar oficialmente a Accelerate, ferramenta que utiliza inteligência artificial (IA) para automatizar o processo de criação de campanhas publicitárias. A ferramenta que está a ser apresentada a nível global, com a expetativa de estar disponível para todos os anunciantes no início do outono, já estava disponível para um número limitado de anunciantes, desde outubro de 2023, de acordo com o Digiday.

A Accelerate é um dos primeiros investimentos do LinkedIn em IA e está incluída no gestor de campanhas desta rede social para profissionais e empresas, permitindo que os sistemas de IA elaborem uma campanha publicitária completa. Basta o anunciante fornecer um link para o produto que pretende promover e o sistema encarrega-se do resto, incluindo os elementos criativos, através da integração do Microsoft Designer.

Tendo por base os dados dos clientes, a Accelerate cria automaticamente os conteúdos e o público-alvo para uma campanha. Assim, os anunciantes têm apenas de ajustar o texto, as imagens e aperfeiçoar quaisquer parâmetros de segmentação de acordo com as suas necessidades.

“Em apenas cinco minutos, a Accelerate constrói uma campanha completa e otimizações automáticas para atingir o público pretendido com anúncios envolventes, que podem ser ajustados e aperfeiçoados antes do lançamento da campanha”, salienta Abhishek Shrivastava, vice-presidente de produto do LinkedIn, em comunicado de imprensa.

O LinkedIn também está a adicionar outras novidades ao gestor de campanhas, como a opção de integrar dados de clientes e listas de exclusão na segmentação de uma campanha. Simultaneamente, a rede social está a expandir as capacidades do seu assistente de marketing baseado em IA, para que os anunciantes tenham a possibilidade de colocar questões mais detalhadas durante o processo de criação das campanhas.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

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M&P 961: Entrevista a Daniel Hulme (WPP) + Book Prémios de Design M&P’24

Uma análise de dados trabalhados pela Snack Content revela as 10 marcas com as quais a geração Z mais interagiu nas redes sociais em Portugal, entre janeiro e junho

Media

O que pode ler na edição 961 do M&P

Uma entrevista a Daniel Hulme (WPP), as 10 marcas com as quais a geração Z mais interagiu nas redes sociais em Portugal, a opinião de Paula Cosme Pinto, João Paulo Luz e Pedro Simões Dias, e o Book com os vencedores dos Prémios de Design M&P’24 são alguns dos destaques

Na edição 961 do M&P destaca-se uma entrevista com Daniel Hulme, diretor global de IA do WPP, que aponta os caminhos a seguir e a evitar na utilização de inteligência artificial no marketing, criatividade e planeamento de meios.

O também CEO da Satalia, empresa de pesquisa e implementação de sistemas de IA que vendeu ao WPP em 2021, por cerca de €88,75 milhões, destaca ainda o talento nacional na otimização de IA.

Uma análise de dados trabalhados pela Snack Content revela as 10 marcas com as quais a geração Z mais interagiu nas redes sociais em Portugal, entre janeiro e junho.

Na secção dedicada a profissionais expatriados, Ana Martines, diretora de comunicação e ‘engagement’ do cluster ibérico da L’Oréal, partilha a experiência de ter trocado Lisboa por Madrid.

Na rubrica dedicada à criatividade, Como é que não me lembrei disto?, a ‘New and Not Improved’, para o Mac&Cheese da Kraft, é a campanha que André Mota, diretor criativo da Mustard, gostaria de ter feito.

Na crónica Costela de Adão? Não, Paula Cosme Pinto, comunicadora pela igualdade de género, aborda a exploração da imaturidade infantil como nicho de mercado na cosmética, apresentando uma marca (a Kiehl’s), que faz o caminho oposto numa recente campanha publicitária.

Ainda na opinião, João Paulo Luz, diretor de negócios digitais e ‘publishing’ da Impresa, escreve sobre o poder da inteligência artificial no nosso conhecimento e opções de consumo. Pedro Simões Dias, fundador da Comporta Perfumes e advogado de proteção de direitos de marcas, escreve sobre artistas enquanto marcas, dando como exemplos Rihanna e Dino D’Santiago.

O dossiê especial é dedicado à inovação em bebidas, em que os produtos funcionais e diferenciados impulsionam o mercado, numa edição que conta ainda com o book Prémios de Design M&P’24, com os vencedores e os melhores momentos do evento de entrega dos troféus.

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Bar Ogilvy é a nova agência criativa da Galp

A agência liderada por Miguel Ralha vai trabalhar a conta que estava dividida entre a O Escritório e a DDB

Catarina Nunes

A Bar Ogilvy é a nova agência criativa da Galp, na sequência de uma consulta ao mercado, ficando a trabalhar a conta que até agora estava dividida entre a O Escritório (grandes campanhas) e a DDB (ponto de venda).

“É um orgulho podermos trabalhar uma marca portuguesa com uma história tão rica e um portefólio de comunicação também ele histórico. Como agência com um claro foco em criatividade e resultados, a exigência criativa da Galp não podia ser um estímulo melhor. Foi exatamente esse estímulo que nos deu força para agarrar esta oportunidade desde o primeiro minuto”, refere Miguel Ralha, CEO e sócio da Bar Ogilvy,

Miguel Ralha acrescenta ainda que “toda a equipa da Bar Ogilvy está entusiasmada com as oportunidades que esta parceria vai trazer. A nossa equipa está preparada para levar a criatividade e a inovação a novos patamares, contribuindo para o sucesso contínuo da Galp”.

Sobre o autorCatarina Nunes

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