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Chefs que são marcas fora da cozinha

São figuras públicas que extravasam o nicho da alta gastronomia, em programas de televisão, escrita de livros e outros projetos pessoais que os tornam marcas em nome próprio. José Avillez e Ljubomir Stanisic não se assumem como marcas com uma intenção estratégica, mas fazem um caminho que os posiciona como mais do que chefs

Catarina Nunes
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Chefs que são marcas fora da cozinha

São figuras públicas que extravasam o nicho da alta gastronomia, em programas de televisão, escrita de livros e outros projetos pessoais que os tornam marcas em nome próprio. José Avillez e Ljubomir Stanisic não se assumem como marcas com uma intenção estratégica, mas fazem um caminho que os posiciona como mais do que chefs

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José Avillez e Ljubomir Stanisic são os mais recentes chefs com estrelas Michelin que estão a desenvolver projetos para lá da cozinha, num caminho que não é novo para ambos. José Avillez é o protagonista da campanha publicitária da Xiaomi, enquanto Ljubomir Stanisic acaba de lançar a marca Mestiço, com dez vinhos em parceria com três produtores nacionais, e prepara o arranque das filmagens de um programa para a SIC, desta vez relacionado com hotéis.

Nenhum dos dois se assume deliberadamente como uma marca estruturada com uma intenção estratégica e ambos escusam-se a quantificar o peso dos projetos paralelos face à faturação dos restaurantes. A ligação a outras marcas e o desenvolvimento de projetos em nome pessoal são antes uma consequência de oportunidades que vão surgindo, alinhadas com os seus valores e personalidades.

José Avillez, que tem duas estrelas Michelin no Belcanto, uma no Encanto e outra no Tasca, no hotel Mandarin Oriental Jumerai, no Dubai, regressa à publicidade. Depois de já se ter associado à Super Bock, Moulinex, Milaneza, Uber Eats e Riberalves, desta vez protagoniza o vídeo para internet, que promove a nova gama de telemóveis Xiaomi 14.

O spot, apresentado a 29 de maio, reflete o making-of do projeto ‘Comer com os Olhos’, que parte de uma investigação da Universidade de Valência que indica a influência direta do estímulo visual na experiência gastronómica.

O resultado são quatro fotografias, captadas em Lisboa pelo fotógrafo espanhol Javier Corso, que refletem a alma da cidade e são inspiradas em quatro propostas gastronómicas de José Avillez.

A base científica da campanha e o interesse da Xiaomi pelo conhecimento são as justificações de José Avillez para ser o rosto do projeto. “Depois, como gosto muito de fotografia, fiquei interessado no desafio e gostei de perceber que havia um lado artístico e cultural, bem como a intenção de saber mais sobre Lisboa e a sua identidade”, refere em declarações ao M&P, acrescentando que gosta de colaborar com marcas às quais reconhece qualidade.

Neste momento mantém apenas a ligação à Super Bock, mas está sempre disponível para este tipo de projetos. “A colaboração com uma marca de que se gosta é sempre interessante e é um momento de aprendizagem, ficamos sempre a saber mais e, por vezes, há a oportunidade de conhecer os bastidores”, justifica.

Fazer campanhas publicitárias não é uma coisa em que Ljubomir Stanisic pense, apesar de não ser contra, desde que seja algo em que acredite e exista noção e lealdade. No passado fez parcerias, como por exemplo com a Smeg, mas nunca fez campanhas publicitárias.

“Fazer por fazer, apenas pelo dinheiro, não me faz sentido. Se existir um lado social associado, um apoio a associações, melhor ainda. Vivemos uma situação social muito complicada, se puder ajudar estou sempre disponível”, revela o chef que detém uma estrela Michelin no 100 Maneiras.

Conta, no entanto, com o apoio de marcas ligadas à cozinha e à restauração, como a Le Creuset, a Villacer e a Delta, para a qual já criou lotes de café especiais para o 100 Maneiras e desenvolveu cápsulas para a Delta Q. Além dos eletrodomésticos domésticos Smeg, tem uma parceria com as motas da Ducati, uma das suas paixões.

As prioridades de Ljubomir Stanisic, agora, são o novo programa na SIC dedicado à hotelaria e a nova marca de vinhos Mestiço, que apresentou há duas semanas, com a Adega Monte Branco, a Mateus Nicolau de Almeida e a Niepoort, e que tenciona alargar a bebidas espirituosas e cervejas.

A denominação Mestiço reflete a mistura das características dos parceiros envolvidos e cada vinho tem uma subdenominação (Viçoso, Atrevido, Perigoso e Amoroso, entre outros), num trabalho de arquitetura de marca de Dina Camacho e Gil Correia, e textos de Mónica Franco, mulher de Ljubomir Stanisic, que é também responsável pela escrita dos projetos audiovisuais e dos livros com o marido.

Outro dos projetos na calha é o desenvolvimento de uma linha de facas, desenhadas por Ljubomir Stanisic e pequenos cutileiros, como Telmo Roque com quem já trabalha. “Produzimos juntos a faca de mato, à venda na minha loja online, onde usamos madeiras reaproveitadas de incêndios”, refere ao M&P.

As sinergias criadas com as respetivas mulheres são outro aspeto que os dois chefs têm em comum. Aliás, um dos mais recentes projetos de José Avillez, a Casa Nossa, é planeado e construído em conjunto com Sofia Ulrich, com quem está casado há nove anos.

“É um projeto assumidamente com a minha assinatura. O logotipo inclui o meu nome, o website é casanossajosevalliez.pt, e o nome foi escolhido pelo nosso envolvimento em cada detalhe”, explica José Avillez, referindo-se ao alojamento com 10 quartos, serviço de hotel e refeições, que têm desde 2023 no Alentejo, junto ao Alqueva.

A hotelaria não é, no entanto, uma área que queira expandir. “Para já, estamos a aprender, é uma área interessante e nova para nós. Quanto ao futuro, veremos”, diz José Avillez, que neste momento está a preparar um novo livro de receitas, a convite de uma editora espanhola, além de se dedicar à consolidação dos 11 restaurantes em Portugal e os dois no estrangeiro (Dubai e Macau), que detém.

Lá fora tem parcerias com os dois hotéis de luxo onde os seus restaurantes estão instalados, o Mandarin Oriental no Dubai e do The Karl Lagerfeld em Macau, mas não revela se pretende desenvolver este tipo de formato.

Questionado sobre a intenção de construir uma marca com o seu nome, José Avillez avança que neste momento tem os vinhos JA, em parceria com a Quinta do Monte D’Oiro, e os vinhos Niepoort José Avillez.

“Ao longo dos anos, a questão do desenvolvimento de produtos com o nome José Avillez foi surgindo, no entanto a prioridade têm sido os restaurantes. Vamos ver como tudo evolui e se virá a fazer sentido desenvolver mais”, revela.

Além dos vinhos, José Avillez tem diversificado de forma consistente para a área dos livros, programas de televisão e de rádio, por gostar de comunicar, ensinar e partilhar o gosto pela cozinha.

 

Ljubomir Stanisic tem uma marca própria materializada num logotipo que leva o seu nome e comercializada numa loja de comércio eletrónico, através das quais desenvolve os projetos paralelos à restauração. O logotipo é representado por uns cornos, omnipresentes nos seus três restaurantes, por serem uma imagem que o acompanha há muito.

“Em criança tive um sonho que me marcou, em que estava sempre a fugir de um touro. Uma das primeiras esculturas que fiz foi através da recuperação do esqueleto de um boi. A força do touro, a ideia de agarrar a vida de frente, pelos cornos, sem medo, é algo com que me identifico muito. Quando pedi ao ‘cromo’ artista e grande amigo Vasco Branco para pensar numa imagem para me representar, foi assim que ele a viu, na mouche”, recorda Ljubomir Stanisic.

O site lançado em 2020 surge, por seu lado, da necessidade de agregar os produtos que até então já tinha criado sob o seu nome. “Custa-me chamar-lhe uma marca, embora o seja efetivamente. Prefiro pensar no meu nome como uma assinatura, uma marca de uma certa irreverência e garantia de qualidade, porque o principal objetivo é fazer produtos bons, sempre que possível made in Portugal, e que espelhem a minha personalidade”, considera o chef do 100 Maneiras.

Jalecas, o livro Bistromania e o rum Refugees são os produtos com marca própria que mais vende e que estão disponíveis no site ljubomirstanisic.pt.

“Crio sempre de forma muito egoísta, para mim. Crio os produtos que quero usar e consumir, com as pessoas com quem me dá pica trabalhar. Já existem tantas coisas chatas na vida, não quero nunca que isto seja um frete. Divirto-me muito a desenvolver as ideias, a concretizar os projetos e a testar protótipos. Quando deixar de ser assim, deixo de criar”, conta o chef do 100 Maneiras, revelando que tenta ser o mais sustentável possível em tudo o que faz, sem entrar em extremos.

Começando nos restaurantes que detém, onde trabalha com as hortícolas orgânicas da Horta da Graça, em Sintra, até à loja online, onde opta por parceiros que também tenham estas preocupações.

“As nossas t-shirts são todas produzidas em Portugal, em algodão orgânico ou reciclado, e também temos essa atenção nos materiais de expedição, por exemplo. Em primeiro lugar, pela conservação do meio ambiente e do planeta, e também para meu bem e dos meus”, justifica.

Sobre o autorCatarina Nunes

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Adidas e Thom Browne disputam uso de riscas em tribunal

A Thom Browne, que em 2007 abandonou o padrão de três riscas após a Adidas ter apresentado uma queixa legal, argumenta que a Adidas está efetivamente a tentar estabelecer um monopólio sobre a utilização de riscas nas roupas

A Adidas e a Thom Browne regressaram ao Tribunal Superior de Londres, para mais uma batalha legal centrada no uso de riscas nas respetivas marcas registadas. A mais recente audiência ocorreu a 17 de junho, com a Thom Browne contra a Adidas.

A Thom Browne, que utiliza regularmente um padrão de riscas com quatro barras, processou a Adidas em Londres, em 2021, para revogar várias marcas registadas com o emblemático padrão de três riscas da Adidas. A Thom Browne, que em 2007 abandonou o padrão de três riscas após a Adidas ter apresentado uma queixa legal, argumenta que a Adidas está efetivamente a tentar estabelecer um monopólio sobre a utilização de riscas nas roupas.

A Adidas, no entanto, contra-argumenta, ao afirmar que a Thom Browne está alegadamente a infringir as suas marcas registadas, ao vender vestuário de lazer e desportivo com quatro riscas, acusando ainda a marca de explorar a reputação e a imagem da Adidas.

O advogado da Thom Browne, Philip Roberts, argumenta que a Adidas utilizou certas marcas como ‘cavalos de tróia’ para impedir a utilização das riscas nos produtos de outras empresas. O advogado da marca de luxo norte-americana acrescentou nos autos que “a amplitude do monopólio da Adidas ameaça a liberdade básica dos designers de moda de desenhar roupas da forma que desejarem”.

Mas a advogada da Adidas, Charlotte May, afirmou em tribunal que o lançamento de uma gama de vestuário desportivo pela Thom Browne, em 2020, foi um ponto de viragem que “atingiu o coração do negócio da Adidas”.

As duas marcas já se enfrentaram anteriormente nos Estados Unidos, onde um júri rejeitou o processo de marca registada da Adidas, no ano passado, uma decisão confirmada em maio. A Thom Browne também está a apresentar um processo separado de marca registada contra a Adidas nos Países Baixos e no Instituto de Propriedade Intelectual da União Europeia.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

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Anunciantes do Now terão investido cerca de €100 mil em publicidade no primeiro mês

A Nos lidera a lista de anunciantes do novo canal da Medialivre, seguida da Betclic e da Dacia. A valores de tabela, entre 17 de junho a 16 de julho, os 15 maiores anunciantes despenderam €1,21 milhões, 68% do investimento total, segundo a Universal McCann

Os anunciantes do Now investiram oficialmente €1,79 milhões em publicidade no primeiro mês de emissão do canal, valores a preços de tabela sobre os quais incidem os descontos em televisão, que, tal como referido por Alberto Rui Pereira, CEO da IPG Mediabrands, em entrevista ao M&P, chegam a atingir reduções entre os 95% e os 97%.

Caso se aplique um desconto de 95%, o montante apontado na análise da Universal McCann reduz para cerca de €100 mil. No entanto, tratando-se de um lançamento de um novo canal, é possível que o desconto tenha sido diferente.

De acordo com a análise da agência de meios que integra o IPG Mediabrands, as 15 marcas que mais investiram no novo canal noticioso da Medialivre representam 68% do total das verbas despendidas, o que em valores de tabela atingiram os €1,21 milhões, o que corresponde a cerca de €68 mil.

Nos, Betclic, Dacia, Audi e Generali Tranquilidade foram as marcas que mais investiram no Now (ver caixa) durante o primeiro mês de transmissões, período em que a nova proposta televisiva alcançou um share de 0,5%, após ter atingido 0,8% no dia de arranque, tendo terminado o mês na 22ª posição entre os canais mais vistos do cabo.

“O Now conseguiu captar audiência maioritariamente proveniente da CMTV, mas também dos seus concorrentes diretos (SIC Notícias e CNN Portugal), no entanto, de forma menos acentuada”, refere a Universal McCann em comunicado de imprensa.

O share do canal, lançado a 17 de junho, tem permanecido estável, independentemente do dia da semana. “Contudo, vemos que é a quarta-feira o dia em que verifica um share ligeiramente mais baixo do que nos restantes dias da semana”, revela a análise, que avança ainda que o Now tem atraído “um perfil mais masculino, sendo agora mais acentuado do que na primeira semana”.

Em termos de telespetadores, tem conseguido uma maior adesão junto de um público mais velho, acima dos 65 anos. “O Now registou ainda uma afinidade elevada junto da classe social mais baixa (E)”, informa a Universal McCann.

“Comparando com a primeira semana, o Now registou um crescimento da afinidade junto da classe média/alta (B), aproximando-se assim mais do perfil dos canais SIC Notícias e CNN Portugal”, refere o comunicado da empresa, que avança que o programa mais visto no primeiro mês foi o ‘Record na hora’, que vai para o ar logo após o noticiário das 19 horas.

“Teve uma audiência média de 28 mil telespetadores, a que correspondeu um share de 0,7%. Na segunda posição, ficou o programa ‘Now às 19h todos os sábados’ com uma audiência média de 27 mil telespetadores e um share de 0,8%”, revela ainda o documento.

 

15 maiores anunciantes do canal Now

De acordo com a Universal McCann, com base nos dados da ferramenta YumiAnalytics Web, a preços de tabela, as 15 marcas que mais anunciaram no novo canal da Medialivre, entre 17 de junho e 16 de julho, representam 68% do investimento total:

  1. Nos (€270.925)
  2. Betclic (€129.815)
  3. Dacia (€107.511)
  4. Audi (€88.145)
  5. Generali Tranquilidade (€84.781)
  6. Renault (€75.277)
  7. Olá (€74.340)
  8. Santander (€73.767)
  9. Vodafone (€68.567)
  10. Lidl (€61.994)
  11. McDonald’s (€61.303)
  12. ESC Online (€34.063)
  13. Bacana Play (€32.754)
  14. Cif (€28.330)
  15. Cupra (€25.939)
Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

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Atletas olímpicos protagonizam campanha da Bar Ogilvy que divulga parceria entre COP e TAP (com vídeo)

A lançadora Liliana Cá, o nadador Diogo Ribeiro (na foto) e a ginasta Filipa Martins recordam o início da carreira desportiva no filme publicitário realizado por Gonçalo Morais Leitão, com produção de Nuno Calado e da Hand Creative Chain

Idealizada por Gabriel Mendes e César Silva, dupla de criativos da Bar Ogilvy, com direção criativa de Nuno Riça e João Amaral, a nova campanha que divulga a parceria entre o Comité Olímpico de Portugal (COP) e a TAP, companhia área que assegura o transporte dos atletas para os Jogos Olímpicos de Paris 2024, é protagonizada por três desportistas. No filme promocional, realizado por Gonçalo Morais Leitão, a lançadora Liliana Cá, o nadador Diogo Ribeiro e a ginasta Filipa Martins recordam o início da carreira desportiva, lembrando que a viagem para a capital francesa há muito que começou.

Além de imagens atuais dos atletas a prepararem-se para embarcar, o anúncio mostra fotografias de infância dos desportistas, durante os primeiros treinos. Com produção de Nuno Calado da Bar Ogilvy e da produtora audiovisual Hand Creative Chain, o filme, com duas versões genéricas de 45 e 20 segundos, tem sonorização da Estrela de Alcântara. Divulgada em televisão em duas vagas até 11 de agosto, a campanha, com planeamento de meios da Wavemaker, inclui também três versões do anúncio personalizadas, uma por cada atleta, exibidas à medida que forem entrando no palco competitivo.

“Também é possível acompanhar os materiais da campanha em meios digitais, nomeadamente nas redes sociais da TAP com conteúdo orgânico e ‘paid media’ nas redes sociais (Instagram, Facebook, TikTok e LinkedIn), no YouTube e na newsletter interna da companhia aérea”, informa a Bar Ogilvy em comunicado. “Não é todos os dias que temos a oportunidade de criar campanhas que apelem tanto à emoção coletiva e ao orgulho nacional. Os Jogos Olímpicos são um dos mais importantes eventos desportivos do mundo”, sublinha Miguel Ralha, CEO e sócio da Bar Ogilvy, citado no documento.

 

 

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Agência criativa DJ cria anúncio de verão da Rádio Comercial (com vídeo)

Com direção criativa de Diogo Anahory e João Pacheco (o D e o J que denominam a agência), o ‘spot’ de televisão tem como ponto de partida a legislação que proíbe o ruído nas praias nacionais

A Rádio Comercial acaba de lançar uma campanha de verão, desenvolvida pela agência criativa DJ, que estará no ar em televisão, até 6 de agosto.

Com direção criativa de Diogo Anahory e João Pacheco (o D e o J que denominam a agência), a campanha tem como ponto de partida a legislação que enquadra a proibição de ruído nas praias nacionais. Diogo Anahory, cofundador e diretor criativo da DJ, explica que “nas férias as pessoas tendem a ouvir menos rádio. Além disso, a Autoridade Marítima Nacional não ajuda, já que interdita, nas praias, a utilização de equipamentos sonoros geradores de ruído”.

A campanha, com produção da Flaming, realização de Gonçalo Paixão e direção de fotografia de Ricardo Magalhães, é a resposta a essa proibição que não ajuda no consumo de rádio durante o verão, sugerindo uma alternativa. O spot de 20 segundos começa com um plano fechado de uma coluna de som, em cima de uma geleira dentro de água, que transmite a emissão da Rádio Comercial.

Conforme o plano vai abrindo, até mostrar a geleira com a coluna de som sobre uma plataforma a flutuar no mar, a voz off cita a lei que enquadra a proibição de ruído nas praias e respetivas coimas aplicáveis, com esta informação a passar igualmente em rodapé.

No final, a voz off pergunta: “O que se pode fazer por isso?” e responde ‘Nada’, ao mesmo tempo que a imagem mostra três pessoas a começar a nadar em direção à plataforma flutuante afastada da costa, onde se encontra a coluna de som a tocar a emissão da Comercial.

O anúncio ‘Off Coast’ está a passar na SIC e SIC Notícias, no Fox Life , Fox Crime, Fox Movie e Fox Comedy, bem como no Place SIC e TVI.

 

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Raquel Santos reforça equipa da NTT Data

Como diretora da área de Telecom, Media & Tech (TMT) ficará responsável por projetos em empresas das áreas das telecomunicações, media e tecnologias

A consultora de negócio e tecnologia NTT Data Portugal está a reforçar a equipa com a contratação de Raquel Santos, como diretora da área de Telecom, Media & Tech (TMT).

Neste cargo, será responsável pela gestão e condução de projetos em empresas das áreas das telecomunicações, media e tecnologias, com particular destaque para desafios de transformação de IT, eficiência das operações de redes, eficiência operacional e envolvimento com o consumidor.

“Apesar de serem indústrias maduras, as telcos e os media estão a assistir a grandes evoluções, que irão continuar a desafiar a forma como os serviços são prestados e os clientes se relacionam com as marcas. Estaremos empenhados na dinamização e geração de novas fontes de valor. Assim, encaramos o futuro com otimismo, porque teremos pela frente muitas oportunidades, que abordaremos de maneira inovadora e em cocriação com os nossos clientes e parceiros”, refere Raquel Santos.

Especializada nas áreas de soluções digitais, experiência do consumidor, envolvimento e ‘analytics’, Raquel Santos é licenciada em economia pela Universidade Católica Portuguesa e tem um MBA em colaboração com o MIT, além de outras formações executivas. Com uma carreira em consultoria estratégica e de gestão, o percurso de Raquel Santos tem sido marcado pela liderança de projetos de transformação em diferentes países e regiões do mundo.

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Betclic desafia influenciadores e mostra resultado em documentário da Bakery (com vídeo)

O ator Tiago Teotónio Pereira, acompanhado por dois amigos, Tiago Allen e Guilherme Guerra (na foto), foi de Chaves e Faro de bicicleta, pela estrada nacional 2. Documentada pela Bakery, a aventura foi registada pela objetiva de Vasco Pedroso, apurou o M&P

O ator Tiago Teotónio Pereira é o protagonista do novo documentário da série Desafios Betclic, projeto da Betclic que instiga alguns dos influenciadores digitais que colaboram com a marca a superarem-se em desafios físicos, sob pena de terem de cumprirem uma consequência caso não os consigam concretizar. Disponível no YouTube, com produção da Bakery, em colaboração com a Notable, foi realizado e montado por Vasco Pedroso. A pós-produção e os efeitos visuais têm a assinatura de Victor ZK, apurou o M&P.

O registo documental de 24 minutos mostra o ator, acompanhado por dois amigos, Tiago Allen e Guilherme Guerra, a ir de Chaves e Faro de bicicleta, pela estrada nacional 2, numa viagem, realizada em março, que se prolongou por cinco dias. “Foi muito mais difícil do que algum dia imaginei. Tínhamos previsão de mau tempo, mas nunca pensei que fosse um fator decisivo para a continuação do desafio”, refere Tiago Teotónio Pereira, habituado a participar em provas desportivas extremas.

A tempestade Nelson, que assolou muitas regiões do país, foi o principal inimigo do trio ao longo dos 738 quilómetros do percurso. As condições meteorológicas extremas chegaram a pôr em causa a continuação da viagem, mas o espírito de resiliência dos participantes sobrepôs-se às dificuldades. “Este desafio da Betclic ganhou o primeiro lugar no top de experiências inesquecíveis e mais difíceis de sempre”, afirma o artista. A série Desafios Betclic também inclui vídeos com os influenciadores Ric Fazeres e Daizer.

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Jorge Jesus é a estrela da campanha da Tux&Gill para a Sport TV (com vídeo)

Produzida pela Trix e planeada pela Fullsix, a campanha inclui um filme publicitário que também conta com a participação de Mauro Jesus, filho do treinador (na foto, ao centro). Além dos suportes digitais, está a ser divulgada em imprensa e publicidade aérea

Jorge Jesus é o protagonista da campanha publicitária da Sport TV que antecipa a temporada desportiva de 2024/25. Desenvolvida pela Tux&Gill, foi produzida pela Trix e tem planeamento de meios da Fullsix, apurou o M&P.

Até 31 de agosto, está a ser divulgada na imprensa escrita, em plataformas digitais e em suportes de publicidade aérea, em aviões que estão a sobrevoar algumas das praias mais frequentadas do país. O filme publicitário conta com a participação de Mauro Jesus, filho do treinador.

“O mister surge com uma companhia especial, sendo a primeira vez que protagoniza uma campanha em conjunto com o filho, promovendo a nossa oferta para 2024/2025, que inclui a Liga Portuguesa, a Liga Saudita, a Serie A, o Moto GP e a NBA, entre muitas outras, com principal destaque para a exclusividade da transmissão dos jogos das equipas portuguesas na UEFA Champions League, o Sporting CP e SL Benfica e o FC Porto na UEFA Europa League”, explica a Sport TV em comunicado.

“Numa campanha tão importante para nós, de um arranque de época único, em particular pelo anúncio de todas as equipas portuguesas na Champions regressarem à Sport TV, é um privilégio ter como cara central uma figura incontornável do futebol português, considerado mais de uma vez como um dos 10 melhores treinadores do mundo e ainda com uma estreia mundial, o facto de contracenar pela primeira vez com o filho Mauro”, refere Nuno Ferreira Pires, CEO da Sport TV.

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Boutique dos Relógios Plus tem montras criadas pelo artista Diogo Machado (com vídeo)

O artista conhecido como Add Fuel desenvolveu um conceito que cruza os azulejos portugueses com o verão e a relojoaria, celebrando a tradição e a modernidade. As novas montras artísticas (na foto) vão estar visíveis durante o verão, nas lojas de Lisboa, Cascais, Porto e Quinta da Lago

A Boutique dos Relógios Plus traz uma nova dimensão artística às montras das lojas, com a colaboração exclusiva do artista visual português Diogo Machado, conhecido como Add Fuel. A parceria pretende transformar as montras das várias lojas ‘Plus’ da Boutique dos Relógios em galerias de arte, celebrando a tradição dos azulejos portugueses em conjugação com o estilo contemporâneo.

A arte de Diogo Machado, inspirada na azulejaria tradicional que remonta ao século 15, é caracterizada pela fusão de elementos clássicos com um estilo moderno e detalhado. Para a colaboração com a Boutique dos Relógios Plus, o artista Add Fuel desenvolveu um conceito que pretende combinar a elegância da relojoaria com a frescura do verão, utilizando cores brilhantes e padrões que pretendem evocar a beleza dos azulejos sob a luz do sol.

“A arte dos azulejos destaca-se no verão, quando as suas cores e padrões brilham sob a luz solar, tornando as cidades portuguesas verdadeiras galerias a céu aberto. Apreciar os azulejos é uma experiência que mistura o calor da estação com a elegância visual e histórica. Os tons azuis e brancos predominantes evocam frescura e tranquilidade, complementando o vibrante verão. Assim, o verão, os azulejos e a elegância da relojoaria formam uma tríade perfeita, refletindo a alma e a cultura portuguesas na sua máxima expressão”, enfatiza Diogo Machado, em comunicado de imprensa.

As novas montras artísticas vão estar visíveis durante o verão, permitindo aos visitantes apreciar a combinação entre a tradição dos azulejos e a inovação artística. No Natal, a parceria será retomada com uma nova exibição também assinada por Add Fuel. As montras de verão são já visíveis nas lojas Boutique dos Relógios Plus em Lisboa, na Avenida da Liberdade, no Amoreiras Shopping Center e no CascaisShopping. Também estão presentes nas lojas Boutique dos Relógios Plus na Avenida dos Aliados, no Porto, no NorteShopping, em Matosinhos e na Quinta do Lago, no Algarve.

Segundo a marca, esta iniciativa faz parte do compromisso permanente da Boutique dos Relógios Plus em associar-se a artistas de renome e promover a arte nas respetivas lojas. Anteriormente, já foram realizadas várias exposições artísticas na Boutique dos Relógios Plus ART na Avenida da Liberdade, em Lisboa, onde um mural de Add Fuel é destaque desde a inauguração da loja.

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ERC quer alterar Lei da Transparência dos Media

As alterações preveem, entre outras, a isenção de certas obrigações declarativas, como fluxos financeiros, para entidades com atividades de comunicação social a título acessório, com um peso comprovadamente diminuto nos rendimentos e um alcance residual de audiências

O conselho regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) aprovou um conjunto de propostas de alteração à Lei da Transparência dos Media (Lei n.º 78/2015, de 29 de julho). Uma das alterações diz respeito ao regime sancionatório, como a redução dos valores mínimos e máximos das coimas, tornando-os mais realistas e proporcionais face aos rendimentos médios das entidades de comunicação social em Portugal.

O documento, aprovado a 2 de julho, foi remetido para conhecimento do presidente da Assembleia da República e do ministro dos Assuntos Parlamentares, ao abrigo da competência consultiva do regulador dos media, prevista nos seus estatutos, refere a ERC em comunicado de imprensa. Outro dos pontos visados prende-se com a densificação do procedimento da ERC, quando está em causa a falta de transparência de participações qualificadas (atual artigo 14.º da Lei da Transparência), que pode conduzir à determinação da suspensão de direitos de voto e direitos patrimoniais.

As alterações preveem ainda a isenção de certas obrigações declarativas, como fluxos financeiros, para entidades que prossigam atividades de comunicação social a título acessório, em que a atividade de comunicação social tenha comprovadamente um peso diminuto nos rendimentos e um alcance residual ao nível das audiências.

A proposta agora remetida ao Parlamento e ao Governo assenta na experiência da ERC na aplicação da Lei da Transparência e “representa um contributo para o eventual processo de revisão deste regime jurídico”, acrescenta o comunicado da ERC.

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EDP é a marca com maior valor de ESG em Portugal. Vale €406 milhões

A Delta é, no entanto, a empresa portuguesa onde a sustentabilidade mais contribui para o valor financeiro da insígnia, com 16,8%. “É a que está mais próxima do seu valor potencial de contribuição para o respetivo valor financeiro da marca”, revela estudo da OnStrategy

A EDP é a marca com maior valor de ESG em Portugal. Vale €406 milhões, de acordo com o estudo da estudo da OnStrategy que analisa o peso das práticas ambientais, sociais e de governança no cálculo do valor das empresas nacionais. Em segundo lugar, surge a Galp Energia, com €296 milhões, à frente da Jerónimo Martins, com €209 milhões. Na quarta posição do ranking elaborado pela consultora, surge o Pingo Doce, com um valor de €157 milhões. O quinto lugar da tabela é ocupado pelo Continente, com €137 milhões.

CGD, Millennium bcp, EDP Renováveis, Meo e BPI completam o top 10, à frente da Nos, da Super Bock e da Sonae. “A Delta [que ocupa o 14º lugar do ranking] é a marca portuguesa em que a sustentabilidade mais contribui para o valor financeiro da marca com 16,8% e que mais próxima está do seu valor potencial de contribuição para o respetivo valor financeiro da marca”, sublinha a OnStrategy em comunicado de imprensa.

“A sustentabilidade já devia contribuir com 19,8 % para o valor financeiro mas, nas 100 marcas portuguesas mais valiosas, o contributo direto é de apenas 12,7%”, avança a análise da consultora, lembrando que, nos últimos anos, foram desenvolvidas políticas e requisitos que as organizações nacionais também têm de cumprir. “O mundo enfrenta desafios de sustentabilidade cada vez maiores, que se tornaram uma obrigatoriedade para as organizações, até por via legislativa”, sublinha João Baluarte, sócio da OnStrategy.

 

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