Edição digital
PUB
Publicidade

Um quinto das agências de publicidade e telemarketing enfrenta dificuldades financeiras

“É verdade que, no mercado como um todo, os níveis de rentabilidade são relativamente reduzidos, por isso o risco de incumprimento é grande”, refere ao M&P, António Roquette, presidente da Associação Portuguesa das Agências de Publicidade, Comunicação e Marketing (APAP), em reação aos resultados do relatório Insight View 2024. No último ano, o setor cresceu 4%, mas 18% das companhias apresentam um risco de incumprimento elevado

Luis Batista Gonçalves
Publicidade

Um quinto das agências de publicidade e telemarketing enfrenta dificuldades financeiras

“É verdade que, no mercado como um todo, os níveis de rentabilidade são relativamente reduzidos, por isso o risco de incumprimento é grande”, refere ao M&P, António Roquette, presidente da Associação Portuguesa das Agências de Publicidade, Comunicação e Marketing (APAP), em reação aos resultados do relatório Insight View 2024. No último ano, o setor cresceu 4%, mas 18% das companhias apresentam um risco de incumprimento elevado

Sobre o autor
Luis Batista Gonçalves
Artigos relacionados
Adidas e Thom Browne disputam uso de riscas em tribunal
Marketing
Anunciantes do Now terão investido cerca de €100 mil em publicidade no primeiro mês
Media
Atletas olímpicos protagonizam campanha da Bar Ogilvy que divulga parceria entre COP e TAP (com vídeo)
Publicidade
Agência criativa DJ cria anúncio de verão da Rádio Comercial (com vídeo)
Publicidade
Raquel Santos reforça equipa da NTT Data
Publicidade
Betclic desafia influenciadores e mostra resultado em documentário da Bakery (com vídeo)
Marketing
Jorge Jesus é a estrela da campanha da Tux&Gill para a Sport TV (com vídeo)
Publicidade
Boutique dos Relógios Plus tem montras criadas pelo artista Diogo Machado (com vídeo)
Marketing
ERC quer alterar Lei da Transparência dos Media
Media
EDP é a marca com maior valor de ESG em Portugal. Vale €406 milhões
Marketing

Um quinto das agências de publicidade e das empresas de telemarketing (18%) enfrenta dificuldades financeiras, apresentando um risco de incumprimento elevado, avança o relatório Insight View 2024. Elaborado pela Iberinform, filial de informação da Atradius Crédito y Caución, empresa especializada em seguros de crédito, o documento tem por base a informação reportada pelas 4.646 agências criativas e pelas 147 empresas de telemarketing que participaram no estudo.

Dessas, 54% registam um risco de incumprimento médio e só 28% apresentam um nível de incumprimento baixo. Estas percentagens são apuradas numa altura em que a faturação cresce uma média de 4% ao ano.

“O nosso mercado não é diferente. Eu não conheço o estudo, mas o nosso setor é como os outros, tem bastante concorrência. Há empresas que têm uma maior performance do que outras. É verdade que, no mercado como um todo, os níveis de rentabilidade são relativamente reduzidos, por isso o risco de incumprimento é grande”, reconhece, em declarações ao M&P, António Roquette, presidente da Associação Portuguesa das Agências de Publicidade, Comunicação e Marketing (APAP).

“Existirem 18% de agências de publicidade e telemarketing em risco de incumprimento parece-me preocupante, mas não conheço a amostra. Se me estivesse a falar do universo dos associados da APAP, eu ficaria preocupadíssimo, mas não é o caso”, sublinha o responsável.

Em 2022, o volume de faturação foi de €1.880.338.757, apenas mais €80.461.101 do que os €1.799.877.656 registados em 2021. Em 2023, a evolução não deverá ser muito distinta. Os valores só serão tornados públicos pela Iberinform em julho. Segundo as previsões, os números não deverão sofrer grandes oscilações.

Das empresas abrangidas pelo estudo, todas elas com sede em território nacional, incluindo sucursais de multinacionais com operação em Portugal, 91% são microempresas, 8% são pequenas empresas e só 1% entra na categoria das médias empresas. A maioria tem menos de uma década. 17% foram constituídas no último ano, 27% têm entre dois e cinco anos e 21% têm entre seis e 10 anos.

As que estão no mercado há entre 11 anos e 15 anos representam apenas 14%, a mesma percentagem das que operam há entre 16 e 25 anos. As empresas com mais de 25 anos de atividade no mercado nacional não vão além dos 7%.

A reduzida dimensão destas estruturas empresariais é uma das causas apontadas para a taxa de exportação de 32% identificada no Insight View 2024.

“Tradicionalmente, o nosso mercado não é de exportação. Com a pandemia, a situação alterou-se porque também se alteraram os hábitos de inter-relação entre empresas. Acho que o bom trabalho começa a ser visto lá fora e até acho que há alguns bons exemplos de agências nacionais que têm conseguido exportar trabalhos”, refere António Roquette.

Telemarketing em contraciclo com agências de publicidade

Em 2023, surgiram em Portugal 396 agências de publicidade, mais oito do que as 388 constituídas no ano anterior, o que perfaz um crescimento de 2%. Em contrapartida, o número de novas empresas de telemarketing recuou 43%, descendo das 14 para as oito. Somando as duas categorias, o número de constituições aumentou de 402 para 404, o que corresponde a uma variação de 0,5%.

“Estes resultados indiciam uma tendência de crescimento moderado nas agências de publicidade, enquanto o segmento de telemarketing enfrenta uma redução significativa na criação das novas empresas”, refere a análise da Iberinform.

Em termos de localização, o distrito de Lisboa continua a liderar, com 43% das agências de publicidade e empresas de telemarketing a elegerem a região como base da operação. 17% das organizações que integram o estudo estão sediadas no distrito do Porto, 7% no de Setúbal. 6% no de Braga e 5% no de Faro. Os restantes 22% correspondem a empresas espalhadas pelas restantes regiões do país.

Taxa de exportação estabilizada

No período pós-pandemia, a realidade das agências de publicidade e das empresas de telemarketing não sofreu grandes alterações. “Em 2022, o setor registou um crescimento significativo em vários indicadores financeiros.

O volume de negócios aumentou 4%, passando de €1.799.877.656 em 2021 para €1.880.338.757 em 2022, evidenciando uma expansão sólida nas suas atividades comerciais”, revela a análise evolutiva que a Iberinform desenvolveu em exclusivo para o M&P.

Nesses dois anos, a taxa de exportação subiu de 31% em 2021 para 32% em 2022, percentagem que manteve em 2023, “refletindo um crescimento de 1%, o que aponta para um ligeiro, mas positivo, aumento da presença no mercado internacional”, explica a empresa.

A autonomia financeira dessas organizações, nesses dois anos, cresceu de 37% para 38%, percentagem que se repete em 2023. “Este acréscimo de 1% indica uma melhoria na capacidade das empresas do setor para financiar as suas operações com recursos próprios”, sublinha a Iberinform.

No período pós-pandemia, a solvabilidade das agências de publicidade e das empresas de telemarketing subiu de 60% para 62%, outra percentagem que se mantém em 2023.

“Esta variação de 2% demonstra uma maior capacidade das empresas para cumprir com as suas obrigações a longo prazo. Estes resultados sugerem uma trajetória de crescimento sustentável e uma melhoria da estabilidade financeira do setor”, refere a análise.

Em termos de evolução da dimensão, a tendência também tem sido de progressão. “As microempresas cresceram 5%, passando de 3.098 em 2021 para 3.238 em 2022, demonstrando uma expansão contínua neste segmento.

As pequenas empresas registaram um aumento significativo de 15%, subindo de 234 em 2021 para 268 em 2022, o que indica um forte dinamismo e crescimento neste grupo”, esclarece a Iberinform.

As médias empresas também cresceram, passando de 30 para 32. “Esta variação de 7% mostra uma expansão moderada”, analisa a consultora.

“Já o número de grandes empresas manteve-se estável, com seis empresas, tanto em 2021 como em 2022, sem variação. Estes resultados destacam um crescimento expressivo, especialmente nas pequenas empresas, refletindo uma tendência positiva no setor em termos de diversificação e expansão das empresas de menor dimensão”, avança ainda a análise da Iberinform.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

Luis Batista Gonçalves

Mais artigos
Artigos relacionados
Adidas e Thom Browne disputam uso de riscas em tribunal
Marketing
Anunciantes do Now terão investido cerca de €100 mil em publicidade no primeiro mês
Media
Atletas olímpicos protagonizam campanha da Bar Ogilvy que divulga parceria entre COP e TAP (com vídeo)
Publicidade
Agência criativa DJ cria anúncio de verão da Rádio Comercial (com vídeo)
Publicidade
Raquel Santos reforça equipa da NTT Data
Publicidade
Betclic desafia influenciadores e mostra resultado em documentário da Bakery (com vídeo)
Marketing
Jorge Jesus é a estrela da campanha da Tux&Gill para a Sport TV (com vídeo)
Publicidade
Boutique dos Relógios Plus tem montras criadas pelo artista Diogo Machado (com vídeo)
Marketing
ERC quer alterar Lei da Transparência dos Media
Media
EDP é a marca com maior valor de ESG em Portugal. Vale €406 milhões
Marketing
PUB
Marketing

Adidas e Thom Browne disputam uso de riscas em tribunal

A Thom Browne, que em 2007 abandonou o padrão de três riscas após a Adidas ter apresentado uma queixa legal, argumenta que a Adidas está efetivamente a tentar estabelecer um monopólio sobre a utilização de riscas nas roupas

A Adidas e a Thom Browne regressaram ao Tribunal Superior de Londres, para mais uma batalha legal centrada no uso de riscas nas respetivas marcas registadas. A mais recente audiência ocorreu a 17 de junho, com a Thom Browne contra a Adidas.

A Thom Browne, que utiliza regularmente um padrão de riscas com quatro barras, processou a Adidas em Londres, em 2021, para revogar várias marcas registadas com o emblemático padrão de três riscas da Adidas. A Thom Browne, que em 2007 abandonou o padrão de três riscas após a Adidas ter apresentado uma queixa legal, argumenta que a Adidas está efetivamente a tentar estabelecer um monopólio sobre a utilização de riscas nas roupas.

A Adidas, no entanto, contra-argumenta, ao afirmar que a Thom Browne está alegadamente a infringir as suas marcas registadas, ao vender vestuário de lazer e desportivo com quatro riscas, acusando ainda a marca de explorar a reputação e a imagem da Adidas.

O advogado da Thom Browne, Philip Roberts, argumenta que a Adidas utilizou certas marcas como ‘cavalos de tróia’ para impedir a utilização das riscas nos produtos de outras empresas. O advogado da marca de luxo norte-americana acrescentou nos autos que “a amplitude do monopólio da Adidas ameaça a liberdade básica dos designers de moda de desenhar roupas da forma que desejarem”.

Mas a advogada da Adidas, Charlotte May, afirmou em tribunal que o lançamento de uma gama de vestuário desportivo pela Thom Browne, em 2020, foi um ponto de viragem que “atingiu o coração do negócio da Adidas”.

As duas marcas já se enfrentaram anteriormente nos Estados Unidos, onde um júri rejeitou o processo de marca registada da Adidas, no ano passado, uma decisão confirmada em maio. A Thom Browne também está a apresentar um processo separado de marca registada contra a Adidas nos Países Baixos e no Instituto de Propriedade Intelectual da União Europeia.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

Daniel Monteiro Rahman

Mais artigos
Media

Anunciantes do Now terão investido cerca de €100 mil em publicidade no primeiro mês

A Nos lidera a lista de anunciantes do novo canal da Medialivre, seguida da Betclic e da Dacia. A valores de tabela, entre 17 de junho a 16 de julho, os 15 maiores anunciantes despenderam €1,21 milhões, 68% do investimento total, segundo a Universal McCann

Os anunciantes do Now investiram oficialmente €1,79 milhões em publicidade no primeiro mês de emissão do canal, valores a preços de tabela sobre os quais incidem os descontos em televisão, que, tal como referido por Alberto Rui Pereira, CEO da IPG Mediabrands, em entrevista ao M&P, chegam a atingir reduções entre os 95% e os 97%.

Caso se aplique um desconto de 95%, o montante apontado na análise da Universal McCann reduz para cerca de €100 mil. No entanto, tratando-se de um lançamento de um novo canal, é possível que o desconto tenha sido diferente.

De acordo com a análise da agência de meios que integra o IPG Mediabrands, as 15 marcas que mais investiram no novo canal noticioso da Medialivre representam 68% do total das verbas despendidas, o que em valores de tabela atingiram os €1,21 milhões, o que corresponde a cerca de €68 mil.

Nos, Betclic, Dacia, Audi e Generali Tranquilidade foram as marcas que mais investiram no Now (ver caixa) durante o primeiro mês de transmissões, período em que a nova proposta televisiva alcançou um share de 0,5%, após ter atingido 0,8% no dia de arranque, tendo terminado o mês na 22ª posição entre os canais mais vistos do cabo.

“O Now conseguiu captar audiência maioritariamente proveniente da CMTV, mas também dos seus concorrentes diretos (SIC Notícias e CNN Portugal), no entanto, de forma menos acentuada”, refere a Universal McCann em comunicado de imprensa.

O share do canal, lançado a 17 de junho, tem permanecido estável, independentemente do dia da semana. “Contudo, vemos que é a quarta-feira o dia em que verifica um share ligeiramente mais baixo do que nos restantes dias da semana”, revela a análise, que avança ainda que o Now tem atraído “um perfil mais masculino, sendo agora mais acentuado do que na primeira semana”.

Em termos de telespetadores, tem conseguido uma maior adesão junto de um público mais velho, acima dos 65 anos. “O Now registou ainda uma afinidade elevada junto da classe social mais baixa (E)”, informa a Universal McCann.

“Comparando com a primeira semana, o Now registou um crescimento da afinidade junto da classe média/alta (B), aproximando-se assim mais do perfil dos canais SIC Notícias e CNN Portugal”, refere o comunicado da empresa, que avança que o programa mais visto no primeiro mês foi o ‘Record na hora’, que vai para o ar logo após o noticiário das 19 horas.

“Teve uma audiência média de 28 mil telespetadores, a que correspondeu um share de 0,7%. Na segunda posição, ficou o programa ‘Now às 19h todos os sábados’ com uma audiência média de 27 mil telespetadores e um share de 0,8%”, revela ainda o documento.

 

15 maiores anunciantes do canal Now

De acordo com a Universal McCann, com base nos dados da ferramenta YumiAnalytics Web, a preços de tabela, as 15 marcas que mais anunciaram no novo canal da Medialivre, entre 17 de junho e 16 de julho, representam 68% do investimento total:

  1. Nos (€270.925)
  2. Betclic (€129.815)
  3. Dacia (€107.511)
  4. Audi (€88.145)
  5. Generali Tranquilidade (€84.781)
  6. Renault (€75.277)
  7. Olá (€74.340)
  8. Santander (€73.767)
  9. Vodafone (€68.567)
  10. Lidl (€61.994)
  11. McDonald’s (€61.303)
  12. ESC Online (€34.063)
  13. Bacana Play (€32.754)
  14. Cif (€28.330)
  15. Cupra (€25.939)
Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

Luis Batista Gonçalves

Mais artigos
Publicidade

Atletas olímpicos protagonizam campanha da Bar Ogilvy que divulga parceria entre COP e TAP (com vídeo)

A lançadora Liliana Cá, o nadador Diogo Ribeiro (na foto) e a ginasta Filipa Martins recordam o início da carreira desportiva no filme publicitário realizado por Gonçalo Morais Leitão, com produção de Nuno Calado e da Hand Creative Chain

Idealizada por Gabriel Mendes e César Silva, dupla de criativos da Bar Ogilvy, com direção criativa de Nuno Riça e João Amaral, a nova campanha que divulga a parceria entre o Comité Olímpico de Portugal (COP) e a TAP, companhia área que assegura o transporte dos atletas para os Jogos Olímpicos de Paris 2024, é protagonizada por três desportistas. No filme promocional, realizado por Gonçalo Morais Leitão, a lançadora Liliana Cá, o nadador Diogo Ribeiro e a ginasta Filipa Martins recordam o início da carreira desportiva, lembrando que a viagem para a capital francesa há muito que começou.

Além de imagens atuais dos atletas a prepararem-se para embarcar, o anúncio mostra fotografias de infância dos desportistas, durante os primeiros treinos. Com produção de Nuno Calado da Bar Ogilvy e da produtora audiovisual Hand Creative Chain, o filme, com duas versões genéricas de 45 e 20 segundos, tem sonorização da Estrela de Alcântara. Divulgada em televisão em duas vagas até 11 de agosto, a campanha, com planeamento de meios da Wavemaker, inclui também três versões do anúncio personalizadas, uma por cada atleta, exibidas à medida que forem entrando no palco competitivo.

“Também é possível acompanhar os materiais da campanha em meios digitais, nomeadamente nas redes sociais da TAP com conteúdo orgânico e ‘paid media’ nas redes sociais (Instagram, Facebook, TikTok e LinkedIn), no YouTube e na newsletter interna da companhia aérea”, informa a Bar Ogilvy em comunicado. “Não é todos os dias que temos a oportunidade de criar campanhas que apelem tanto à emoção coletiva e ao orgulho nacional. Os Jogos Olímpicos são um dos mais importantes eventos desportivos do mundo”, sublinha Miguel Ralha, CEO e sócio da Bar Ogilvy, citado no documento.

 

 

Sobre o autorMeios & Publicidade

Meios & Publicidade

Mais artigos
Publicidade

Agência criativa DJ cria anúncio de verão da Rádio Comercial (com vídeo)

Com direção criativa de Diogo Anahory e João Pacheco (o D e o J que denominam a agência), o ‘spot’ de televisão tem como ponto de partida a legislação que proíbe o ruído nas praias nacionais

Catarina Nunes

A Rádio Comercial acaba de lançar uma campanha de verão, desenvolvida pela agência criativa DJ, que estará no ar em televisão, até 6 de agosto.

Com direção criativa de Diogo Anahory e João Pacheco (o D e o J que denominam a agência), a campanha tem como ponto de partida a legislação que enquadra a proibição de ruído nas praias nacionais. Diogo Anahory, cofundador e diretor criativo da DJ, explica que “nas férias as pessoas tendem a ouvir menos rádio. Além disso, a Autoridade Marítima Nacional não ajuda, já que interdita, nas praias, a utilização de equipamentos sonoros geradores de ruído”.

A campanha, com produção da Flaming, realização de Gonçalo Paixão e direção de fotografia de Ricardo Magalhães, é a resposta a essa proibição que não ajuda no consumo de rádio durante o verão, sugerindo uma alternativa. O spot de 20 segundos começa com um plano fechado de uma coluna de som, em cima de uma geleira dentro de água, que transmite a emissão da Rádio Comercial.

Conforme o plano vai abrindo, até mostrar a geleira com a coluna de som sobre uma plataforma a flutuar no mar, a voz off cita a lei que enquadra a proibição de ruído nas praias e respetivas coimas aplicáveis, com esta informação a passar igualmente em rodapé.

No final, a voz off pergunta: “O que se pode fazer por isso?” e responde ‘Nada’, ao mesmo tempo que a imagem mostra três pessoas a começar a nadar em direção à plataforma flutuante afastada da costa, onde se encontra a coluna de som a tocar a emissão da Comercial.

O anúncio ‘Off Coast’ está a passar na SIC e SIC Notícias, no Fox Life , Fox Crime, Fox Movie e Fox Comedy, bem como no Place SIC e TVI.

 

Sobre o autorCatarina Nunes

Catarina Nunes

Mais artigos
Publicidade

Raquel Santos reforça equipa da NTT Data

Como diretora da área de Telecom, Media & Tech (TMT) ficará responsável por projetos em empresas das áreas das telecomunicações, media e tecnologias

A consultora de negócio e tecnologia NTT Data Portugal está a reforçar a equipa com a contratação de Raquel Santos, como diretora da área de Telecom, Media & Tech (TMT).

Neste cargo, será responsável pela gestão e condução de projetos em empresas das áreas das telecomunicações, media e tecnologias, com particular destaque para desafios de transformação de IT, eficiência das operações de redes, eficiência operacional e envolvimento com o consumidor.

“Apesar de serem indústrias maduras, as telcos e os media estão a assistir a grandes evoluções, que irão continuar a desafiar a forma como os serviços são prestados e os clientes se relacionam com as marcas. Estaremos empenhados na dinamização e geração de novas fontes de valor. Assim, encaramos o futuro com otimismo, porque teremos pela frente muitas oportunidades, que abordaremos de maneira inovadora e em cocriação com os nossos clientes e parceiros”, refere Raquel Santos.

Especializada nas áreas de soluções digitais, experiência do consumidor, envolvimento e ‘analytics’, Raquel Santos é licenciada em economia pela Universidade Católica Portuguesa e tem um MBA em colaboração com o MIT, além de outras formações executivas. Com uma carreira em consultoria estratégica e de gestão, o percurso de Raquel Santos tem sido marcado pela liderança de projetos de transformação em diferentes países e regiões do mundo.

Sobre o autorMeios & Publicidade

Meios & Publicidade

Mais artigos
Marketing

Betclic desafia influenciadores e mostra resultado em documentário da Bakery (com vídeo)

O ator Tiago Teotónio Pereira, acompanhado por dois amigos, Tiago Allen e Guilherme Guerra (na foto), foi de Chaves e Faro de bicicleta, pela estrada nacional 2. Documentada pela Bakery, a aventura foi registada pela objetiva de Vasco Pedroso, apurou o M&P

O ator Tiago Teotónio Pereira é o protagonista do novo documentário da série Desafios Betclic, projeto da Betclic que instiga alguns dos influenciadores digitais que colaboram com a marca a superarem-se em desafios físicos, sob pena de terem de cumprirem uma consequência caso não os consigam concretizar. Disponível no YouTube, com produção da Bakery, em colaboração com a Notable, foi realizado e montado por Vasco Pedroso. A pós-produção e os efeitos visuais têm a assinatura de Victor ZK, apurou o M&P.

O registo documental de 24 minutos mostra o ator, acompanhado por dois amigos, Tiago Allen e Guilherme Guerra, a ir de Chaves e Faro de bicicleta, pela estrada nacional 2, numa viagem, realizada em março, que se prolongou por cinco dias. “Foi muito mais difícil do que algum dia imaginei. Tínhamos previsão de mau tempo, mas nunca pensei que fosse um fator decisivo para a continuação do desafio”, refere Tiago Teotónio Pereira, habituado a participar em provas desportivas extremas.

A tempestade Nelson, que assolou muitas regiões do país, foi o principal inimigo do trio ao longo dos 738 quilómetros do percurso. As condições meteorológicas extremas chegaram a pôr em causa a continuação da viagem, mas o espírito de resiliência dos participantes sobrepôs-se às dificuldades. “Este desafio da Betclic ganhou o primeiro lugar no top de experiências inesquecíveis e mais difíceis de sempre”, afirma o artista. A série Desafios Betclic também inclui vídeos com os influenciadores Ric Fazeres e Daizer.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

Luis Batista Gonçalves

Mais artigos
Publicidade

Jorge Jesus é a estrela da campanha da Tux&Gill para a Sport TV (com vídeo)

Produzida pela Trix e planeada pela Fullsix, a campanha inclui um filme publicitário que também conta com a participação de Mauro Jesus, filho do treinador (na foto, ao centro). Além dos suportes digitais, está a ser divulgada em imprensa e publicidade aérea

Jorge Jesus é o protagonista da campanha publicitária da Sport TV que antecipa a temporada desportiva de 2024/25. Desenvolvida pela Tux&Gill, foi produzida pela Trix e tem planeamento de meios da Fullsix, apurou o M&P.

Até 31 de agosto, está a ser divulgada na imprensa escrita, em plataformas digitais e em suportes de publicidade aérea, em aviões que estão a sobrevoar algumas das praias mais frequentadas do país. O filme publicitário conta com a participação de Mauro Jesus, filho do treinador.

“O mister surge com uma companhia especial, sendo a primeira vez que protagoniza uma campanha em conjunto com o filho, promovendo a nossa oferta para 2024/2025, que inclui a Liga Portuguesa, a Liga Saudita, a Serie A, o Moto GP e a NBA, entre muitas outras, com principal destaque para a exclusividade da transmissão dos jogos das equipas portuguesas na UEFA Champions League, o Sporting CP e SL Benfica e o FC Porto na UEFA Europa League”, explica a Sport TV em comunicado.

“Numa campanha tão importante para nós, de um arranque de época único, em particular pelo anúncio de todas as equipas portuguesas na Champions regressarem à Sport TV, é um privilégio ter como cara central uma figura incontornável do futebol português, considerado mais de uma vez como um dos 10 melhores treinadores do mundo e ainda com uma estreia mundial, o facto de contracenar pela primeira vez com o filho Mauro”, refere Nuno Ferreira Pires, CEO da Sport TV.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

Luis Batista Gonçalves

Mais artigos
Marketing

Boutique dos Relógios Plus tem montras criadas pelo artista Diogo Machado (com vídeo)

O artista conhecido como Add Fuel desenvolveu um conceito que cruza os azulejos portugueses com o verão e a relojoaria, celebrando a tradição e a modernidade. As novas montras artísticas (na foto) vão estar visíveis durante o verão, nas lojas de Lisboa, Cascais, Porto e Quinta da Lago

A Boutique dos Relógios Plus traz uma nova dimensão artística às montras das lojas, com a colaboração exclusiva do artista visual português Diogo Machado, conhecido como Add Fuel. A parceria pretende transformar as montras das várias lojas ‘Plus’ da Boutique dos Relógios em galerias de arte, celebrando a tradição dos azulejos portugueses em conjugação com o estilo contemporâneo.

A arte de Diogo Machado, inspirada na azulejaria tradicional que remonta ao século 15, é caracterizada pela fusão de elementos clássicos com um estilo moderno e detalhado. Para a colaboração com a Boutique dos Relógios Plus, o artista Add Fuel desenvolveu um conceito que pretende combinar a elegância da relojoaria com a frescura do verão, utilizando cores brilhantes e padrões que pretendem evocar a beleza dos azulejos sob a luz do sol.

“A arte dos azulejos destaca-se no verão, quando as suas cores e padrões brilham sob a luz solar, tornando as cidades portuguesas verdadeiras galerias a céu aberto. Apreciar os azulejos é uma experiência que mistura o calor da estação com a elegância visual e histórica. Os tons azuis e brancos predominantes evocam frescura e tranquilidade, complementando o vibrante verão. Assim, o verão, os azulejos e a elegância da relojoaria formam uma tríade perfeita, refletindo a alma e a cultura portuguesas na sua máxima expressão”, enfatiza Diogo Machado, em comunicado de imprensa.

As novas montras artísticas vão estar visíveis durante o verão, permitindo aos visitantes apreciar a combinação entre a tradição dos azulejos e a inovação artística. No Natal, a parceria será retomada com uma nova exibição também assinada por Add Fuel. As montras de verão são já visíveis nas lojas Boutique dos Relógios Plus em Lisboa, na Avenida da Liberdade, no Amoreiras Shopping Center e no CascaisShopping. Também estão presentes nas lojas Boutique dos Relógios Plus na Avenida dos Aliados, no Porto, no NorteShopping, em Matosinhos e na Quinta do Lago, no Algarve.

Segundo a marca, esta iniciativa faz parte do compromisso permanente da Boutique dos Relógios Plus em associar-se a artistas de renome e promover a arte nas respetivas lojas. Anteriormente, já foram realizadas várias exposições artísticas na Boutique dos Relógios Plus ART na Avenida da Liberdade, em Lisboa, onde um mural de Add Fuel é destaque desde a inauguração da loja.

Sobre o autorMeios & Publicidade

Meios & Publicidade

Mais artigos
Media

ERC quer alterar Lei da Transparência dos Media

As alterações preveem, entre outras, a isenção de certas obrigações declarativas, como fluxos financeiros, para entidades com atividades de comunicação social a título acessório, com um peso comprovadamente diminuto nos rendimentos e um alcance residual de audiências

O conselho regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) aprovou um conjunto de propostas de alteração à Lei da Transparência dos Media (Lei n.º 78/2015, de 29 de julho). Uma das alterações diz respeito ao regime sancionatório, como a redução dos valores mínimos e máximos das coimas, tornando-os mais realistas e proporcionais face aos rendimentos médios das entidades de comunicação social em Portugal.

O documento, aprovado a 2 de julho, foi remetido para conhecimento do presidente da Assembleia da República e do ministro dos Assuntos Parlamentares, ao abrigo da competência consultiva do regulador dos media, prevista nos seus estatutos, refere a ERC em comunicado de imprensa. Outro dos pontos visados prende-se com a densificação do procedimento da ERC, quando está em causa a falta de transparência de participações qualificadas (atual artigo 14.º da Lei da Transparência), que pode conduzir à determinação da suspensão de direitos de voto e direitos patrimoniais.

As alterações preveem ainda a isenção de certas obrigações declarativas, como fluxos financeiros, para entidades que prossigam atividades de comunicação social a título acessório, em que a atividade de comunicação social tenha comprovadamente um peso diminuto nos rendimentos e um alcance residual ao nível das audiências.

A proposta agora remetida ao Parlamento e ao Governo assenta na experiência da ERC na aplicação da Lei da Transparência e “representa um contributo para o eventual processo de revisão deste regime jurídico”, acrescenta o comunicado da ERC.

Sobre o autorMeios & Publicidade

Meios & Publicidade

Mais artigos
Marketing

EDP é a marca com maior valor de ESG em Portugal. Vale €406 milhões

A Delta é, no entanto, a empresa portuguesa onde a sustentabilidade mais contribui para o valor financeiro da insígnia, com 16,8%. “É a que está mais próxima do seu valor potencial de contribuição para o respetivo valor financeiro da marca”, revela estudo da OnStrategy

A EDP é a marca com maior valor de ESG em Portugal. Vale €406 milhões, de acordo com o estudo da estudo da OnStrategy que analisa o peso das práticas ambientais, sociais e de governança no cálculo do valor das empresas nacionais. Em segundo lugar, surge a Galp Energia, com €296 milhões, à frente da Jerónimo Martins, com €209 milhões. Na quarta posição do ranking elaborado pela consultora, surge o Pingo Doce, com um valor de €157 milhões. O quinto lugar da tabela é ocupado pelo Continente, com €137 milhões.

CGD, Millennium bcp, EDP Renováveis, Meo e BPI completam o top 10, à frente da Nos, da Super Bock e da Sonae. “A Delta [que ocupa o 14º lugar do ranking] é a marca portuguesa em que a sustentabilidade mais contribui para o valor financeiro da marca com 16,8% e que mais próxima está do seu valor potencial de contribuição para o respetivo valor financeiro da marca”, sublinha a OnStrategy em comunicado de imprensa.

“A sustentabilidade já devia contribuir com 19,8 % para o valor financeiro mas, nas 100 marcas portuguesas mais valiosas, o contributo direto é de apenas 12,7%”, avança a análise da consultora, lembrando que, nos últimos anos, foram desenvolvidas políticas e requisitos que as organizações nacionais também têm de cumprir. “O mundo enfrenta desafios de sustentabilidade cada vez maiores, que se tornaram uma obrigatoriedade para as organizações, até por via legislativa”, sublinha João Baluarte, sócio da OnStrategy.

 

Sobre o autorMeios & Publicidade

Meios & Publicidade

Mais artigos
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se informado

©2024 Meios & Publicidade. Todos os direitos reservados.