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Audiências Euro 2024: Derrota de Portugal frente a Geórgia vista por mais de 5,4 milhões

Com transmissão na TVI, a partida teve uma audiência média de 3,2 milhões de telespetadores e um share de 62,4%. Na Sport TV, que também exibiu o jogo, foi visto por 245 mil telespetadores, o que corresponde a uma audiência média de 174 mil telespetadores e um share de 3,3%

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Audiências Euro 2024: Derrota de Portugal frente a Geórgia vista por mais de 5,4 milhões

Com transmissão na TVI, a partida teve uma audiência média de 3,2 milhões de telespetadores e um share de 62,4%. Na Sport TV, que também exibiu o jogo, foi visto por 245 mil telespetadores, o que corresponde a uma audiência média de 174 mil telespetadores e um share de 3,3%

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A TVI transmitiu o último jogo da seleção nacional na fase de grupos do UEFA Euro 2024 frente à Geórgia, no dia 26 de junho. Portugal, que já tinha confirmado o apuramento e a 1ª posição do grupo frente à Turquia, aproveitou o último jogo da fase de grupos para fazer descansar algumas das suas peças-chave. O selecionador Roberto Martínez promoveu oito alterações no onze com Diogo Costa, João Palhinha e Cristiano Ronaldo a serem os únicos que se mantiveram no onze inicial.

Portugal, que entrou a perder no jogo, com um golo logo no primeiro minuto de jogo marcado pela estrela da seleção da Geórgia, Kvaratskhelia, não conseguiu dar a volta ao marcador, sofrendo o 2-0 já na 2ª parte, através de uma grande penalidade convertida por Mikautadze. O jogo, transmitido na TVI alcançou uma audiência total de 5,2 milhões de telespetadores, a que correspondeu uma audiência média de 3,2 milhões e um share de 62.4%.

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A partida, que também teve transmissão na Sport TV, foi vista por um total de 245 mil telespetadores, a que correspondeu uma audiência média de 174 mil telespetadores e um share de 3,3%. De forma global, somando TVI + Sport TV1, foram mais de 5,4 milhões aqueles que acompanharam o último jogo da fase de grupos de Portugal.

O último jogo da seleção nacional na fase de grupos teve um forte impacto nas audiências da TVI, que devido à transmissão do encontro liderou no total dia com um share de 27,1%, seguida da SIC com 13,2% de share e da RTP1 com 7,1%.

Comparativo 3º jogo de Portugal no Euro 2024 vs. 3º jogo no Euro 2020 vs. 3º jogo do Euro 2016

O 3º jogo de Portugal na competição, quando comparado com a 3ª jornada do Euro 2020 e 2016, foi o segundo mais visto, ficando ligeiramente atrás do Portugal x França do Euro 2020. Dos três jogos, o Hungria x Portugal, do Euro 2016, foi o menos visto, com a hora (teve início às 17h num dia de semana) a ser o principal fator para se ter verificado uma audiência mais baixa.

 

O Portugal x França do Euro 2020 foi o mais visto dos três, com uma audiência média superior a 3,4 milhões de telespetadores e um share de 69,3%. O facto de ter sido contra uma das favoritas à conquista da prova e de Portugal ter entrado no jogo sem o apuramento garantido, ajudou a impulsionar as audiências do jogo.

Geórgia x Portugal com pico máximo de 3,8 milhões de telespetadores

O jogo de Portugal contra a Geórgia registou uma tendência de crescimento ao longo de toda a emissão. Portugal entrou a perder no jogo com um golo logo no primeiro minuto de jogo, quando a curva de audiências ainda se encontrava em clara subida. Após o golo madrugador da Geórgia as audiências mantiveram o seu crescimento até ao intervalo, no entanto de forma menos acentuada.

 

 

Com o apito para o intervalo, verificou uma quebra das audiências, logo retomada assim que o arbitro apitou para a 2ª parte. As audiências na 2ª parte foram crescendo até às 21h15, altura em a Geórgia marcou o seu 2º golo de grande penalidade. Após o 2-0 as audiências estabilizaram. No entanto, o pico de audiência verificou já nos últimos 10 minutos da partida, por volta das 21h42, momento em que cerca de 3.8 milhões de portugueses estavam a ver o encontro na TVI.

Elaborado por Initiative/ Mediabrands Insight sobre dados CAEM/GFK reproduzidos em YUMI, Telereport – Mediamonitor; Alvo Ind 4+. Tipologia de audiência: Total Dia; Período da Análise: junho de 2024; Outros: Visionamento residual de canais não auditados, visionamento em diferido noutros dias e outras utilizações da TV como streaming e consolas

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EDP é a marca com maior valor de ESG em Portugal. Vale €406 milhões

A Delta é, no entanto, a empresa portuguesa onde a sustentabilidade mais contribui para o valor financeiro da insígnia, com 16,8%. “É a que está mais próxima do seu valor potencial de contribuição para o respetivo valor financeiro da marca”, revela estudo da OnStrategy

A EDP é a marca com maior valor de ESG em Portugal. Vale €406 milhões, de acordo com o estudo da estudo da OnStrategy que analisa o peso das práticas ambientais, sociais e de governança no cálculo do valor das empresas nacionais. Em segundo lugar, surge a Galp Energia, com €296 milhões, à frente da Jerónimo Martins, com €209 milhões. Na quarta posição do ranking elaborado pela consultora, surge o Pingo Doce, com um valor de €157 milhões. O quinto lugar da tabela é ocupado pelo Continente, com €137 milhões.

CGD, Millennium bcp, EDP Renováveis, Meo e BPI completam o top 10, à frente da Nos, da Super Bock e da Sonae. “A Delta [que ocupa o 14º lugar do ranking] é a marca portuguesa em que a sustentabilidade mais contribui para o valor financeiro da marca com 16,8% e que mais próxima está do seu valor potencial de contribuição para o respetivo valor financeiro da marca”, sublinha a OnStrategy em comunicado de imprensa.

“A sustentabilidade já devia contribuir com 19,8 % para o valor financeiro mas, nas 100 marcas portuguesas mais valiosas, o contributo direto é de apenas 12,7%”, avança a análise da consultora, lembrando que, nos últimos anos, foram desenvolvidas políticas e requisitos que as organizações nacionais também têm de cumprir. “O mundo enfrenta desafios de sustentabilidade cada vez maiores, que se tornaram uma obrigatoriedade para as organizações, até por via legislativa”, sublinha João Baluarte, sócio da OnStrategy.

 

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VML cria campanha de regresso às aulas que une Leroy Merlin e Staples

Até 20 de agosto, numa compra igual ou superior a €100 na marca de bricolagem, construção, decoração e jardim, os clientes recebem um vale de €20 para descontar nas lojas da marca de papelaria e material de escritório

A VML assina a campanha de regresso às aulas, que divulga a parceria que a Leroy Merlin estabeleceu com a Staples. Até 20 de agosto, numa compra igual ou superior a €100 na marca de bricolagem, construção, decoração e jardim, os clientes recebem um vale de €20 para descontar nas lojas da marca de papelaria e material de escritório. Para usufruir da oferta, os clientes têm de ter o Cartão Casa Leroy Merlin ou integrar o Clube Leroy Merlin Pro.

“Sabemos que a preparação para o novo ano letivo envolve uma série de despesas significativas, mas esta campanha tem potencial para fazer a diferença. A nossa missão é estar ao lado dos portugueses em todos os momentos da sua vida e, numa altura de regresso às aulas, reforçamos ainda mais esse compromisso”, refere Ana André, diretora de marca, aquisição e crescimento da Leroy Merlin Portugal, que aproveita a iniciativa para promover o programa de fidelização da marca.

“Temos levado a cabo parcerias táticas em momentos-chave do ano, como esta, com uma marca forte, reconhecida a nível nacional e com forte abrangência geográfica”, sublinha João Paulo Peixoto, diretor-geral da Staples, esclarecendo ainda que “esta campanha visa impactar uma tipologia de clientes com necessidades de compra que se complementam entre as marcas, numa altura do ano que é particularmente relevante do ponto de vista de orçamento das famílias”.

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Iberdrola entrega criatividade à Fuel

“Estávamos à procura de uma marca neste setor, que era um objetivo para este ano”, refere em declarações ao M&P Pedro Santana, coCEO da Fuel, que vai tratar da publicidade, digital e design da Iberdrola

A partir de agosto, a Fuel é a nova agência criativa da Iberdrola, que anteriormente trabalhava com a Bar Ogilvy, que acaba de conquistar a conta da Galp.

Na sequência de um processo de consulta de mercado, a agência do grupo Havas vai agora tratar da publicidade, do digital e do design da marca do setor energético. “Estávamos à procura de uma marca neste setor, que era um objetivo para este ano”, refere Pedro Santana, coCEO da Fuel, em declarações ao M&P, acrescentando que “vamos trabalhar tudo, a parte comercial e a distribuição”. Recorde-se que, até à data, a Fuel não detinha nenhuma conta publicitária na área da energia.

Sobre o autorCatarina Nunes

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Campanha Burger King promove hambúrgueres do chef David Muñoz (com vídeo)

A campanha com o chef com três estrelas Michelin, criada pela agência criativa francesa Buzzman, foi adaptada para o mercado nacional pela produtora portuguesa Rocky Studio e vai estar presente em televisão, publicidade exterior e digital

O Burger King está a lançar uma campanha multimeios para promover os novos hambúrgueres King Dabiz, criados pelo chef espanhol David Muñoz, também conhecido como Dabiz, que estão disponíveis em Portugal, França e Espanha.

A campanha foi criada pela agência criativa francesa Buzzman e adaptada para o mercado nacional pela produtora portuguesa Rocky Studio. Com planeamento de meios da Wavemaker Portugal, vai estar presente em televisão, publicidade exterior e digital. O spot publicitário, realizado por Antoine de Bary, foi filmado em França e contou com a produção da produtora francesa Iconoclast.

A receita de David Muñoz, vencedor do The Best Chef Awards e detentor de três estrelas Michelin, combina molho tártaro, maionese, chutney, bacon, picles e cheddar curado, com as opções de carne angus ou frango, servido em pão de croissant tostado. Em Portugal, os novos hambúrgueres estão disponíveis no Burger King, até 9 de setembro, em ‘take away’, ‘drive thru’ e em ‘home delivery’.

“Diverti-me muito a criar esta receita, que será saboreada por um público amplo. Ter carta branca por parte do Burger King, com o DNA que os caracteriza e que é garantia de uma verdadeira liberdade criativa, permitiu-me surpreender com a escolha de ingredientes, inovando através de novos sabores, para uma experiência disruptiva”, revela Dabiz Muñoz, em comunicado de imprensa.

“Partilhamos com o Dabiz o prazer de bem comer, uma paixão infinita de inovar e de satisfazer todos os públicos. Criámos em conjunto um produto completamente diferente, que, temos a certeza, irá surpreender os fãs do Burger King”, adianta Domingos Esteves, diretor-geral do Burger King Portugal.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

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Zurich recorre à LPM Comunicação para renovar revista corporativa

Agora em formato digital, a publicação da seguradora, que ganhou um troféu de Bronze na categoria Publicação Institucional na edição de 2024 dos Prémios de Comunicação do M&P, apresenta conteúdos dinâmicos, vídeos, áudios e galerias de imagens

A Zurich Portugal acaba de renovar a MagaZine, em colaboração com a LPM Comunicação. Agora em formato digital, a revista corporativa, que ganhou um troféu de Bronze na categoria Publicação Institucional na edição de 2024 dos Prémios de Comunicação do M&P, apresenta conteúdos dinâmicos, galerias de imagens, vídeos e áudios, permitindo ao leitor ler ou ouvir os artigos.

O novo número, dedicado ao verão, apresenta as tendências tecnológicas que vão marcar o futuro das empresas, num artigo de Marco Navega, diretor de tecnologias de informação da Zurich. “A MagaZine é uma peça de comunicação fundamental na difusão da nossa estratégia de negócio”, explica Ana Marreiros, diretora de comunicação da Zurich Portugal.

“Nesta edição, que se apresenta muito mais descontraída e dinâmica do que o habitual, obrigámo-nos a sair da zona de conforto dos nossos conteúdos corporativos, para explorarmos conteúdos ‘mainstream’, que sejam surpreendentes para uma revista de empresa”, acrescenta ainda a responsável. Lançada em 2012, a publicação da companhia de seguros conta já com 33 edições.

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Nacional reinventa o passado com nova imagem criada por Pedro Pires (com vídeo)

O rebranding (na foto) acompanha uma campanha para a gama de Corn Flakes, já no ar e criada também por Pedro Pires, mas desta vez através da Poets & Painters. A campanha tem planeamento de meios da Havas Portugal, redes sociais a cargo da Live Content e marketing de influência da Luvin

A Nacional tem uma nova identidade visual criada por Pedro Pires, que, quando aceitou o projeto, ainda se encontrava na Solid Dogma. A nova imagem, que abrange todo o portefólio de produtos da Nacional, foi inspirada no passado da marca, reinventando-o a pensar num novo futuro.

A insígnia apresenta ainda uma nova assinatura, ‘Nacional é a companhia original dos Cereais’, que pretende representar o pioneirismo da marca no mercado dos produtos cerealíferos. No âmbito digital, a marca já se apresenta com um tom de comunicação renovado e com uma nova identidade visual.

“Somos uma marca considerada de confiança, tradicional, histórica e que goza de uma elevada notoriedade. No entanto, temos a ambição que a marca se torne intemporal, mais contemporânea, autêntica e sofisticada. Queremos, com esta nova imagem e posicionamento, surpreender os nossos consumidores e tornar-nos ainda mais próximos deles”, destaca Leonor Assunção, gestora de marca da Nacional, citada em comunicado de imprensa.

Segundo a Nacional, o novo logotipo foi trabalhado de forma a criar um equilíbrio entre o clássico e o contemporâneo, considerando o legado da marca. No que diz respeito ao ‘packaging’, a nova imagem já está implementada nos diversos produtos da marca. Os próximos passos passam pela atualização das embalagens dos restantes cereais e barras, para garantir uma coerência visual em toda a linha de produtos.

O rebranding acompanha uma campanha para a gama de Corn Flakes, já no ar e criada também por Pedro Pires, mas desta vez através da Poets & Painters. Presente em publicidade exterior, digital, redes sociais e ponto de venda, a campanha tem planeamento de meios da Havas Portugal. As redes sociais estão a cargo da Live Content e a Luvin é responsável pelo marketing de influência. A Nacional ainda tem mais três campanhas programadas até ao final do ano, focadas nas gamas de bolachas e farinhas.

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José de Guimarães cria logótipo para A Magazine

O artista vimaranense, que se inspirou nos desenhos de areia africanos, sucede a nomes como Joana Vasconcelos, Alexandre Ferreira, Mariújo, Francisca Amaro, André Panóias, Maria João Gomes e Oficina Marques. O novo número da publicação é lançado ainda em julho

Guimarães é o tema da nova edição da revista A Magazine. José de Guimarães pinta a letra do logótipo, que em todas as edições é recriada por artistas, artesãos ou designers conceituados. “Esta obra que fiz especialmente para a capa é inspirada na linguagem que estou a usar nos meus trabalhos, exceto o castelo de Guimarães, que entra como um elemento de referência à cidade berço”, explica o artista plástico vimaranense. O A do logótipo é recriado com quadrados bicolores com círculos no centro.

“Esta linha gráfica é proveniente e inspirada na cultura dos povos da Lunda do nordeste de Angola, os quiocos, que desenham na areia”, explica José de Guimarães, revelando que os desenhos foram declarados Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO. Além do fundo azul ultramarino, o logótipo, pintado sobre papel artesanal, incorpora elementos gráficos vermelhos, amarelos e verdes pintados a guache e ‘drippings’ em acrílico encarnado.

A criação do artista, que ilustra a décima edição da publicação, que é lançada até ao final do mês, sucede a reinterpretações da primeira letra do alfabeto romano anteriormente feitas em croché (Joana Vasconcelos), mármore (Alexandra Ferreira), cerâmica (Mariújo/Viúva Lamego), bordado com ponto de Arraiolos (Francisca Amaro/Tiraz), madeira (André Panóias/Mal Barbado Woodcraft), palmas das serras algarvias (Maria João Gomes/Palmas Douradas) e pintura em cerâmica (Oficina Marques).

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Campanha da Renova oferece um ano de casa paga

A campanha decorre até 31 de outubro e materializa-se através de iniciativas de ativação de marca no ponto de venda, redes sociais e embalagens dos produtos

A Renova acaba de lançar a campanha Um Ano de Casa Paga, criada pela equipa interna de marketing da empresa de papel ’tissue’, que se propõe oferecer aos cidadãos a oportunidade de ganhar um ano da prestação da casa ou renda paga, até ao valor máximo de €750 mensais.

No âmbito da campanha, até 31 de outubro, ao adquirir pelo menos dois produtos da marca Renova, os participantes devem submeter os respetivos talões de compra no site oficial do passatempo, onde está também disponível o regulamento da campanha.

A campanha vai materializar-se através de iniciativas de ativação de marca no ponto de venda, redes sociais e nas embalagens de produtos Renova.

“Com esta campanha, a Renova pretende reforçar o seu compromisso em contribuir para o bem-estar das famílias, não apenas através dos seus produtos, mas também com soluções concretas de apoio ao seu quotidiano”, realça a Renova, em comunicado de imprensa.

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Turismo do Centro investe €700 mil para promover região (com vídeos)

Produzidos pela Lobby, os cinco filmes publicitários que integram a nova campanha segmentam a comunicação promocional da região, explorando os cinco eixos em que a entidade de promoção turística aposta para atrair mais visitantes nacionais

€700 mil é o montante que o Turismo do Centro está a investir, ao longo do ano, para promover a região. A estratégia de promoção inclui a campanha que a entidade regional lança a 16 de julho. Divulgada em televisão, digital, redes sociais, email marketing, motores de busca, imprensa especializada e imprensa regional, inclui cinco filmes publicitários de 20 segundos que exploram os cinco eixos em que a entidade de promoção turística aposta para atrair mais visitantes nacionais à região, que abrange 100 municípios.

Para além de três produtos tradicionais (gastronomia e vinhos, turismo de natureza, turismo espiritual), os anúncios, com criatividade e produção da Lobby, exploram as duas novas apostas estratégicas da instituição, o turismo náutico e o turismo industrial. “Os anúncios publicitários vão ser exibidos durante duas semanas na CMTV e também na SIC Notícias, de 15 em 15 dias, até ao final do ano”, revela ao M&P Adriana Rodrigues, diretora de comunicação, imagem e relações públicas do Turismo do Centro.

Ao contrário das campanhas lançadas em 2022 e 2023, o plano de meios da nova comunicação promocional não inclui rádio nem múpis. “A intenção agora não é tanto aumentar a notoriedade da região, daí apostarmos numa comunicação mais segmentada, também para medir resultados. Tentamos medir ao máximo as inserções que fazemos para otimizar o retorno do investimento”, explica a responsável, que também recorre a conteúdos patrocinados no SAPO, na Magg e no Observador para divulgar o centro do país.

A estratégia que tem vindo a ser implementada está a dar frutos. “Nos primeiros cinco meses deste ano, o número de dormidas na região cresceu 5,3% e os proveitos decorrentes do alojamento aumentaram 5,9%”, revelou Raul Almeida, presidente do Turismo do Centro, a 16 de julho, num evento que serviu também para apresentar os vídeos promocionais da Experimenta Paisagem. Produzidos pela Slideshow, os filmes divulgam as iniciativas culturais que o ateliê de arquitetura Mag dinamiza em vários municípios da região.

Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

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Regulamento da UE sobre inteligência artificial deixa dúvidas em aberto

Legislação, que entra em vigor a 1 de agosto, obriga empresas a terem custos de conformidade, códigos de conduta, regras sobre os direitos de propriedade intelectual, incluindo também imposições no uso de determinados tipos de sistemas de inteligência artificial

O novo Regulamento sobre Inteligência Artificial da União Europeia (UE), que entra em vigor a 1 de agosto, vai regular as aplicações de inteligência artificial (IA) com base nos perigos que o Conselho Europeu identifica na interação entre seres humanos e os sistemas de IA, incluindo os riscos crescentes para a segurança dos cidadãos da UE e a potencial perda de postos de trabalho.

Kai Zenner, assessor parlamentar envolvido na redação do regulamento, citado no Financial Times, refere que “a lei é bastante vaga” e é “um tiro no escuro”, enfatizando ainda que “a falta de tempo conduziu a um resultado em que muitas coisas permanecem em aberto” e que “os legisladores não conseguiram chegar a um acordo, então foi mais fácil chegar a um compromisso”.

O regulamento, que será plenamente aplicável 24 meses após a entrada em vigor, classifica e divide os diferentes sistemas de IA em categorias de risco. Os que apresentam um risco mínimo, incluindo aplicações como os filtros de spam, não serão regulamentados. Os sistemas de risco limitado, como os ‘chatbots’, estarão sujeitos a determinadas obrigações de transparência. As regras mais pesadas vão recair sobre os fornecedores de sistemas classificados como de alto risco, sistemas que podem, por exemplo, traçar perfis de indivíduos ou processar dados pessoais.

A nova legislação estabelece determinadas obrigações para a utilização de IA, com base nos seus riscos potenciais e no seu nível de impacto, estipulando coimas por infrações que são fixadas em percentagem do volume de negócios anual global da empresa infratora. Códigos de conduta e requisitos de transparência, regras sobre os direitos de propriedade intelectual, proibição de certas aplicações, casos de exceção à lei e restrições no uso de determinados tipos de sistemas de IA são algumas das regras.

Alguns profissionais do setor, questionados pelo Financial Times, consideram que a proposta foi apressada, indevidamente elaborada e que vai impedir a inovação das empresas. “Esta abordagem dispersa resultou num regulamento mal concebido que irá dificultar as tentativas da Europa de competir com os Estados Unidos na criação das empresas de IA do futuro”, adverte Cecilia Bonefeld-Dahl, diretora-geral da DigitalEurope, associação que representa o setor tecnológico europeu, acrescentando que com a nova legislação as empresas europeias estarão “a contratar advogados enquanto o resto do mundo está a contratar programadores”.

Um funcionário da UE, citado no mesmo artigo, explica que a atual legislação não esclarece se sistemas como o ChatGPT estão a agir ilegalmente quando aprendem a partir de fontes protegidas pela lei dos direitos de autor. “O que é que se entende por remuneração justa para os criadores dos conteúdos originais? Que informação é protegida se foi parcialmente gerada por IA? Não temos respostas para estas perguntas”, destaca a mesma fonte.

Para Andreas Cleve, CEO da startup de saúde Corti, a preocupação está nas pequenas empresas. “Os custos de conformidade, que os representantes europeus admitem poderem atingir valores na ordem dos seis dígitos para uma empresa com 50 funcionários, representam um imposto adicional para as pequenas empresas”, afirma o responsável, citado pelo Financial Times.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

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