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Audiências Euro 2024: Eslovénia x Portugal foi o jogo mais visto do torneio e o programa mais visto

O jogo entre Portugal e a Eslovénia teve um forte impacto nas audiências da RTP1, que graças à transmissão da partida, liderou no total dia com um share de 27,7%, seguida da SIC com 11,7% de share e da TVI com 10,8% de share

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Audiências Euro 2024: Eslovénia x Portugal foi o jogo mais visto do torneio e o programa mais visto

O jogo entre Portugal e a Eslovénia teve um forte impacto nas audiências da RTP1, que graças à transmissão da partida, liderou no total dia com um share de 27,7%, seguida da SIC com 11,7% de share e da TVI com 10,8% de share

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A 2 de julho realizaram-se os dois jogos, que faltavam dos oitavos-de-final do Euro 2024, o Roménia x Países Baixos e o Áustria x Turquia. Analisando todos os jogos da competição realizados até ao momento, vemos que os jogos dos 1/8 de final impulsionaram as audiências não só dos jogos em que a seleção nacional participou, mas também dos jogos em que Portugal não participou.

 

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Os jogos em que participou Portugal passaram de uma audiência média de três milhões e 88 mil telespetadores, na fase de grupos, para os três milhões e 207 mil telespetadores, se juntarmos os três jogos da fase de grupos e o jogo dos 1/8 de final frente a Eslovénia. Os jogos em que não participa a seleção nacional verificaram uma audiência média de um milhão e 363 mil telespetadores na fase de grupos e agora, ao adicionarmos os jogos dos 1/8 de final contam com uma audiência média de um milhão e 372 mil telespetadores.

Impacto das audiências em TV – Euro 2024

Com a fase de grupos e os 1/8 de final completos, o jogo de Portugal frente à Eslovénia foi, até ao momento, o jogo mais visto de toda a competição, sendo inclusive o programa mais visto do ano. A partida foi vista por um total de 5.7 milhões de telespetadores, a que correspondeu uma audiência média de 3.8 milhões de telespetadores e um share de 69.1% (resultados acumulados RTP1 e Sport TV). Desde o início da competição (entre 14 de junho e 2 de julho), entre os canais generalistas, as estações RTP1 e SIC são as únicas que verificam um aumento face à média do mês de maio.

 

 

A estação de televisão pública é a que mais aumentou (+1.7 p.p. face a maio) tendo sido também a estação que transmitiu mais jogos até ao momento, com um total de 9 encontros. A RTP1 foi a única estação que já transmitiu dois jogos de Portugal, enquanto SIC e TV transmitiram apenas um jogo da Seleção Nacional. A SIC, com um crescimento de +1.4 p.p. face a maio, lidera, apesar de apresentar um share próximo ao da TVI. O canal de subscrição, Sport TV1 apesar de ter um share residual, com a transmissão de todos os jogos do Euro 2024 é o canal do cabo que apresenta maior crescimento face à maio.

Jogos de Portugal são os mais vistos da competição em canal aberto

Analisando apenas os jogos dos oitavos de final, vemos que dos oito jogos, quatro tiveram transmissão em canal aberto. Dos quatro, o jogo de Portugal frente à Eslovénia, transmitido na RTP1 foi o mais visto. Na RTP1 foi visto por um total de 5.4 milhões de portugueses, a que correspondeu uma audiência média de 3.6 milhões de telespetadores e um share de 66%. Com este resultado o jogo entrou diretamente para a primeira posição dos jogos mais vistos em canal aberto.

 

 

O jogo de estreia de Portugal frente à Chéquia e o último jogo da fase de grupos frente à Geórgia completam o pódio de jogos mais vistos em canal aberto. Na Sport TV, os 1/8 de final provocaram algumas alterações no top10 de jogos mais vistos. Dos cinco partidas mais vistos, quatro pertencem aos oitavos de final, sendo a única exceção o primeiro jogo de Portugal frente à Chéquia que ocupa a segunda posição.

O primeiro lugar é agora ocupado por o Inglaterra x Eslováquia, que alcançou uma audiência total de 470 mil telespetadores, a que correspondeu uma audiência média de 229 mil telespetadores e um share de 6.2%. O pódio fica completo com o jogo Espanha x Geórgia, que contou com uma audiência total de 387 mil telespetadores, uma audiência média de 201 mil telespetadores e um share de 3.9%.

Em média, mais de 3.5 milhões viram a passagem de Portugal aos quartos de final na RTP1

O primeiro dia de julho de 2024 fica marcado pela passagem de Portugal aos quartos de final do Euro 2024. Num jogo em que se viveu uma montanha-russa de emoções, a vitória acabou por cair para a Seleção Nacional já nas grandes penalidades, com Diogo Costa a ser o grande herói da partida ao defender três penáltis.

Com transmissão na RTP1, a segunda do canal depois do Turquia x Portugal, o jogo foi visto por um total de 5.4 milhões de portugueses, a que correspondeu uma audiência média de 3.5 milhões de telespetadores e a um share de 65.6%. O encontro, que também teve transmissão na Sport TV, foi visto por um total de 329 mil telespetadores, a que correspondeu uma audiência média de 188 mil telespetadores e um share de 3.5%. Segue-se agora a França nos quartos de final, o jogo irá ser na próxima sexta-feira, dia 5 de julho as 20h, no estádio Volksparkstadion em Hamburgo e irá ter transmissão na TVI.

 

 

O jogo entre Portugal e a Eslovénia teve um forte impacto nas audiências da RTP1, que graças à transmissão da partida, liderou no total dia com um share de 27.7%, seguida da SIC com 11.7% de share e da TVI com 10.8% de share. A RTP1 não registava um share tão elevado desde 2016, com as transmissões dos jogos do Euro 2016. Destaque ainda para a Sport TV1, que com um share de 2.1 no total dia, foi o 3º canal do PAY TV mais visto do dia, ficando atrás apenas da CMTV e CNN Portugal.

Comparativo com Euros anteriores em canal aberto: Jogo de Portugal nos 1/8 de final do Euro 2024 vs. jogo dos 1/8 de final do Euro 2020 vs. jogo dos 1/8 de final do Euro 2016

O jogo dos oitavos de final de Portugal no Euro 2024, quando comparado com os jogos dos 1/8 de final do Euro 2020 e do Euro 2016, foi o segundo mais visto, ficando ligeiramente atrás do Bélgica x Portugal do Euro 2024. O jogo de segunda-feira, verificou uma audiência média de 3.6 milhões telespetadores (+17% do que o jogo com a Croácia no Euro 2016).

A nível de share, o Portugal x Eslovénia foi o que verificou um share mais baixo, ainda assim próximo dos jogos de 2016 e 2020. Importa relembrar que em 2021, quando o Bélgica x Portugal se realizou ainda decorria a pandemia de Covid-19, com mais pessoas a ver a partir de casa, daí a audiência mais elevada. Com a pandemia finalmente ultrapassada, no Euro 2024, as pessoas já podem juntar-se para ver os jogos, sendo que o consumo fora de casa não é medido, daí a audiência e o share serem ligeiramente mais baixos.

 

 

Portugal x Eslovénia com pico máximo de quase 4 milhões de telespetadores

O jogo de Portugal contra a Eslovénia registou uma tendência de crescimento ao longo da primeira parte, tendo tido uma audiência mais estável durante a 2ª parte. Com Portugal a carregar e a querer evitar o prolongamento e as grandes penalidades, o pico de audiência foi registado por volta das 21h42, já bem próximo do final da partida.

O prolongamento verificou uma audiência média mais instável, com alguns altos e baixos. No entanto no início das grandes penalidades voltamos a verificar um aumento das audiências com o pico do prolongamento e penaltis a ocorrer às 22h42, altura em que estiveram 3 milhões e 927 mil telespetadores a assistir aos emocionante desempate por grandes penalidades.

Perfil jogos vs população: RTP1 Portugal x Eslovénia

Relativamente ao perfil do jogo transmitido pela RTP1, o Portugal x Eslovénia registou uma maior afinidade junto de um público masculino, de faixas etárias mais jovens (+45 anos) e classes sociais médias (B e C) .

 

 

Elaborado por Initiative/ Mediabrands Insight sobre dados CAEM/GFK reproduzidos em YUMI, Telereport- Mediamonitor; Alvo Ind 4+. Tipologia de audiência: Total Dia; Período da Análise: junho de 2024; Outros: Visionamento residual de canais não auditados, visionamento em diferido noutros dias e outras utilizações da TV como streaming e consolas

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Adidas e Thom Browne disputam uso de riscas em tribunal

A Thom Browne, que em 2007 abandonou o padrão de três riscas após a Adidas ter apresentado uma queixa legal, argumenta que a Adidas está efetivamente a tentar estabelecer um monopólio sobre a utilização de riscas nas roupas

A Adidas e a Thom Browne regressaram ao Tribunal Superior de Londres, para mais uma batalha legal centrada no uso de riscas nas respetivas marcas registadas. A mais recente audiência ocorreu a 17 de junho, com a Thom Browne contra a Adidas.

A Thom Browne, que utiliza regularmente um padrão de riscas com quatro barras, processou a Adidas em Londres, em 2021, para revogar várias marcas registadas com o emblemático padrão de três riscas da Adidas. A Thom Browne, que em 2007 abandonou o padrão de três riscas após a Adidas ter apresentado uma queixa legal, argumenta que a Adidas está efetivamente a tentar estabelecer um monopólio sobre a utilização de riscas nas roupas.

A Adidas, no entanto, contra-argumenta, ao afirmar que a Thom Browne está alegadamente a infringir as suas marcas registadas, ao vender vestuário de lazer e desportivo com quatro riscas, acusando ainda a marca de explorar a reputação e a imagem da Adidas.

O advogado da Thom Browne, Philip Roberts, argumenta que a Adidas utilizou certas marcas como ‘cavalos de tróia’ para impedir a utilização das riscas nos produtos de outras empresas. O advogado da marca de luxo norte-americana acrescentou nos autos que “a amplitude do monopólio da Adidas ameaça a liberdade básica dos designers de moda de desenhar roupas da forma que desejarem”.

Mas a advogada da Adidas, Charlotte May, afirmou em tribunal que o lançamento de uma gama de vestuário desportivo pela Thom Browne, em 2020, foi um ponto de viragem que “atingiu o coração do negócio da Adidas”.

As duas marcas já se enfrentaram anteriormente nos Estados Unidos, onde um júri rejeitou o processo de marca registada da Adidas, no ano passado, uma decisão confirmada em maio. A Thom Browne também está a apresentar um processo separado de marca registada contra a Adidas nos Países Baixos e no Instituto de Propriedade Intelectual da União Europeia.

Sobre o autorDaniel Monteiro Rahman

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Anunciantes do Now terão investido cerca de €100 mil em publicidade no primeiro mês

A Nos lidera a lista de anunciantes do novo canal da Medialivre, seguida da Betclic e da Dacia. A valores de tabela, entre 17 de junho a 16 de julho, os 15 maiores anunciantes despenderam €1,21 milhões, 68% do investimento total, segundo a Universal McCann

Os anunciantes do Now investiram oficialmente €1,79 milhões em publicidade no primeiro mês de emissão do canal, valores a preços de tabela sobre os quais incidem os descontos em televisão, que, tal como referido por Alberto Rui Pereira, CEO da IPG Mediabrands, em entrevista ao M&P, chegam a atingir reduções entre os 95% e os 97%.

Caso se aplique um desconto de 95%, o montante apontado na análise da Universal McCann reduz para cerca de €100 mil. No entanto, tratando-se de um lançamento de um novo canal, é possível que o desconto tenha sido diferente.

De acordo com a análise da agência de meios que integra o IPG Mediabrands, as 15 marcas que mais investiram no novo canal noticioso da Medialivre representam 68% do total das verbas despendidas, o que em valores de tabela atingiram os €1,21 milhões, o que corresponde a cerca de €68 mil.

Nos, Betclic, Dacia, Audi e Generali Tranquilidade foram as marcas que mais investiram no Now (ver caixa) durante o primeiro mês de transmissões, período em que a nova proposta televisiva alcançou um share de 0,5%, após ter atingido 0,8% no dia de arranque, tendo terminado o mês na 22ª posição entre os canais mais vistos do cabo.

“O Now conseguiu captar audiência maioritariamente proveniente da CMTV, mas também dos seus concorrentes diretos (SIC Notícias e CNN Portugal), no entanto, de forma menos acentuada”, refere a Universal McCann em comunicado de imprensa.

O share do canal, lançado a 17 de junho, tem permanecido estável, independentemente do dia da semana. “Contudo, vemos que é a quarta-feira o dia em que verifica um share ligeiramente mais baixo do que nos restantes dias da semana”, revela a análise, que avança ainda que o Now tem atraído “um perfil mais masculino, sendo agora mais acentuado do que na primeira semana”.

Em termos de telespetadores, tem conseguido uma maior adesão junto de um público mais velho, acima dos 65 anos. “O Now registou ainda uma afinidade elevada junto da classe social mais baixa (E)”, informa a Universal McCann.

“Comparando com a primeira semana, o Now registou um crescimento da afinidade junto da classe média/alta (B), aproximando-se assim mais do perfil dos canais SIC Notícias e CNN Portugal”, refere o comunicado da empresa, que avança que o programa mais visto no primeiro mês foi o ‘Record na hora’, que vai para o ar logo após o noticiário das 19 horas.

“Teve uma audiência média de 28 mil telespetadores, a que correspondeu um share de 0,7%. Na segunda posição, ficou o programa ‘Now às 19h todos os sábados’ com uma audiência média de 27 mil telespetadores e um share de 0,8%”, revela ainda o documento.

 

15 maiores anunciantes do canal Now

De acordo com a Universal McCann, com base nos dados da ferramenta YumiAnalytics Web, a preços de tabela, as 15 marcas que mais anunciaram no novo canal da Medialivre, entre 17 de junho e 16 de julho, representam 68% do investimento total:

  1. Nos (€270.925)
  2. Betclic (€129.815)
  3. Dacia (€107.511)
  4. Audi (€88.145)
  5. Generali Tranquilidade (€84.781)
  6. Renault (€75.277)
  7. Olá (€74.340)
  8. Santander (€73.767)
  9. Vodafone (€68.567)
  10. Lidl (€61.994)
  11. McDonald’s (€61.303)
  12. ESC Online (€34.063)
  13. Bacana Play (€32.754)
  14. Cif (€28.330)
  15. Cupra (€25.939)
Sobre o autorLuis Batista Gonçalves

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Atletas olímpicos protagonizam campanha da Bar Ogilvy que divulga parceria entre COP e TAP (com vídeo)

A lançadora Liliana Cá, o nadador Diogo Ribeiro (na foto) e a ginasta Filipa Martins recordam o início da carreira desportiva no filme publicitário realizado por Gonçalo Morais Leitão, com produção de Nuno Calado e da Hand Creative Chain

Idealizada por Gabriel Mendes e César Silva, dupla de criativos da Bar Ogilvy, com direção criativa de Nuno Riça e João Amaral, a nova campanha que divulga a parceria entre o Comité Olímpico de Portugal (COP) e a TAP, companhia área que assegura o transporte dos atletas para os Jogos Olímpicos de Paris 2024, é protagonizada por três desportistas. No filme promocional, realizado por Gonçalo Morais Leitão, a lançadora Liliana Cá, o nadador Diogo Ribeiro e a ginasta Filipa Martins recordam o início da carreira desportiva, lembrando que a viagem para a capital francesa há muito que começou.

Além de imagens atuais dos atletas a prepararem-se para embarcar, o anúncio mostra fotografias de infância dos desportistas, durante os primeiros treinos. Com produção de Nuno Calado da Bar Ogilvy e da produtora audiovisual Hand Creative Chain, o filme, com duas versões genéricas de 45 e 20 segundos, tem sonorização da Estrela de Alcântara. Divulgada em televisão em duas vagas até 11 de agosto, a campanha, com planeamento de meios da Wavemaker, inclui também três versões do anúncio personalizadas, uma por cada atleta, exibidas à medida que forem entrando no palco competitivo.

“Também é possível acompanhar os materiais da campanha em meios digitais, nomeadamente nas redes sociais da TAP com conteúdo orgânico e ‘paid media’ nas redes sociais (Instagram, Facebook, TikTok e LinkedIn), no YouTube e na newsletter interna da companhia aérea”, informa a Bar Ogilvy em comunicado. “Não é todos os dias que temos a oportunidade de criar campanhas que apelem tanto à emoção coletiva e ao orgulho nacional. Os Jogos Olímpicos são um dos mais importantes eventos desportivos do mundo”, sublinha Miguel Ralha, CEO e sócio da Bar Ogilvy, citado no documento.

 

 

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Agência criativa DJ cria anúncio de verão da Rádio Comercial (com vídeo)

Com direção criativa de Diogo Anahory e João Pacheco (o D e o J que denominam a agência), o ‘spot’ de televisão tem como ponto de partida a legislação que proíbe o ruído nas praias nacionais

Catarina Nunes

A Rádio Comercial acaba de lançar uma campanha de verão, desenvolvida pela agência criativa DJ, que estará no ar em televisão, até 6 de agosto.

Com direção criativa de Diogo Anahory e João Pacheco (o D e o J que denominam a agência), a campanha tem como ponto de partida a legislação que enquadra a proibição de ruído nas praias nacionais. Diogo Anahory, cofundador e diretor criativo da DJ, explica que “nas férias as pessoas tendem a ouvir menos rádio. Além disso, a Autoridade Marítima Nacional não ajuda, já que interdita, nas praias, a utilização de equipamentos sonoros geradores de ruído”.

A campanha, com produção da Flaming, realização de Gonçalo Paixão e direção de fotografia de Ricardo Magalhães, é a resposta a essa proibição que não ajuda no consumo de rádio durante o verão, sugerindo uma alternativa. O spot de 20 segundos começa com um plano fechado de uma coluna de som, em cima de uma geleira dentro de água, que transmite a emissão da Rádio Comercial.

Conforme o plano vai abrindo, até mostrar a geleira com a coluna de som sobre uma plataforma a flutuar no mar, a voz off cita a lei que enquadra a proibição de ruído nas praias e respetivas coimas aplicáveis, com esta informação a passar igualmente em rodapé.

No final, a voz off pergunta: “O que se pode fazer por isso?” e responde ‘Nada’, ao mesmo tempo que a imagem mostra três pessoas a começar a nadar em direção à plataforma flutuante afastada da costa, onde se encontra a coluna de som a tocar a emissão da Comercial.

O anúncio ‘Off Coast’ está a passar na SIC e SIC Notícias, no Fox Life , Fox Crime, Fox Movie e Fox Comedy, bem como no Place SIC e TVI.

 

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Raquel Santos reforça equipa da NTT Data

Como diretora da área de Telecom, Media & Tech (TMT) ficará responsável por projetos em empresas das áreas das telecomunicações, media e tecnologias

A consultora de negócio e tecnologia NTT Data Portugal está a reforçar a equipa com a contratação de Raquel Santos, como diretora da área de Telecom, Media & Tech (TMT).

Neste cargo, será responsável pela gestão e condução de projetos em empresas das áreas das telecomunicações, media e tecnologias, com particular destaque para desafios de transformação de IT, eficiência das operações de redes, eficiência operacional e envolvimento com o consumidor.

“Apesar de serem indústrias maduras, as telcos e os media estão a assistir a grandes evoluções, que irão continuar a desafiar a forma como os serviços são prestados e os clientes se relacionam com as marcas. Estaremos empenhados na dinamização e geração de novas fontes de valor. Assim, encaramos o futuro com otimismo, porque teremos pela frente muitas oportunidades, que abordaremos de maneira inovadora e em cocriação com os nossos clientes e parceiros”, refere Raquel Santos.

Especializada nas áreas de soluções digitais, experiência do consumidor, envolvimento e ‘analytics’, Raquel Santos é licenciada em economia pela Universidade Católica Portuguesa e tem um MBA em colaboração com o MIT, além de outras formações executivas. Com uma carreira em consultoria estratégica e de gestão, o percurso de Raquel Santos tem sido marcado pela liderança de projetos de transformação em diferentes países e regiões do mundo.

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Betclic desafia influenciadores e mostra resultado em documentário da Bakery (com vídeo)

O ator Tiago Teotónio Pereira, acompanhado por dois amigos, Tiago Allen e Guilherme Guerra (na foto), foi de Chaves e Faro de bicicleta, pela estrada nacional 2. Documentada pela Bakery, a aventura foi registada pela objetiva de Vasco Pedroso, apurou o M&P

O ator Tiago Teotónio Pereira é o protagonista do novo documentário da série Desafios Betclic, projeto da Betclic que instiga alguns dos influenciadores digitais que colaboram com a marca a superarem-se em desafios físicos, sob pena de terem de cumprirem uma consequência caso não os consigam concretizar. Disponível no YouTube, com produção da Bakery, em colaboração com a Notable, foi realizado e montado por Vasco Pedroso. A pós-produção e os efeitos visuais têm a assinatura de Victor ZK, apurou o M&P.

O registo documental de 24 minutos mostra o ator, acompanhado por dois amigos, Tiago Allen e Guilherme Guerra, a ir de Chaves e Faro de bicicleta, pela estrada nacional 2, numa viagem, realizada em março, que se prolongou por cinco dias. “Foi muito mais difícil do que algum dia imaginei. Tínhamos previsão de mau tempo, mas nunca pensei que fosse um fator decisivo para a continuação do desafio”, refere Tiago Teotónio Pereira, habituado a participar em provas desportivas extremas.

A tempestade Nelson, que assolou muitas regiões do país, foi o principal inimigo do trio ao longo dos 738 quilómetros do percurso. As condições meteorológicas extremas chegaram a pôr em causa a continuação da viagem, mas o espírito de resiliência dos participantes sobrepôs-se às dificuldades. “Este desafio da Betclic ganhou o primeiro lugar no top de experiências inesquecíveis e mais difíceis de sempre”, afirma o artista. A série Desafios Betclic também inclui vídeos com os influenciadores Ric Fazeres e Daizer.

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Jorge Jesus é a estrela da campanha da Tux&Gill para a Sport TV (com vídeo)

Produzida pela Trix e planeada pela Fullsix, a campanha inclui um filme publicitário que também conta com a participação de Mauro Jesus, filho do treinador (na foto, ao centro). Além dos suportes digitais, está a ser divulgada em imprensa e publicidade aérea

Jorge Jesus é o protagonista da campanha publicitária da Sport TV que antecipa a temporada desportiva de 2024/25. Desenvolvida pela Tux&Gill, foi produzida pela Trix e tem planeamento de meios da Fullsix, apurou o M&P.

Até 31 de agosto, está a ser divulgada na imprensa escrita, em plataformas digitais e em suportes de publicidade aérea, em aviões que estão a sobrevoar algumas das praias mais frequentadas do país. O filme publicitário conta com a participação de Mauro Jesus, filho do treinador.

“O mister surge com uma companhia especial, sendo a primeira vez que protagoniza uma campanha em conjunto com o filho, promovendo a nossa oferta para 2024/2025, que inclui a Liga Portuguesa, a Liga Saudita, a Serie A, o Moto GP e a NBA, entre muitas outras, com principal destaque para a exclusividade da transmissão dos jogos das equipas portuguesas na UEFA Champions League, o Sporting CP e SL Benfica e o FC Porto na UEFA Europa League”, explica a Sport TV em comunicado.

“Numa campanha tão importante para nós, de um arranque de época único, em particular pelo anúncio de todas as equipas portuguesas na Champions regressarem à Sport TV, é um privilégio ter como cara central uma figura incontornável do futebol português, considerado mais de uma vez como um dos 10 melhores treinadores do mundo e ainda com uma estreia mundial, o facto de contracenar pela primeira vez com o filho Mauro”, refere Nuno Ferreira Pires, CEO da Sport TV.

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Boutique dos Relógios Plus tem montras criadas pelo artista Diogo Machado (com vídeo)

O artista conhecido como Add Fuel desenvolveu um conceito que cruza os azulejos portugueses com o verão e a relojoaria, celebrando a tradição e a modernidade. As novas montras artísticas (na foto) vão estar visíveis durante o verão, nas lojas de Lisboa, Cascais, Porto e Quinta da Lago

A Boutique dos Relógios Plus traz uma nova dimensão artística às montras das lojas, com a colaboração exclusiva do artista visual português Diogo Machado, conhecido como Add Fuel. A parceria pretende transformar as montras das várias lojas ‘Plus’ da Boutique dos Relógios em galerias de arte, celebrando a tradição dos azulejos portugueses em conjugação com o estilo contemporâneo.

A arte de Diogo Machado, inspirada na azulejaria tradicional que remonta ao século 15, é caracterizada pela fusão de elementos clássicos com um estilo moderno e detalhado. Para a colaboração com a Boutique dos Relógios Plus, o artista Add Fuel desenvolveu um conceito que pretende combinar a elegância da relojoaria com a frescura do verão, utilizando cores brilhantes e padrões que pretendem evocar a beleza dos azulejos sob a luz do sol.

“A arte dos azulejos destaca-se no verão, quando as suas cores e padrões brilham sob a luz solar, tornando as cidades portuguesas verdadeiras galerias a céu aberto. Apreciar os azulejos é uma experiência que mistura o calor da estação com a elegância visual e histórica. Os tons azuis e brancos predominantes evocam frescura e tranquilidade, complementando o vibrante verão. Assim, o verão, os azulejos e a elegância da relojoaria formam uma tríade perfeita, refletindo a alma e a cultura portuguesas na sua máxima expressão”, enfatiza Diogo Machado, em comunicado de imprensa.

As novas montras artísticas vão estar visíveis durante o verão, permitindo aos visitantes apreciar a combinação entre a tradição dos azulejos e a inovação artística. No Natal, a parceria será retomada com uma nova exibição também assinada por Add Fuel. As montras de verão são já visíveis nas lojas Boutique dos Relógios Plus em Lisboa, na Avenida da Liberdade, no Amoreiras Shopping Center e no CascaisShopping. Também estão presentes nas lojas Boutique dos Relógios Plus na Avenida dos Aliados, no Porto, no NorteShopping, em Matosinhos e na Quinta do Lago, no Algarve.

Segundo a marca, esta iniciativa faz parte do compromisso permanente da Boutique dos Relógios Plus em associar-se a artistas de renome e promover a arte nas respetivas lojas. Anteriormente, já foram realizadas várias exposições artísticas na Boutique dos Relógios Plus ART na Avenida da Liberdade, em Lisboa, onde um mural de Add Fuel é destaque desde a inauguração da loja.

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ERC quer alterar Lei da Transparência dos Media

As alterações preveem, entre outras, a isenção de certas obrigações declarativas, como fluxos financeiros, para entidades com atividades de comunicação social a título acessório, com um peso comprovadamente diminuto nos rendimentos e um alcance residual de audiências

O conselho regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) aprovou um conjunto de propostas de alteração à Lei da Transparência dos Media (Lei n.º 78/2015, de 29 de julho). Uma das alterações diz respeito ao regime sancionatório, como a redução dos valores mínimos e máximos das coimas, tornando-os mais realistas e proporcionais face aos rendimentos médios das entidades de comunicação social em Portugal.

O documento, aprovado a 2 de julho, foi remetido para conhecimento do presidente da Assembleia da República e do ministro dos Assuntos Parlamentares, ao abrigo da competência consultiva do regulador dos media, prevista nos seus estatutos, refere a ERC em comunicado de imprensa. Outro dos pontos visados prende-se com a densificação do procedimento da ERC, quando está em causa a falta de transparência de participações qualificadas (atual artigo 14.º da Lei da Transparência), que pode conduzir à determinação da suspensão de direitos de voto e direitos patrimoniais.

As alterações preveem ainda a isenção de certas obrigações declarativas, como fluxos financeiros, para entidades que prossigam atividades de comunicação social a título acessório, em que a atividade de comunicação social tenha comprovadamente um peso diminuto nos rendimentos e um alcance residual ao nível das audiências.

A proposta agora remetida ao Parlamento e ao Governo assenta na experiência da ERC na aplicação da Lei da Transparência e “representa um contributo para o eventual processo de revisão deste regime jurídico”, acrescenta o comunicado da ERC.

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EDP é a marca com maior valor de ESG em Portugal. Vale €406 milhões

A Delta é, no entanto, a empresa portuguesa onde a sustentabilidade mais contribui para o valor financeiro da insígnia, com 16,8%. “É a que está mais próxima do seu valor potencial de contribuição para o respetivo valor financeiro da marca”, revela estudo da OnStrategy

A EDP é a marca com maior valor de ESG em Portugal. Vale €406 milhões, de acordo com o estudo da estudo da OnStrategy que analisa o peso das práticas ambientais, sociais e de governança no cálculo do valor das empresas nacionais. Em segundo lugar, surge a Galp Energia, com €296 milhões, à frente da Jerónimo Martins, com €209 milhões. Na quarta posição do ranking elaborado pela consultora, surge o Pingo Doce, com um valor de €157 milhões. O quinto lugar da tabela é ocupado pelo Continente, com €137 milhões.

CGD, Millennium bcp, EDP Renováveis, Meo e BPI completam o top 10, à frente da Nos, da Super Bock e da Sonae. “A Delta [que ocupa o 14º lugar do ranking] é a marca portuguesa em que a sustentabilidade mais contribui para o valor financeiro da marca com 16,8% e que mais próxima está do seu valor potencial de contribuição para o respetivo valor financeiro da marca”, sublinha a OnStrategy em comunicado de imprensa.

“A sustentabilidade já devia contribuir com 19,8 % para o valor financeiro mas, nas 100 marcas portuguesas mais valiosas, o contributo direto é de apenas 12,7%”, avança a análise da consultora, lembrando que, nos últimos anos, foram desenvolvidas políticas e requisitos que as organizações nacionais também têm de cumprir. “O mundo enfrenta desafios de sustentabilidade cada vez maiores, que se tornaram uma obrigatoriedade para as organizações, até por via legislativa”, sublinha João Baluarte, sócio da OnStrategy.

 

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