Mosca Publicidade assina campanha contra trabalho infantil (com vídeo)
Lançada pela associação Caminhos de Infância, com o apoio do Nova BHRE, a iniciativa está a ser divulgada em imprensa, digital e exterior, em Lisboa e Tomar. O filme informativo que alerta para o flagelo tem locução da radialista e apresentadora Inês Lopes Gonçalves

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A Caminhos de Infância, associação de utilidade pública dedicada à promoção de uma infância digna, está a promover, em parceria com o Nova Centre on Business, Human Rights and the Environment (Nova BHRE), uma campanha de sensibilização a favor da erradicação do trabalho infantil.
Desenvolvida pela agência Mosca Publicidade, apurou o M&P, a iniciativa pretende dar visibilidade às crianças que, um pouco por todo o mundo, trabalham em vez de irem à escola. A intenção é despertar a consciência coletiva para o problema, que afeta crianças entre os 5 e os 11 anos.
Além de múpis em Lisboa e Tomar, autarquias que apoiam a campanha, a mensagem está a ser veiculada em imprensa e digital. O filme informativo que alerta para o flagelo do trabalho infantil no mundo, uma realidade agravada com a pandemia, tem locução da radialista e apresentadora Inês Lopes Gonçalves.
A campanha é suportada por um site, que explica que muitas crianças são impedidas de frequentar os estabelecimentos de ensino. Segundo números oficiais, 160 milhões de crianças, 63 milhões de raparigas e 97 milhões de rapazes, são forçadas a trabalhar em vez de aprender.
“Momentos houve da nossa história em que podíamos invocar o desconhecimento de atrocidades cometidas. Hoje, a omissão não pode ser uma opção”, justifica Inês Poeiras, diretora executiva da Caminhos de Infância, citada em comunicado de imprensa.
A campanha está alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, respondendo à Meta 8.7, que estabelece o compromisso de eliminar o trabalho infantil até 2025.
“É importante não esquecer o papel que as empresas têm na promoção dos direitos humanos nas suas cadeias de abastecimento, estando disponíveis para implementar medidas corporativas que permitam a erradicação do trabalho infantil”, refere também Claire Bright, fundadora e diretora do Nova BHRE.