IPG diminui faturação em 1,9% para €2,43 mil milhões
Por região, o grupo cresce 0,6% na Europa, 9,8% na América Latina e de 1,5% em outros mercados (Canadá, Médio Oriente e África). No Reino Unido e na Ásia-Pacífico, o IPG aumenta os prejuízos em 0,7% e 7,4%, respetivamente. Nos Estados Unidos, os resultados mantêm-se inalterados

Daniel Monteiro Rahman
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As receitas totais mundiais de faturação do Interpublic Group (IPG) no terceiro trimestre do ano diminuíram 1,9% face ao período homólogo, passando de 2,67 mil milhões de dólares (€2,48 mil milhões) para 2,62 mil milhões de dólares (€2,43 mil milhões). A ‘holding’ apresenta ainda um decréscimo dos lucros, em comparação com o mesmo período no ano anterior, passando de 243,7 milhões de dólares (€226,1 milhões) para 20,1 milhões de dólares (€18,6 milhões).
Em comunicado de imprensa, Philippe Krakowsky, CEO do IPG, justifica o recuo dos lucros com o impacto de “uma despesa dedutível no valor recuperável de ativos de 232 milhões de dólares, relacionada com as agências digitais especializadas e o progresso do processo de venda estratégica da R/GA e da Huge”. Em termos de faturação por áreas de negócio, Philippe Krakowsky revela que “durante o trimestre, assistimos a contribuições significativas para o crescimento dos serviços de media, marketing desportivo, gestão de dados e relações públicas”, acrescentando que “a nossa margem de EBITA ajustada foi de 17,2%”.
No que diz respeito aos resultados orgânicos segmentados por região, o grupo revela resultados mistos, com um crescimento, no terceiro trimestre de 2024, de 0,6% na Europa, 9,8% na América Latina e de 1,5% em outros mercados (Canadá, Médio Oriente e África). Contudo, no Reino Unido e na Ásia-Pacífico, o IPG tem um aumento de prejuízo de 0,7% e 7,4%, respetivamente, face ao ano anterior. Nos Estados Unidos, o grupo regista resultados inalterados face ao período homólogo.
No relatório apresentado aos acionistas, Philippe Krakowsky refere que o IPG vai investir mais no desenvolvimento de ‘principal-based media buying’, compra de espaços publicitários pelas agências de meios com vista a uma posterior revenda aos clientes a preços superiores.